Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Infiltração em alto mar.

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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Maio 24, 2015 12:43 pm

Nem nos pesadelos mais sombrios de Mary Ann ela teria aquela visão. Cada passo que aquelas mulheres davam, mais desesperada ficava a garota.

- God! Please! Por que eu? De tantos soldados de Skyhold, por que tinha que ser a Yukie e a Moriko? O que foi que eu te fiz pra merecer isso?! Tudo menos elas!

Quando seu pesadelo se tornava realidade, Ann ouvia as vozes daquelas que tanto a perturbavam quando estava em Skyhold. As capangas de Hina Takako estavam mais uma vez na sua cola.

"Veio por nós duas?"

"Adoraria poder alisar esse rostinho mais tarde"

Aquelas vozes faziam a garota das armas ter calafrios.

- Tudo menos isso!

Instintivamente, Ann puxava Roque e o colocava em sua frente.

- Se quer tanto me impressionar rapaz! Ai está sua chance! Não deixe que elas se aproximem de mim e eu te dou de presente! Isso! Um horário na minha atarefada agenda para jantar e eu mesma pago! - Dizia desesperadamente, enquanto corria e se escondia atrás de seu outro companheiro dessa vez, Richard.
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Maio 25, 2015 4:47 pm

♫Roque, depois de escapar da morte pela explosão, estava caminhando ao lado de sua luz. Mas havia algo o incomodando a algum tempo, presenças. Exatamente, luzes, haviam mais... Mas onde estavam, e por que eram tão diferentes da de Mary. Eram distorcidas, ofuscadas por uma sombra que Roque não sabia descrever. Um fenômeno estranho, porém com uma beleza única, que não demorava nada para se revelar. Duas belas mulheres se apresentavam, fazendo o coração de Roque bater mais forte, quem eram elas? Por que estavam ali? Em sua pequena mente Roque desejava do fundo de seu coração♫

Mente do Roque: Nunca fui uma pessoa religiosa, mas se existe mesmo um ser que olha por mim,não permita que estas belas luzes sejam minhas inimigas. Pois se este for o caso, ei de perecer aqui e agora, prefiro a morte a levantar um dedo contra tais maravilhas desse mundo.

♫Mas enquanto lamentava seu destino um evento inesperado acontecia. Mary Ann o agarrava e o colocava a sua frente, ela estava assustada e se escondia atrás do corpo de Roque♫

Roque: Minha luz...o que você...

♫Ela pedia sua ajuda, pedia sua proteção. Era como se seu coração fosse esmagado por uma rocha, estava agora dividido, para proteger Mary Ann, deveria lutar contra as luzes a sua frente, o que fazer? "Um horário na minha atarefada agenda para jantar"


Roque: *Sua expressão mudava completamente, seu cabelo começava a ficar arrepiado graças a sua aura que agora explodia a todo vapor, a temperatura de seu corpo aumentava muito, tanto que agora fumaça saía de seus poros*

♫Aquele mesmo Roque que enfrentou incontáveis inimigos no navio da frota de gelo para proteger suas luzes estava de volta. Como se algo despertasse dentro dele. A razão? As palavras de Mary Ann♫

Roque: *Com uma expressão extremamente séria, cabelos balançando e corpo saindo fumaça* Eu serei seu escudo, e sua espada. Eu serei aquele que protege seu corpo e sua mente, EU! ROQUE EISENHAUER LHE PROTEGEREI DE TUDO AQUILO QUE LHE CAUSA O MAL. POR ISSO VOS DIGO! MINHAS DAMAS

♫Ele apontava para as duas mulheres a sua frente♫

Roque: Não se aproximem mais! Do contrário deverei trair meus próprios ideais, e enfrenta-las em  combate!

♫Por incrível que pareça, Roque estava realmente poderoso naquele momento, surpreso com a própria força que lhe foi despertada por uma simples oportunidade de jantar. Ter um encontro com Mary Ann passou a ser a verdadeira prioridade de sua vida♫


Última edição por Roque Eisenhauer em Seg Jun 08, 2015 9:23 am, editado 2 vez(es)
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Chiyoko Musashi

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MensagemAssunto: Um ser passageiro.   Ter Maio 26, 2015 11:35 pm

Em uma das partes mais fundas do navio, um rapaz que aparentava ser preguiçoso (ou ao menos estava tentando dormir), acordava com vários barulhos surgindo no convés do navio em que estava viajando. Ele acordava, coçando os olhos, enquanto ganchos eram disparados, robôs pisavam sobre o convés, tiros saiam para todos os lados, e barulhos de metal retorcidos eram ecoados. Ele se levantava, se espreguiçando, e com olheiras, ele resmungava.

Mendokuse.. ninguém pode dormir em paz..

[Dias anteriores]

Chiyoko Musashi, atualmente com 25 anos, caminhava sobre os campos de Skyhold. Por estar sempre sozinho, alguns achavam que ele podia ser um espião, outros apenas resmungavam ser apenas um bêbado perdido (mesmo com a cara de um), e ao fim, ele era sempre visto como alguém que causa ou poderia causar algum tipo de problema, em algum momento.

Segurança: -Ei, me mostre seu passaporte.

O que é isso?.

Segurança: -Não venha com gracinha, ele é o seu comprovante de documentação exterior.

Eu perdi ele faz.. hum.. 300 anos?.

Apesar de tentar se manter um desconhecido, ele sabia que ninguém iria acreditar em nada que ele falaria.

Segurança: -Ei, quem você pensa que é?

E tal plano dava certo. Ele era levantado pela gola de sua camisa, mas logo em seguida, o guarda era nocauteado diretamente com um golpe muito veloz, que ele fazia. Chiyoko o segurava pelos pulsos, puxando-o por cima de seu corpo e o jogando diretamente ao chão, como uma alavanca.

Gomenasai, Tenho coisas a fazer.

E logo ele saia, partindo diretamente para o navio, onde se infiltrava clandestinamente, encontrando o porão e descansando por lá. Ele não fazia ideia pra onde iria e nem o que iria acontecer, mas tinha que procurar de alguma maneira, alguma prova, ou informação sobre o seu passado, e ele não iria se importar, se fosse pra se perder mais do que já estava.

[Atualmente]

O rapaz saia daquele local, e ia direto ao convés, coçando os olhos e chegando a espirrar, com a imensa claridade que o afetava, mesmo que, o céu de Shadowrealm fosse um pouco escuro.

Ei, o que é isso tudo.. e quem são vocês.. ?.

Ele perguntava para um soldado, que o mesmo já mirava a arma para ele, notando que ele não possuía algum tipo de uniforme como eles. Chiyoko pegava a arma pelo cano, e colocava a outra mão por cima da mão do soldado, no qual ele usava como apoio, e fazia "descer" o cano. Aquilo fazia com que o apoio que ficava junto do rosto do soldado, acertasse seu queixo diretamente, fazendo-o desmaiar na hora.

Mendokuse.. mais inimigos feitos sem querer.. muito bem Chiyoko, está melhorando cada vez mais! ...


Ele resmungava a si mesmo, como aquilo fosse algum tipo de confusão a mais, e frustrado com o seu fracasso, ele retirava uma garrafinha de sakê de seu bolso esquerdo, começando a tomar, enquanto alguns soldados ainda haviam visto o que ele havia feito, indo contratacá-lo.

Ei.. foi.. ele.. quem começou! Seus.. cabenas de... de... bananas?

Seu estômago era forrado com álcool, que em pouco tempo fazia seu corpo queimar, e seu cérebro absorver rapidamente, aquele líquido, fazendo-o ver coisas sem querer. Os guardas, nervosos, começavam a atirar nele, e ele esquivava de alguns, até os últimos irem acertar seu corpo, então uma esfera azul surgia, como se fosse do nada, e aos poucos, ela ia ficando cada vez mais transparente, e eles podiam ver, ele girando o seu corpo em seu próprio eixo, com a palma da mão aberta, e um sorriso um pouco sério e contente surgindo em seu rosto.

Essas armas da atualidade.. são tão fáceis de usar.. no meu tempo, tínhamos que limpar a pólvora a cada tiro.. eu nunca gostei delas.

Com a esfera feita, ele estalava os próprios dedos, e fazia a esfera explodir como uma granada flashbang, só que em uma área pequena, afetando apenas aqueles no local. Os outros poderiam ver como se fosse uma bomba explodindo rapidamente em um local, um pouco acima da altura de um conteiner. Com o rápido efeito, ele corria até o primeiro, dando uma rasteira nele, pegando-o pela perna e atirando rapidamente ao segundo. Ele pulava, e dava um passo rápido no container logo atrás, voando rapidamente ao terceiro, que já assustado, só ficava olhando para ele, mas quando Chiyoko chegava na frente dele, ele só lhe dava um peteleco na cabeça, e esse mesmo soldado, desmaiava de medo.

Quem eles estão enfrentando.. afinal.. ?

Aquela pergunta na mente do rapaz era feita, e ele, no fundo, não sabia do que se tratava, então ele optava por subir nos outros containers, e olhava lá de cima do que se tratava, e olhava aqueles fortes integrantes lutando contra aquele exército. Aquilo fazia um sorriso surgir no rosto do rapaz, pessoas fortes, pessoas que poderiam saber alguma coisa, ou que ao menos tinham algum propósito. Sorrindo, ele ascenava para eles, de longe, e logo se esquivava de um tiro que surgia de outro soldado. A cara dele não aparentava a de um bêbado, mas a sua felicidade e empolgação, sim.

Ora, seu.. !!

Ele se jogava dali, caindo diretamente por cima do mesmo soldado que tentava o atingir, voltando ao confronto entre eles. Atualmente, Chiyoko já havia derrotado pelo menos 4 soldados.
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Maio 26, 2015 11:41 pm

[Navio]

Os soldados de Skyhold eram abatidos um por um, e nem mesmo os batalhóides eram salvos disso, muito menos de Ryouji e de Lin, que apesar de parecer duas crianças, amassavam-os como se fossem um emaranhado de papéis. Alguns soldados pensavam em desistir na hora, mas alguns ainda permaneciam, enquanto olhavam Kiska logo ali e não tinham o que fazer, a não ser lutar.
O poder em grupo ia sumindo, cada vez mais, e o navio ficava cada vez mais ao controle deles.

[Porto]


Os batalhóides, junto aos soldados que começavam a se aproximar, marchavam direto para Mary, Roque, e Richard, já ficando em uma distância razoável daquelas garotas, e sem muita escolha, Richard atirava uma granada de fumaça aonde estavam aqueles soldados.

Richard: -Bingo.

Ele acertava diretamente no meio deles, quebrando a formação deles. Enquanto eles saíam do local da fumaça, ele mirava a sua besta, e deixava preparado vários dardos juntos dela, e ele acertava pelo menos 8 soldados, de pelo menos 30 que estavam por lá. Apesar disso, os outros batalhóides, não eram afetados pela granada, então eles avançavam diretamente para a pessoa mais próxima: Roque. Saindo da fumaça, eles avançavam em passos rápidos, e mesmo que Richard não tivesse algum tipo de poder, ele só contava com o que tinha: Seu intelecto e sua velocidade, apenas para quem estivesse à sua altura, logo, aqueles soldados à frente.

Richard: -Mary, dê cobertura ao Roque!.

Ele falava rapidamente. Sabia que ela estava assustada com a presença daquelas duas garotas, mas ela tinha que acordar de algum jeito para a linha de frente daquele exército, logo, ela poderia pensar depois no que faria ou no que iria acontecer mais à frente. Richard estava determinado a acabar com aquela emboscada logo para tentar fugir daquele local antes que explodisse.

[Objetivo (Navio): Acabar com o resto dos soldados para dar entrada ao confronto com Kiska e Serah.]


[Objetivo (Porto): Acabar com os soldados, os batalhóides, e finalmente Yukie e Moriko "rapidamente", pois o porto está com tempo contado das C4's.]


[ Ordem de postagem: Serah Sanderson, Mark Sanderson, Kiska Morozov, Ryouji Kawano, Lin Harzgard, Chiyoko Musashi, Yukie Mieko, Natsume Moriko, Mary Ann, Roque Eisenhauer, e Richard (Narrador)]


Última edição por Narrador-kun em Qua Maio 27, 2015 8:08 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Ordem de postagem definida por votação de terceiros.)
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Serah Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Maio 27, 2015 8:54 pm

Serah, após terminar seu discurso, ainda olhava para a porta da cabine, e só percebia que seu pai a estava abraçando quando ele segurava o seu rosto. Não tinha força nas mãos de Mark, sabia que eram mãos que não a machucariam, por isso ficava sem mexer um dedo contra o homem que Kiska havia dito ser seu pai. E diante da pergunta dele, a garota procurava não mentir, era sincera nessas horas.

- É. Na verdade, não lembro de muita coisa de antes da Kiska-sama ter me acolhido. - Sua voz parecia séria no momento, mas logo o sorriso voltava ao rosto da pequena Sanderson. - Aliás, já te falei o quanto ela é incrível, não é? Hahaha!

A garota ria, alto e com os olhos fechados, por alguns segundos, mas seu humor mudava mais uma vez. Quando seus olhos abriam de novo, ela olhava sem expressão alguma para Mark, poderia até perceber a tensão que ela procurava passar por aquele olhar. Serah estava com algo na mente desde que viu seu pai ali, era estranho, alguma coisa não encaixava, e era por isso que ela perguntava:

- Pai, você por acaso não é um dos intrusos que estão atacando o navio, não é?

Ficava encarando seu pai, com os braços cruzados e o mesmo olhar por alguns instantes, mas antes que Mark pudesse responder, mais uma vez o sorriso voltava ao rosto de Serah. Sua mudança súbita de humor poderia assustar qualquer um, ela aparentemente não parecia ter esse "problema".

- Você não faria isso não é? Hahaha! Também é um cidadão de Skyhold, não a trairia tão facilmente! - E dizendo isso, Serah dava um jeito de se soltar de Mark, pegando na mão do pai em seguida. - Vamos, quero assistir a Kiska-sama expulsar os intrusos! Vai ser muito maneiro, você também vai gostar pai, ela é bem habilidosa!

E Serah corria para a porta da cabine, puxando seu pai com ela. Ao atravessar podia ver os intrusos no convés, o que deixava Serah com uma cara fechada, afinal foram eles quem interromperam o seu grande dia com sua mestra. Mas ela não ficava totalmente irritada, porque agora poderia ver Kiska em ação, e ela adorava aquilo. No momento, sua mentora ainda olhava para os intrusos de cima das escadas que desciam até o convés, e por isso falava com ela.

- Kiska-sama! Kiska-sama! Você vai expulsar eles, não é? Posso ajudar em algo?
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Maio 28, 2015 5:48 pm

Inútil. Era como se Serah ainda estivesse prisioneira de Skyhold, ainda presa, milhas e milhas distante de seu abraço, de seu toque. Mark sentia como se uma serpente estivesse enrolada em torno de seu coração, apertando-o aos poucos, querendo sufocá-lo. Cerrava os dentes toda vez que sua filha dizia o nome daquela General medonha.

- Serah, please...

Uma pergunta inquisidora. Intrusos? Sim, de fato ele era, mas o engenheiro simplesmente não sabia o como responder aquela pergunta. Doía muito afirmar, mas ele já não sabia mais quem era sua filha, não sabia até onde a haviam modificado. Dessa forma, olhando ansioso para o rosto de sua filha e tentando pensar no que dizer, Serah tinha mais uma mudança repentina de personalidade, desvencilhando-se dele e querendo levá-lo até sua tão amada mestra.

- Trair... eu... Filha, espera...

Sem resistência, Mark se deixava ir. As lágrimas estavam contidas pelo momento. Em questão de segundos, Mark passou de ansiedade para felicidade, depois para tristeza e então para o desespero, mas agora estava começando a sentir algo diferente. Raiva. Raiva de Skyhold, raiva de sua vida de merda, raiva de Kiska. A culpa é dela, totalmente dela. Não apenas por Serah, enquanto Mark caminhava até a porta da cabine, mais memórias passavam por sua mente de Kiska espancando amigos seus até a deformidade pois seus rendimentos na fábrica não eram o esperado.

Ele faria algo estúpido mas era sua melhor chance, a pistola estava para trás e voltar para pegá-la com certeza estava fora de cogitação. Sua bolsa também ficou perto do painel do navio, mas ele ainda possuía uma faca militar presa na parte de trás de seu cinto. "Hope your training was worth the time, Apache..." Assim que Serah abria a porta da cabine, ele agia, colocando a mão no ombro de sua filha e a puxando para trás, avançando na frente dela para fora.

- Serah, back off! - Assim que saía da cabine, ele via Kiska. - Fucking bitch! You're going down!

Seus olhares se cruzavam e Mark sentia um calafrio percorrer todo o corpo. Medo? É claro que tinha medo, mas que droga... que outra escolha um homem naquele momento teria? A raíz dos problemas, de todos os problemas... era aquela mulher, aquele demônio na forma de mulher. Avançando rapidamente contra Morozov, Mark sacava sua faca ao mesmo tempo que aplicava uma forte ombrada na mulher, afim de usar seu grande peso e musculatura como vantagem e então aplicaria um corte horizontal na direção de seu pescoço. Sua filha com certeza não gostaria em nada daquilo, mas se conseguisse fazer Kiska pelo menos recuar, ele poderia levar Serah com ele. Com certeza ele teria ajuda do pessoal da Resistência pra trazer sua garotinha de volta. Nem que ele morresse durante esse processo, Kiska não teria mais o domínio de Serah.
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Kiska Morozov

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Maio 29, 2015 11:33 am

Um projeto desenvolvido antes mesmo da guerra, para a criação do soldado perfeito, do ser humano perfeito isso é. Alterações genéticas e nanotecnologia dariam ao indivíduo uma força sobre humana, aprimoramento de sentidos em até 20 vezes (visão, audição, olfato, paladar), resistência, flexibilidade, dentre outras capacidades motoras. Depois de incontáveis tentativas falhas apenas uma pessoa sobreviveu, Joe Carwell que na época era apenas um soldado. O projeto foi abandonado devido a baixa taxa de sucesso, e retomado apenas pelo próprio Joe no período da Grande Guerra territorial. A história se repetiu, e dentre 50 cobaias apenas Kiska sobreviveu ao experimento. Não só sobreviveu, o que aconteceu aquele dia surpreendeu até mesmo o inabalável Joe, Kiska se adaptou tão bem aos experimentos, que os efeitos colaterais não apareceram, sua mente estava intacta, e seu corpo abraçou a tecnologia como se fizesse parte dele. Mas os feitos de Morozov começaram muito antes dos experimentos, aquilo foi apenas um "algo a mais", um passo que ela considerou necessário para alcançar seus objetivos futuros.

Enquanto observava aqueles jovens promissores enfrentarem as tropas de Skyhold como se brincassem num parque, Kiska conseguia ouvir tudo o que acontecia na cabine atrás dela, assim como escutava a bagunça causada pelo quarto indivíduo na parte da frente do navio. Ela não parecia surpresa com a aparição do samurai, mas era verdade que não sabia que ele estava ali.

"Está com eles? Não... ele não veio de fora, deve ter se infiltrado no embarque"

Não importava se ele era ou não membro da organização a qual Kiska pretendia encontrar, a questão era que também estava no navio, e parecia lutar ao lado dos impostores. Provocações, perguntas, dúvidas, nada disso parecia chamar sua atenção, o garoto tentava chama-la para lutar, mas ainda não era hora, por isso ela ignorava as palavras de Ryouji e Lin. Se virava de costas e encarava o céu por alguns instantes, parecia observar alguma coisa.

- Não deve demorar muito mais.

Naquele momento, a porta da cabine se abria, de lá saiam Serah e seu pai. Kiska não estava surpresa, afinal ela podia escuta-los se aproximando, conversando, respirando. "- Kiska-sama! Kiska-sama! Você vai expulsar eles, não é? Posso ajudar em algo?"

Kiska responderia Serah, se Mark não interrompesse a conversa, avançando furiosamente na direção de Morozov. Os olhos do homem, Kiska já os vira tantas vezes que se tornara comum, ela podia escutar o coração acelerado, podia perceber o medo se transformar em raiva, e o ódio que ele sentia por ela crescer e tomar o controle de suas ações. Seus olhos azuis voltavam a brilhar, como se emitissem um sinal de que aquilo era exatamente o que ela queria ver.

Sua expressão não mudava, era séria, pois Kiska não sentia nenhum prazer ao debochar de seus inimigos, ela poderia ter acabado com a vida de Mark em qualquer instante daquela investida suicida, estava armada, era mais forte, mais rápida e mais experiente, mas ela não se mexeu, olhou Mark nos olhos do começo ao fim do ataque, se deixou empurrar, quando na verdade, nem mesmo se Mark fosse um carro em alta velocidade faria Kiska se mexer, porém ela se permitiu recuar, no momento do golpe final Kiska segurou sem dificuldade o pulso do homem, que mirava um golpe de lâmina em seu pescoço.

Ela torceu seu pulso na intenção de quebra-lo e faze-lo soltar a adaga, caso não quisesse ter seu pulso quebrado, Mark teria de virar seu corpo de acordo, e aquilo o colocaria de joelhos. Kiska não sorria, aquilo não era engraçado.

- Abandonar sua filha está se tornando um hábito?

Mark sem duvidas entenderia aquelas palavras, foi como um "sermão", o que Kiska quis dizer foi "Quer mesmo morrer e deixar Serah sozinha de novo?". A general não esperava uma resposta, ela empurrava Mark novamente em direção a cabine, já que possuía força suficiente para isso. Se virava novamente para os lutadores lá embaixo, que provavelmente ainda estariam lutando contra os soldados restantes, e caminhava em sua direção.

- Aproveite o tempo com seu pai Serah, logo vamos partir.

E caso Serah lhe perguntasse o que ela faria Kiska responderia, sem demonstrar nenhuma preocupação a respeito da lealdade da pequena garota.

- Vou dar a essas crianças a luta que elas tanto querem.

Ela descia a escada a passos lentos, e a medida que o fazia Kiska se desarmava, primeiro tirando seu sobretudo, revelando uma farda militar que a general só usava em situações que sua patente era relevante. Kiska era grande para uma mulher, e seus músculos estavam muito acima da média, até mesmo para soldados, jogava um coldre com pistola no chão, em seguida uma adaga militar e pentes de munição. Seu quepe ela arremessava no ar no instante que chegava no mesmo patamar que seus adversários. Os soldados restantes interrompiam o ataque imediatamente, se organizavam numa velocidade incrível e batiam continência, ignorando toda e qualquer dor que sentiam. Alguns tremiam de medo, mas nada falavam.

Kiska ignorava aquela demonstração de respeito pois estava com seus braços sobre a cabeça, fazendo um tipo de alongamento. Olhando para Ryouji e Lin ela voltava a falar, estranhamente, parecia mais animada que o normal.

- E então garotos, vão me olhar até que eu morra, ou podemos começar?
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Maio 29, 2015 7:16 pm

Com um sorriso no rosto, Ryouji esperava pela resposta da mulher forte que os estava observando, mas nem sequer ouvia a voz dela por ela se virar, o ignorando. Aquilo deixava o garoto extremamente irritado, ele subiria lá para trazê-la pra baixo a força, mas aqueles soldados remanescentes continuavam vindo e o atrapalharia, por isso o Kawano apenas deixava um recado em voz alta quando se virava para os inimigos restantes.

- NÃO DEMORA MUITO! TÔ TE ESPERANDO!

E como estava irritado por ter sido ignorado, dava um soco forte contra a palma da mão.

- Certo, vamos nos divertir mais um pouco enquanto ela não desce...

Ryouji então partia pra cima de mais soldados. Se desligando de tudo o que acontecia onde aquela mulher estava, na entrada da cabine de comando. Ele não via Serah, e nem mesmo Mark tentando atacar Kiska, ele apenas socava a cara de todos os soldados que conseguia encontrar. Eles já estavam com medo e machucados, mas ainda sim lutavam, o Kawano admitia que eles tinham coragem e mesmo que fossem de Skyhold mereciam pelo menos um pouco de seu respeito, mas era quando o comportamento desses soldados mudava, ficando todos em posições ensaiadas, batendo continência, que Ryouji se desprendia da batalha, e seus olhos encontravam a mulher que estava na entrada da cabine enquanto segurava pela gola um dos soldados que havia acabado de ficar inconsciente. O Kawano ficava de boca aberta nos primeiros momentos, acabando por soltar o soldado desacordado. Ela parecia muito maior agora que estava mais próxima, e seu corpo, era realmente muito forte, ele podia sentir aquilo ao ver os músculos dela. E quando Kiska dizia estar pronta, um sorriso insano aparecia no rosto de Ryouji, o garoto estava feliz, muito feliz.

- Pronta... você diz...

Sua excitação perante aquele cenário era claramente visível, e deveria responder a pergunta da mulher não com palavras, e sim com ações. Já estava cansado de esperar, e depois de retirar sua roupa de mergulho, a qual estava usando até agora, ele cerrava seus punhos. Havia colocado a roupa de mergulho por cima das que usava anteriormente, então estava se vestindo em seu modo casual.

- Vamos nessa! Hahaha!

E rindo, Ryouji corria em direção de Kiska, sua velocidade era grande, os soldados que batiam continência não o veriam muito bem durante a corrida, mas o Kawano sabia que sua oponente conseguiria vê-lo, e por isso, quando jogava seu braço direito para trás, pegando força para desferir um soco, deixava o outro braço colado contra o seu próprio tórax, o qual era uma abertura agora por causa do balanço. Teria uma defesa maior, e quando firmava os pés no chão, dando fim a corrida, estava cara-a-cara com sua oponente, e o soco contra o rosto da mesma era desferido. Ryouji era um pouco mais alto que Kiska, e nisso porque ele acabou puxando os genes russos que seu pai possuía, 1.85 metros era sua altura, e por isso seu soco saía levemente de cima para baixo, vindo na diagonal para que acertasse a têmpora de Kiska.
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Maio 30, 2015 7:02 pm

Lin ainda estava assustada pela aparição daquela mulher, algo nela lhe causava uma sensação ruim. Mas mesmo depois de lhe perguntar o nome, Lin era ignorada, aquilo transformava seu susto num ataque de raiva repentino.

- EI!!! EU FALEI COM VOC...

Uma pancada na cabeça fazia Lin cair de bruços no chão, o que fora aquilo? Um soco? Um chute? Um tiro? Não importa, havia doido muito e deixado a garota tonta. Lin se virava de costas pro chão tentando ver de onde viera o ataque, e só ai percebia que estava novamente cercada de inimigos.

- Isso doeu droga!

Eles não davam a mínima para o que ela tinha a dizer, e voltavam a ataca-la. Alguns atiravam contra a garota, outros atacavam com objetos cortantes já que suas armas haviam sido destruídas. Lin enquanto no chão,  girava suas pernas ao mesmo tempo que se levantava, ao muito parecido com "dança de rua", mas obviamente um golpe para se livrar de vários inimigos ao mesmo tempo.

- WOAA!

Sua força fazia inimigos serem arremessados uns em cima dos outros limpando a área a seu redor. Mas não durava muito, pois logo estavam de pé. Lin voltava para sua posição de luta, levando uma das mãos até as costas enquanto a outra permanecia a frente de seu corpo, com a palma aberta.

- Se querem tanto brigar venham todos de uma vez! A grande Lin vai mostrar sua verdadeira força!

Seriedade, foco, determinação, uma chama brilhando em seus olhos, ela estava séria como nunca. Mas o que era aquilo ao longe? Alguém acenando? Um homem? "Droga se contenha Lin, você não precisa acenar de volta, você tem que se focar aqui. Não...posso...acenar......argg..."

Era inútil, ela já estava acenando e sorrindo como idiota.

- Hahaha!! Oiii Quem é você?! Hahaha

Dores, dores e mais dores percorriam todo o seu corpo, ela levou uma grande onda de balas que deixavam hematomas e arranhões enormes em seu corpo.

- Aí! Aí!!! PARA! Aí! ARGG! EU MANDEI PARAR!

Irritada com a situação Lin se preparava para atacar, mas quando se dava conta, todos os soldados paravam de ataca-la, e estavam organizado batendo continência.

- Ah...É isso ai! É melhor obedecerem!

Um sorriso confiante no rosto, as mãos na cintura (uma ainda quebrada) e o peito estufado. Lin estava certa de que sua fúria assustara todos aqueles inimigos, e eles agora haviam parado de ataca-la com medo. Mas sua alegria durava pouco, pois quando se virava de costas ela via novamente aquela mulher, agora muito mais perto. E ela parecia desafia-los para um combate.

Algo dentro de Lin mudava naquele momento, suas pernas lhe mandavam fugir mas sua mente queria lutar. Ela não conseguia bolar uma frase, mas sabia que deveria parar aquela mulher o mais rápido possível. A garota investia contra Kiska sem dizer uma unica palavra, apenas um grito de força.

- AAAAAAH!!!

Ela adoraria acertar um soco, mas uma de suas mãos estava quebrada, por isso, ao mesmo tempo que Ryouji, correndo na direção da mulher Lin tentava chuta-la na horizontal, na altura da cabeça.
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Chiyoko Musashi

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jun 01, 2015 7:33 pm

Nervoso com o soldado anterior que atrapalhava o seu momento de paz, ele caia em cima daquele, e só o peso de ter caído, fazia ele desmaiar. Ele pegava o corpo daquele soldado e atirava em mais outros dois, fazendo-os cair. Um soldado ao seu lado, mirava, indo atirar nele, mas rapidamente, Chiyoko se esquivava para baixo, avançando no soldado e dando um dos golpes de palma de tigre (onde os dedos são fechados como um punho, sem estarem fechados na palma da mão) diretamente no queixo, fazendo-o ficar atordoado.

Eu não fiz nada, eu já disse, só estou de passagem, mendokuse..

Entediado de tudo aquilo, ele novamente retirava sua garrafinha de sakê do bolso, tomando mais alguns goles.

Aaahhhh...

O líquido queimava sua garganta, mas ele adorava aquela sensação, e com um pouco mais de tontura no momento, ele via alguns reflexos de mais 3 soldados à frente.

Ora... mais.. ?.

E assim, ele ficava em posição de luta, até ver todos eles parando de lutar, entrando em continência, e em fila.

Are... ?.

Com uma cara irritada e contrariado, ele ia até eles, olhando-os de perto, e chegando a ficar cutucando outros com o dedo, mas parando logo a seguir, quando via aqueles 2 bravos guerreiros à frente, lutando contra uma mulher bem forte.

Isso pode ser, interessante... 3 bananas lutando...

Ainda bêbado, ele encontrava um container que ficava o mais próximo de onde podia ter a vista da batalha. Ele se sentava lá, cruzando as pernas e usando o braço direito por cima da perna como apoio para a cabeça, olhando-os enquanto esperava passar um pouco do efeito da bebedeira. Aquilo parecia ser uma luta de honra, ou algo do tipo, por isso sua curiosidade ficava maior. Ele não queria atrapalhar a luta deles, mas se alguém fosse aparecer pra atrapalhar, ele iria intervir no mesmo momento. Sabendo ainda que era 2 contra 1, ele percebia sem problema algum que Kiska era bem forte, e que ela estava aceitando aquilo sem medo de fugir, além de alguma coisa que o intrigava junto, algo maligno; por isso ele não pensava de forma alguma ficar à favor dela.
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Yukie Mieko

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Jun 02, 2015 7:27 pm

Yukie observava tudo o que acontecia ali e seu sorriso dava lugar a uma expressão de desapontamento.

- Ann...Ann... Ann... eu esperava mais de você? Nos trocou por isso? Até aquele jornalistazinho idiota que você  chamava de noivo era um pouquinho melhor...

A morena se afastava um pouco de sua parceira, olhando para Moriko por milésimos de segundos, mas a garota dos cabelos cor de rosa entenderia perfeitamente. No mesmo instante em que havia a troca de olhares, as tatuagens vermelhas de Yukie brilhavam e assim que ela colocava a mão para cima, uma aura muito forte surgia e assim um bastão era formado na mão da morena.




- Você não me dá escolha...hm... Roque não é?

Um vento fortíssimo surgia no lugar, dispersando a fumaça da granada que Richard havia jogado próximo dos batalhoides, enquanto Yukie agora encarava Roque.

- Me mostre do que é capaz por ela, Roque, do contrário, não a terá jamais, nós não permitiremos hahaha

Um movimento com o bastão fazia com que algumas rajadas de vento fossem na direção de Roque e Mary Ann. Sua velocidade fazia com que os ventos agissem como lâminas afiadas sendo lançadas.


Última edição por Yukie Mieko em Dom Jun 07, 2015 9:35 pm, editado 1 vez(es)
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Moriko Natsume

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jun 04, 2015 7:36 pm

Moriko já conhecia aquele olhar de sua companheira e assim que sentiu aquele vento suave tocar seu rosto e balançar seus belos cabelos rosa, sentiu que seu corpo começar a inflamar.

- Ora minha queria Ann até parece que nunca foi parte de nós se escondendo dessa maneira hihihi. - Ela se movia com movimentos suaves como se fosse a chama de uma vela, seus cabelos iam lentamente tomando um degrade de vermelho a laranja enquanto falava.
- Huuum que saudade de brincar contigo. Me diga, querida Ann, quando nos dará a oportunidade provarmos um pouco esse lindo corpo? – a voz de Moriko saia num tom repleto de luxúria e ao mesmo tempo provocação - E esses amiguinhos seu? Eles provam desse corpo?

Apesar da provocação, Moriko não perdia seu foco. Era típico de seguidoras de Hina Takako, provocações, tentar brincar com os sentimentos alheios.

- Escuta o que ganhamos se batermos neles e não mata-los? Hihihi Eu sei o que eu quero...

Num movimento rápido jogo os cabelos e Moriko assume posição de ataque.

- Quero brincar com vocês, mas se machucarem minha princesa, eu mato a todos estamos entendidos? – e assim uma bola de fogo começava a rodear Richard que estava focado nos batalhoides
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jun 04, 2015 8:08 pm

"Why me? T^T"

Era isso que Mary Ann repetia em sua mente. Até que Richard mandava ela proteger a retaguarda de Roque. A garota apenas fazia um sinal positivo e voltava seu foco. As duas mulheres ainda falavam com ela.

"Até aquele jornalistazinho idiota que você chamava de noivo era um pouquinho melhor..."

Aquilo irritava a garota.

- Vocês não tem o direito de falar dele! Nunca tiveram e nunca vão ter! - dizia irritada mas logo outra onda de provocações era feita por Moriko. Aquele tom, aquela voz... tudo causava uma aversão grande em Ann. Talvez se não fosse pela situação atual, ela teria passado mal ali mesmo.

"Come on, Ann! Come on!"

E assim a garota balançava a cabeça e chegando a posicionar sua arma na direção de Yukie, mas não tinha tempo para atirar, Ann recuava, chegando a ter alguns arranhões no braço direito.

- Tsc...magia, eu tinha me esquecido que isso existia... melhor mudar de tática. - e assim, Ann pendurava sua sniper e pegava uma AK. - Não dá para fazer acordo com vocês duas, vocês sempre trapaceiam... - E assim Ann começava a atirar em direção a Yukie mesmo que fosse inútil, pelo menos daria para distrair a mulher.


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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Jun 05, 2015 11:09 am

♫Dois batalhóides se aproximavam com ferocidade, lhes pretendiam atacar impiedosamente. Mas não iria acontecer, não enquanto o herói estivesse ali. Ele, Roque Eisenhauer! O defensor de todas as donzelas, das jóias do novo mundo, das luzes de esperança que iluminavam aquele mundo tomado pela escuridão! Sacando apenas duas cartas de seu baralho, Roque se preparava para atacar. Uma em cada mão, encantadas com todo o calor de seu coração, eram arremessadas com maestria, numa pose fabulosamente heroica. As cartas partiam com tanta precisão e poder que adentravam as armaduras dos batalhóides como se fossem de papel (o calor das cartas derretera o metal em instantes) e uma vez na cabine do piloto, explodiam com todo o louvor. Fumaça e vapor fugiam pelas frestas da armadura gigante, e o piloto agora jazia morto♫

♫Não era de seu feitio matar seus inimigos, mas aquele não era apenas Roque, ele estava despertado, proteger suas luzes estava acima de tudo, não se importava com as consequências, ou quantas vezes precisaria agir contra os próprios ideais. Roque, em sua mente, acabara de salvar Mary Ann, mas ainda não havia acabado♫

♫Aquelas palavras, aquelas roupas provocantes, esse sem duvidas era o teste mais difícil que já fora lhe imposto, ele estava tão tenso que poderia infartar a qualquer instante. Seriam elas capazes de ler sua mente? O pobre homem balançava a cabeça tentando tirar aqueles "pensamentos" das ideias e organizar algumas palavras. "Me mostre do que é capaz por ela, Roque, do contrário, não a terá jamais, nós não permitiremos hahaha". Agora não restavam mais dúvidas, aquilo era um teste. Mas as palavras de provocação serviam apenas para deixa-lo ainda mais determinado, e consequentemente mais poderoso♫

Roque: Por que tem que ser assim? Luzes tão belas porém tão corrompidas, preferia morrer a levantar um dedo para feri-las, mas esta infelizmente não é uma opção. Para proteger minha princesa e provar que sou digno! Devo mostrar meu verdadeiro poder!

♫Seu discurso era longo demais, porém, quando percebia que Ann fora ferida, ele finalmente agia. Pegava um grande numero de cartas de seu baralho e as arremessava simultaneamente para frente. As cartas brilhavam intensamente com o calor de seu coração, mas não voavam mais do que 2 metros adiante, elas paravam, e flutuavam no ar. Roque abria seus braços e como um maestro que comanda sua orquestra ele comandava as cartas. Estas em questão de instantes formavam uma barreira que protegia tanto ele quanto Ann daquele vento cortante, mas ao mesmo tempo não impedia a garota de atirar♫

♫Controlar as cartas como um verdadeiro mago, Roque só conseguia fazer isso quando estava muito determinado, em momentos críticos onde sua chama interior (aura do fogo) explodia a todo vapor♫

Roque: Não há o que temer minha luz! Não será machucada novamente, eu não permitirei!

♫Ele levava uma das mãos ao rosto tapando tudo menos um olho. Tudo aquilo era tão errado, por que jóias tão belas deveriam se voltar uma contra a outra? Qual era o problema com aquele mundo?♫

Roque: Me perdoem minhas jóias..

♫E com um movimento de dois dedos da outra mão, suas cartas tomavam uma posição ofensiva, e logo depois se atiravam contra as duas a sua frente, causando uma sequencia de explosões, como se incontáveis granadas fossem atiradas ao mesmo tempo♫


Última edição por Roque Eisenhauer em Seg Jun 08, 2015 5:08 pm, editado 2 vez(es)
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Alerta vermelho, mudança de planos.   Dom Jun 07, 2015 4:18 am

[Navio]

Depois do contra-ataque dos soldados ao grupo que tentava dominar o controle do navio, Kiska começava a se preparar para uma luta, e todos os outros soldados, subitamente paravam o ataque. Para alguns que estivessem bem longe e não soubessem do que se tratava, uma corneta era tocada ao fundo, como atenção à todos, e todos aqueles soldados, em seus treinamentos, sabiam muito bem do que se tratava o som rapidamente tocado, e seguiam em fila. Alguns ainda tremiam diante daquela luta, uns por medo, enquanto faziam continência; e outros, pelas pancadas que haviam levado. Os que não conseguiam ficar em pé nem sequer para ficar em suas posições, faziam continência ali mesmo, e mesmo com a enorme dor que sentiam, eles mantinham suas bocas fechadas. O local virava um palco, definitivamente, e mesmo que o navio não aparentasse ter corredores grandes, eles tentavam ficar ou encostado nos contêineres ou nem sequer ali ficavam, dando o máximo de espaço para aquela batalha que iria acontecer naquele momento. Os batalhóides destruídos anteriormente, nada mais que eram que apenas sucatas impossíveis de serem usadas, inclusive alguns soldados tentavam usar, mas eles estavam totalmente deformados, e seus painéis destruídos com o ferro retorcido por cima (a não ser de fios cortados por causa da ferragem).

[Porto]

Os soldados afetados com a granada de gás que Richard atirava, eram protegidos pela dispersão do gás que Yukie fazia com um forte vento lançado. Os batalhóides que avançavam até Roque e Mary eram parados antes, o que facilitava agora o campo de batalha, principalmente à Richard.

Richard: -Nice One!.

A situação mudava de acordo com aquela "granada de fumaça" ter falhado, mas por sorte, ele ainda não havia usado o seu último recurso, um dos melhores, como poderia descrever: Uma granada de luz. Ele não pensava duas vezes, mas antes de retirar o pino, ele percebia uma bola de fogo, rodeá-lo. Há quanto tempo aquilo estava lá? Sem saber o que fazer, ele ficava com a granada na mão, sem retirar o pino, apenas olhando para o movimento que ela fazia

Richard: -O que faço.. ?

Ele tentava ficar paciente, olhando calmamente a situação, mas aquilo parecia não adiantar, os soldados começavam a avançar mais e mais, e então ele falava em uma altura onde só eles pudessem ouvir.

Richard: -A garota de fogo, ela está me cercando!

Enrascado com o momento, ele ainda pensava que poderia ser pior, porém, o seu celular fazia um toque rápido; um toque programado que havia feito quando a primeira C4 fosse acionado, o toque alertasse quando chegasse a 10 minutos restantes para as C4's explodirem.

Richard: -Droga..

Ele tentava dizer em um tom baixo novamente, mas com o nervosismo de antes, acabava sendo um pouco alto. Talvez Roque ou Mary acabassem ouvindo, tanto ele falando quanto o toque, mas o rapaz estava empenhado em sair de lá no mínimo vivo, com todos. Sem muita escolha, ele voltava a arrumar a besta em suas mãos, carregando-a rapidamente para abater os próximos soldados quando tivesse alguma oportunidade.

Apesar de tudo, 10 minutos talvez possa ser suficiente para abaterem os 30 soldados, e talvez as outras 2 garotas, mas tudo deveria ser calculado, de uma certa forma.

[Objetivo (Navio): Os soldados só poderão voltar ao ataque caso Kiska dê a ordem, o que ainda pode ser difícil, já que uma batalha dela era travada. Objetivo (Porto): Acabar com os soldados, além de Yukie e Moriko, que obviamente seriam as maiores ameaças logo a seguir; ou então fugir, salvando ou não Richard na situação.]


Última edição por Narrador-kun em Seg Jun 08, 2015 8:39 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Último edit necessário para deixar claro o que)
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Serah Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jun 07, 2015 12:30 pm

No rosto de Serah havia um lindo sorriso quando falava com sua mentora, mas não durava muito, logo sentia a mão de Mark sobre o seu ombro e a garota era empurrada para trás, se distanciando de Kiska e ao mesmo tempo vendo seu pai investir contra sua mestra, com uma faca em mãos. Era quando Serah via que seu pai era um dos intrusos, fazendo parte do grupo que queria derrubar Skyhold, que Kiska suspeitava existir.

Tudo acontecia muito rápido, Kiska se deixava ser empurrada, mas impedia com uma facilidade extrema o golpe, desarmando Mark e dizendo algumas palavras a ele antes de empurrá-lo, mas Serah ficava com uma expressão séria e indiferente durante toda aquela cena de ação a pouco menos de um metro a sua frente, a revelação de seu pai ser um intruso e inimigo de Skyhold não a abalava, e era sim a razão mais óbvia de ele estar ali naquele exato momento em que estavam sendo invadidos. Quando sua mentora lhe dizia para aproveitar mais um tempo com seu pai, porque partiriam logo logo, Serah andava calmamente até a grade onde Kiska estava antes, repousando suas mãos por cima, procurando um bom ângulo para assistir a luta que estava para iniciar. Ela sabia que seu pai viria falar com ela novamente, por isso, de costas para Mark, fazia um comentário sobre sua ação anterior.

- Não seja idiota pai. Atacando a Kiska-sama assim... não tem medo de perder a vida?...

Serah tratava seu pai com indiferença, o tom de sua voz no momento representava bem isso, e seus olhos estavam totalmente voltados para a luta de Kiska, mas caso Mark ainda tivesse algo a dizer, ela o responderia sem problemas, afinal, não queria desobedecer as ordens de sua mentora.
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jun 07, 2015 1:11 pm

Se a morte fosse uma pessoa, ela teria os olhos de Kiska. Mark era poupado, por que simplesmente não era visto como uma ameaça, mas isso não impediria ele de ser arrastado de volta para Skyhold e ser troturado na frente da filha por semanas até lhe ser permitido morrer, caso Kiska ganhasse de Ryo e Lin. O Engenheiro Elétrico e Mecânico fora colocado de joelhos com uma simples torção, desarmado e humilhado. Não acreditava que estava "abandonando sua filha novamente", mas as palavras da General do Inferno penetravam em sua mente pois Mark jamais se perdoara por ter se separado de Serah naquela noite nos Helicópteros.

Mas agora, o que mais pegava em seu espírito foi sua ingenuidade. De fato, é de uma inocência extrema achar que Serah não sofreria punições, ou que fosse apenas mantida como refém... Não, Skyhold é perita em lavagem cerebral, mas não. Eles não poderiam ter limpado tudo da mente de sua filha, não com tão poucos anos passados desde a noite fatídica. Ao se levantar e ouvir as duras palavras de Serah, Mark entendia finalmente... sua filha ainda estava sequestrada, ainda estava lá em Skyhold, necessitando de alguém para trazê-la à realidade, ele tinha algum tempo ainda, sabia o que fazer... his last shot.

- Shame on yer old man, heh? - Mark se colocava ao lado de Serah, olhando o começo da luta, ali no convés. - Sua... Kiska-sama é realmente incrível, eu lembro muito bem dela espancando os operários que não conseguiam trabalhar dois turnos completos por mais do que um mês... o pai do pequeno Phillip, seu amigo de escola também recebeu uma boa lição da sua mestra.

Sua voz grave como de costume apresentava uma pequena rouquidão, como se estivesse lutando para sua voz se manter firme. Ele então apertava a grade da escada com força, voltando a falar.

- Se me lembro bem, foi um dos homens dela que tomou a sala de cirurgia que eu havia alugado naquele hospital para o seu parto, como consequência sua mãe morreu ao dar a luz... mas não tem como você se lembrar disso tudo. Tis' good'ya know? Você ter se esquecido de todas as memórias ruins da sua infância, de toda a injustiça e desigualdade... who knows, você se torne uma pessoa mais feliz do que este homem velho e amargurado que é o seu pai.

Abaixava o rosto. Reviver aquelas memórias era uma grande carga para sua mente já danificada e sob toda aquela pressão do momento, mas era necessário. Mark precisava fazer aquilo, precisava resgatar sua filha daquele ninho de cobras... não apenas por ele, mas especialmente, pela pessoa que ele amou toda sua vida.

- But there's sumtin', Cherry... que eu não gostaria que você se esquecesse, por que eu prometi à ela de que você nunca o faria. - Era o momento. De seu bolso Mark retirava um colar, virando-se para sua filha e colocando-o delicadamente em sua mão. - Por favor, pegue isso... é um pequeno amuleto, com a única foto que eu ainda tenho da sua mãe. Do you remember, Cherry? Do como você gostava de ouvir histórias de como eu e sua mãe nos conhecemos, ou do quanto você é parecida com ela? Você me dizia que sempre dormia bem depois de ouvir as histórias dela e as vezes... me contava que ela até te visitava. Por favor, Cherry... pode se esquecer de tudo, pode ignorar tudo, menos isso...

Estava feito. Não haviam ressentimentos é claro, Mark tinha lembranças bem vívidas de Kindra e do laboratório em que trabalhavam juntos antes do mundo se tornar um caos, por isso ele se virava para a cabine novamente e andava até o painel do navio, pronto para reprogramar aquele piloto automático para ir até o porto de Mistyhaven. Talvez Serah se lembrasse de algo, talvez ela simplesmente jogasse fora o pendante, por isso não conseguiria ficar ali ao lado dela para ver sua reação, mas ele sabia que havia platando novamente uma semente e que se a missão fosse completada e Kiska derrotada, ele teria sua filha de volta nos braços.
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Kiska Morozov

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jun 08, 2015 5:39 pm

Ela podia ouvir. A conversa ao longe entre Serah e Mark, samurai ao fundo que os observava, as crianças que se aproximavam em fúria e seus corações batendo em ritmos diferentes, o garoto parecia animado, a garota assustada, mas ambos pretendiam ataca-la. Sem muita estratégia como já era esperado de pessoas tão jovens.

Era hora de começar, mas ela preferia esperar que viessem, abria seus braços e um pequeno sorriso, seu cabelo, agora não mais coberto pelo quepe, esvoaçava na mesma direção que o vento. Aguardava até o ultimo instante, quando o chute de Lin e o soco de Ryouji estavam a poucos centímetros de seu corpo, só então ela agia. Numa velocidade e precisão incríveis Kiska se abaixava jogando seu corpo levemente para o lado, e como se Ryouji fosse um mero objeto ela se enrolava nele chutando a perna de Lin que ainda tocava o solo para que esta perdesse o equilíbrio. Agora as costas de Ryouji estavam expostas, e com a palma de sua mão Kiska segurava na parte de trás da cabeça do garoto, colocava sua própria perna a frente dele e o empurrava com tudo em direção ao chão. Caso o golpe funcionasse Kiska teria Ryouji com o rosto no convés, caso não, ela poderia reagir de acordo. Mas supondo que sim, e Kiska tivesse Ryouji com o rosto afundado no convés ela diria:

- Se divertindo garoto?

E impiedosamente ela o arrastaria por cerca de cinco metros adiante deixando um grande rasgo no convés do navio. Kiska possuía a força e a agilidade necessária para fazer o que fez, mas nenhuma destas capacidades eram superiores as de seus oponentes. A unica coisa, e talvez a mais importante numa batalha que Kiska possuía e aqueles dois não, era a experiência. Claro que em nenhum momento ela desviou sua atenção de Lin, por isso estava mais que apta a se defender caso fosse atacada pela garota.
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jun 08, 2015 6:40 pm

O balanço de seu golpe estava bom, proteção contra um contra-ataque frontal também, e Lin estava atacando junto com ele, mas sua oponente não se movia nem um pouco. Ryouji percebia que havia algo errado, não estava sendo ameaçador ao ponto de fazê-la se mover? O rapaz rangia os dentes quando o golpe estava a centímetros de sua oponente, era quando de uma hora pra outra perdia a visão da militar. Pra onde ela havia ido? Ryouji percebia apenas quando sentia o toque dela em suas costas, que velocidade monstruosa era aquela? Seus olhos se arregalavam e quando ia contestar com uma fala...

- SUA! .... ....

Em um movimento sincronizado de suas mãos e pés, aquela mulher colocava sua cabeça no convés, a afundando no chão daquele navio, e sem dar tempo de reação, Ryouji sentia seu corpo ser arrastado, e todo o chão do convés que despedaçava para dar espaço a cabeça dele doía, mas doía muito, e aquilo para ele significava que sua oponente atual não era pouca coisa, talvez a mais forte que já enfrentou até hoje. Seria isso um azar? Não, ele se sentia o cara mais sortudo do mundo.

Mesmo diante daquela humilhação, o garoto continuava sorrindo e ao ouvir a pergunta de Kiska, Ryouji forçava o seu corpo, e virava aos poucos para que pudesse olhar nos olhos da mulher, agora eram suas costas que destruía o convés, e revelando a ela ainda estar com um sorriso empolgado no rosto, que agora estava agora coberto de sangue, começava o seu contra-ataque. Usava as pernas para se prender no pescoço de Kiska, uma chave de perna para ser mais preciso, e então respondia:

- Você não imagina o quanto!

Ryouji colocava as duas mãos sobre o convés, e usando força nas pernas aplicava um golpe. Com as mãos no convés, erguia seu corpo como se estivesse "plantando bananeira", mas suas pernas ainda prendiam o pescoço de Kiska, e sua intenção era arremessá-la longe, quando seu corpo estivesse totalmente esticado, no auge do arco e da força que aplicava, soltaria o pescoço de sua oponente. Caso ela fosse arremessada, ou não, as mãos de Ryouji cediam por causa da força que teve que usar para anular a força da militar e ainda levantar os dois corpos (seu e dela) subitamente. O Kawano batia com tudo a barriga no convés e via seu mundo girar por um momento...

Ele tentava se levantar em seguida, mas caía de bunda duas vezes antes de conseguir se colocar de pé. E quando o fizesse, riria, seu sangue não fervia assim fazia um mês, estava sentindo mesmo falta de ação. Ryouji passava a mão sobre o rosto, limpando um pouco o sangue que começava a atrapalhar sua visão, além de cuspir um pouco de sangue para o lado.

- Heh. Você é perigosa! Mas eu tenho uma dúvida, tá se divertindo também?

Cerrando os punhos, e mantendo o sorriso no rosto, Ryouji ficava olhando para sua oponente. Atacá-la cegamente não adiantaria, mas ele só tinha isso em que apostar, sua força bruta, e dessa vez esperava que Lin fizesse um movimento antes de ir golpeá-la novamente. Era duro mas o Kawano sabia que sem ajuda, derrubar aquela mulher no momento era impossível, tinha que lutar em equipe, mesmo que ansiasse por uma luta mano-a-mano contra a general de Skyhold.
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Jun 09, 2015 6:08 pm

De repente o céu tomava conta de seus olhos e o mundo todo parecia descer um grande degrau, e Lin caía batendo seu traseiro com tudo no chão. Como se voltasse a ser a criança que treinava contra seu pai e era derrubada com toda a facilidade devido a sua inexperiência.

- AAAA!

"O que eu tava fazendo?! Lin idiota! Se concentra!" Ela batia duas vezes contra  o próprio rosto ainda sentada no chão e se levantava com tudo passando a mão sobre o próprio traseiro.

- Essa doeu...

Quando olhava para Ryouji percebia que o garoto estava com sérios problemas, mas não demorava nada para se safar por conta própria. E naquele momento ela conseguia ver uma oportunidade e investia novamente contra Kiska. Lin ainda usava aquelas roupas de mergulho, tornando toda a sua determinação e seriedade num completo fracasso.

- Ai vou eu! AYAAAA!

Instantes depois que a mulher estivesse de pé, Lin estaria no seu encalço, dessa vez ela não atacava de maneira tão estupida, mas aplicava três socos na altura do rosto e abdome em grande velocidade e força e levantando desta vez não só uma perna, mas o corpo todo, Lin conseguia girar no ar e atacar com um chute na altura do rosto de Kiska. A garota possuía grande força, por isso seus golpes causavam barulhos estrondosos e movimentavam o ar a seu redor.
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Chiyoko Musashi

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jun 11, 2015 7:17 am

Chiyoko observava tudo, com as pernas cruzadas, os braços, e às vezes tomando um gole do sakê que tinha no bolso.

Ooohh... eles são bons...

Dizia curioso, enquanto seus olhos brilhavam como se estivesse vendo uma chama intensa, que crescia cada vez mais ao longo de que tomava seu sakê. Não sabia se estava bêbado o suficiente ou se estariam tacando o seu sakê naquela fogueira.

Hahahah.. manda ver garoto!.

Era uma das únicas coisas que dizia quando via ele fazer o contra-ataque dele, até ver que Lin voltava a atacá-la rapidamente, ficando até impressionado com aquele movimento desengonçado naquela rouba, mas aparentemente bem forte.

Eles são interessantes mesmo..

Apesar disso, ele não deixava de notar aquele rapaz enorme com uma garotinha por perto. No começo ele não pensava em nada, mas notava rapidamente aquele ser, estar meio frustrado, e com alguns traços, ele acabava por acreditar de que ele era algum parente dela, talvez até um pai.

Família.. não é bom se intrometer mesmo..

Dizia em tom baixo, sentindo uma leve dor de cabeça, que ao mesmo tempo o fazia se lembrar da quantidade de vezes que precisou treinar para demonstrar respeito, gratidão, e empenho, pela família dele, coisa que ele não gostava, e evitava.

Mendokusee.. essas imagens novamente.
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Yukie Mieko

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Jun 12, 2015 10:53 pm

O vento afastava aquela fumaça e ainda conseguia acertar Mary Ann, mesmo que de raspão e depois bloqueado pelas cartas. Realmente aquele aliado de Ann não era tão inútil quanto parecia.

- Muito bem... conseguiu defender! Mas não vai ser tão fácil assim!

Um sorriso de satisfação surgia no rosto de Yukie que movia o cajado assim que via a carta sendo lançada em sua direção. Tinha que pensar rápido...pensar...pensar... A garota usava sua grande agilidade (com auxilio da aura ar) para correr das explosões, conseguindo escapar com alguns ferimentos leves.

- Muito bem... conseguiu! Vou te dar um prêmio por me acertar... - E assim uma única rajada de vento ia na direção de um soldado que estava mais próximo do confronto que o aceitável e sua cabeça era cortada. Sangue era espalhado por todo o lugar, o corpo do soldado caia como se fosse um boneco e sua cabeça rolava pelo chão.

Aquela morte assustava os soldados que paravam de avançar e apenas esperavam ordens das garotas, mas em momento algum tirava aquele irritante sorriso do rosto de Yukie. Ela não se importava nem um pouco com seus aliados, apenas com sua companheira.

- Acho que isso está ficando cada vez mais interessante...hahaha

A risada de Yukie mudava. Agora era tomada por um tom psicótico. Em um movimento com o cajado, as tatuagens de Yukie brilhavam num vermelho muito intenso e sua aura escuridão expandia ainda mais. As lâminas de ar que ela lançava em Roque e Mary Ann eram mais rápidas e vinham em direções diversas sem um padrão definido.

- Não se preocupe... no final de tudo, se não estiver tão estragado, você vai ser levado para realizar um bem maior! hahahaha Ela vai adorar você! Com certeza vai nos perdoar!
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Moriko Natsume

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jun 15, 2015 10:02 pm

Ah aquela risada de sua companheira era o sinal de que seus movimentos estavam cada vez mais fortes porém sua sanidade indo junto.

- Ah não acredito que você ousou tocar em minha doce Yukie, você irá sofrer e só morrera depois que ver eu me aproveitar de cada cm dessa aí.

Moriko apontava para Ann com os olhos avermelhados e seu corpo vibrando numa chama intensa.

Num movimento rápido de mãos a mulher dos cabelos de vermelhos controlava a bola de fogo que rodeava o rapaz, apertando a mão direita e fazendo com que a bola se torne uma espécie de gaiola de fogo que ia diminuindo gradativamente

- Eu estou entediada já dessa brincadeira eu vou acabar com isso. Vocês estão estragando tudo!

Com a mão esquerda Moriko atirava contra dez soldados do seu exército vendo-os se contorcer enquanto pegavam fogo.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jun 17, 2015 10:56 am

- Richard, os soldados são nossa menor preocupação agora. Elas não se importam nem um pouco com eles. É assim em skyhold... - Era o que Ann dizia para Richard e então ouvia o que ele dizia.

"A garota de fogo está me cercando"

- Shit!

Não havia tempo, o som que Richard ouvia também era ouvido pela garota que reconheceria de longe. Ann se aproximava de Roque e sussurrava para ele.

- Roque, a gente tem que acelerar e... - Ann parava de falar assim que via Yukie cortando a cabeça do soldado dela e ria sadicamente, assim como Moriko queimando mais soldados. Ann cerrava o punho de raiva, mas tentava se manter calma, seu sucesso, já que seus olhos viam Moriko criando uma prisão de fogo que ia diminuindo gradativamente na direção de Richard... - Isso não é nem um pouco bom... What do I do?

Ann trocava de arma novamente, pegando sua sniper novamente.

- Elas só sem importam uma com a outra, consegue tirar a visão delas Roque? Espero que sim. Eu vou correr e pegar um ponto estratégico pra tentar ajudar melhor... - continuava sussurrando.

Caso Roque conseguisse tirar a visão de Moriko e Yukie, Ann correria até um ponto estratégico e miraria na perna de Moriko, atiraria e torceria para ter acertado.
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jun 17, 2015 9:07 pm

♫Roque controlava as cartas como um verdadeiro maestro, revestidas com uma poderosa aura de fogo eram capazes de bloquear a maioria dos ataques de vento lançados contra eles. Aquilo exigia de Roque uma gigantesca quantidade de energia, mas naquele momento todas as suas reservas estavam ativas, pois a vida de Mary Ann, e também daquele cara lá no fundo dependiam de suas habilidades♫

♫Seu cabelo agora arrepiado e bagunçado, balançava como se sobre efeito de um grande vendaval, sua energia fluía por todo o seu corpo e até mesmo para fora dele. Richard gritava em perigo, mas Roque não conseguia pensar numa maneira de salva-lo, isso é, até que Mary Ann se aproximava e sussurrava em seu ouvido. Naquele momento Roque conseguiu alcançar um novo patamar de poder, graças aquele gracioso sussurro♫

Roque: OOOOOOOOOOOOOH! VAMOS ACELERAR!

♫Como um fantoche de Mary Ann ele estava pronto para fazer tudo o que ela pedisse. Roque fora atingido em um dos braços, o que deixou um corte profundo ali, a dor era forte, mas não era nada comparada a dor de ter suas roupas rasgadas e sua beleza prejudicada. Ann tinha um novo pedido. "Pode tirar a visão delas Roque?"♫

Roque: Por você minha luz, me esquecerei do impossível, pois torna-lo-ei possível! Testemunhe! O poder de um homem apaixonado!

♫Toda a sala se iluminava naquele momento, pois o brilho da magnificência de Roque o destacava dos demais, suas cartas sessavam seu trabalho de escudo, e se lançavam na direção das oponentes, porém não as atingiam, as cartas giravam em volta de seus corpos, a uma distancia de aproximadamente 1,5 metros, a velocidade do giro junto ao brilho emitido por elas prejudicava e muito a visão dos arredores, porém ao mesmo tempo as deixava vulneráveis a ataques externos♫

Roque: Me perdoem minhas joias, mais uma vez.. Me perdoem...

♫Apesar de triste, Roque ainda tentava parecer magnifico, mas se olhassem em seu rosto perceberiam que ele estava no limite. Sua postura, controlar seu baralho daquela forma, aquilo era o auge de seu poder, e em toda a sua vida só foi capaz de utiliza-lo duas vezes, por menos de 20 segundos. Aquele era seu record, e também sua sentença. Seu nariz sangrava, e uma sombra pairava sob seus olhos, sua pele estava pálida e o homem ofegava enquanto tentava manter o sorriso♫
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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   

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