Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Infiltração em alto mar.

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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Infiltração em alto mar.   Dom Abr 12, 2015 3:50 pm

Pouco depois de ser revelado a missão em que Takashi seria o líder do esquadrão, um novo alerta surgia. Um navio situado próximo à fronteira entre SkyHold e seu território dominado (Shadowrealm), de carga, estaria muito mais cheio que o normal. A linha de frente dos soldados de SkyHold, situados onde os bravos heróis, junto com a resistência estavam; enfraqueciam ao longo do tempo em que tentavam dominar por completo o país contra os "supostos piratas", vistos por eles (os soldados de Skyhold).

Recursos, como medicamentos, comida, além de combustível, estavam cada vez mais escassos diante dos dias que se passavam contra a resistência, e dessa vez, para eles, era uma missão um pouco arriscada, pois eram enormes quantidades de recursos para serem atravessados pelo mar, um dos locais mais propensos a serem atacados, não só pela própria resistência em si, mas como também por piratas.

Era de noite, 20 horas em ponto, onde haviam recebido a notícia, e nisso, a inteligência da resistência começava a calcular os seus movimentos por meio de um satélite, e confirmados por meio de infiltrantes. Estimava-se que o navio passaria próximo do porto pela manhã, de 3 dias seguidos, logo eles teriam bastante tempo para pensarem e atuarem sobre. Isso era o que era previsto.

Ninguém sabia o seu verdadeiro rumo. Tudo era uma questão de hipótese ao porto mais próximo, situado ao sudoeste de Shadowrealm, próximo de sua divisa.

Um dia depois (restando apenas 2, agora), a inteligência convocava Mark Sanderson para lhe entregar dados com informações sobre a missão que estavam planejando, contando com o mesmo para ser "um dos" líderes do grupo, sendo a outra, Mary Ann Parker, que cuidaria de mais detalhes da missão. As convocações dos líderes eram feitas da mesma maneira que os outros integrantes, porém, por serem líderes, ambos eram os primeiros.

Suas convocações eram feitas pela manhã por meio de um mensageiro, que aparecia pela cidade, às 8 da manhã, entregando-lhes uma carta com um carimbo verídico e assinado por um dos líderes da inteligência, que mal era compreendido sua escrita (a assinatura). Nele, continha a seguinte mensagem:

"Por favor, leia sem demonstrar surpresa. Você está sendo convocado para uma missão pela resistência, guarde a carta em seu bolso direito para assimilar e aceitar, ou em seu bolso esquerdo para recusar a missão. Questão de segurança em primeiro lugar. Vocês devem seguir para uma casa abandonada situada ao sul da resistência, é a única da região."

, enquanto a pessoa que aparecia, era uma criança, que aparentava ter 8 anos, cabelos pretos, e olhos azuis, e com um sorriso gentil, se referia à eles como: "Tio(a), uma carta pra você! Tenha um bom dia!", e assim, ele seguia em frente, se agrupando com amigos para "fingir" jogar bola. Um especialista ficava a cerca de 20 metros de distância de cada um convocado, que ia seguindo em "turnos" para cada um que recebesse a carta (todos sendo pelas mesmas pessoas), onde o especialista confirmaria que eles aceitassem a missão ou não, além de cuidar da segurança do garoto.

A casa abandonada, ela ficava pelo menos 50 metros da periferia da cidade onde situavam, em uma floresta. Para não se perderem, um pequeno mapa estava logo abaixo da mensagem da carta, muito bem detalhado, só que sem cores, com exceção da trilha que fossem seguir. Os integrantes poderiam acabar se encontrando facilmente entre si pela trilha seguida, logo, não possuem limitações à isso. Todos seriam convocados "até" as 10 horas da manhã, onde deveriam estar todos agrupados até as 11 no local.

Os detalhes da missão seriam entregues à eles, e inclusive aos integrantes, quando chegassem ao local, esperando inicialmente que os líderes escolhidos, chegassem primeiro ao local para poderem ler as fichas e terem mais detalhes.
Convocados: Lin Harzgard, Ryouji Kawano, Roque Eisenhauer (além de Mark e Mary).


Última edição por Narrador-kun em Dom Abr 12, 2015 4:29 pm, editado 2 vez(es) (Razão : Soldados de SkyHold vêem o que era pra ser a "resistência", ser "piratas". Recursos humanos = pessoas.)
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Abr 12, 2015 6:55 pm



O barulho das hélices dos helicópteros quase abafava o som dos tiros de 20mm disparados pelos jatos perseguidores. Era noite e chovia muito, os pilotos quase não tinham visão de 50 metros à frente, fazendo com que a velocidade fosse drasticamente reduzida. Todos os passageiros estavam assustados, e entre todos eles, Mark tentava animar sua filha.

- Daddy, estou assustada. - Com lágrimas escorrendo pelo rosto, Serah agarrava-se em seu pai.

- Cherry... - Essa era a forma carinhosa que Mark se referia à sua filha, pela pronúncia em inglês ser parecida. - Vai ficar tudo bem, eu prometo.

No instante seguinte, os jatos davam a volta e investiam pelos flancos e metralhavam sem piedade, a fraca blindagem do helicóptero. As balas perfuravam facilmente todo o interior do veículo, matando várias pessoas. Mark havia abraçado sua filha para tentar protegê-la das balas, mas era inútil. Ao abrir os olhos, tudo que ele podia ver, era o corpo ensanguentado de sua filha, caída em seus braços.

- SERAH! - De um pulo, Mark acordava. Havia pegado no sono enquanto consertava um dos Jipes do hangar. - Tch... Cherry...

Ele retirava do bolso de seu macacão, a foto de sua filha. A foto que o fizera entrar para a Resistência. Era por isso que detestava dormir. Todas as noites, os pesadelos eram os mesmos, situações diferentes, mas resultados iguais. Pesadelos estes que agora que sua filha havia feito 11 anos, tinham piorado exponencialmente.

- Tio, uma carta pra você! Tenha um bom dia!

- AAAHH! - Mark pulava de susto, batendo a cabeça na lanterna traseira reforçada com aço, do Jipe. - Damnit, Kid. What the f-- Uma carta?

Ele abria a carta, pegando um sanduíche meio comido de cima da bancada de ferramentas. Enquanto comia, começava a ler, sem dar muita atenção. Ao terminar de ler, mesmo a carta dizendo para não expressar surpresa, esta era a cara de Mark:




Agora ele precisava tomar a decisão. Claro, tinha muitíssimo trabalho para fazer, mas raramente era chamado para missões, então decidia ir para desanuviar seus pensamentos. Talvez o deixassem explodir coisas. Isso sempre ajudava bastante, mas antes, deveria passar todo seu trabalho para os outros mecânicos.

- Ei, Silveira! - Ele procurava seu amigo pelo hangar. - Silveira!

- Chefe! Estou aqui! Mas meu nome é Silvio...

- Silveira é mais legal, Silvio é muito comum.

- Bom, sim mas, não, eu...

- Then Silveira it is! HAHAHA! - Sem medir a própria força, ele dava alguns "tapinhas" nas costas de seu amigo. - Então, se liga. A diretoria ta me chamando, então vou ficar fora um tempo. La na minha bancada tem uma lista de coisas pra vocês fazerem, right? Lotsa' lotsa' work, dude!

- Ta certo, chefe...

- Então está decidido! See ya.

Ao sair do Hangar, Mark olhava uma última vez para a foto de sua filha. "Serah..." Então a juntava com a carta da missão e guardava no bolso direito de seu macacão. Por fim, Mark afastava as memórias recentes de seu pesadelo e partia em direção da casa que lhe foi especificada.

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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 13, 2015 10:30 pm

Duas horas. Esse era o tempo que Mary Ann ficava sem cair novamente em seu transtorno obsessivo compulsivo (TOC). A cada duas horas ela ia chegar todo o estoque de armas da resistência. A cada duas horas ela fazia algo, seja dormir, comer ou ter contato com as pessoas.

Foi em uma dessas duas horas de descanso que Mary Ann saiu de seu lugar habitual e foi dar uma volta nas ruas da cidade para tomar um ar.

- Well, esse dia está really qu...

- Tia! Uma carta pra você! Tenha um bom dia!

Mary Ann era interrompida em sua hora livre por um pive...er... digo um menino que a chamava de Tia, lhe entregando uma carta. O princípio de ódio surgia na alma da jovem.


- Tia? ò.ó Ora seu pi...Wait, a letter? - a raiva desaparecia e ela pegava a carta e o garoto saia correndo. - hm...Let me see...- Ann começava a ler a carta e ficava pensativa. Uma missão. Ela nunca mais entrou em ação desde que saiu do exercito e entrou para a resistência. - Será que ainda dou conta? hahaha

Enquanto pensava na resposta, a jovem Mary Ann continuava caminhando pelas ruas. Quem cuidaria das armas? Era uma grande responsabilidade, mas ação novamente era o que Ann precisava.

- Why not? - Assim que se decidia, Ann guardava a carta no bolso direito de seu micro shorts com estampa camuflada. Assim que fazia isso a garota voltava para seu refúgio com suas armas contando-as mais uma vez e deixando um bilhete bem "gentil"

"Vou checar as armas na outra base, se eu voltar e tiver uma bala fora do lugar. See ya ;3 "
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 14, 2015 11:36 am

A habilidade da pequena Harzgard de fazer amigos era assustadora, no pouco tempo que esteve em Bluehaven Lin conseguiu se tornar amiga de quase todas as pessoas que ali viviam. Talvez fosse sua personalidade, sua força, seu sorriso, ou o mais provável era que as pessoas se preocupavam com ela devido a sua imaturidade.

Naquele dia em especial, Lin decidia acordar cedo, o que era raro para a garota que presava dormir sobre todas as coisas. Ela usava uma blusa de frio branca, um gorro e calças bem folgadas, afinal todas as suas roupas  haviam afundado junto ao navio de Heikki (menos a que usava no dia no naufrágio) e agora Lin tinha apenas aquelas que havia ganho da resistência e de seus amigos pela cidade, tais roupas ou eram muito grandes ou muito pequenas para ela.

Do lado de fora de onde residia, Lin dava uma boa olhada em seus arredores e batia duas vezes contra o próprio rosto como uma forma de se motivar.

- Vamos Lin! Chega de enrolar! Hoje você vai treinar como nunca treinou antes! Yip Yip!

E pulando com os braços erguidos ela gritava para si mesma

- Hurrah!

Aquilo se repetia, de novo e de novo.

- Yip Yip! Hurrah!!!!!!

E depois de aproximadamente 12 vezes ela finalmente começava a correr pela cidade, pretendia se afastar um pouco de grandes concentrações de pessoas para que pudesse se concentrar, e usar toda a sua força sem machucar ninguém, mas apenas 5 passos depois de começar a correr ela parava com os olhos brilhando. Uma barraca de comida se colocava entre Lin e seu objetivo.

- Woah.....

Babando, Lin se aproximava do vendedor e pedia duas porções de seja lá o que fosse aquilo.

- Obrigada senhor!

E o homem respondia sorrindo.

- Esqueceu meu nome de novo né Lin?

A garota se afastava sorrindo e coçando a nuca, pois era a mais pura verdade, guardar nomes nem qualquer outra informação não era sua especialidade.

- Certo! Agora sem mais interrupções!

Lin começava a correr enquanto comia, e em menos de 2 minutos não havia mais comida, porém seus olhos brilhavam novamente. Pois um gatinho de rua se colocava entre Lin e seu objetivo.

- Woaaah que fofinho!! Vem cá seu peludinho.. Vem cá...

Ela pegava o gato, o jogava pra cima , brincava e acariciava o gato que desesperadamente tentava se livrar daquela maluca, até que 10 minutos depois ela se cansava, colocando o gato no chão e o deixando ir.

- Até a próxima Bill!!! hahaha!

De repente ela se lembrava de seu objetivo mais uma vez.

- OH! Meu treino! vamos vamos! Agora nada vai ficar no meu caminho!

E por cinco segundos ela corria, até que uma senhorinha com as costas curvadas a chamava.

- Lin meu doce, você poderia levar essas garrafas de leite até o mercado para mim? Não estou me sentindo bem hoje.

Lin a olhava sorrindo enquanto escutava tudo o que a senhora falava, correndo sem sair do lugar.

- Claro que sim! É meu trabalho salvar o dia não é?! Hahahah!

E pegando as garrafas Lin procurava por cerca de uma hora o tal mercado cujo qual não fazia ideia da localização. Quando finalmente encontrava, ela entregava as garrafas e limpava o suor da testa.

- Uffa....mais um trabalho bem sucedido! Acho que eu vou pra casa...

Estava decidido, era hora de voltar pra casa, por isso ela começava a correr de volta até onde estava morando. No caminho Lin parecia pensativa, refletia sobre algo.

- Eu tenho a sensação de que to me esquecendo de algo... Hum... hm....

Perdida nos seus pensamentos ela continuava correndo, mas acabava não vendo um pequeno garoto que se colocava em seu caminho.

- Senhorita Lin! tenho um bilhete pra voc  EI! ESPE-

Quando ela acordava já era tarde demais.

- Hã? AAAAAAAAH!

Acabava trombando com o pobre garotinho e os dois saiam rolando ladeira abaixo, Lin batia a cabeça num canto da rua e desmaiava. O garoto desaparecia deixando o bilhete em seu bolso direito. O fiscal levava as duas mãos ao rosto e ia embora desacreditado.

Cerca de vinte minutos depois Lin acordava, estava tonta e no meio da rua, mal sabia o que havia acontecido. Enquanto tentava levantar Lin passava a mão sobre seu bolso e sentia algo a mais.

- Ai...o que aconteceu? Hã? Que isso?

Quando pegava o bilhete do bolso e o lia, ainda sentada no meio da rua, sua cara de espanto era absolutamente visível. Mas isso realmente não importava, não tinha como ela chamar mais atenção do que já havia chamado até então.

- Hum...interessante! Vou dar uma olhada. Mas eu tenho a sensação de que to me esquecendo de alguma coisa...

Pensativa por mais alguns instantes ela finalmente desistia, balançando a cabeça e caminhando até o tal lugar que ela não fazia a mínima ideia de onde ficava. No caminho ela perguntava a direção para todo mundo que encontrava, destruindo completamente o significado da palavra descrição. Por sorte todas as pessoas para qual ela perguntava estavam de alguma forma ligadas a resistência, por isso nada era revelado a seus inimigos. Lin com certeza seria a ultima a chegar, já que conseguia se perder e se distrair com uma facilidade gigantesca.
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 14, 2015 10:49 pm

Um mês, foi todo o tempo que Ryouji teve para se "recuperar" do fracasso na batalha contra a Armada do Norte. Mesmo se distraindo ao lado de Ren, treinando pesadamente seu corpo nos limites de Bluehaven, o levando além de seus limites como carregamento de pesos e testes de resistência embaixo de uma cachoeira, o garoto não conseguia tirar a imagem de Ygros por completo de sua mente. Era como se a maldição daquele olho conseguisse acender, por mais pequena que fosse a fagulha, seu sentimento de vingança. E aquilo o deixava nervoso demais, coisa que ficou mais constante em sua vida. O pavio de seu temperamento estava cada vez mais curto.

No dia em questão, Ryouji dormia, chegando a roncar altíssimo. Os quartos vizinhos facilmente o escutariam, até que sua pequena e fofa companheira se materializava e estapeava o peitoral do garoto (ele sempre dormia sem sua camisa), gritando:

- RYOUJI! ACORDAAA!

Aos gritos de Kyu, Ryouji acordava, meio zonzo por ter acordado repentinamente, e confuso ele perguntava, ainda com uma expressão sonolenta:

- Ah... hã? Que que houve?

Cabelo bagunçado, uma mão coçando seu queixo. Ryouji parecia um velho enquanto acordava, e sem paciência, Kyu continuava gritando e agora, o sacudindo. Até que ele despertasse de vez.

- Você tá atrasado! A loja de doces já abriu, Ryouji! Você me prometeu!

Um rosto emburrado era a expressão da pequena garota agora, e Ryouji, aos sacodes, acabava despertando, com a cabeça ainda "deitada", seus olhos encontravam o relógio que ficava ao lado de sua cama. E eles se arregalavam, eram 9:30, havia dormido demais. Com um pulo ele acabava jogando Kyu para o lado e se colocava de pé do lado da cama, desesperado tentando encontrar uma camisa e sapatos.

- KYAAAAA! - Kyu caia sentada na beirada da cama, quase caindo dela. - O QUE É ISSO?! Tá tentando me matar Ryoujiiii?!

- Droga! Droga! Perdi uma hora e meia de treinamento! Minha mãe vai me matar!

Ignorada, Kyu, com raiva, pulava nas costas de Ryouji, dando soquinhos inofensivos sobre a cabeça do rapaz.

- Ryoujiii! Você se preocupa demais! E eu tô com fome, me alimente! Eu te ordeno!

No fim, a pequena garota mordia a cabeça de Ryouji.

- AAAAAAAAAAHHHHHH! O QUE TÁ FAZENDO?!

E o desligado Ryouji, que apenas notava a presença dela agora, começava a correr pelo quarto, com sangue saindo de sua cabeça. Minutos depois ele estava do lado de fora do hotel, vestindo um sobretudo, uma camisa cavada por baixo, uma calça preta e dois coturnos. Além de estar carregando sua foice, camuflada por faixas e mais faixas, nas costas. Kyu estava apontando para a direção da loja de doces, agora feliz por Ryouji ter dito que a levaria para não morrer por falta de sangue.

- EBAAA! DOCEE!!!

Dizia a garota que caminhava aos saltos, e Ryouji com uma expressão de insatisfação no rosto a seguia, com as mãos dentro do bolso. Ele queria ir treinar logo, mas antes tinha que cumprir sua "promessa". Uma vez que Kyu sempre o forçava a prometer algo. Era chato, mas no fundo, o coração do garoto era mole e sempre cedia as vontades da pequena.

Desde que terminou o treinamento com sua sua mãe, Kyuubei, em um outro plano criado pelo resto da energia vital de sua mãe que residia dentro de seu olho herdado apenas para aquela ocasião, Ryouji sempre seguiu suas instruções. Sobre treinar em aprimorar sua resistência e força física pelo menos quatro dias a semana. Sua mãe sempre foi rigorosa, e ele tinha mesmo o medo de que se não cumprisse, um castigo seria dado, mesmo que Kyuubei já não estivesse mais viva, e durante sua caminhada até a loja de doces, um pensamento surgia na mente de Ryouji, algo raro de acontecer por ele ser idiota...

Era um de quando treinava com sua mãe em um mundo paralelo, durante uma folga que teve. Ele perguntou a ela sobre como ela lidou com o olho amaldiçoado, e sua resposta, com o rosto corado e tom de voz impaciente, por não gostar de falar sobre o assunto, foi:

"E-Eu... não consegui! Quem o acalmou um pouco foi seu pai, se não fosse o amor que senti pelo Touya eu afundaria de vez em minha vingança e com certeza seria consumida."

No fim ela estava sem jeito, coçando as costas de sua cabeça, mas Ryouji gostou do que ouviu, era ótimo saber que seu pai e sua mãe tinham uma bonita história por trás de tanta tragédia.

Vingança. Era o sentimento mais fácil e traiçoeiro que aquele olho poderia ampliar. Algo que acabava aos poucos com a mente do usuário. E sua mãe quase sucumbiu a isso, em uma vingança contra o clã que tirou a vida de seus pais por causa do olho amaldiçoado, o clã Iwasaki. Ela havia jurado exterminar todos, e todo esse sentimento, que quase afundou sua alma na escuridão, surgiu de uma pequena fagulha da inveja que sentia de Hikari, uma amiga de infância que a considerava uma irmã.

Quando a mente de Ryouji voltava a realidade, via Kyu se apoiando em seus ombros, com o rosto próximo, chamando sua atenção.

- Ryoujii... oeee!

Se assustando com Kyu, que havia escalado seu corpo para ter chegado ali, Ryouji dava um pulo, mas nada que derrubasse a garota. Com a preocupação que ela sentia, ele apenas ria e passava a mão sobre sua cabeça.

- Hahaha! Eu tô bem, só me distrai um pouco...

Com um sorriso, Kyu recebia o carinho e já voltava ao chão. Estavam de frente para a loja e lá entraram. Uma compra rápida, a pequena feliz com um saco de sonhos em suas mãos e o rapaz com um sorriso desajeitado no rosto, suas economias estavam no fim por ter perdido quase tudo quando o navio de Heikki afundou. Mas o que seria apenas mais um dia de treinamento a partir dali, ficou diferente com um garoto se aproximando.

- Tio, uma carta pra você! Tenha um bom dia!

Por puro impulso, Ryouji acabava pegando a carta, e com uma expressão confusa, pelo garoto que entregou já ter ido embora, ele abria. O conteúdo era curto, e mesmo dizendo para que ele não fizesse uma expressão enquanto lê-se o recado, um sorriso largo em seu rosto se abria. Estava cansado de não ter ação em Bluehaven, e aquela missão repentina ajudaria a mantê-lo em forma, saber do que os treinamentos adiantaram. Por isso sem exitação colocava a carta em seu bolso direito. Kyu cutucava sua perna, curiosa com o que tinha na misteriosa carta.

- Ryouji? O que tinha na carta? Tá feliz.

- Kyu! - Repentinamente ele pegava a garotinha e com alegria a levantava, segurando-a por baixo das axilas. - Eu tenho uma missão! Adeus tédio! Hahaha!

Aquela alegria tão viva de Ryouji fazia Kyu, que havia se assustado com a ação repentina do garoto, sorrir também. Porém não deixava de se preocupar com o garoto.

- Que bom... mas, não exagera tá?...

A preocupação de Kyu, Ryouji a entendia. Da última vez em que perdeu o controle havia preocupado a todos, e agora que iria entrar em ação, poderia acontecer novamente. O rapaz era idiota, mas não ao ponto de não notar isso, por isso acariciava a cabeça de Kyu depois de deixá-la no chão.

- Não se preocupe. Eu já tô bem agora!

Dizia com um sorriso no rosto, mas era uma mentira. Ainda tinha tais pensamentos, mesmo que a frequência tenha diminuído. Kyu sabia que o rapaz mentia, para não deixá-la preocupada, e sem dizer mais nada ela sumia junto com seu saco de sonhos e seu olhar preocupado. Coçando a cabeça, Ryouji se levantava, rindo um pouco.

- Droga... assim você é que me deixa preocupado, Kyu-chan. - E assim, dando um soco na palma de sua mão. Ryouji ficava com um sorriso determinado no rosto. - O sul não é? Será que também é frio como aqui?

Dizendo isso, Ryouji partia em direção ao sul de Bluehaven, onde ficaria a tal casa abandonada em que contariam sobre a missão...
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Abr 15, 2015 7:08 pm

♫ Do mar ele vinha, sem camisa e com um arpão em sua mão direita, era Roque, um verdadeiro homem do mar. A frágil luz do Sol da manhã batia em seu corpo molhado que brilhava intensamente "cegando" todos aqueles que tentavam olhar diretamente. Estava a bordo de um pequeno barco de pesca caindo aos pedaços♫

Roque: Contemplem! Seu herói retorna! E ele trás comida para alimentar suas estrelas!

♫Uma salva de palmas gigantesca era realizada, e lá estava o povo de Bluehaven aplaudindo seu herói que retornara com o barco cheio de peixes, pela 5º vez. Já havia se tornado "o grande pescador" para aquelas pessoas. Ele descia de seu barco de maneira triunfante enquanto acenava para as pessoas que ali vieram♫

Roque: Não precisam me agradecer minhas damas e cavalheiros, este pirata não faz mas que sua obrigação em prover suprimentos para aqueles que lhe ofereceram um lar e lhe trataram tão bem!

Mente de Roque: Ótimo, continue assim e logo você será a pessoa mais amada da cidade, ninguém resistirá a seu charme!

♫Ainda acenando e sendo aplaudido, Roque caminhava entre as pessoas até avistar a garota mais bonita entre elas. Uma linda jovem de cabelos dourados que se encontrava timidamente posicionada ao lado de uma arvore. Roque se aproximava exibindo seu peitoral musculoso♫

Roque: Não tema minha luz, este pirata não é perigoso, não quando seus olhos contemplam tanto brilho. Não quando ele acaba de deixar o mar, mas ainda assim é capaz de ver a mais bela das sereias..

Garota: *Ficava corada com um olhar de quem queria que ele continuasse*

Mente do Roque: O que? Tá funcionando? Vamos lá! Você pode fazer isso!

♫Segurando delicadamente na mão da garota Roque a levava contra o próprio rosto e continuava com um olhar de sofrimento♫

Roque: Este pirata esteve a muito no mar, enfrentou as mais terríveis criaturas, mas tudo valeu a pena, pois agora ele pôde receber o toque que lhe curou a alma. Você minha bela luz, curou meu corpo e minha alma, preciso recompensa-la de alguma forma.

♫Ele lançava seu cabelo para os lados, brilhando intensamente♫

Roque: Minha dama concederia-me a honra de acompanha-la em um jantar, para assim retribuir a boa ação que me fizestes? *olhos brilhando*

Garota: Eu...*corada*...eu aceit---

Garotinho: Ei papai! Uma carta da mamãe!

Roque: O que? papai? EU não te conhe--

Garota: O senhor é casado?

Roque: Não eu.. Eu não conheço esse garoto!

Garotinho: Papai...o senhor diz que não me conhece? Por que faz isso?!

Roque: Hã?!?!?!?!

Garotinho: *começa a fingir que está chorando*

Garota: Que vergonha senhor, me dê licença

Roque: Espere! Não se vá minha luz! Nãaaaaaaaaaao!

♫A garota ia embora enfurecida, e Roque era deixado as lagrimas enquanto escutava as risadas maléficas daquela criança. O garoto estava adorando o fato de ter pregado uma peça no pobre pirata mulherengo, mas quando se cansava de rir lhe entregava a tal carta e saia correndo enxugando suas lágrimas de alegria♫

"Por favor, leia sem demonstrar surpresa. Você está sendo convocado para uma missão pela resistência, guarde a carta em seu bolso direito para assimilar e aceitar, ou em seu bolso esquerdo para recusar a missão. Questão de segurança em primeiro lugar. Vocês devem seguir para uma casa abandonada situada ao sul da resistência, é a única da região."

♫Roque estava em posição fetal no chão enquanto lia a carta deprimido♫

Roque: Então era disso que se tratava? Amaldiçoada seja aquela criança!

♫Ele colocava o bilhete no bolso direito de sua calça e caminhava cabisbaixo até sua casa, enquanto isso as pessoas se apossavam dos peixes que ele havia pego em sua jornada pelo mar♫

Roque: Está tudo bem Eisenhauer! Talvez esta carta pertença a uma garota extremamente linda e frágil que precise desesperadamente de sua ajuda! HáHá! É isso!

♫Agora motivado, ele se produzia por mais de uma hora, e quando julgava suficiente ele pegava seu espelho e se admirava por alguns instantes♫

"Tanta beleza em um só corpo, tamanha injustiça com o resto do mundo"

♫E assim, nosso herói se colocava a caminho da tal cabana abandonada, em busca de sua frágil senhorita em necessidade de ajuda, caminhando como se toda a sua vida servira apenas para prepara-lo para aquele momento♫
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Abr 15, 2015 8:30 pm

[Antes de tudo, peço-lhes a paciência para ler. Sério, isso aqui está muito grande.]


[Imagem meramente ilustrativa]

A floresta era uma mistura de verde escuro, laranja, e marrom. As árvores eram enormes, pareciam pinheiros. O chão era coberto ou por folhas marrons e laranjas, brevemente mortas; ou por grama, bem verde. Com aquele cenário infinito, misturado ao céu escuro de Shadowrealm, dava a sensação do local ser bem fantasmagórico pra uns, ou de uma paz infinita para outros. A casa ficava a exatos 70m de distância entre o ponto final da periferia da cidade e o seu local. Tais moradores desse local diriam que a casa fica perto, mas diriam pra tomar cuidado, pois ninguém sabia o que tinha lá mesmo, e somente alguns integrantes da resistência diriam que é confidencial, mas que, se a tal pessoa foi chamada para lá, eles diriam que é só seguir em um único caminho reto que ficaria um pouco evidente pelas próprias árvores, que fariam. Outros, diriam que existe um pequeno e fino corredor de pedra (que no qual possui só 7cm acima do chão, com 5cm de largura), no qual era só seguir ele, que chegariam ao local).

Enquanto Mark Sanderson estava indo primeiro para a casa abandonada, um ser misterioso de capa marrom, sendo mais um sobretudo; surgia em meio à floresta, passando por lá, e avistava-o de longe. Ele se aproximaria até aonde ele fosse visto, e sem querer causar medo, ele apenas se virava para a árvore mais próxima, e colocava um pedaço de papel rasgado, e escrito com uma caneta marca texto vermelha: "Olhe atentamente para o chão, e use essa chave". Obviamente, colado também ao bilhete, havia uma chave em um tom de beje escuro, sem aparentar estar velha, apenas a cor era incomum. O ser misterioso, então, começava a ir embora, sem dizer nada em momento algum. Ele esperava ao menos em que aquele bilhete e a chave fossem usadas na casa abandonada.


No local da casa, não haviam tantas árvores por perto, justamente por causa daquela moradia existir por ali, mas ainda sim, o céu era bem escuro, não só por ser algo bem comum de Shadowrealm, mas como também pela falta de luz que as árvores também proporcionavam. Porém, visto o céu apenas daquele local, poderiam determinar com facilidade que, em pelo menos 2 horas, iria chover, e muito. Não era de nuvens que já estavam no céu, mas sim algumas que chegavam, muito mais escuras, que chegavam de um local mais afastado (mais ao sul ainda).

Do lado de dentro da casa abandonada, existia exatamente nada: O local era uma simples "sala" (como podia-se dizer), com 2 janelas, uma com o vidro estilhaçado do lado de dentro para fora (que poderia ser encontrado inclusive, vidro quebrado sobre um chão de grama por lá e uma pedra), e que até do lado de fora, poderia ser encontrado por perto, uma pequena colmeia de abelhas de flores, das mais inofensivas. Ela possuía em seu teto, uma telha de brasilit ondulado, bem simples, porém muito velha, tanto que, do lado de fora, podia se encontrar musgos entre a parede e a telha. As paredes eram feitas de um tipo de tijolo pequeno, fino, e vermelho, mas atualmente estava em uma cor entre laranja e branco, e tão velho, que só de passar o dedo, ou ele sujaria sua mão, ou ele esfarelaria na hora. O chão do local estava coberto de poeira branca, que inclusive chegava até a deixar quase nulo a probabilidade de ser encontrado uma abertura ao chão, um bueiro, protegido por um tampão de esgoto (apesar de não ser um esgoto).

Fora seus detalhes, haviam pelo menos 2 no qual não mencionado: Um era um bilhete, de uma folha de caderno, colado com uma fita adesivo na parede, que parecia não muito recente de ter sido colocado ali, e o segundo, que, apesar do chão totalmente empoeirado, e de onde o bilhete havia sido colocado, não havia quaisquer tipo de pegadas por perto, mesmo que, o bilhete tivesse sido colocado próximo da janela quebrada. No bilhete, estava escrito com letras de mão, e em vermelho, da mesma cor do primeiro: "Espere o próximo integrante, então entre, e avise ao próximo esperar, e assim adiante. O último, retire o bilhete e feche o bueiro, para garantir que todos cheguem sã e salvos. Vocês estarão em 5, logo podem se contar até o quinto a entrar, fechar o bueiro". A ordem seria pela qual chegariam, e, de acordo com Lin, ela seria a última a chegar. Assim, de acordo, Mark poderia deixar esclarecido seus próximos movimentos sem problema.

Aquele bueiro tinha 1m de diâmetro, apenas o tampão que o deixava um pouco menor (0.8m). O lugar não era muito iluminado, porém, ao final dele (verticalmente falando), havia um corredor, muito escuro, mas pequeno (em tamanho, não altura ou largura), onde alguns poderia se sentir claustrofóbicos. Apenas a luz externa poderia iluminar ao local onde estavam, além de uma outra, que vinha mais ao fundo. Ao final dele, havia uma porta de ferro, sem brechas nos cantos, apenas uma pequena placa de vidro, na altura dos olhos (para uma pessoa normal), e quem olhasse por ele, veria adiante uma salinha branca, menor, de corpete vermelho ao chão; uma câmera situada no teto, do lado direito da sala à frente; e uma porta de madeira bem envernizada, de marrom claro. A salinha à frente e a próxima adiante da porta, eram revestidos externamente com paredes à prova de som, de todos os lados, e a cor das paredes, do lado interno daquela salinha era em um tom laranja bem claro, quase branco. Todos que estivessem lá dentro (da salinha adiante), não ouviriam nada do lado de fora, e vice-versa, apenas da porta de ferro adiante. A porta de ferro seria aberta automaticamente por uma câmera com visor noturno, situado dentro do corredor (Onde só os mais experientes pudessem vê-la), assim como a porta envernizada, que seria aberta depois de 1 minuto passado (confiscado pela câmera interna da salinha).

[Ao final desse post, tem a imagem completa do local, caso queira assimilar melhor, é só rolar a página]
Do lado interno, da sala, eles poderiam ouvir em um tom bem baixo, uma música. Era calma, tinha um som de chuva, e alguns toques de saxofone, além de um vocal suave, e aconchegante. A sala tinha o seu tamanho em 2.75m, a mesma altura da sala e do corredor anterior, com exceção do local por onde haviam descido; 10m de largura (horizontalmente), e 8m de extensão. Era uma sala bem equipada com muitas variedades: O chão era de corpete vermelho igual a sala externa, as paredes, da mesma cor que a da salinha anterior (laranja quase branco), que recebiam uma iluminação de amarelo claro por meio de algumas luzes situadas no teto, formando um retângulo entre o gesso, alem de outras lâmpadas que ficavam em um buraco por cima do gesso (ou seja: 2 tipos de iluminação, mas apenas uma era usada no momento). Havia também um balcão do lado esquerdo que dava para um barzinho, onde o estoque e o balcão eram ambos de madeira marrom-escuro, quase preto, bem lustrado, quase brilhando, e com vidro à frente, que mostrava os mais variados tipos de bebidas: Whiskies (toda a sessão de cores de Label, Chivas regal, Logan, Jack Daniels, Bulleit Bourbon, etc), Vodkas (Smirnoff, 51, campari, absolut, skyy), Rum, Aguardente, Cachaça, Licor, etc. Ao centro da sala três sofás brancos, de couro, e grandes no centro dela, com 2 mesas pequenas, de vidro, e suporte de alumínio; situadas ao final dos sofás, e 1 mesa do mesmo estilo que as menores, que ficava ao centro das 3. Em cima da mesa, haviam cadernos inteiros, canetas, lápis, borracha; todos parecendo que não havia sido encostados. Ao fundo da sala (do lado contrário de onde entrariam), haviam banheiros masculinos e femininos, grandes, até com chuveiros, de piso branco, e tão limpo que brilhavam sem luz. Do lado direito da sala, tinha uma pequena cozinha, com 1 fogão grande, 2 geladeiras, 1 armário grande, 1 balcão (menor que o do barzinho), e 1 pia de mármore vermelho escuro. No armário, tinha vários tipos de comida, variando a salgadinhos, bolachas, pão, etc, e nas geladeiras: bolos, frutas, doces, o que fossem imaginar. A sala, também, não possuía nenhum tipo de câmera, nem microfone, o máximo que contavam era com botão de emergência, e um comunicador, próximo ao botão; que poderia ser usado para emergência também. O som, ou melhor, a música, saia justamente de um rádio, que se localizava na estante do barzinho; ele parecia velho, mas aqueles montes de botões que eram evidentes que também era um comunicador bem equipado, não deixava enganar, que quem ficasse por lá, aparentava ser um informante também. A diferença entre os 2 tipos de comunicadores (O do rádio e o de emergência), é que possuíam sintonias diferentes, tanto que o do rádio poderia ser até mudado para outros, enquanto o de emergência era em uma frequência única, por isso os dois. Aquela sala, não possuía quartos porque era utilizado ou para lazer ou para pequenos trabalhos, e possuía banheiros de ambos os gêneros pois o local aparentava ser usado por alguém (às vezes mais de uma pessoa) e frequentado por outros tipos de pessoas; o que poderia inicialmente causar um pouco de dúvida pelo fato do chão do lado de fora (Casa abandonada), estar sujo, mas ao mesmo tempo sem marca alguma. Com base em tudo, podia se concluir que a pessoa que frequentasse aquele lugar, que talvez tivesse pedido pra fazer, era uma pessoa que adorasse jazz, ficar sozinho, bebidas alcoólicas, e comida (preferencialmente doces). A única coisa que estava escrito no começo dos cadernos, com letras de forma preta, digitalizados, eram: "As 5 primeiras folhas podem ser usadas para pedidos para o dia seguinte, sendo entregues para a resistência. Não é necessário entregar todos os cadernos, apenas os usados se preciso. As demais folhas podem ser usadas para rascunho. Bom proveito!". Os integrantes deveriam propor seus planos naquela sala, e pudessem sair a hora que quisessem, contanto que eles tivessem uma base do plano em mãos para aquilo.


Tudo sobre a missão estava detalhado em uma extensa ficha bem organizada na qual ficava em cima do balcão do barzinho, cada uma contendo o nome ou de Mark ou de Mary, inclusive falando quais seriam os integrantes da missão (Mark, Mary, Lin, Ryouji, e Roque), logo, com essas provas, eles poderiam saber quem faltariam para explicar o que seria. Ambos os líderes do grupo, poderiam ler sem problemas as informações, enquanto os outros chegassem, até mesmo para compartilharem informações importantes entre si. As folhas eram puramente brancas, e as suas letras eram sempre destacadas em letra de forma, pretas, e negritas. Tudo era minuciosamente explicado, passo a passo, com tudo o que tinham de informação, e com outras em falta pela própria resistência. Em baixo de todas as fichas, tinha uma carta, idêntica ao que todos haviam recebidos, porém, nela estava escrito à frente: "de K.K para Richard". A escrita estava de caneta verde, e ao mesmo tempo, estava escrita à mão, era evidente que era algo pessoal, para alguém. Em caso de dúvidas sobre a missão, eles teriam que anotar tudo em um papel, e entregar ao final do dia para a inteligência. Todas as perguntas seriam possivelmente respondidas e resolvidas até o dia seguinte, onde partiriam, sem saberem como.

[O objetivo do post é deixar esclarecido por onde passariam, e fazer todos chegarem na sala o mais breve possível. Isso não significa que tenha que chegar nesse post de "agora". Como mencionado anteriormente, Mark e Mary podem tanto escolher já irem direto para a sala e até mesmo lerem o que está escrito nas fichas, como também o que quiser na sala, contanto que comecem a falar sobre a missão aos outros apenas quando todos chegarem, essa exceção está apenas para compartilharem informações da missão entre si. O próximo post será sobre as informações da missão.]
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Abr 18, 2015 12:01 am

Mark não partiu do Hangar central sem se preparar, é claro. Levava consigo uma grande bolsa militar, que carregava com um dos braços e a deixava apoiada no ombro. A mala, de tecido pouco maleável e muito resistente, continha seu lança-granadas(aquele com um abridor de garrafas soldado ao cano), as granadas por sua vez, estavam em um grande cinto, preso na cintura do engenheiro. Além do lança granadas, vários materiais como explosivos adesidos C4 (aqueles que se pode moldar e grudar em superfícies), um rolo de 100 metros de um cabo de cobre fino e um detonador. Ah, haviam algumas outras coisas na mala, entre elas...

- BURRRRP - Durante o caminho, Mark apreciava um raro artefato naquele mundo caótico. Cerveja. - Damn good stuff....

Sendo ele velho o bastante para se lembrar de como o mundo "antigo" era, Mark sabia que naquela época as cervejas eram muito melhores dos que as que eram produzidas hoje, mas ele deveria no mínimo agradecer o fato de existirem fábricas delas ainda. A cerveja que Mark bebia, na realidade era artesanal, caseira, feita por um bom senhor de Bluehaven que perdera uma perna à décadas atrás. Ele e Mark se tornaram bons amigos rapidamente. Era com esses pensamentos que o engenheiro entrava na misteriosa floresta, a qual nunca havia pisado antes. Não muito tempo de caminhada depois, e ele via a cena da sombra misteriosa e o aviso pregado na árvore.

- I didn't drink that much yet... - Imaginando que a cerveja já estivesse fazendo efeito, olhava para a garrafa que não estava nem na metade ainda. - What the f...

Sem dar muita atenção àquilo, ele se dirigia até a árvore e pegava o bilhete. "Olhe atentamente para o chão e use essa chave." Imediatamente, Mark olhava para os próprios pés. Ele não era 'expert', mas podia jurar que não era possível usar uma chave de aço-cromo serrilhada manualmente em terra fofa. Parado por alguns instantes, então ele olhava para a casa.

- Oh... EI! VOCÊ PODIA DIZER QUE ERA O CHÃO DA CASA!

Seu grito era direcionado para o homem misterioso encapuzado. Sim, ele sabia que não teria resposta, mas queria deixar registrado sua indignação para referência futura. Mark ajeitava a bolsa apoiada ao ombro e partia para a casa. A porta abria e ele entrava sem muitos pudores, sua cerveja ja havia acabado então ele buscava uma prateleira para deixar a garrafa, ou algum lixo, mas não tinha nada. Apenas escuridão e poeira. Era quando se lembrava que tinha uma lanterna em sua bolsa. Era hora de usá-la e assim, podia ver tudo com mais clareza, inclusive, não apenas o local onde deveria usar a chave, mas como também um novo bilhete.

"Espere o próximo integrante, então entre, e avise ao próximo esperar, e assim adiante. O último, retire o bilhete e feche o bueiro, para garantir que todos cheguem sã e salvos. Vocês estarão em 5, logo podem se contar até o quinto a entrar, fechar o bueiro"

- O que é isso, gincana de aniversário? - Suspirava, deixando a garrafa no chão e abrindo outra, abrindo a tampa com os dentes, guspia a tampa pela janela e dava um longo gole. - 5 dudes...

Não demorava muito para que a segunda pessoa chegasse. Gunnery Chief Parker, mais conhecida por Mark como.

- Ann! it's been a while. - Um grande sorriso aparecia no rosto do engenheiro, mas ele não estava muito afim de perder tempo, e rapidamente entregava o bilhete para ela. - It's seems we are on a Highschool hunt, here, read this I'm going in ahead.

Com a chave, Mark abria a pequena escotilha no meio da sala. Um metro de diâmetro, os ombros absurdamente protuberantes do engenheiro 'burucutu' com certeza mediam mais do que aquilo, mas ele precisava descer, então prendia a bolsa na cintura e encolhia os ombros, começando a descer. Seus ombros raspavam ocasionalmente nas paredes, mas ele não ficaria entalado se o diâmetro não mudasse. Então um corredor escuro, hora da lanterna novamente. Um corredor bem curto, de fato, Mark ia até a porta e a abria rapidamente. Outra porta, talvez aquela fosse uma ante-câmara, então ele fechava a porta atrás de si e abria a próxima. Logo ao entrar na sala, ele ouvia um som que ja havia quase se esquecido.

- Jazz! - Um gênero que Mark sempre gostou, mas haviam anos que não ouvia, por isso achava que estava extinto. - Sounds good! Queria que Cherry estivesse aqui pra ouvir...

Ele ria do pensamento, e analisava a sala mais profundamente. Haviam alguns cadernos em cima de algum local, mas ele não ligava, na realidade ia direto para o balcão de bebidas e começava a alinhar as garrafas para ver seus nomes, nomes antigos, ja extintos. Ele tinha certeza de que já não haviam mais dessas bebidas no mundo inteiro, mas obviamente estava errado. Como uma criança no natal, ele começava a preparar um drink para ele. Imediatamente ele buscava por Laranjas vermelhas e pimentas Jalapeño, expremia os dois itens até fazer meio copo de suco e então misturava com gelo e Uísque.

- Hot Blooded! - Ele dava um pequeno gole e seu sorriso abria de orelha a orelha - Essa é minha missão? Eu poderia ficar aqui o dia todo! Hahaha!

Ja que ainda tinham mais quatro pessoas para chegar, ele decidia que ficaria curtindo o momento por enquanto, ja que não eram sempre que podia ter um gosto dos dias antigos novamente.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Abr 18, 2015 11:02 am

Antes de se dirigir ao local indicado pelo bilhete, Mary Ann decidiu ir para casa se trocar e pegar suas coisas. Claramente ela não demorava quase nada. A garota já saia de casa vestindo uma calça militar repleta de bolsos onde guardava algumas munições, botas pretas, suas típicas livas marrons e uma blusa extremamente curta e decotada, como de costume, mas que continha compartimentos que guardavam mais munição e granadas de tipos diferentes. Consigo, a garota das armas, levava duas pistolas, uma AK-47 e sua arma favorita, uma Sniper personalizada por ela.

Chegar próxima da floresta foi fácil, mas claro que teve que se informar com algum membro da resistência que habitava aquela região para só então adentrar aquele lugar sombrio que fora designado para todos se encontrarem. Ann andava, andava e andava, ficando rodeada apenas por arvores e sombras. Ali parecia existir apenas aquilo.

- Se isso for some kind of joke, eu mato alguém... - sussurrava para si mesma enquanto continuava andando.

Demorava alguns minutos e finalmente Mary Ann avistava a casa abandonada. Pela janela uma tampa voava e dava uma certeza para a garota.

- Hahaha Então ele também veio. - Sim, Ann sabia muito bem quem teria jogado aquela tampa e então se aproximava da porta, abrindo-a. - Hey , man!

Antes mesmo que pudesse responder a Mark, ele lhe entregava um bilhete e já ia na frente. Pegando uma pequena lanterna em um dos bolsos e a usando para iluminar o bilhete, Ann lia atentamente.

"Espere o próximo integrante, então entre, e avise ao próximo esperar, e assim adiante. O último, retire o bilhete e feche o bueiro, para garantir que todos cheguem sã e salvos. Vocês estarão em 5, logo podem se contar até o quinto a entrar, fechar o bueiro"

- So that's it? Isso está ficando irritante... - sussurrava para si mesma.

O próximo a chegar não demorava também. Era Ryouji, mas Ann nunca tinha visto aquela pessoa antes. Apesar disso, o sorriso animado da garota não desaparecia.

- Hey, you! Não te conheço, but it doesn’t matter. Toma isso. – Ann acabava entregando o bilhete e a pequena lanterna que pertencia a ela. – Faltam mais dois depois de você. So, See ya!

Assim que se despedia, Mary Ann entrava naquele bueiro, chegando a um corredor escuro e pequeno. Ao final do pequeno corredor, a garota encontrava uma porta de ferro. Ela entrava e fechava a porta atrás de si. Logo na frente outra porta, de madeira.

- Se tiver outra porta depois dessa, eu vou ficar brava...

Mas não tinha. Quando entrava através da porta de madeira, via a grande sala e Mark bebendo. Ann ria e, colocando seu fuzil em cima da mesa e se jogava num sofá.

- Wow! É disso que eu tô falando! Hahaha – fazia uma pausa e pegava um dos cadernos. – Hey Mark, você viu o que tem nesses cadernos? – antes da resposta do homem, Ann começava a ler o conteúdo atentamente.
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Abr 18, 2015 12:49 pm

Ryouji, o primeiro a sair, até mesmo antes que Mark e Mary, por não precisar se preparar, apenas precisando de sua foice, que estava em suas costas coberta por faixas brancas, para a missão. Em seu rosto, um sorriso determinado nos primeiros minutos naquela floresta bem sombria. O céu de Shadowrealm era escuro de natureza, o que facilitava qualquer um se assustar com qualquer barulho vindo dos matos, uma vez que não se podia enxergar direito a uma grande distância.

O Kawano não se assustava, o treinamento que teve com sua mãe foi mil vezes pior do que ficar sozinho em uma mata sombria, seu único medo era ter que passar por aqueles treinos novamente, só de lembrar seu corpo todo arrepiava. Porém, um outro efeito aquela floresta tinha, a facilidade em se perder. Ryouji, com sua grande inteligência, não demorava muito para não saber onde estava, mesmo com o mapa em sua mão direita, não sabia lê-lo.

- Tch. Mapa inútil, eu devia ter seguido meus instintos!

Jogando o mapa fora, Ryouji, com uma expressão fechada agora por estar bravo com o fato de ter se perdido, colocava as mãos nos bolsos e começava a andar por instinto (aleatoriamente), olhando para cada pedaço da floresta, e sem se dar conta, estava andando em círculo, sua mente primitiva não deixava ele descobrir o que estava fazendo, para ele, uma hora iria chegar.

Por 30 minutos ele andou, e chegou a um ponto que o barulho de seus passos encima das folhas secas estava irritante, mas o que seria pouco irritante para alguns, o usuário do olho amaldiçoado se irritava bastante. Veias de raiva brotavam em sua testa e depois de mais cinco passos, gritava com tudo o que tinha:

- CADÊ ESSA MALDITA CASA?!

E a primeira árvore a sua frente recebia toda sua fúria sobre as folhas secas. Um chute, e a árvore tombava. A força física de Ryouji era assombrosa, estava em seu sangue, uma vez que não podiam usar magias, os Kawanos tinham um corpo fortíssimo e resistente, e o treinamento com Kyuubei o fez aprimorar ainda mais essa sua super força. E para a sorte do rapaz, quando a árvore caiu no solo daquela sombria floresta, ao longe, a casa abandonada chegava em sua visão. Sim, ele estava andando em círculos ao redor da casa, mas o mesmo não percebeu quando avistou seu destino, já sorrindo de alegria.

- Hahaha! Viu só? Eu não tava perdido! Então era só dar um chute em uma árvore, vou me lembrar disso na próxima.

E rindo como um idiota, Ryouji andava até a casa abandonada, ainda com as mãos dentro dos bolsos. Quando ficava de frente para a porta, reparava o quão velha era aquela casa e isso o fazia pensar.

"Um lugar assim. Me lembra da escola! Hahaha!"

Um deliquente. Era o que Ryouji era em Dragonland, mesmo depois de se unir ao Dragão Bonzinho. O rapaz não cansava de entrar em alguma confusão, ele adorava as brigas de rua, ainda mais depois de conhecer Iori. Um grande amigo, que não estava mais com ele. Suspirando, o Kawano tinha um outro pensamento:

"Onde você tá cara? Deixar minha irmã sozinha assim, quando te encontrar de novo você vai pagar por isso."

Ryouji era idiota, mas não tão idiota para não perceber que seu amigo Iori gostava bastante de sua irmã, Airi. Ele até chegou a dar alguns empurrõezinhos na relação no passado, mas quando se tratava de amar, aqueles dois eram bem tímidos. O que sempre deixava o Kawano rindo das situações, o que o fazia tentar ainda mais e mais. Ele torcia bastante pelos dois, eles não sabiam expressar o que sentiam direito...

Depois de rir um pouco sozinho se lembrando de algumas situações, Ryouji abria a porta, tirando uma das mãos do bolso para isso. E via Mary Ann parada no centro da casa, e mal entrando já ouvia as palavras rápidas da mulher, deixando com ele uma lanterna e um papel. Rapidamente, ela já se despedia e pulava pela escotilha, não deixando Ryouji falar uma palavra sequer, e quando tudo aquilo acabava, os dentes do garoto rangiam.

- Tch... nem pude perguntar o nome dela. Onde tá o espírito de equipe aqui?

Lendo o que tinha no papel, Ryouji entendia, um pouco...

- Hm... tenho que ficar aqui até o próximo chegar né? Não é tão difícil! Hahaha! Depois entro ali e tudo bem. Mas, pra quê essa lanterna? - Ficava encarando o instrumento por um tempo. E desistindo, a colocava no bolso. - Bleh... não preciso disso.

E assim ele esperava. Se demorasse ou não, Ryouji não importava. Ele ficava assobiando e andando pela casa enquanto esperava. Mesmo que não tivesse nada, logo achou um passatempo de ficar passando o dedo na parede e vê-la desfarelar. Ele achava aquilo impressionante, mesmo sendo algo tão simples.

Com isso, um tempo depois, Roque chegava. Logo uma cara de desprezo surgia em seu rosto. Ryouji não ia muito com a cara daquele que um dia já foi inimigo, mesmo sabendo que ele era um aliado agora e que tinha ajudado sua irmã na batalha marítima.

- Roque... - O encarava um pouco, chegando próximo a ele. - Então você tá na missão também, muito obrigado Resistência... - E em sua breve reclamação, ele suspirava. O entregando um papel, mesmo não gostando ele devia se manter amigável, para que a missão não fosse por água abaixo. - Aqui, me disseram pra entregar pro próximo, então é você. Fica aqui até o último chegar, ou sei lá se é o último, não lembro. Até mais.

E com suas palavras "amigáveis" Ryouji se despedia, andando com as mãos dentro do bolso e saltando pela escotilha. Não usava as escadas, tinha uma queda livre o que levava seu cabelos ao ar, e durante a queda ele assobiava. Sentia um friozinho na barriga, mas não era nada demais, caia de pé tranquilamente, e mesmo em uma queda livre não se machucou. A sua frente, quase não conseguia ver, mas no fim do corredor havia uma porta de ferro.

"Hm... um corredor de boas-vindas é? Quem será que tá coordenando essa missão?"

Ele ficava pensando em como seria aquela pessoa, mas logo desistia de pensar. Assim que a porta de ferro se abria automaticamente com sua presença a sua frente. Aquilo deixava o Kawano impressionado, uma vez que em Dragonland aquilo não existia. Ele ficava imaginando se teria magia naquilo, e se esquecendo do fato de que nenhuma magia o afete ficava observando a porta mesmo depois de aberta, com um sorriso bobo no rosto.

Um minuto depois, Ryouji escutava um barulho, que o fazia parar de observar a porta de ferro aberta. Era uma outra porta se abrindo mais ao fundo, agora uma de madeira. E agora com a missão na cabeça, sentindo que era a última porta, o rapaz andava e ao entrar encontrava a mulher que o recebeu deitada em um sofá lendo alguns cadernos e Mark, o homem que o resgatou a um mês atrás, com uma bebida em mãos sentado em um dos sofás. Aquilo o fazia sorrir, ele gostava de Mark, o achava bem legal.

- Mark-san! Você também tá na missão! Hahaha! Minha irmã tá te dando trabalho lá na oficina? - Perguntava enquanto explorava a sala em que estavam. - Ela não sabe se expressar bem, mas tenho certeza que tá se divertindo!

E rindo ele ficava. Airi estava trabalhando e aprendendo com Mark no último mês, afinal perteciam a áreas bem semelhantes, envolvendo mecânica e tecnologia. Seu olhar agora ia para a mulher deitada. Se debruçando no apoio do sofá em que ela estava, Ryouji ficava com um olhar aborrecido para ela.

- Você, não me disse seu nome. Vamos trabalhar juntos não é? Poderia se apresentar pelo menos. O meu nome é Ryouji Kawano! Prazer!

Mesmo sendo retardado, brigão e delinquente. Ryouji tinha um bom sorriso no rosto. Um sorriso de criança, e era com ele que o Kawano terminava sua apresentação para Mary Ann, ficando por esperar uma resposta dela.
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Abr 19, 2015 11:36 am

♫Roque caminhava fabulosamente no inicio, mas toda vez que se lembrava da carta, a carta da garota indefesa precisando de sua ajuda na cabana da floresta, ele acelerava seu passo. Obviamente nunca perdia a pose, e toda vez que detectava qualquer resquício de suor ele retirava seu lenço do bolso e limpava delicadamente, um fio de cabelo que se rebelava era logo colocado no lugar pelo pequeno pente que carregava também na parte interna do paleto. Vez ou outra ele se olhava no espelho, e estas eram as poucas vezes em que acabava ficando mais lento, pois se admirava por vários segundos♫

Roque: Aguarde-me minha princesa, seu cavalheiro está a caminho.

♫A floresta era terrível, mas Roque estava mais corajoso do que nunca, pois seu objetivo final era tudo o que lhe importava. A cada passo que dava sua aura apaixonada ficava mais forte, e já poderia ser sentida por todos aqueles nas proximidades. Mas depois de pouco tempo caminhando, finalmente ele se aproximava do lugar proposto na carta. Ainda não podia vê-lo, mas lá havia um rastro♫

Roque: Posso sentir, posso ver..um brilho... uma luz esteve aqui... devo segui-la, Rápido Roque! Rápido!

♫Acelerando o passo ainda mais, ele desviava de arvores e arbustos até que finalmente avistava a cabana, seus olhos eram ofuscados pelo brilho que ali antes estava♫

Roque: MINHA LUZ! SEU HERÓI ESTÁ AQUI! NÃO Á MAIS O QUE TE--

♫Mas em meio a todo aquele brilho, revelava-se o rosto grotesco de um homem. Nesse momento mais uma vez, o coraçãozinho de Roque virava pedra e se partia em mil pedaços♫

Roque: Mas...a luz...onde...o que? Esper-- até.. o que?!

♫Ele estava muito abalado pra entender o que o garoto havia acabado de falar, tudo o que entendia era, "missão, Resistência, ficar, chegar". Não fazia sentido nenhum, mas Roque se recusava a entrar num buraco sujo com outro cara, por isso ficava do lado de fora deprimido, abraçando as próprias pernas sem saber como continuar sua vida dali para frente♫

Roque: Não pode ser...aquela luz não pode pertencer aquele cara...Não.. tem que haver uma explicação! Talvez ela esteja dentro desse buraco... com ele...os dois...sozinhos...num buraco... escuro e úmido.............. AAAAAAAAAAAA! SEU MALDITO! NÃO PERMITIREI!

♫Ignorando completamente tudo aquilo que havia escutado do garoto, o que não era muito, ela abria aquela porta e descia as escadas como um soldado das forças especiais, no final dava um rolamento, passando por todas aquelas portas sem dar a mínima para o quão secreto era o lugar♫

Roque: Minha luz! Vou te salvar desse brutamontes!

♫Apenas a porta de madeira estava a sua frente, e ele a atravessava com seu ombro e toda a determinação do mundo (extamente, Roque quebrava a porta por que não havia outra maneira de abri-la sem esperar um minuto), mas aquilo que via não era exatamente o que esperava♫

Roque: Estou aqui! Agora...Eu...

♫Lá estavam, três pessoas, sua luz deitada no sofá, dois marmanjos escutando Jazz e conversando. A mente de Roque dava um nó, e finalmente ele percebia do que tudo aquilo se tratava. Mas agora era tarde, ele havia colocado os olhos naquela linda garota, e todas as suas estratégias de conquista já estavam sendo colocadas em prática♫

♫Ajeitando a roupa rapidamente, ele rodopiava e saltitava até o sofá em que Mary Ann se encontrava. Se ajoelhava perante ela e agarrava sua mão numa velocidade super sônica que ele apenas conseguia utilizar para aquelas ocasiões. Com um olhar apaixonado e brilho saindo de seu cabelo ele dizia♫

Roque: Roque Eisenhauer é meu nome, minha luz, poderia me conceder a honra de aprender o seu?
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 20, 2015 9:55 am

- Senhor, você sabe onde fica esse lugar?!

Lin apontava o mapa que haviam feito pra ela em alguma das 30 vezes que ela pediu informação. O moço então explicava que tudo o que ela tinha que fazer era seguir a trilha na floresta, e a tal cabana deveria ficar em algum lugar a direita, onde as arvores eram mais altas.

- Muito obrigada! Haha

E assim Lin se colocava novamente em seu caminho, agora na direção oposta de onde estava indo.

-"Hmmm, tudo bem Lin , agora não tem erro, aqui tá a floresta!"

Ela apontava para as arvores ao seu redor

-"E aqui tá a trilha!"

Lin apontava para a trilha a seus pés

- Há! Agora não tem como eu errar. Meu deus Lin como você é esperta garota! Hahahaha! Vamos nessa, nada vai nos impedir dessa.. AAAI!

De uma hora pra outra Lin sentia uma pancada no traseiro, ela caía de cara no chão, e quando se virava via um garotinho assustado.

- Aí...quem é você garoto?

O garotinho não falava nada, apenas balançava a cabeça e continuava correndo desesperado, mas Lin o segurava e tentava perguntar de novo.

- Calma aí! Por que tá correndo com tanta pressa?!

De repente, dois homens com aparências e vestes indígenas apareciam de trás de algumas arvores, eles apontavam para Lin e o garoto e gritavam.

- Ali está ele! Passe o garoto pra cá forasteira! Ou vai se ver com a gente!

Lin não entendia nada a princípio, mas seu senso de justiça não a permitia entregar o garoto para dois sujeitos mal encarados, e ainda por cima eles se pareciam com guerreiros, pois estavam armados com lanças e espadas.

- Nem pensar! Se quiserem ele vão ter que passar pela grande Lin! Hahaha!

O homens não pensavam duas vezes, e já a atacavam furiosos. Lin não demorava nem 3 segundos pra desmaiar os dois com golpes bem precisos, e o garotinho ficava fascinado com sua força.

- Incrível moça! Você foi tipo BAM POW ! E eles já eram!

Lin agora com seu ego lá em cima, colocava as mãos na cintura e sorria empolgada.

- Não foi?! Hahaha! Mas por que eles queriam te pegar?

O garotinho parava de sorrir e então voltava a dizer.

- Eles são inimigos da minha tribo, a dez anos vem tentando nos expulsar da floresta! Eles queriam me capturar pra me usar como refém! Já sei! Moça vem comigo até a tribo! Quero te apresentar pros meus país!

Ele agarrava a mão de Lin e a puxava com ele enquanto falava e falava sobre os acontecimentos. Lin tinha a ligeira sensação de que estava se esquecendo de alguma coisa mas seu senso de justiça a fazia deixar-se ser arrastada com o garoto até a tribo.

Chegando lá ela se deparava com casas feitas de madeira e folhas de arvores, o povoado era pequeno e parecia muito triste. O coração da garota se sentia inclinado a ajudar.

- Essa é minha tribo! Não liga se ficarem mal humorados, todo mundo tem estado assim ultimamente.

Logo o garoto entrava sua casa e apresentava Lin para seus pais, ele explicava que ela o havia salvado da tribo inimiga e eles ficavam extremamente gratos, perguntavam a Lin o que ela queria em troca e ela pedia comida sem pensar duas vezes. E então contavam toda a história por trás daquela guerra entre tribos. Explicavam que a tribo dos Luk-Luka pretendia dominar a floresta, por isso já haviam expulsado todas as outras tribos da região, e apenas esta ficava em seu caminho.

Depois de muita conversa, Lin terminava sua refeição, quando escutavam um barulho lá fora, eram gritos de medo, e estes diziam, "eles chegaram! Os Luk-Luka chegaram!". Os pais do garoto, mais precisamente o Pai dele, que era o Lider da tribo, falava com sua família, e também com Lin.

- Fiquem aqui! Eu vou tentar negociar com eles! Você forasteira, é melhor fugir, isso não tem nada haver com você!

Lin estava de boca cheia, e não parecia muito preocupada com a situação, ela ficava na janela comendo enquanto observava o desenrolar dos acontecimentos do lado de fora. O lider da tribo tentava negociar com os Luk-Luka, e conversava por cerca de cinco minutos, mas no fim, eles o acertavam nas pernas, e um cara muito grande e forte pisava em seu peito numa demonstração de supremacia. Lin sabia que aquela era a hora pra intervir, e não pretendia deixar aquela maluquice continuar.

- Ei seu cabeça de ovo!

Ela se dirigia ao grande guerreiro que pisava no pai do garoto, que de fato tinha uma cabeça oval.

- Sai de cima dele, ou vai levar uma surra!

O homem se sentia desafiado, e apontava para Lin.

- Você ousa desafiar o grande Luk-Takar?

Lin sorria e fazia uma pose heroica

- E se eu disser que sim?!

Luk-Takar saia de cima do pai do garotinho e se colocava frente a frente com Lin, enquanto falava.

- Pois que assim seja, esteja pronta para morrer garota insolente!

A pequena Ishiyama ficava pensativa por um instante, e era ai que tinha uma ideia genial.

- Hum, mas antes vamos fazer uma aposta! Se eu ganhar você vai deixar essas pessoas em paz e nunca mais vai voltar!

O homem surpreso pela ideia da garota retrucava

- E se eu ganhar?

Lin o interrompia dizendo

- Você não vai ganhar! Mas se isso acontecer, faça o que quiser!

O grandalhão sorria e aceitava o desafio, já correndo na direção de Lin a atacando com as duas espadas que tinha em mãos. Lin saltava para trás e se desviava do golpe, já investindo novamente e mirando um soco na barriga de seu oponente. O homem surpreendentemente se desviava, e Lin acabava ficando de costas para ele e recebendo um corte por pouco. Era bem pequeno, mas ainda assim ardia. A garota percebia que o homem não estava de brincadeira, e era bem forte. Mas no momento ela estava tentando levar a mão até o corte enquanto reclamava.

- Ai... Ai! Isso dói!

Vendo uma oportunidade de atacar, Luk-Takar corria pra cima dela, mas era ai que acabava sendo surpreendido, pois Lin era tomada de uma seriedade momentânea e girava seu corpo acertando um chute direto na nuca do grandalhão no mesmo instante em que desviava de suas laminas. Ele caía de cara no chão e tentava se levantar, mas antes que pudesse faze-lo, Lin colocava seu pé sobre o peito dele e o punho muito próximo a seu rosto.

- Você perdeu! Ninguém pode vencer a grande Lin!

Ela mostrava os músculos para a platéia composta de soldados e aldeões, os aldeões gritavam seu nome em frenesi enquanto os soldados olhavam boquiabertos. Luk-Takar apesar de maligno, era honrado e com um olhar derrotado falava para Lin.

- Você venceu garota, o vencedor deve decidir o destino do perdedor.

Lin levava a mão ao queixo e falava.

- Hum, é só você cumprir o que prometeu, e deixar essa gente em paz junto com seu exercito, que fica tudo certo. E nem pense em quebrar essa promessa, ou eu volto aqui e te dou outra surra!

Luk-Takar se levantava e curvava a cabeça

- Luk-Takar não quebra suas promessas, este povoado está agora livre de nossas invasões, e serão reconhecidos como aliados de nosso povo. Se me permite, voltarei para minha aldeia, adeus grande guerreira, e que seu caminho seja repleto de grandes vitórias.

E assim ele partia, e Lin ficava acenando que nem idiota, no fundo ela havia gostado daquele cara, apesar dele ter umas ideias meio malucas. Antes que ela pudesse perceber já estava sendo jogada para cima pelos aldeões e sendo chamada de heroína.

- Você salvou nosso povo! Como podemos recompensa-la?! Heroína? Ei! Heroína tá me escutando?!

Lin parecia extremamente séria, como se pensasse em alguma coisa.

- Hm....eu sinto que esqueci de alguma coisa importante....mas o que era? Estrada...floresta.....cabana não era? Cabana? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! A MISSÃO!

Todos se assustavam , e Lin saía correndo de repente, deixando toda a festa que estava sendo feita em sua homenagem.

- Desculpa pessoal! Eu preciso ir!

E assim ela deixou aquele vilarejo, mas nunca foi esquecida, uma estátua dela foi erguida poucas semanas depois, e assim nasceu a lenda da heroína da floresta.

Mas de volta ao assunto principal, Lin finalmente encontrou a trilha na floresta, cerca de 2 horas depois de encontrar o garotinho pela primeira vez. Ela já estava quase 2 horas atrasada para o tal encontro da carta.

- Ok Lin, aqui tá a floresta

Ela apontava para a floresta

- E aqui tá a trilha!

Lin apontava para a trilha a seus pés.

- Agora tudo o que eu preciso fazer é seguir ela....Mas e se....Eu for pulando entre as arvores e seguindo a trilha, eu vou chegar muito mais rápido! E ainda vou conseguir ver a cabana de longe! Hahahahaha! Lin você é muito espera!

Dessa forma Lin escalava a arvore mais próxima, e começava a saltar de arvore em arvore na direção da trilha que seguia lá embaixo. Depois de aproximadamente vinte minutos fazendo isso ela finalmente avistava alguma coisa.

- Deve ser ali!

E num salto mais alto que os outros, Lin pisava numa cobra que repousava no galho da arvore.

- Woaah!! AAAAAA!

Ela escorregava, e começava a rolar de galho em galho, como uma verdadeira bala de canhão, arrebentando tudo quanto é natureza a sua frente, no fim das contas, Lin caía com tudo sobre alguma coisa de madeira, essa coisa se partia em mil pedaços, logo em seguida outra coisa, e ela caía com tudo no chão, num lugar escuro, como um buraco.

- Au....Ai...onde eu...onde eu to?!

Lin se levantava e tirava a sujeira da roupa, estava cheia de pequenos galhos e folhas pelo corpo, fora os arranhões e pequenos hematomas, mas ela não dava a mínima. Olhando seus arredores, tudo o que ela via eram, a escada atrás de si, a abertura no teto, agora sem porta já que ela acabou arrebentando tudo, e uma porta de metal a sua frente.

- Hum... que lugar estranho...

Agora curiosa, ela caminhava em frente, e notava a porta se abrir sozinha, dando um pulo pra trás.  Sem ligar muito para aquilo, ela continuava, havia uma abertura a sua frente, de lá vinha uma musica estranha, e algumas vozes. Essas vozes acabaram se mostrando familiares para Lin, por isso ela começava a correr com um sorriso besta no rosto.

- Encontrei! Haha! PESSOAL! SÃO VOCÊS NÉ?! CHEGUEI!

Correndo que nem louca ela finalmente chegava até a sala, colocando suas mãos na cintura e sorrindo para todos os outros, que já deveriam estar esperando a um bom tempo. Finalmente Lin alcançava seu objetivo, e agora a verdadeira missão estava para começar.
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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 20, 2015 6:12 pm

A floresta, possui olhos, eles vêem tudo.


Passado um tempo no qual todos estavam se encontrando dentro daquele local, o "ser misterioso" de antes, começava a aparecer de volta à floresta. Devido ao atraso da última integrante, o local inicialmente já estava trovejando e muito. Em pouquíssimo tempo, uma enorme e forte chuva cobria o local, e pelo fato de ter muitas árvores (pelo menos uma caída por causa de um dos integrantes), além da destruição que percebia no local, aquilo fazia aquele ser fazer um "facepalm" de indignação, e sem muito o que fazer ou esperar, ele começava a correr até a abertura (já destruída), entrando por lá, e caminhando até a porta de ferro. Seu manto estava totalmente molhado, e com algumas folhas nele, inclusive. Como não podia se ouvir nada do lado de fora (dentro daquela sala), tudo o que acontecia por lá, até mesmo de Lin cair lá dentro, não poderia ser ouvido, logo, eles poderiam ficar espantados quando saíssem de lá naquele dia.

Passando pela porta de ferro, aquele ser estava pra abrir a próxima, com exceção de que ela já estava arrombada por causa de outro integrante no grupo. Ele suspirava mais uma vez, olhando tudo aquilo daquele jeito, e ficando abismado. Todos na sala, poderiam obviamente ver ele entrando, e inicialmente poderiam estranhar bastante tudo aquilo, com exceção de apenas um dos membros que havia avistado ele, anteriormente. Logo em seguida, ele retirava o manto que cobria todo seu corpo, e finalmente se apresentava, um rapaz, que aparentava estar em seus 22 anos, loiro, cabelo curto, óculos quadrado, e um uniforme militar.


- Yo.

Sem expressão alguma de felicidade, contente, ou sério, ele apenas se abaixava ali mesmo, colocando a porta no lugar, e com um canivete suíço, ele arrumava a porta em questão de pouquíssimos minutos. Ele suspirava, ignorando tudo o que estivessem falando para ele naquele momento ("Se" esse fosse o caso), e em seguida, ele apenas falava:

- Sou Richard Euler, sou um dos líderes do grupo. Prazer.

Sem esbanjar reação, ainda, ele ouvia o que todos diziam, e apenas mudava sua direção corporal a cada um que fosse, naquele momento, se apresentar à ele (Isso, se fossem se apresentar à ele). Ao final de tudo, ele não falava nada, apenas se direcionava à mesa do barzinho, aonde ficavam algumas fichas, e como só Mary Ann tinha pego algumas, ele pegava as outras, separando pelo nome deles, ali mesmo, até o momento em que notava uma carta. Aquela seria uma das primeiras reações visíveis pelo grupo, o que era um pequeno sorriso, no qual ele pegava a carta, abria, e começava a ler para si. Nela tinha poucas palavras, mas que o deixava um pouco mais determinado. Era a carta de um antigo amigo seu, que não o via desde a sua infância, e estava propondo se reverem algum dia. Ao final, ele apenas guardava a carta em seu bolso, e finalmente falava.

- Certo, vamos começar.

Rapidamente, ele entregava as fichas restantes para Mary Ann, e as outras, para Mark. Sem fichas no nome dele, ele ficava por si só com algumas deles, lendo-as brevemente, quando na verdade, sua capacidade de leitura era assustadora, e, enquanto lia e revirava páginas por páginas, ele falava sem nem sequer olhar pra eles naquele momento.

- Fui enviado na última hora diretamente pela resistência, e sou o filho de um dos combatentes da guerra do antigo mundo, estou aqui para direcioná-los sobre a estratégia da missão, que é bem complicada. Vocês terão que roubar um navio de carga enquanto alguém destrói o porto onde será despejado tudo.

E assim, ele tirava o rosto das folhas, e pelo contorno do barzinho, ele servia para si um copo de whisky cheio de gelo, falando agora enquanto estava de costas.

- Alguma pergunta?

Ao final, ele tomava alguns goles, enquanto estava ainda de costas. Em momento algum, fora o facepalm de antes, ele mostrou algum tipo de frustração, indignação, desespero, ou preocupação, tanto com o que havia acontecido, como o que aconteceu a seguir; provavelmente porque ele poderia "não" ser o dono de lá, muito menos se importar com o que fosse consumido.


---
Os cadernos no qual Mary Ann estava lendo continua só algumas palavras, diferente das fichas que continham mais informações. Os cadernos seriam usados para rascunhos caso alguém quisesse usá-los para escrever algumas ideias, dicas, algo elaborado, etc. Como muito tempo havia se passado desde a chegada de Lin ao local, e consequentemente Richard, os integrantes na sala poderiam fazer várias outras atividades no local. As fichas em que eram direcionadas à Mary Ann (caso ela acabasse se propondo a ler as fichas), eram compostas por armamentos, algumas falando sobre os veículos utilizados, mas sem muitos detalhes dos veículos. Eles eram compostos sobre informações de uma fábrica de armamentos, as armas feitas, as matérias primas utilizadas, o local situado, e um pouco sobre a segurança do local. As fichas de Mark, continham informações sobre veículos (Um jipe, um submarino, navios de guerra, navio de carga), equipamentos usados pelos mesmos veículos, um mapa mostrando os locais que seriam situados a missão, etc. Tudo isso seria mais detalhado mais a fundo pelas fichas (se alguém se propor a ler). Richard não estava lá apenas como um assistente como também um ajudante, logo, se precisassem que ele explicasse algo mais a fundo, ele poderá ser consultado.
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 20, 2015 9:52 pm

Não demorava muito e o resto do pessoal começava a surgir. Um de cada vez, primeiro era a Gunnery Chief, que havia cumprimentado brevemente la na entrada da casa, e que aparecia novamente. Mark ficava feliz, na realidade. Sabia que era uma pessoa muito competente e boa de mira(Mesmo que totalmente neurótica), portanto ficava mais seguro do que estava por vir. Assim que ela chegava, falava algo sobre cadernos.

- Ah... Actually.... - Mark ria, coçando a nuca. O alcool começava a fazer um pouco de efeito, então era melhor parar por ali. - Ryouji! My man!

Se esquivando da pergunta de Mary Ann, Mark se levantava e ia cumprimentar seu colega. Era bom ver que Ryouji parecia bem, mesmo depois da perda que seu grupo sofrera. E ao terminar as formalidades, Mark preparava um lanche colossal para si, junto dum copo d'água para dissipar o álcool do corpo. Eles entrariam em missão logo menos, então precisava estar dentro de todas as suas faculdades mentais.

- Your Sis is alright! Eu queria que os caras dos hangares tivessem metade da inteligencia dela... - Balança a cabeça negativamente. - Outro dia achei que ela tinha esboçado um sorriso, mas não sei ao certo, HAHAHAHA! - Mark via Ryouji se apresentar para Mary, então se via no papel de apresentar os dois. - Ryouji! Essa é a Gunnery Chief Marry Ann Parker, mas eu chamo ela de Ann. É mais fácil até pra escrever, HAHAHA! Ann, esse carinha aqui é Ryouji, this guy faced the Elite of the Ice Fleet! 'Tis' good to have him on our side!

Quando estava falando com pessoas que conhecia e que eram da mesma região que ele, Mark soltava seu sotaque, mas quando conversava com pessoas que não conhecia direito ou que eram de regiões longínquas, como DragonLand, sabia que era hora de segurar seu sotaque para ser melhor entendido.

Alguns minutos depois, outra pessoa surgia. Espera, aquilo era... um homem, ou uma mulher? Mark estava confuso. Verdadeiramente confuso. Sabia que ele próprio ja era marcado pela idade e pelos pesados trabalhos braçais que fizera sua vida, sem falar é claro na grande quantidade de pelos que seu DNA lhe forneceu e que em contrapartida, todos os habitantes de DragonLand, tinham traços mais femininos, sem falar que talvez eles nunca fossem ter uma barba, mas ainda assim ele conseguia distinguir o que era um homem e o que era uma mulher entre eles.

- Você é... - Mark olhava para Roque. Em sua concepção, nenhum homem se arrumaria tanto, então com certeza era uma mulher. - Prazer senhorita, eu...

"Roque Eisenhauer é meu nome..."

Se apresentava para Mary Ann, ignorando ele e Ryouji. Mark colocava uma mão sobre a boca e se virava, segurando o riso com todas as suas forças. O que tornava mais engraçada a situação, é que não importava o como ele olhasse a cena, entre Ann e o rapaz de nome Roque, o mais macho ali com certeza seria a Gunnery Chief.

Sua mente então se destraia por conta do grande estrondo que vinha do lado de fora. Mark se virava rapidamente apenas para ver uma garota toda suja e com galhos e folhas nos cabelos, entrar pela porta e gritar se "eramos nós". Com certeza alguém de DragonLand, concluía, se bem que Mark pensava ja tê-la visto antes, mas infelizmente não lembrava o nome dela.

- Olá, garota! Bem vinda ao time. O chefão ainda não chegou então acho que você descansar um pouco. - Mark acenava para Lin, sorrindo como sempre fazia. - Name's Mark! Prazer em conhecer.

Pouco tempo mais se passava e de súbito, ele tinha um novo vislumbre do vulto que lhe "dera" a chave para abrir a escotilha da casa. Mark apontava e tomava fôlego para falar, quando aquele ser misterioso retirava o manto, revelando ser apenas um garoto de fardas militares. Mark ficava recostado no balcão de bebidas enquanto Richard Euler se apresentava e lhes entregava o briefing da operação. Enquanto Richard se servia, Mark lia o conteúdo que lhe fora entregue. Veículos. O Engenheiro foleava tudo rapidamente e colocava as fichas em cima do balcão, afinal ele conhecia perfeitamente o funcionamento de cada um daqueles veículos.

- No questions.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 21, 2015 10:26 pm

Mary Ann esperava a resposta de Mark enquanto abria o caderno mas logo uma pessoa o dava a deixa de mudar de assunto. Era a chegada do garoto que Ann deixou na cabana. Sem perder tempo ela olhava para o caderno e...

" Você, não me disse seu nome..."

A atenção dela era requisitada pelo garoto. Sem problemas. Ann fechava o caderno e olhava para Ryouji, sorrindo.

- Sorry! I'm Ma....

Mark tomava a dianteira e apresentava-a para o garoto. Obviamente o garoto não era local ou de Skyhold então, assim como Mark, ela se segurava um pouco.

- Prazer em conhecê-lo Mr. Kawano. Não fo...

Novamente interrompida. Um ser andrógeno chegava na sala e...pegava a mão dela?

"Roque Eisenhauer é meu nome, minha luz, poderia me conceder a honra de aprender o seu?"

Por um breve momento Mary Ann fazia uma expressão confusa. Puxando a mão no mesmo instante.

- Mary Ann Parker...muito prazer.

Ann deixava o caderno no sofá mesmo e se levantava, indo para perto de Mark.

- Esse cara me lembra alguém... - e no mesmo instante Ann tinha um calafrio apenas de lembrar quem era.

Para a sorte de Mary Ann, aquela lembrança não durava muito, afinal, uma garota ruiva chegava toda animada e cheia de folhas presas no cabelo. Instintivamente Mary Ann ia até Lin, tirando as folhas do cabelo dela, novamente com um sorriso.

- Hey Girl! Sou Mary Ann Parker, muito prazer. - Quando terminava de tirar as folhas do cabelo de Lin, Ann estendia a mão para a garota, finalmente conseguindo terminar de falar alguma coisa. - Fique a vontade. Tem bebida, comida e pode sentar também nos sofás!

O resto do tempo, Ann ficaria fugindo de Roque o tempo todo até que um homem todo molhado entrava. Após retirar a capa e arrumar a porta, este se apresentava e, após dar uma introdução, entregava fichas para ela e para Mark. Ann ouvia o que o homem dizia, enquanto lia as fichas e no final sorria para ele.

- Sem perguntas, man! - fazia um sinal de positivo com as duas mãos direcionadas para o homem ali
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 21, 2015 11:14 pm

Mary Ann Parker. Esse era o nome daquela mulher que o recebeu na entrada, Mark apresentava um ao outro. Mas quando Ryouji ouvia Mary se referindo a ele como "Mr. Kawano", o fazia rir um pouco por causa da formalidade. O rapaz não se importava nada com isso, mas não teve chances de dizer nada, Roque chegava, com sua forma estranha e especial de tratar suas "luzes" (qualquer mulher que estivesse em seu caminho).

Quando Mary se afastava com medo, se escondendo atrás de Mark, Ryouji ficava com um rosto sem expressão por um momento, fechando seu punho e dando um leve cascudo sobre a cabeça de Roque. Apenas para lhe chamar a atenção.

- Idiota. - Quando Roque olhasse para ele, um sorriso surgiria em seu rosto. - Tem que tratar as mulheres com mais cuidado! Com um sorriso legal no rosto! - Apontava para o próprio sorriso largo. - Se a Ren gosta disso, o que eu não sei até hoje, talvez todas gostem! - Colocando as mãos na cintura, começava a rir como um idiota com os olhos fechados. - Por isso nunca vai conseguir uma namorada, Roque-kun! Hahaha!!!

Ryouji parecia estar se gabando e ser um idiota, mesmo que sua intenção fosse boa em tentar ajudar, de alguma forma, seu companheiro. Ainda não gostava de Roque, mas ele havia parado de ser uma ameaça a bastante tempo, afinal havia ajudado bastante na batalha contra os Servos de Gelo e não gostava de guardar muitos rancores de quem lutava ao seu lado. O olho que fazia Kyuubei odiar tudo e a todos, fazia Ryouji amar bastante as pessoas que eram próximas a ele. Mas o amor e o ódio são ligados, e a morte de Tatsuo era uma prova viva disso.

Enquanto o último membro não chegava, Ryouji aproveitava para falar a Mary o que não pôde com a entrada de Roque:

- Mary-chan, não precisa ser tão formal. Pode me chamar de Ryouji, sem problemas! Hahaha!

E com isso ele voltava a explorar a casa, até Lin chegar toda animada, cheia de folhas na cabeça. Conhecendo sua amiga, ela devia ter passado por altos e baixos até chegar no local da reunião. Não resistia e ria um pouco no canto da sala enquanto observava Mary tirando as folhas de seu cabelo. Quando a Gunnery Chief, como Mark a chamava as vezes, terminava de se apresentar para Lin, Ryouji fazia seu movimento, ia cumprimenta-la também.

- Lin-chan! O que aconteceu com você no caminho? Não vai me dizer que teve que lutar com índios musculosos selvagens! HAHAHAHAHA! - Ao lado dela, Ryouji deixava seu braço cair sobre os ombros dela. Diminuindo um pouco o tom de sua voz. - Eu me perdi enquanto tentava vir pra cá, eles fizeram um mapa inútil! Só consegui achar esse lugar derrubando uma árvore! Hahaha! Foi bem divertido!

Todo o clima descontraído, em pouco tempo era cortado, com a chegada de uma pessoa encapuzada. Richard Euler seu nome, e ele explicava um pouco sobre a missão que teriam que fazer. Uma infiltração em alto-mar, soava bem. Havia ações já naquelas palavras que faziam Ryouji ficar um pouco agitado. E curioso ele pegava uma das fichas para ler sobre o assunto, mas eram informações demais para ele processar, por isso ficava confuso e balançando a cabeça para voltar a realidade, deixava a ficha onde ela estava.

"Estranho, pensei que meu olho me deixava imune a magias..."

Por fim, Richard perguntava se tinham alguma dúvida. E com isso, ele levantava a mão. Fazendo uma incrível pergunta com um sorriso idiota no rosto.

- Que magia vocês colocaram nessas fichas? Fiquei confuso olhando pras palavras.

E provavelmente não tendo nenhuma resposta que o interessaria, dizendo sobre a magia existente quando não havia nenhuma, Ryouji dizia:

- Farei o que vocês me pedirem, assim é mais fácil de entender! Hahaha!
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Abr 23, 2015 5:33 pm

♫ Uma aparência selvagem escondendo uma timidez adorável, sim, esta era primeira impressão de Roque sobre sua nova luz, Mary Ann Parker. Ele não a deixaria escapar tão facilmente, ainda tinha 4.874 cantadas diferentes na ponta da língua, prontas para serem utilizadas, e assim ganhar aquele frágil coraçãozinho♫

Roque: Não tenha medo de mim meu brilho esmeralda, este pirata não morde...

♫E com um olhar extremamente sensual Roque terminava a frase♫

Roque: A não ser que lhe peçam para faze-lo. HA HA HA HA!

♫Assim ele continuava tentando uma aproximação de Mary Ann. Era incrível como conseguia ignorar todas a presenças masculinas a sua volta, mal notava os comentários de Mark sobre sua aparência afeminada. A perseguição prosseguia bem, até que Ryouji também falava. Roque não conseguia ignorar aquilo, ele estava tentando ensina-lo a conquistar uma garota? Impensável, inaceitável, como teve coragem? Roque parava de frente para Ryouji e levava uma de suas mãos ao rosto, em seguida começava a rir ironicamente♫

Roque: PFF HA HA HA HA HA HA, Não seja tolo meu jovem! Damas não são algo que você possa simplesmente conquistar, elas são a luz! São a esperança que ilumina nossos corações, são tudo aquilo que restou de bom nesse mundo, são como os próprios deuses, como a natureza, como o universo....Por isso eu lhe digo, um sorriso bobo jamais seria suficiente. Apenas olhe, e aprenda com o mestre!

♫Dessa forma, Roque retomava sua perseguição á Ann, cortejando-a, se ajoelhando e fazendo diversas poses e propostas indecentes camufladas em palavras bonitas. Parava por alguns segundos quando Lin entrava causando tumulto. Mas não durava muito, mesmo enquanto Mary Ann falava com a garota, Roque estava ao fundo soltando palavras atrás de palavras em suas poses de conquista. Isso apenas acabava quando o misterioso ser entrava, e lhes apresentava a missão♫

Roque: HA HA HA! Nada disso importa para mim, seguirei minhas luzes não importa aonde eles estejam. Serei seu escudo, sua espada, e se preciso, entregarei minha vida em suas mãos. Partirei com Mary Ann, e se algum dos cavalheiros se opõem a mim que me enfrentem agora mesmo!
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Abr 24, 2015 10:01 am

- Heh! Meu nome é Lin! Eu vim por que parecia divertido!

Ela respondia Mark enquanto apontava para si mesma com o dedão, e sorria a sua maneira desleixada, tudo isso pouco antes de Mary Ann começar a tirar as folhas e gravetos de seu cabelo. Lin não se importava nada com aquilo, na verdade estava tão acostumada a ser cuidada por outras pessoas que já havia se tornado cotidiano, por isso ela continuava sorrindo da mesma forma enquanto escutava a apresentação da garota.

- Mary Ann Park... Mary A.... Mary-chan! Heh! Assim é mais fácil!

Acabava se animando com a ideia de ter comida ali, e já se preparava pra ir em busca dela quando era abordada por Ryouji, que lhe fazia uma pergunta absurdamente precisa.

- Hahahaha! Eu lutei com um cara, ele ficava dizendo palavras difíceis e tava tentando machucar o garotinho. Mas eu ganhei e vim pra cá...Hum...eles devem ter dito algo sobre salvar, e festival....e..estátua?

Mas balançando a cabeça ela imediatamente cortava seu pensamento sobre aquelas coisas complicadas.

- É mesmo, comida!

Não demorava muito e Lin já se sentava num cantinho com toda a comida que conseguiu encontrar amontoada a seu lado. Ela comia como um animal selvagem e parecia completamente indiferente ao resto do mundo. Mesmo quando aquele homem estranho entrava na sala e começava a falar um monte de coisa que pra Lin não fazia nenhum sentido, ela escutava tudo, mas não falava nada. Continuava comendo e fazendo barulhos irritantes enquanto enchia a barriga. No fim da explicação, ela já havia comido tudo, e corria até Mark tentando olhar por cima do ombro dele de maneira irritante enquanto ele olhava as fichas.

- O que é? O que é?

Mas antes que pudesse receber qualquer resposta ela se virava para aquele estranho que estava ali e apontava o dedo.

- Ei você! Diz logo o que é pra gente fazer!
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Abr 25, 2015 8:24 pm


"Isso parece estranho...", pensava Richard, ao ver o tipo de reação que todos tinham. A maioria das vezes, quando tinha que explicar alguma coisa para um grupo, todos perguntavam milhões de coisas à ele, mas diferente disso, as pessoas pareciam apenas aceitar aquilo, agindo de suas próprias maneiras. Aquilo fazia com que o rapaz esboçasse um sorriso que pouquíssimos poderiam ver, pois o mesmo ainda se encontrava de costas, e com isso, ele tomava alguns goles do whisky, indo diretamente para o rádio, e nele, pegando uma fita cassete por perto, e colocando no rádio, que inclusive, tinha um toca fitas.


Um baixo som surgia dele, enquanto ele tomava fôlego, e se virava para eles. Coincidentemente, ele havia notado facilmente de quem era a voz de cada pessoa, e, por mais que tivesse complicações para entender que a voz de Roque era realmente de roque, a única coisa que havia lhe ajudado a assimilar que era ele, era o jeito irritante que ele fazia sobre suas falas e suas poses. Sendo uma personalidade forte ou não, ele ignorava isso.

- Você. Não usamos nenhum tipo de magia aqui, tudo isso aqui tem apenas o que é necessário, mas eu..

Ele olhava diretamente para Ryouji, respondendo-o. Porém, ele era cortado por Lin, que já perguntava à ele o que era pra fazer.

- ..É por isso que eu estou aqui..

Ele suspirava, retomando o fôlego, enquanto pensava em como respondê-los, com mais detalhes. Nisso, ele apertava um botão no rádio, que fazia uma brecha no teto se abrir, com uma tela, que descia e se desenrolando, próximo da porta; além de um projetor de imagem que descia de uma abertura no meio da sala, e na tela, uma imagem surgia.

- O objetivo detalhado aqui, é vocês se separarem em 2 grupos, e como estão em números ímpares, um vai ficar com mais.

Com isso, ele pegava um laser em seu bolso, e começava a mirar no mapa.


- Vocês irão se dividir quando chegarmos no meio do caminho entre Bluehaven e Mistyhaven. Partiremos em um jipe até lá, logo em seguida, eu deixarei Mark, Ryouji e Lin em um submarino que estará próximo da costa, enquanto levo de jipe, Mary e Roque até a fábrica.

Ele respirava fundo, tomando mais fôlego.

- A industria, em si, é composta em 3 partes: Uma para guardar o estoque de mantimentos, ao que sabemos arroz, feijão, trigo, e algumas frutas; outra para os veículos, que contam com alas menores para reparos e produção de equipamentos elétricos e mecânicos, mas que é usado principalmente para armazenar combustível, no caso gasolina, álcool e diesel; e a última para seus armamentos, como canos de fuzil, pente, munições que variavam desde AK47 a até M16, lança-granadas e lança-mísseis. É uma indústria grande, em si, com cerca de pelo menos 1km², e têm de tudo por lá. A indústria fica colada ao porto, logo eles são praticamente únicos.

Da ficha das mãos dele, ele retirava algumas fotos, e colocavam-as na mesa.

- Essas são algumas fotos do exterior, e nós possuímos apenas 3 do interior, de cada setor. Seu lado externo é protegido por pelo menos 21 guardas no total que fazem a ronda, 7 em cada setor, e do lado interno, é desconhecido. Peço para que vocês tenham bastante cautela, e que sabotem o local sem serem descobertos se possível, pois não sabemos o que pode ter no local além disso.

Ele parava ao final, terminando o seu copo de whisky, respirando fundo enquanto permanecia em um pequeno momento de paz.

- Certo, agora vocês, que vão atacar o navio de carga. A patrulha desse navio ela é composta por um único navio de recursos, e pelo menos mais 10 navios menores, no qual chegam a pelo menos 1/5 do tamanho do navio de carga. Todos esses 10 só possuem pelo menos 3 pessoas: Um piloto, um co-piloto, que também serve de vigia, e um auxiliar. Apesar de parecer ser uma frota grande, é a primeira vez que estão usando uma frota maior; antes, contados apenas com 3 navios para proteção, agora contam com 10. Seus tamanhos, apesar de serem menores, são quase que idênticos ao tamanho de um navio pirata bem equipado, com exceção de usarem apenas 60% do que um navio pirata usaria de armamento, logo, suas defesas são menores. Todos contam com pelo menos 1 canhão de cano duplo em sua base superior, 3 metralhadoras em seus convés, além de pelo menos 3 arpões também, e pelo menos 1 míssil anti-submarinos, tudo isso em cada um. A diferença, é que, com pouquíssimas pessoas para atuar em suas defesas, eles tentarão utilizar de suas frotas, um meio de propagar intimidação para quem tente os atacar, seja diretamente, ou flanqueado, por isso essa quantidade de armas. Nós só sabemos sobre a quantidade de soldados mínimos situados em seu lado externo e sobre seus armamentos. Não há informações adicionais sobre o que poderia ter a mais sobre a frota de defesa, logo, o nível de sua defesa é "estimado", e não "acerto". O navio de carga? Contêineres, contêineres, e mais contêineres. Nada mais a declarar.

Enquanto falava, ele ia até a "cozinha", pegando uma garrafa de água na geladeira, e tomando um pouco, chegando à suas explicações finais.

- Amanhã, do lado de fora da casa, o jipe estará estacionado do lado da casa, ele têm compartimento extra ao fundo, no qual será o nosso veículo utilizado para chegar nas proximidades do porto, além do bote que usarão até chegar ao submarino. O objetivo é: Atacar a indústria, que tem pelo menos 2 vezes a mais o tamanho do porto; além do navio, que será tanto para furtar os recursos dele, como também para evitar que esses recursos sejam usados para seus fins. O submarino é altamente equipado para infiltrações, desde mísseis anti-submarinos, propulsores, e uma bomba eletromagnética, que será lançada e irá flutuar próximo da altura do mar e acionará. Ela será usada para desligar os radares da frota no momento, e sua estimativa de duração é de pelo menos 5 minutos, nesse tempo, vocês devem sair do submarino por meio de uma passagem que fica ao lado dele. Vocês estarão com coletes que irão ajudar a flutuar até a margem, além de respiradores e roupas de mergulho; e em seguida o grupo tomará o navio enquanto o submarino irá submergir o mais fundo possível para fugir dos radares dos navios, tendo em vista que será feito por um piloto automático que está no painel de comando, enquanto vocês tomam o navio de carga.

Ao final de toda a explicação, ele se sentava em um dos assentos livres de um dos sofás, e praticamente derretia sobre o local, entrelaçando os dedos das próprias mãos por cima da barriga, e com uma tremenda cara de preguiça.

- .. E vocês foram convocados aqui para sugestões e ideias a mais para serem usadas na missão, como armamentos ou veículos adicionais. Mark e Mary foram chamados para isso, mas como eles não possuem dúvidas..

E assim, ele bocejava.

- .. então, para mim.. está feito. Me deixem em paz, eu estou com sono.. e com sede..

Em seguida, ele fechava os olhos, respirando fundo, querendo apenas cochilar um pouco.
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Abr 26, 2015 9:49 pm

Mark estudou engenharia sua vida toda e, mesmo sendo um cara na idade de ser chamado de "tiozão", continuava sendo inteligentíssimo em sua área. Em sua área. Não entenda mal, não é como se ele não estivesse entendo nada do que Richard estava dizendo, mas o conceito de estratégia sempre foi... complicado.

- Huh... - Coça a nuca. - Eh... well... so... get in the ship, steal the ship.

Mas era aí que acontecia. Richard dizia algo sobre darmos ideias para melhor executar o serviço e então ele... dormia? Mark não sabia direito como reagir, tudo aquilo era muito novo para ele, afinal, ele nunca foi para missões, tirando o resgate do pessoal de Dragonland na qual ele foi sem consultar os chefões. De qualquer forma, ele resolvia consultar a mais experiente dentre todos ali.

- Ann, tell me. - Se virava para a garota. - Sei que sou necessário no navio por que eu sei pilotá-lo, mas você consegue fazer o trabalho de demolição de uma fábrica? Eu também sou pretty good at it.

É claro que havia ficado em dúvidas, de seu ponto de vista, Mark conseguiria se encaixar perfeitamente nos dois pontos da missão. Ele é muito bom com explosivos e sabe pilotar quase que qualquer veículo, seja ele civil ou militar. Ele notava que Lin estava pulando atrás dele, tentando ver os papeis que ele havia colocado no balcão, então pegava a pasta com as fotos e projetos e entregava para a garota.

- Eu não conheço você muito bem, kid, mas se você for half as good como as histórias que eu ouvi sobre o povo de Dragonland, então devemos estar bem servidos de força de ataque. - Ele colocava a mão na cabeça da garota. - Let's do it!
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 27, 2015 7:12 pm

Ann ouvia que iria para a fábrica e mark para o navio. Ela ficava olhando para as fotos sem nem piscar. Cada foto era gravada na mente da garota. Outra coisa que chamava a atenção de Ann e fazia seus olhos brilharem. Eles possuíam um estoque de armamento naquela fabrica.

- They have guns there! Guns! - dizia empolgada.

Era quando Mark a fazia voltar para a realidade. Ann olhava para o homem, pensativa.

- If I can? Of course I can! E eu ainda vou roubar um carro pra você e as armas pra mim! - Ann ria baixinho. Aquela felicidade acabava quando ela lembrava de um simples detalhe. Roque ia com ela. Só aquela mínima ideia de ter que ficar sozinha com aquela criatura das trevas já deixava Ann com calafrios. - Er... quer trocar? Te dou aquilo e você me dá um dos seus... - Era obvio que não ia dar certo já que Roque não iria querer trocar de grupo. Por fim, a garota suspirava, derrotada. - Tsc... Whatever....
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Abr 27, 2015 9:30 pm

Lin, depois de responder sua pergunta, logo ia atrás de comida, e Ryouji ficava com um sorriso no rosto. Fazia um tempinho que não se encontrava com a garota e ver que ela não havia mudado nem um pouco o deixava feliz. A irmã de Ren arrancava sorrisos de todos a sua volta com facilidade, e com o Kawano não era diferente.

Não passava muito tempo, e Richard, começava a dissertar sobre a missão que iriam participar. Ryouji queria, muito, prestar atenção em tudo, entender tudo, porque sua irmã Airi sempre dizia: "Preste atenção em tudo a sua volta, pra não ser um inútil como sempre.". Um insulto? Poderia até ser, mas Ryouji conhecia bastante sua irmã para saber que, no fundo, estava preocupada com sua falta de atenção.

Um rosto de esforço, era a expressão que Ryouji fazia durante a explicação. Porém, logo foi derrotado pela complexidade, o que era normal. No final das palavras ditas por Richard, o Kawano estava caído no chão, seus olhos "giravam como dois redemoinhos", dizendo com um tom confuso na voz.

- M-Me desculpe Airi... fui derrotado mais uma vez!

E lá ele ficava por cinco minutos, quando se levantava e se recuperava dando leves tapas em seu próprio rosto. E quando olhava para o sofá, via Richard dormindo, o que o levava a pensar:

"Será que ele também não aguentou as coisas complexas que ele disse?"

Estava curioso quanto a isso, mas como não conhecia Richard preferia deixá-lo quieto. Lin, Mark e Mary pareciam estar bem próximos um do outro conversando, Roque provavelmente estava ou estaria fazendo poses próximo de suas "luzes", "O que eu deveria fazer?", pensava o Kawano, até que seus olhos encontravam a geladeira, e com um estalar de dedos ele dizia com um sorriso no rosto.

- Vou explorar a geladeira! Ainda não comi nada hoje! Hahaha!

E a risos ia até o eletrodoméstico, o abrindo, mas fazendo isso ele ria um pouco mais.

- A Kyu ia adorar isso aqui! Hahaha!

Doces e bolos, ou seja, açúcar, compunha quase toda a geladeira, algumas frutas salvavam o eletrodoméstico de ter apenas "besteiras" em seu interior, mas Ryouji não se importava com isso, tirava alguns bombons da geladeira, acompanhado por um bolo de chocolate com cobertura de chantilly, colocando encima de um dos balcões para começar a comer.

Enquanto se servia, sem chamar ninguém (queria comer o máximo possível antes que reparassem), Ryouji acabava se lembrando de mais cedo. A expressão fechada de Kyu. Colocando uma colher de bolo na boca, acabava tendo um pensamento com um pouco de preocupação em seu rosto.

"Será que ela tá emburrada ainda? Ela não recusaria tanto doce assim..."
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 28, 2015 6:49 pm

♫Obviamente, ninguém ali ousava se opor ao fabuloso Roque. Agora confiante de sua supremacia perante os outros homens do lugar, ele escutava o plano atentamente enquanto observava Mary Ann e Lin com seus olhos sedutores e atraentes. Ele continuava de pé com os braços parcialmente cruzados, exceto que uma de suas mãos sustentava seu queixo. Sua expressão era de quem estava entendendo absolutamente tudo, mas a verdade era que ele não poderia ligar menos para o plano, desde que pudesse acompanhar Mary Ann. No fim da explicação, quando as coisas já estavam decididas, ele finalmente se manifestava levantando uma de suas mãos para a lampada que iluminava a sala, em sua mão haviam duas de suas cartas, o Rei (K) e a Rainha (Q)♫

Roque: Então está decidido! O destino jogou suas cartas! O laço entre nós já foi criado minha bela luz! Agora nada! Nem ninguém haverá de nos separar! Pois EU, Roque Eisenhauer! O pirata entre os piratas não permitirei!

♫Guardando suas cartas no bolso do paletó, Roque rodopiava até a mesa onde estavam as bebidas, e pegava uma garrafa inteira de seja lá o que estivesse ali. Ele a bebia direto do bico enquanto saía rodopiando e rindo numa altura absurda. Tudo estava indo como planejado, e ele poderia acompanhar sua joia na missão. Só havia uma maneira de tudo aquilo melhorar, se Lin também fosse com ele, afinal, duas jóias valem mais do que uma, e quanto mais luzes, mais iluminado será seu coração♫

Roque rodopiando e bebendo feliz: HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA HA!
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Abr 28, 2015 10:53 pm

Lin pedia por uma explicação imediata, mas quando finalmente acontecia, ela se arrependia amargamente de sua decisão, pois aquelas palavra apareciam como uma tsunami cobrindo seu corpo e sua mente, tudo escurecia e a visão de Lin começava a ficar embaçada, ela estava tonta com tanta informação de uma só vez. Mas não durava muito tempo, pois sem demora Lin começava a caminhar pelo lugar. Claro que ainda estava escutando tudo o que era dito, mas apenas como um barulho ao fundo, sua atenção estava voltada para outras coisas. Como a miniatura de um barco que ela encontrou em cima de uma das mesas. Observando aquela miniatura sua aventura começava e a explicação continuava.

*Cabeça da Lin*

- Vamos marujos! Derrotaremos esse monstro! Ou eu não me chamo Lin O terror dos mares!

O navio balançava e uma gigantesca enguia do mar atacava o navio, seus homens lutavam bravamente enquanto Lin pilotava o navio ao fundo, segurando seu chapéu e ajeitando seu tapa olho. Uma grande batalha acontecia e tudo já parecia estar perdido, por isso Lin tomada por um ultimo espirito de coragem gritava vigorosamente.

- Não subestime minha tripulação monstro! Te mostrarei nosso poder! Aye!

Sua embarcação já estava completamente destroçada, mas não importava, Lin estava em fúria e corria sobre o que restava daquilo que um dia chamou de navio, saltando e se impulsionando com uma maestria surreal, até que num ultimo salto ela mirava a cabeça da fera, e se posicionava de maneira que um chute acertaria o monstro direto na testa.

- WOAAAA!

*de volta ao mundo real*

"[...]tendo em vista que será feito por um piloto automático que está no painel de comando, enquanto vocês tomam o navio de carga."

A explicação já havia acabado, por isso Lin se levantava olhando em sua volta, ali estava Mark novamente com aqueles papeis estranhos. Lin queria saber o que era por isso voltava a tentar olhar por cima do ombro dele. Mas dessa vez o homem a percebia e lhe entregava a papelada. A filha de ShenShi o olhava agradecida e começava a folear, pois mesmo que não entendesse nada do que estivesse ali, haviam algumas imagens bem interessantes e maneiras, isso já era suficiente para atrair sua atenção.

- Que legal!

Mark colocava a mão sobre sua cabeça e fazia um breve comentário, ele usava algumas palavras estranhas mas Lin era "inteligente" o suficiente pra saber o que ele quis dizer.

- Heh!

Ela olhava nos olhos de Mark e respondia sorrindo e cheia de confiança.

- Não se preocupe! Eu sou a mais forte de Dragonland!...Se você tirar meu papai...o tio Tenkai...o tio Daisuke...a tia Amaya, o tio Liang, tia Afrodite...minha irmã...a Sayuri..e...Ahhh! Não se preocupe eu sou...

Depois de tanto tempo pensando nas pessoas que atualmente eram mais fortes que ela Mark já estava de olhos fechados em outro lugar. Isso não afetava Lin, por isso ela continuava olhando aquelas figuras até que seu estomago falava mais alto, e ela avistava Ryouji comendo alguma coisa. Tomada por sua recente aventura mental Lin se levantava e saia correndo e gritando.

- Não subestime a minha fome! Monstro da geladeira!  WOAAAA!

E mirando um chute voador em Ryouji, Lin estava pronta para tomar aquela comida para si mesma, e salvar seu estomago da fome
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Abr 29, 2015 6:44 pm

Em pouco tempo em que Richard "cochilava", ele era acordado por aquelas conversas barulhentas entre eles. Ele acordava, com uma cara de emburrado, indo falar alguma coisa mas ignorando o mesmo. Alguma coisa era organizada pelo menos naquele local, e, mesmo cochilando, ele ainda ouvia um pouco, era um dom terrível que ele tinha: "dormir acordado".

Todos haviam se apresentados, bebidas eram tomadas, comidas sumiam, e o dia se passava. Richard dava suas últimas palavras, alegando que dessa vez, eles se encontrariam ali bem cedo, onde o sol estaria começando a nascer, e eles se servirão ali mesmo naquele dia seguinte antes de partirem.

[Timeskip.]

No dia seguinte, todos tinham que se encontrar de volta no mesmo local, porém, era em outra hora. Com a chuva do dia anterior, o local estava molhado, porém o ar ficava com cheiro de folhas e nisso proporcionava uma sensação muito boa de conforto e tranquilidade, apesar do local estar quieto e frio, porque, mesmo com o sol nascendo, o fato do céu de Shadowrealm ser sempre nublado (não tanto como ontem [chuva]), dava a impressão do sol não existir, mas ainda sim, existia alguma iluminação ao local.
Richard estava com o mesmo tipo de roupa, com exceção do uniforme ser branco. O jipe estava posicionado do lado da casa, limpo, bem equipado, e de tanque cheio, e ele só estava encostado do lado do jipe.

[Obs.: Por ser de manhã, os integrantes poderão tomar café da manhã por lá mesmo, sem nem mesmo pedir para ele. Richard só esperava que todos estivessem ali "à tempo". Um outro timeskip será feito quando todos estiverem no local, assim como também cada um chegando ao seu devido lugar e começando a missão.]
[Obs. 2: A partir desse post adiante, as postagens dos integrantes serão da seguinte ordem: Mark, Ryouji, Lin, Mary e Roque, pois os últimos serão (os primeiros) do segundo grupo.]


Última edição por Narrador-kun em Qua Abr 29, 2015 6:52 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Dislexia é foda!)
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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   

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