Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Infiltração em alto mar.

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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jun 18, 2015 5:18 pm

[Navio]


Os soldados ainda ficavam em posição de continência, mesmo com aqueles efeitos desastrosos que eram feitas por meio da batalha entre os 3. Por questões de segurança, os mais próximos iam se afastando, e ao longo do tempo, o local ficava mais aberto para aquela luta. Os que estavam machucados eram carregados por um grupo menor que se disponibilizava para o momento justamente pensando neles para não atrapalhá-los, logo tudo era previamente calculado.

[Convés]


Os soldados que iam avançando, paravam ao ver um de seus próprios aliados sendo massacrado em frente a todos por Yukie. Todos ficavam parados ainda, uns olhando para a cara dos outros, tentando não demonstrar desespero, já que não entendiam muito bem o que aconteciam, até o momento em que Moriko acabava ateando fogo em outros 10, logo, os outros 19, em meio ao desespero, fugiam para o lado contrário delas. Alguns ainda nervosos com a situação, chegavam até a fazerem um grupo pequeno, bem longe de onde elas estariam e inclusive do alcance de vista delas. Todos desse grupo menor, que contavam com pelo menos 12 soldados, pareciam querer de uma certa forma se vingar delas, pelo simples fato de terem assassinado seus amigos em frente à eles. Alguns tinham familiares, logo eles não queriam ver seus esforços em vão. Os outros 7 eram contra pois alegavam que aquilo estariam quebrando o código de conduta que havia sido imposto à eles em seus treinamentos, mas a maioria estava ignorando totalmente isso, já que elas não se importavam com eles. Mais cedo ou mais tarde aquilo seria definido de acordo com a situação do campo de batalha.

Richard estava com a granada em mãos, mas não acreditava no que via: Soldados inimigos sendo assassinados como se fossem nada, e pior, por mais que Richard fizesse seu trabalho silenciosamente e sem procurar assassinar ninguém (Como poderiam ver há um bom tempo atrás), ele ficava assustado, e ao mesmo tempo nervoso com a situação. Já não era das melhores, quando percebia que a bola de fogo, se transformava em uma espécie de gaiola, dificultando ainda mais para ele.

Richard: -Malditas...

Dizia em tom baixo, tentando pensar, mas parecia ser tudo em vão. Yukie, por controlar o ar, e Moriko, por controlar o fogo, pareciam ser poderosíssimas inimigas, tanto Yukie para inibir a maior parte dos projéteis que fossem lançados como Moriko que parecia ser uma piromaníaca. Richard respirava fundo e analisava a situação, passo a passo: Roque era ferido gravemente no braço; Mary trocava de arma, para uma sniper, e cochichava com Roque; suas cartas avançavam até as duas, enquanto Mary corria para um local diferente, e começava a mirar a sua sniper; As cartas viravam uma espécie de escudo ao redor delas, e ao mesmo tempo começavam a brilhar intensamente, mas notava ele estar bem fraco para aquilo; logo, ele só pensava em arriscar o momento assim como eles, vendo que a gaiola diminuía cada vez mais. Ele sacava novamente sua besta, e sem medo do resultado que fosse, ele ativava um dispositivo na sua besta, um botão, deixando-a muito mais potente, tanto em força, velocidade, como também em uso de dardos. Além disso, Richard colocava rapidamente 5 dardos, que ficavam presos em suas mangas, cada um com um efeito específico: Um de sonífero (Sua munição principal), um de venenoso (de uma coral [cobra]), um com um pequeno explosivo cronometrado (5 segundos),  um elétrico (com uma carga idêntica a um taser, que duraria 3 segundos), e uma com uma pequena carga criogênica, que congelaria o que estivesse em um raio de 30cm. Ele as utilizava em momentos específicos, apesar delas serem meio pesadas, portanto ele só tentava carregar somente uma única de cada (Todas davam um total de 3kg, sendo 1,5 para cada braço [2 de cada, sendo a de sonífero a que mais usava]), todas elas em um ponto de rápido alcance. Não era a toa de que alguns ainda implicavam de chamá-lo de batman por causa disso, e ele chegava a rir em um tom baixo, enquanto lembrava disso.

Richard: -Heh... eu nunca fui um herói, nem um vilão.. eu só fazia o meu trabalho.. sujo ou não..

Dizia em tom baixo também, mirando sua besta nas pernas delas, o único local que conseguia após aquele festival de cartas que Roque dizia. Sendo possível ou não, ele esperaria para o momento certo, e sem hesitar, ele atiraria assim que fosse possível, de preferência depois de ouvir o barulho da sniper de Mary, ou talvez alguma reação rápida dos pés das garotas ali à frente (caso a sniper dela usasse algum tipo de silenciador).

[Objetivo (Navio): Sem objetivos. Objetivo (Convés): Finalizar o mais rápido possível a luta  contra Yukie e Moriko, e fugir do local.]
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Serah Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jun 18, 2015 8:43 pm

Serah não se preocupava com Mark se colocando ao seu lado naquele momento. As intenções dele não eram atacá-la, ela podia sentir a intenção das pessoas a sua volta, não era tão perfeito quanto a de sua mestre, mas dava para quebrar o galho, afinal, ainda estava em treinamento.

A Sanderson procurava dar atenção ao seu pai naquele momento, suas palavras eram sinceras. Era a história da morte de sua mãe e um pouco de sua infância, memórias que estavam dissipadas em sua mente e que Serah não fazia questão alguma de se lembrar, e por fim, um colar lhe era dado. Quando a garota olhava na foto que havia dentro, aquela mulher se parecia mesmo com ela, logo Mark não estava mentindo e talvez fora mesmo Kiska a culpada pela morte de sua mãe...

Mas, foi isso mesmo? Sua mãe não havia morrido por ter sido fraca no momento em que mais precisava de força? Esses eram ensinamentos de Kiska, sua amada mentora, que depois de tantos anos ao seu lado fez Serah absorver todos eles, e tudo ensinado passou a ser todo o código de moral da garota, logo, diante da história de seu pai, a única coisa que Serah conseguia pensar era que sua mãe foi uma mulher fraca.

Mark entrava na cabine novamente, claramente emocionado, e Serah não havia feito expressão alguma, agia indiferente diante de toda aquela cena, e assim que ficava sozinha novamente, mantinha aquele em mãos, voltando a observar sua mestre lutar, e provavelmente se divertindo. Era agora que a Sanderson finalmente fazia uma expressão, ao se debruçar por cima do encosto da grade onde estava apoiada. Seus olhos se fechavam e ela resmungava para si mesma.

- Que tédio... quando será que vou embora daqui?...

E por estar começando a ficar entediada, pela primeira vez seus olhos, quando estes abriam, não se voltavam para a luta que ainda acontecia, e sim para o colar que estava na mão direita de Serah. Mantendo o braço esticado, ela encarava a foto de quem antes foi sua mãe, deixando um comentário escapar.

- Parecida é?...
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Jun 20, 2015 12:20 am

Quando se focava no trabalho, Mark conseguia desanuviar sua mente das piores situações. Reprogramar o piloto automático era fácil, e ele o fazia nos primeiros minutos da volta a cabine. De relance ele olhava para Serah, pois deixara a porta aberta. Para sua felicidade, ela não jogava fora o amuleto de sua esposa, deixando evidente que seria possível restaurar suas memórias, mas um obstáculo ainda restava.

Mark não é um lutador, ao contrário de Ryouji ou Lin. Eles também deveriam estar cansados de terem lutado tanto contra os outros soldados e os batalhoides e agora com Kiska. Com um forte soco na parede da cabine, o Engenheiro analisava sua opções e é aí que finalmente, ele via uma oportunidade.

- Fuck yeah, it's on!

Rapidamente, assumia os controles do guindaste de bordo do navio. Manuseando as alavancas habilmente, o grande gancho do guindaste balançava como um gigantesco pêndulo e Mark direcionava toda essa inercia para onde Kiska e seus soldados estavam, consequentemente Ryouji e Lin poderiam ser acertados, mas ele ainda tinha como avisá-los.

- Lin! Ryo! Watch your heads!

Usava o comunicador da cabine do navio para projetar sua voz nos auto-falantes espalhados pelo convés, dessa forma eles poderiam ter uma pequena margem de tempo para se esquivar do balanço, que mesmo direcionado à Kiska, era muito grande e muito pesado para se controlar com precisão.
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Kiska Morozov

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jun 21, 2015 1:14 am

Finalmente alguma reação da parte de seus adversários, Kiska odiava situações entediantes e decidiu enfrentar aquelas crianças pois conseguia ver o fogo em seus olhos. Sabia que eram fortes e capazes, e poderiam esquentar seu sangue que já não fervia com ação a muito tempo. Quando o garoto reagia e tentava joga-la para longe, Kiska se deixava ir, mas em pleno ar manejava seu corpo de maneira que pudesse cair de pé. Batendo os dois pés e uma das mãos no chão com força a general se equilibrava, mesmo que a potência daquele arremesso a fizesse deslizar por mais alguns instantes.

Seu olhar se fixava no chão como se ignorasse a presença de seus oponentes. Não era essa verdade, já que naquele momento ela se concentrava em todos os barulhos a sua volta, até mesmo o menor dos ruídos, o vento do mar balançava seus cabelos e estes se mexiam como se possuíssem vida própria. Ela podia escutar o coração da garota a sua frente acelerar, estava vindo, muito próxima. Não poderia responder a pergunta do garoto nem mesmo se quisesse. Três socos eram dados, dois eram desviados, e um lhe acertava no lado esquerdo do rosto fazendo a mulher derramar sangue.

Kiska mantinha o rosto atingido imóvel, mas logo um quarto ataque vinha em sua direção. Justo quando a mulher pensava ter encontrado um oponente a sua altura, Lin estava saltando bem na sua frente, com toda a sua inexperiência. Virando novamente seu rosto Kiska se desviava do chute e mirava uma joelhada na direção da coxa da garota, como Lin estava no ar ela dificilmente seria capaz de reagir. A força era suficiente para partir uma barra de ferro em duas, e depois de aplicado esse golpe Kiska tentaria pegar Lin pelo pescoço e acerta-la contra o chão. Em seguida deixaria seu joelho cair sobre o estomago da garota.

Supondo que tais ataques funcionassem, ela se levantaria encarando Ryouji. Mas um barulho a incomodava, ferro se torcendo, algo se balançando contra o vento, o guindaste é claro. Estava muito próximo agora, mas de maneira alguma aquilo seria capaz de derruba-la. Antes mesmo que Lin e Ryouji, a própria Kiska fora alertada. Pouco antes de ser atingida Kiska tirava seu corpo da trajetória do gancho e agarrava seu cabo de aço com uma das mãos. A mulher era muito forte por isso conseguia parar o objeto no ar, e ao puxa-lo para baixo destruir o material que prendia tal gancho aos cabos de aço. O que fazia o grande objeto de metal ficar livre. Segurando-o com sua mão direita ela falava.

- Então ele ainda pode lutar.

Jogando o gancho aos pés de Ryouji, Kiska voltava a sua mesma expressão de total desinteresse, com seus olhos azuis e frios encarando o garoto, como se esperasse que ele viesse enfrenta-la.
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jun 21, 2015 11:48 am

O Kawano iria atacar assim que Lin terminasse o seu, para pegar Kiska desprevenida, mas não era bem isso o que acontecia, durante os socos de sua parceira, a general de Skyhold nem se movia, ela recebia dois dos golpes, e no terceiro, Lin era contra-atacada de uma forma que o rapaz não conseguiu nem se mexer. Os golpes de Lin foram rápidos, e com certeza ele mesmo não conseguiria esquivar, caso fosse o alvo.

Seu corpo paralisava, e ao tentar movê-lo, o mesmo começava a tremer. Ryouji estava com medo, aquela mulher era forte demais, como conseguiria derrubá-la? "Impossível", ele pensava. Nem desviar ela precisava, era então que ouvia a voz de Mark nos auto-falantes, gritando para eles se afastarem. O Kawano se assustava um pouco, e então ouvia o barulho do guindaste se movimentando, indo em direção de Kiska, e pela primeira vez, viu a mulher dar um passo para o lado, para se esquivar da corrente de aço. Por mais que ela tenha pego a corrente, a destruído e jogado nos pés do garoto, ele agora sabia que não era mesmo impossível fazê-la, pelo menos, recuar, e esse pensamento fazia o seu corpo parar de tremer.

Ryouji estava com a cabeça baixa, olhando a corrente que fez sua adversária "desviar", e ao erguer novamente a cabeça, a expressão em seus olhos era totalmente diferente. Estava mais determinado do que nunca, e seu objetivo?...

"Heh. Eu só quero fazer ela sentir dor..."

Não gostava daquela expressão de sua oponente, se pudesse alterá-la, para ele já seria uma vitória. Com seus punhos cerrados, caminhava calmamente em direção de Kiska, a brisa vinda da maré balançava seus cabelos brancos e irregularmente, seu olho azul emitia um forte brilho, como se emanasse um pouco de energia. Naquele momento Ryouji não sorria, e ao ficar frente a frente com a general, dizia para ela:

- Ei... - Balançando um pouco seu punho direito para pegar impulso para um golpe, continuava. - você ainda não respondeu minha pergunta!

Poderia ser egoísta da parte dele, por estar em um time, e se Lin ainda conseguisse se mexer depois daqueles golpes, mas agora, queria enfrentar a general sozinho, dando tudo o que tinha, não, Ryouji queria ir além e estava determinado a isso. Por isso, depois daquele primeiro soco, viram inúmeros outros. Não importava o que acontecesse, não importava quantos golpes recebesse, o Kawano continuaria com seus punhos e golpes em direção de Kiska. Daria tudo de si, até que seu corpo não conseguisse mais se mover.
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Jun 23, 2015 10:57 am

Lin era bem confiante em sua força e resistência, e estes atributos sempre lhe fizeram capaz de superar as situações mais difíceis. Era capaz de resistir ao mais poderoso dos impactos e superar a força do mais forte dos homens. Quando atingia aquela mulher no rosto com força Lin pensava tê-la em suas mãos. Tudo o que tinha que fazer era finalizar a luta com aquele chute poderoso. Mas no momento em que girava seu corpo no ar Lin sentiu um calafrio, numa fração de segundo ela percebeu que havia cometido um erro, sua oponente não estava atordoada com o primeiro golpe, era o contrário, depois de receber aquele soco a general estava muito mais atenta. Mas não havia como recuar, ela estava em pleno ar e Kiska claramente desviava de seu ataque com facilidade. Só restava a Lin agora confiar em sua resistência para protege-la.

- Drog...

Um barulho, como um estralo, uma dor insuportável em sua coxa, algo ali definitivamente se partiu em dois. Mas a garota não tinha tempo de gritar, Kiska se movia rápido como uma cobra, e não hesitava em seus golpes, eram precisos e pareciam ter anos de planejamento. Os dedos de sua oponente lhe apertavam garganta, e somados a dor em sua perna a faziam perder o equilíbrio e ser jogada no chão.

- Me larga su...KAAH!

Um grito abafado e desprovido de fôlego, pois o joelho de Kiska esmagava sua barriga com força, Lin quase via seu café da manhã novamente, e por um momento quase perdia a consciência. Aquela garota cabeça oca conseguiu sentir medo naquele instante, instante esse que percebeu não ter a mínima chance de vencer seu inimigo, não importa o quanto se esforçasse ou o quanto resistisse, no fim das contas ela morreria sem fazer nenhuma diferença. E Lin não estava pronta pra morrer, não antes de resolver seus assuntos e realizar seu sonho. Estava em conflito consigo mesma, o medo de morrer junto a vontade de vencer. Ela queria se levantar, mas por alguma razão não conseguia tirar as mãos da barriga, ou respirar direito, e sua perna não respondia suas ordens.

- Droga...por que eu sou..
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Chiyoko Musashi

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jun 24, 2015 5:28 pm

Quando Mark entrava na cabine, Chiyoko ficava pensativo, por um momento indo decidir falar com Mark, talvez só para tentar ser amigável, já que ele sentia cheiro de álcool vindo de longe daquele rapaz, ou pelo menos tinha impressão que fosse um companheiro de bebida, talvez somente para saber se poderia falar com ele, até ver que o momento da luta acabava tomando outro rumo.

Chiyoko não é do tipo de cara bonzinho que iria ajudar qualquer um que conhecesse, ainda mais desconhecidos. Para ele, enfrentar lutas, situações, é como enfrentar barreiras, seja quebrando-a, seja pulando por cima, cavando um buraco, tudo em seu preço: quebrando sua própria mão, caindo inúmeras vezes, ou até mesmo perder suas unhas enquanto cava. Porém, o rapaz tinha em mente que a morte não era necessária, tendo em visto que é o fim de um aprendizado, principalmente odiava covardia ou falta de piedade. Novamente falando, mesmo que Kiska estivesse enfrentando 2 pessoas, ele sabia muito bem só de observá-la que ela era bem forte, logo tinha um equilíbrio na luta.

Eu.. não acredito que estou pra fazer isso..

Dizia suspirando, guardando finalmente sua pequena garrafa de porcelana de sakê, feita artesanalmente (A garrafa), em seu bolso, e saindo de cima do contêiner, se aproximando um pouco de Lin mas mantendo pelo menos 5 metros de distância. O rapaz se abaixava, ficando com os joelhos para cima, e o tronco para baixo, além dos braços por cima das pernas, olhando. Nesse momento, ele observava rapidamente o caso de Ryouji querendo atacá-la sem parar, com uma rajada infinita de golpes, nesse momento, se ela recuasse, ele tentaria falar com Lin caso ela estivesse finalmente livre das mãos de Kiska.
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Yukie Mieko

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Jun 26, 2015 8:19 pm

Yukie esperava um ataque de Roque, mas não aquela luz intensa rodeando as duas. Aquilo dava tempo o suficiente para aquele perfume se mover e um tiro ser disparado. Porém onde? Nada vinha em sua direção, mas sim de...

- Moriko!

Provavelmente o tiro acertaria sua companheira. Aquilo enfurecia Yukie a um ponto que uma explosão de vento surgia, provavelmente empurrando Roque que já não estaria tão forte. Assim como aquele homem, aquele era o máximo da garota dos ventos, mas era o suficiente para protegê-las de qualquer projetil lançado após o tiro de Mary Ann.

- Minha rosa, eles te feriram? - falava preocupada e aquilo provava que Ann realmente conhecia aquelas duas.

Os ventos não parariam até que todos os demais projeteis fossem destruídos pela força destrutora das lâminas de ar que as protegiam.

- Já chega... não tem mais graça e...

Mais uma distração era iniciada, distração que daria tempo dos oponentes delas escaparem. 12 soldados idiotas corriam na direção das garotas em uma rebelião imperdoável para Skyhold. O que eles pensavam estar fazendo? Eram idiotas? Normalmente seria fácil acabar com aquelas criaturas insignificantes. Porém naquele instante a energia de Yukie estava baixa apenas dois eram atingidos por uma lâmina não tão forte e estes saiam voando até encontrar uma parede infeliz e terem seus pescoços cortados, mas não o suficiente para decapita-los como o soldado anterior que ela havia matado.

- Idiotas...
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Moriko Natsume

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Jun 27, 2015 8:56 am

Moriko sente uma pontada forte na perna e para não deixar mostrar e preocupar sua doce companheira a garota de fogo apenas sorri.

- Apenas um pouco minha linda, você me protegeu. Já chega! Sobre minha promessa de deixar seu amiguinho vivo, doce Ann, ela foi pro espaço!

Num movimento de fechar com a mão direita a jaula de fogo que prendia Richard começa a se fechar mais rápido e o fogo começava a ficar num tom mais avermelhado mais intenso que o comum. Esse fogo não somente o iria queimar por fora como penetrar em seu corpo e o queimar por dentro.
Aquilo era satisfatório, mas não era o bastante, porém a revolta dos soldados começava. Os olhos da garota se enchiam de ódio ao ver aqueles insignificantes se virando contra elas.

- Imbecis!

Com os olhos "pegando fogo" a jovem estica a mão esquerda e cria uma espécie de chicote de fogo jogando em direção aos soldados, com o choque do fogo e o vento que o golpe fazia chegava até a ser divertido vê-los desesperados por terem seus corpos queimando. Tentavam apagar inutilmente, aquela chama só se extinguiria quando eles caísse mortos.

- Isso não acaba aqui, por serem tão estúpidos e cogitarem trair a grande Skyhold, iremos atrás da família de cada um para brincar. Basta pedir permissão a chefe e se a conheço bem, ela nos dará essa honra.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jun 28, 2015 5:36 pm

"Sobre minha promessa de deixar seu amiguinho vivo, doce Ann, ela foi pro espaço! "

Ann arregalava os olhos. Aquilo não deveria terminar daquela forma e... Por impulso ela saia correndo na direção de Richard

- Please! Don't.... - Não dava tempo. Tudo fora rápido demais e... - Shit man! Shit!

Ann olhava para Roque e ele parecia péssimo. Agora só restava uma alternativa.

- Sorry Richard...

Dizia se segurando para não desabar em lágrimas e ia até Roque. A garota o puxava pelo braço, correndo na direção do carro que eles haviam usado para chegar ali.

- Let's go man! Não temos mais tempo...

Quando chegavam, Ann jogava Roque de qualquer jeito dentro do veículo e entrava logo em seguida.
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Roque Eisenhauer

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Jun 30, 2015 4:56 pm

♫Poderosas demais, seu coração pesava por ter sido responsável pelo ferimento causado a uma delas, mas toda a sua coragem retornava quando ele pensava estar protegendo Mary Ann. Nunca pensou que seria tão difícil escolher o que deveria proteger. As jóias que enfrentava estavam agora furiosas, e contra atacavam sem piedade. Roque calculou mal suas próprias capacidades e agora pagava caro por isso. Sua visão se escurecia e seu corpo já não lhe respondia mais. Ele via Richard nas proximidades, mesmo que apagado pela presença de tanto brilho e pensava, "Eu preciso salva-lo". Não era apenas a vida daquele homem que estava em perigo, estavam também em jogo as lágrimas das jóias que se importavam com ele, mesmo que não o conhecesse Roque sabia que haveria alguém chorando por ele caso morresse ali, ele não queria permitir isso. Estendendo seu braço na direção de Richard Roque tentava usar suas ultimas forças para salvar seu aliado. Mas o que ele poderia fazer? O inimigo era forte demais, o azar zombara dos três do inicio ao fim daquela missão, e o poder de Roque não era capaz de alcançar a Richard, com o braço estendido ele fraquejava em seu próximo passo, e começava a despencar para frente. Tudo se apagava e Roque pensava ser o fim. Mas uma luz se aproximava e o segurava com força, puxando-o com ela, uma luz cujo calor não diminuiu mesmo diante daquela difícil decisão. Ele sabia que ela tivera que fazer uma escolha, uma escolha necessária, mas mesmo assim não conseguia aceitar e esticava sua mão novamente para Richard♫

Roque: Não podemos deixa-lo... Elas vão chorar..

♫Seu corpo estava gelado e fraco, sua pele pálida como a neve, e quando era jogado dentro do carro perdia a consciência de imediato. Mas mesmo desmaiado ele desejava voltar e tirar Richard daquela situação♫
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Ter Jun 30, 2015 10:17 pm

[Convés]

O rapaz estava de uma certa forma sem saída. Toda aquela situação estava cada vez mais difícil de controlar, e ele não estava mais sabendo como agir ou pensar. Talvez seria o fato de não ter poderes igual aos outros, talvez de ter se precipitado demais, ou de ter errado em alguma coisa, mas no que, afinal?
Seu rosto suava frio, mesmo depois de ter atirado aqueles dardos. Ele não sabia mais o que poderia ser feito, impedido. Ele se sentia não só emboscado, como também em risco total, até o momento em que ele via aquela jaula querendo ficar cada vez menor. Como ele estava abaixado, suas pernas estavam contraídas, então ele só precisaria evitar o que poderia se tornar pior ao momento, e sem muita dúvida ou escolha, ele se jogava para fora da jaula. Uma parte do seu corpo queimava logo de começo, mas estava começando a agir na pele, então por desespero, ele sacava rapidamente uma granada criogênica, e atirando sobre si, enquanto se abaixava. Ele sabia que isso seria arriscado demais, mas não tinha muito o que fazer. e assim, todo o exterior do seu corpo começava a congelar, aos poucos, evitando que o fogo pudesse se tornar pior. Sua roupa chegava a dissipar uma boa parte do calor, mas não podia evitar tanto o frio, pela mudança repentina de temperatura, então o choque térmico o afetava em um alto nível, como se estivesse recebendo uma descarga elétrica, mas ele se continha, olhava até o último momento e saía da cortina em que fizera. Seu corpo estava bem danificado, mas ele ainda se continha, em sua insanidade, ele via e notava que o fogo se extinguia, então logo ele caía sobre o chão, tentando rolar sobre o mesmo para garantir que o fogo havia sumido por completo, e conseguia, em uma grande parte. Porém, sua pele estava pálida, sua roupa queimada, além de alguns cantos do seu corpo, e andando mais alguns passos, ele via finalmente, Mary e Roque à frente. Ele esticava a mão à eles, e caia sobre o chão, desmaiando de dor.
Ele havia escapado da maior parte dos problemas, mas estava em situação de risco. Ele respirava ainda, mas com dificuldade. O ar que inalava da granada criogênica tinha congelado um pouco do seu esôfago e quase os pulmões, com um pouco de sorte. Se ele não receber atendimento em pelo menos 4 horas, ele acabará morrendo.

O jipe deles não estava tão longe dali, e ele pode ser resgatado caso ainda dê tempo. (Levando em conta de que Mary soubesse dirigir).
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Kiska Morozov

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jul 02, 2015 1:52 pm

Em quase todas as suas experiências em campo Kiska preferia eliminar seus inimigos da maneira mais fácil, mas aquelas crianças chamaram sua atenção, eram do povo de DragonLand, a única nação capaz de impedir o avanço de Skyhold, e lar dos maiores guerreiros de todo o mundo sem duvidas. O que elas poderiam mostrar? O que teriam para oferecer? Eram estas suas curiosidades. Mas Kiska cometeu um erro, era cedo demais. Cedo demais para testar suas habilidades, por isso acabava perdendo o interesse em meio a batalha.

- ...

Ela não respondia Ryouji, nem se preocupava com a presença daquele samurai, que se aproximava da garota caída. Ryouji vinha num ataque furioso em sua direção, com golpes violentos e aleatórios. Kiska recebia a grande maioria desses ataques, e contra atacava da mesma maneira. Apesar da precisão de seus golpes, mirando a têmpora, o pescoço, o estomago, e as articulações, o garoto não caía. Era tão resistente quanto falador, mas acabava convencendo Kiska a entrar no seu jogo. Por cerca de cinco minutos ela trocava golpes com Ryouji, mas não parecia estar se divertindo nem um pouco. Porém, num determinado instante, Kiska afastava Ryouji com um chute na barriga e encarava o céu atentamente. Como se seus olhos procurassem alguma coisa, e seus ouvidos escutassem algo que já era esperado.
De repente, um barulho de hélices poderia ser ouvido, e um grande helicóptero se aproximava ao longe. Ryouji que, como foi dito a atacaria até que suas forças se acabassem, provavelmente tentaria acerta-la de novo. Se isso acontecesse, Kiska o seguraria pelo pulso, puxando-o no mesmo sentido para qual o golpe fora aplicado, com a intenção de fazer Ryouji perder o equilíbrio. Ao mesmo tempo com a outra mão, apertaria a parte de trás da cabeça do garoto, e o empurraria contra o chão. Se ele caísse, Kiska estaria com um dos joelhos sobre suas costas, com uma mão em sua cabeça e a outra torcendo seu braço para trás, ela forçaria o braço do garoto rapidamente até escutar seu osso se partir, e quando isso acontecesse ela se levantaria tirando o cabelo do rosto, e limpando o sangue que escorria de sua boca, proveniente dos cortes internos causados pelos golpes de Ryouji, mas não aparentava estar muito cansada. E assim ela aguardava o helicóptero de seu esquadrão pessoal, cuja presença ela solicitou quando escutou os intrusos invadirem o navio, e apertou o pequeno botão no dispositivo em seu pulso. Sua intenção nunca fora defender aquele navio, o seu único propósito naquela expedição era confirmar uma coisa.
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qui Jul 02, 2015 2:29 pm


Quantas vezes já havia caído com as costas ou de cara no chão? Ryouji não sabia, havia perdido a conta na terceira vez e também nem se importava com isso. Para ele, se levantar e continuar a golpear sua inimiga toda vez que caía no chão era o suficiente. Aquela chama em seus olhos, a paixão por lutas, era o que Ryouji sentia sempre quando trocava golpes com outra pessoa, e a maldição de seu olho esquerdo só fazia aquele sentimento aumentar ainda mais. Mesmo ferido em várias partes do corpo, Ryouji continuava a sorrir, sorriso este que era bem sincero. E quando Kiska acabava entrando em seu jogo, trocando finalmente golpe com ele, o rapaz dizia para ela, animado:





Agora é até alguém cair, Soldado-san!








E cinco minutos se passavam desde então. Socos atrás de socos, e a distância nunca diminuindo, a chama de seus olhos sempre intensas encarando o olhar sem interesse daquela mulher a sua frente, um olhar frio que chegava a dar arrepios em qualquer um, mas não em Ryouji naquele momento, estava determinado a acertá-la com tanta força que ela pudesse perder o equilíbrio no final, mas aquilo não aconteceria...

O Kawano começava a sentir o seu corpo mais pesado, não começando a respondê-lo muito bem, e seus pulmões clamavam por um descanso, por mais ar... sim, ele havia chegado em seu limite, mesmo que sua resistência fosse monstruosa, o interior de seu corpo fraquejava, e era quando sentia o chute de sua oponente, o afastando dela momentaneamente.




O que ela fazia? Olhava para o céu e segundos depois Ryouji entendia, o barulho de uma hélice, um helicóptero estava chegando. Por quê? Não importava, ele queria terminar aquilo, queria terminar aquela luta e não deixá-la incompleta.

- AAAAAAHHHHHH!!!

Com um grito, e juntando todo o resto de força que tinha, dava passos rápidos em direção de Kiska e então tentava desferir um soco com tudo o que tinha, e infelizmente, a mulher o parava, segurando seu pulso. O que ela era? Um tipo de monstro? Era forte demais e naquele momento ele aceitava algo que já sabia desde o começo da luta. "Ela é mais forte do que eu...". Como um novato contra um mestre impiedoso, Ryouji recebia todos os golpes seguintes, não conseguindo oferecer resistência alguma, estava em seu limite. E quando via seu rosto contra o convés daquele navio, sentia o osso de seu braço direito quebrando. A dor foi insana, mas Ryouji apenas fechava seus olhos com força e rangia os dentes. Já havia sentido aquela dor tantas vezes em sua briga de rua, mas por que daquela vez doía mais? Talvez por ela ser experiente?... Não importava, a dor não o deixava pensar direito, o que já não era seu ponto forte.

Apenas segundos foram necessários para que a dor passasse um pouco e que ele pudesse abrir sua boca novamente para falar algo normalmente. Quer dizer, falar algo que desse para entender... ofegante e apenas com o olho direito aberto ele procurava olhar sua oponente, que se mantinha de pé e sem demonstrar muito cansaço a sua frente, como aquilo o frustrava, mas também o fazia sorrir, agora mais que nunca queria socar a cara dela pra fazê-la expressar alguma coisa. Enfim, com a voz ofegante, ele fazia uma última pergunta a ela.

- Tch... hehe... sua desgraçada... qual é o seu nome?... É forte... demais...
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Jul 03, 2015 9:43 am

A pequena Harzgard estava com sua dignidade mais ferida que seu corpo, queria se levantar e continuar lutando, mas aquele ataque que recebera na perna não a deixava ficar de pé.

- SE MEXE DROGA!

Cada vez que tentava mexer sua perna a dor aumentava, mas ela não dava a mínima e continuava tentando. Enquanto se esforçava, finalmente percebia a presença de uma outra pessoa, um homem vestido como alguém de DragonLand se aproximava. Lin era uma porta quando o assunto era sentir auras ou se concentrar, por isso até agora não fazia ideia de que aquela pessoa estava ali.

- Eh? Quem é você?! Da onde cê saiu?!

A garota não recusaria nenhuma ajuda com sua perna, já que isso no momento era o que ela mais precisava. Quando voltava seus olhos para Ryouji o via numa troca de golpes violenta com aquela mulher, mas ele parecia estar na desvantagem.

- PEGA ELA RYOUJI! EU JÁ VOU AI TE AJUDAR! Deixa só eu me levantar daqui pra você ver sua esquisita eu..

Quando tentava se levantar de novo Lin escutava outro estralo e sua perna doía como se estivessem cortando-a em mil pedaços.

- AAAAAAAAAAH! Droga! Sério aguenta só mais um pouco!

Mas mesmo depois de muito se esforçar ela não tinha nenhum sucesso, e Ryouji acabava caindo.

- Sai de cima dele!

Lin tentava ir até lá, mesmo que se arrastando mas obviamente não conseguia a tempo, e Ryouji tinha seu braço quebrado.

- Não brinca... RYOUJIII!!
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Chiyoko Musashi

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Jul 04, 2015 1:13 pm

Chiyoko observava a garota, ficando para ajudá-la, com apenas uma exceção: Ela ignorava tudo ao redor justamente para continuar com o erro que havia sido cometido. Ele suspirava, se levantando, cruzando os braços e olhando para Ryouji e Kiska. Ele sabia que algo do tipo iria acontecer, mas não evitava nada daquilo.

É.. vocês não tem jeito.

Ele suspirava, esticando a mão para Lin no mínimo tentar ficar de pé, isso se fosse a verdadeira intenção e vontade dela, mas ele não hesitava em falar à eles.

Já acabou, vocês devem deixar o que aconteceu, para trás, e aprenderem com isso.

Era muito óbvio que eles iriam se recusar à isso, pois Chiyoko já havia passado por isso, várias e várias vezes, porém, um conselho a mais, talvez em uma situação "crítica", como poderia dizer, talvez eles no mínimo ouviriam a voz da razão. Ele não fazia isso por mal, mas queria dar por entender que era a melhor escolha.

O objetivo de vocês está completo, não é mesmo? Então.

Ele podia não saber do que se tratava, mas tinha certeza de que algo já estava determinado ali, pelo simples fato de que sentia as auras deles quando estava dormindo, não podia negar que aquilo era "bem incomum" para acontecer, além da imensa quantidade de barulhos que ouvia junto. O treino no qual o rapaz teve que se dedicar, deixava evidente as suas capacidades, e mesmo aparentando ser um estúpido cabeça oca, ele agia às vezes como um adulto chato sem perceber.
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Yukie Mieko

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sab Jul 04, 2015 4:22 pm

Toda aquela demonstração de ira de Moriko... aquilo fazia a mente de Yukie viajar. Adorava ver sua companheira daquele jeito e... Por um breve momento, Yukie notava uma pequena falha. Aquele homem ainda estava ali, vivo apesar de que não duraria muito, e Mary Ann colocava o garoto esquisito no carro. Ainda poderia voltar e ...

- Até parece...

Pegava de um dos corpos sem cabeça uma adaga e começava a caminhar na direção do corpo desacordado de Richard.

- Que vai conseguir haha

Ria baixinho e assim que chegava ao lado do corpo do rapaz, sentando-se no chão, ela olhava para o veículo que iria escapar e dava um sorriso sínico. Agora Yukie tinha certeza, ele ainda estava vivo. A garota o olhava e sua expressão mudava imediatamente para a de preocupação.

- Pobrezinho... deve estar doendo tanto, não é?

Acariciava o rosto do rapaz como uma irmã faria com seu irmão doente e então abaixava o rosto e sussurrava próximo ao ouvido de Richard.

- Não se preocupe... eu vou cuidar de você.

Um beijo no rosto do rapaz era dado ao mesmo tempo que a adaga que havia pego de um de seus soldados era cravada no coração de Richard. Aquele homem agora já não seria mais problema. Se endireitava e, algo apitava novamente? De onde vinha aquele som? Tateava aquele que havia acabado de matar e achava o celular do rapaz que marcava algo...

- Então era isso? - Só então Yukie entendia o que eles foram fazer ali. Se levantava num pulo e olhava para Moriko. - Por mais que seja excitante te ver assim tão furiosa, temos que sair daqui agora! Vai explodir!

E assim Yukie se virava e começava a sair correndo daquela região, sendo acompanhada pelos 6 soldados que sobraram e que mostraram-se leais à Skyhold e o sétimo soldado ajudaria Moriko a correr, já que ela estava com a perna ferida.
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Moriko Natsume

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jul 05, 2015 12:04 pm

Moriko ainda estava enfurecida com aquela situação que nem havia notado Richard escapar, mas como sempre sua doce companheira a trazia de volta a realidade, dessa vez a fazendo perceber que tudo estava próximo de explodir.
A adrenalina da luta começava a baixar e junto a dor em sua perna retornava. Quando Moriko tentava correr sem ajuda não conseguia e era obrigada a aceitar se apoia-se no soldado para sair dali.

- Escute bem, sem gracinhas ou eu faço você virar comida de peixe também, estamos entendidos?

A jovem falava num tom zombeteiro porém com uma expressão séria. Porém o soldado fazia que sim com a cabeça suando frio com a situação. Não demorava muito para que as duas estivessem em segurança, uma ao lado da outra. A jovem admirava Yukie por alguns segundos e retornava a sua memória ela ter salvado sua vida durante a luta.

- Ah minha doce Yukie, eu ainda matarei a todo eles e te darei de presente a cabeça de cada um.

E assim, a dupla retornava para Skyhold, para reportar uma falha aos líderes.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Dom Jul 05, 2015 12:20 pm

A adrenalina. Por causa da adrenalina do momento Mary Ann não havia visto inicialmente que Richard conseguiu escapar daquela armadilha mortal até ouvir Roque falando e esticando os braços pouco antes de desmaiar e ser colocado no carro. Ann olhava para trás e via a ultima tentativa de Richard alcança-los.

- Shit! - A garota chegava a tentar correr na direção de Richard, mas parava assim que via Yukie já próxima dele. Aquelas palavras gelavam a alma da garota que dava meia volta imediatamente. - Sorry Richard!

Ela se desculpava de novo e entrava no carro. A ultima coisa que via era Yukie dando uma punhalada no coração do rapaz. Aquilo era demais. A garota das armas ligava o veículo e saia em disparado para o mais longe possivel. Apenas quando estivessem em segurança ela pararia pro alguns segundos para se recuperar de todo aquele choque. Ela sabia que teria que informar a uma pessoa sobre aquela morte e não tinha certeza se conseguiria. Encostava a cabeça no volante enquanto tentava pensar.

- Maybe Mark can help me... é isso...

E após essa conclusão, Ann voltava a dirigir, dessa vez com mais calma, tinha que levar Roque de volta para que se recuperasse totalmente.
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jul 06, 2015 6:51 pm


O garoto tentava se rastejar em direção aos amigos, enquanto ele mal conseguia sentir a ponta dos dedos das mãos e dos pés, ele esticava o braço mas não conseguia, e então, ele colocava o rosto sobre o chão. Um flashback surgia, de quando seus pais estavam vivos.

[Flashback]

Dois garotos se aproximavam de seu pai, que não aparentando muito velho, fumava um cachimbo na sacada de sua casa, enquanto observava os seus campos e os de seus vizinhos. Não tinham muita coisa desde o começo da guerra, mas ele sim tentava se manter sano e paciente. Os garotos chegavam até o rapaz, e o mais novo perguntava:

Richard: Papai, qual é o seu sonho?.

O homem, de barba um pouco grisalha, se aproximava dele, colocando a mão em sua cabeça, e dizia:

-Meu sonho é ver vocês felizes, é ver todos os meus amigos e vizinhos felizes, terem o que comer, aonde viver, e principalmente, serem acolhidos por alguém. Eu não estarei aqui por tanto tempo, eu suponho, com essa guerra pelo menos..

Ele atirava o ar pesado dos pulmões, pelo cachimbo, para o alto, e agora, se abaixava um pouco mais ao pequeno.

-Sei que você e seu irmão encontrarão alguém que possa os acolher. Eu não peço por vingança, eu só peço para que bons tempos retornem ao fim desse. Eu ficaria muito orgulhoso, se você lutasse por esse sonho. Não somos tão fortes quanto parecemos, mas quando acreditamos que existe algo ao que lutar, essa força fica muito maior..

E assim, aquele sujeito se levantava, sorrindo para o garoto.

-E eu luto por vocês, pois são meus filhos.. e família, a gente nunca os abandona..

Richard ficava contente, saindo dali, e indo procurar o irmão, que sem ninguém saber, estava escondido atrás de uma parede ali próxima, ouvindo tudo o que ambos diziam.

...

Henry saia dali logo em seguida, com aquele pensamento revirado pelo resto de seu dia

[Fim do flashback]

Richard não conseguia falar nada, apenas sentia uma tremenda dor, e só percebia que a sua garganta havia sido queimada depois de pouco tempo. Ele a via, mas em momento algum, seu olhar mudava. Ele sentia repúdio daquela garota, que parecia não se importar com nada, nem com ninguém. Aquele olhar dele, não mudava logo depois de presenciar ela matando seus próprios companheiros, que nem isso ela deveria os chamar. Ele a olhava com um olhar de profundo ódio e raiva, deixando de lado até mesmo o desespero que sentia no momento, e então, o golpe final, uma facada no coração. O garoto mal conseguia falar, e agora, sua roupa ficava encharcada de sangue, assim como sua boca também. Ele virava o rosto, e seu óculos caia ao chão, deixando finalmente a sua vida ser tomada nas mãos daquela mulher.
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Henry Euler

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Seg Jul 06, 2015 7:04 pm


۞ Henry estava em um dia de folga, estava em casa, fazendo um pouco de café. Era uma das poucas coisas que o acalmava, até então ele sentir alguma coisa estranha, uma espécie de pontada bem no coração, que era tão forte, que acabava deixando a própria xícara cair no chão. ۞

Argh, mas.. o que.. é isso...

۞ Ele se segurava em uma cadeira, se sentando ao chão, um pouco afastado dos cacos. Por sorte a caneca era de cerâmica, e não havia nada dentro dela. O rapaz fechava os olhos, e com dificuldade de abrir, ele pensava. ۞

Que sensação.. ruim.. é essa...

۞ Ele colocava a mão esquerda por cima do próprio coração, tentando entender o que havia acontecido, e ficava pensando, ao longo do tempo. Seu irmão estava em missão, sendo a primeira vez em grupo. Talvez alguma coisa tivesse dado errado. ۞

Ani..ki..

۞ Ele nunca foi de demonstrar algum tipo de sentimento aos outros, sendo ele no caso de afeto, que tinha pelo seu irmão. O rapaz se encolhia no chão, segurando as mangas da própria blusa, de cabeça baixa. ۞

Não me diga que...

۞ E assim, ele tentava evitar de pensar no pior, enquanto um flashback de quando crianças, surgia em sua cabeça. ۞

[Flashback]

↘Richard: Eu estou com medo..

↘Henry: Do que?.

↘Richard: Do futuro. O que.. será de nós?.

↘Henry: Você sabe.. só podemos contar um com o outro, mesmo quando estávamos sobrevivendo.

↘Richard: ..Tem razão..

[Fim do flashback]

Seu.. idiota.. você não deveria.. ter falado isso, quando.. eu sempre me preocupei com você...

۞ Sem perceber, o rapaz acabava lacrimejando, segurando a sua voz, em uma mistura de tensão, medo e tristeza, se segurando em suas próprias roupas enquanto rezava silenciosamente para si, com o intuito de não receber más notícias. ۞


Última edição por Henry Euler em Sab Jul 25, 2015 1:44 pm, editado 1 vez(es)
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Kiska Morozov

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jul 08, 2015 10:53 am

Não demorava muito, e o helicóptero pairava adjacente ao navio, Kiska sabia que aquela era hora de partir e estava pronta para faze-lo. Um dos soldados trazia de volta suas coisas, seu sobretudo, armas e quepe, e ao mesmo tempo esperava as ordens de sua general. Ryouji o garoto, insistia em saber o nome de Kiska, mas fazer com que soubessem seu nome não era sua prioridade.

- Talvez eu te diga, numa próxima vez.

A general levantava sua voz pela primeira vez

- Serah! Espero que já tenha terminado, estamos de saída.

Enquanto caminhava na direção de seu helicóptero Kiska escutava a pergunta de um dos soldados.

- General, e quanto ao navio?

- Nós o perdemos, não pode ver?

E levantando um pouco sua cabeça ela levava uma das mãos ao queixo, como se pensasse em alguma coisa.

- Um ataque pirata. Não é comum nessa região? Abandonem o navio, estamos indo embora.

Dar aquele navio a seus "inimigos", gerava grande dúvida entre os soldados, mas nenhum deles tinha a coragem ou autoridade para falar contra as ordens de Morozov, e sabiam que se algum dos relatórios fosse diferente do que ela lhes havia dito, as consequências não seriam felizes. Kiska queria encobrir aquele ocorrido, aquele que lhe permitiu confirmar a existência de uma "Resistência" em Shadowrealm, mas se permitisse que a noticia vazasse, tal resistência seria rapidamente eliminada, não haveria guerra, nem batalhas, apenas um massacre desinteressante. Os soldados começavam a recuar de volta aos navios menores que cercavam o transportador de cargas, e sem demora todo o convés já estava vazio. Kiska subia em seu helicóptero e aguardava Serah, enquanto um de seus soldados, que apontava uma grande arma para os jovens caídos lhe perguntava.

- E quanto a eles?

- Vão viver. Já lhe disse uma vez, não tenho interesse em cadáveres.
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Serah Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jul 08, 2015 4:40 pm

"Não é tão impressionante... por que meu coração bate mais forte quando olho pra isso?"

Serah estava em dúvida, enquanto se perdia olhando para a foto daquela mulher que se parecia com ela. Porém, sua mentora a chamava, já era hora de ir e a garota voltava a si com um pulo, fechando sua mão, o que fechava o "compartimento" em que aquela pequena foto estava no colar. Seus olhos procuravam Kiska rapidamente, e quando a via de pé e seus inimigos derrotados, um sorriso surgia no rosto da garota, e fechando os olhos animada acenava para sua mestre, a respondendo na mesma animação.

- Já tô descendo! Hahaha!

E assim ela se virava, vendo seu pai dentro da cabine. Seu rosto voltava a ficar sem expressão alguma, e como uma boa pupila, seguia o que Kiska havia dito, que deveria passar um tempo com Mark, por isso se despedia normalmente e com um tom de voz monótono.

- Até a próxima, pai...

Dizendo isso, Serah descia animada as escadas, passando tranquilamente entre o garoto caído (Ryouji) e a garota que se apoiava em um rapaz com roupas bem antigas (Lin e Chiyoko), juntando as mãos por trás de seu corpo e com um sorriso de satisfação no rosto, afinal sua mestre havia ganhado facilmente dos invasores.

Subindo no helicóptero, ela se mantinha ao lado de Kiska, observando as pessoas que estavam no convés. Nem se manifestava contra as ordens de sua mentora porque Serah confiava em suas decisões, e por outro ver, após entrar no veículo, a mão que estava segurando aquele colar começava a tremer um pouco, estava começando a se sentir estranha segurando aquele objeto e o pensamento de jogar aquilo fora estava passando várias vezes por sua cabeça...
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Ryouji Kawano

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Qua Jul 08, 2015 4:42 pm

Ryouji estava caído, com o peito contra o convés do navio e ouvir aquela mulher não querendo lhe dizer seu nome, deixando uma pequena chance para revelá-lo quando ambos se reencontrassem. Ela estava partindo tranquilamente, e o Kawano não poderia fazer nada, foi derrotado em um jogo que ele mesmo pensava ser ótimo, mas aquela soldado era muito mais experiente. Tudo aquilo havia lhe custado o movimento de um braço por um tempo, e por frustração, mas ainda com um sorriso no rosto, batia seu punho esquerdo contra o chão.

- Então... vai ser assim! Que saco!

Porém, uma surpresa vinha logo em seguida. O nome que aquela mulher chamava... Serah. Ele já havia o escutado, quando mesmo? ... "A filha do Mark!". Seu sorriso desaparecia por um momento e os olhos de Ryouji se arregalavam, seguido de um silêncio por parte dele, e não demoraria muito, provavelmente a pequena garota passaria por ele, entrando tranquilamente no helicóptero com aquela mulher. "Por que a filha não estaria com o pai? Eles devem ter se encontrado, não? E o Mark está bem, ouvi a voz dele a alguns minutos atrás quando ele usou o auto-falante...". Não fazia sentido, aqueles pensamentos se contradiziam.

Após observar a garota loira por um tempo, que se parecia bastante com a garota da foto que Mark mostrou a ele mais cedo, Ryouji fechava seus olhos, e se forçava bastante para ficar sentado. Tomava cuidado com o braço fraturado, o colocando em seu colo com a mão esquerda, e então abria seus olhos, olhando para o helicóptero que deveria estar começando a se mover. Apontando seu dedo indicador para a soldado que havia acabado de lhe dar uma surra, ele levantava sua voz, tão alto que até os navios vizinhos o escutariam.

- EI! SUA DESGRAÇADA! - Agora, apontava o dedo polegar para si mesmo. - DA PRÓXIMA VEZ, ESSE KAWANO AQUI VAI ESTAR MAIS FORTE! E VAI TE DAR UMA SURRA QUE VOCÊ NUNCA ESQUECERÁ!!!

Ao fim de sua frase, ele esbanjava um inocente e largo sorriso. Aquilo pareceria ilógico para qualquer um, mas não para Ryouji. No fundo, queria mesmo ver aquela mulher se divertindo em uma luta justa entre eles, mas ele mesmo sentiu que ela estava bem decepcionada com a luta que estava tendo, e isso em vez de abalar o jovem lutador dentro de Ryouji, acabou o motivando bastante.
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Lin Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   Sex Jul 10, 2015 8:23 am

Sua oponente estava indo embora deixando-os vivos. Para muitos aquilo poderia ser humilhante, mas Lin realmente não tinha cabeça pra essas coisas, se sentir pra baixo por causa de uma derrota não fazia seu estilo, naquele momento estava mais preocupada com Ryouji do que com a general. Mas antes que pudesse chamar seu nome e perguntar se ele estava bem, o garoto começava a gritar em fúria, o que fazia Lin ficar mais tranquila.

Aquele jovem samurai agora se aproximava de Lin, e dizia palavras parecidas com as de seu pai em dias de treinamento. A jovem Harzgard não absorvia aquelas informações muito bem, mas conseguia entender uma coisa ou outra, estava pronta pra concordar com o garoto sobre a missão estar cumprida, mas escutava Kiska gritar o nome "Serah".

"Serah? Onde foi que eu escutei esse nome?! Hmmmm.."

E uma jovem garota loira aparecia, Lin percebia de imediato que se tratava da garota na foto de Mark, sua filha que a muito tempo procurava.

- Ohhhh!!!! Você! SEU PAI TAVA TE PROCURANDO! VO... OI! Não me ignora!  EII!!!!!

Finalmente Lin conseguia se colocar de pé, depois de muito esforço e talvez com a ajuda do samurai dos sermões. Pouco encostava sua perna quebrada no chão pois quando fazia uma dor aguda lhe incomodava.

- Droga.. se eu não tivesse levado uma surra eu juro que... AÍ!
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MensagemAssunto: Re: Infiltração em alto mar.   

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