Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 General, oh general.

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Narrador-kun

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MensagemAssunto: General, oh general.   Qui Maio 14, 2015 5:33 pm

"Takashi-sama, pode me acompanhar depois? - sem esperar resposta ela continuava - se não puder eu entendo. Um general tem muitos deveres importantes. Que bobagem a minha hahaha"

"- Com certeza você não veio até aqui só para servir de entregadora da minha mãe. - Coça a nuca, sussurrando. - Mesmo eu imaginando que ela seja bem capaz disso, as vezes... - Sua voz logo volta ao normal, e ele continuava. - Pois bem, coloco-me à sua disposição a partir de amanhã, para tratarmos de qualquer assunto que você desejar!"

Um pacto fora selado naquela noite no restaurante, mesmo que sem perceber, Takashi Ishiyama marcou um encontro com Hinata Aki e rapidamente a noite passava, dando espaço para o raiar de um novo dia. Um dia no qual o plano profetizado por Amaya Ishiyama haveria de se provar eficaz, ou apenas uma grande balela!

É claro que, pelo fato de Takashi e Hinata estarem fadados à passar o dia caminhando por Bluehaven, eles poderão encontrar outros personagens quaisquer sejam estes, contanto que seja coerente e lógico eles estarem ali naquele momento. O ponto de partida é na frente do restaurante em que o time do General Vermelho comemorou a vitória de sua ultima missão.

O palco está armado e a pipoca está fresquinha.
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Qui Maio 14, 2015 7:50 pm

Havia sido inesperado para a própria garota as palavras de Takashi. Mesmo após o jantar, quando foi para um lugar se hospedar, Hinata não acreditava que ele havia aceitado.

- Shinjirarenai...(Inacreditavel...) - Sussurrava a garota deitada na cama sem conseguir dormir.

E assim Hinata ficava um tempo, olhando para o teto do quarto, pensando e pensando. Horas se passavam e uma ideia vinha em sua mente. Num salto, a garota levantava da cama e saia de seu quarto, demorando bastante para retornar.

Dormir de fato, a ruiva dormiu algumas horas, mas nada que tirasse seu humor. Após um banho rápido, Hinata se arrumava e saia do quarto.

- Oh! Quase esqueci!

A garota voltava e pegava uma pequena caixa que estava numa mesinha ao lado da cama e então finalmente saia do alojamento e começava seu trajeto para o restaurante da noite anterior.

- Ganbare(Faça o seu melhor), Hinata! - Sussurrava enquanto caminhava calmamente.

Porém, quando o assunto é Takashi, as coisas nunca são como o normal. Um simples caminho se tornava uma aventura. A cada dois passos, a garota trombava em alguém ou derrubava alguma coisa de alguém.

Mesmo tendo saido cedo, Hinata provavelmente chegaria depois de Takashi no restaurante.

- Ano... (Hm...) Gomen nasai, Takashi-sama! Tive um pequeno problema hahaha... ah! Toma! Pra você! Eu mesma fiz!

E assim, uma caixa branca com laço vermelho era entregue nas mãos de Takashi. Dentro dela haviam Wagashis (Doce japonês trabalhoso de se fazer, que possui formas que remetem à natureza.)
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 15, 2015 7:07 pm

Não demorou muito para Takashi ficar conhecido pela região. Ok, vamos dizer que ele se destacava dos demais habitantes por usar sempre um Quimono tradicional vermelho, uma grande faixa vermelha em volta da cabeça, deixando as duas pontas balançando ao vento, sem falar é claro nas feições do garoto sorridente, com seus olhos tão puxados que pareciam os de uma raposa. Bom, tem também o fato de Takashi ter um carisma natural que faz com que as pessoas se sintam bem com sua presença, e assim, por onde o General andava, ele cumprimentava as pessoas, que sorriam de volta, desejando-o um bom dia.

- Haha, as pessoas daqui são muito legais! - Falava consigo mesmo, ao chegar na frente do restaurante. - Olá!

- "Ta... Tak... Tako"

- Takashi!

- "Takashi! Isso mesmo, perdoe esta velha mente esquecida, veio comer em meu restaurante hoje de novo?"

- Não, não, estou apenas de passagem, haha!

O senhor com quem Takashi conversava era o dono do local em que jantara na noite anterior. Um senhor de mais ou menos 60 anos ou mais, bigodudo e com as costas levemente arqueadas, que fazia um Takoyaki de primeira qualidade. Um bom homem. Não demorava muito e ele ouvia um pequeno alvoroço, ao se virar, notava Hinata chegando.

- Aki-chan! - Ele acenava para a garota. - Hahaha, "sama"? Não consigo lembrar da última vez que me chamaram assim... pode ser apenas Takashi, afinal somos amigos, certo?

Eles podiam nunca ter se falado, mas Takashi sabia que para ser uma discipula de sua mãe, aquela era realmente uma boa pessoa e que os dois tinham muito em comum. O General estava certo de que se daria muito bem com Hinata, afinal de contas, ela trouxera mais doces, dessa vez feitos por ela própria! Ele não podia evitar de abrir os olhos em surpresa, mesmo que por poucos segundos, revelando seus olhos castanhos.

- Hum, doces! Você sabe mesmo do que eu gosto! - Gentilemente, pegava a caixa. - Sinto que você sabe muito sobre mim, mas infelizmente não sei muito sobre você, hahaha, me sinto em desvantagem.
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Kin Hoyer

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 15, 2015 8:10 pm

Kin, uma das tripulantes do grupo de Heikki, mas nesse último mês nem falou com seu capitão por muito tempo, ela estava ajudando em outra área na cidade de Bluehaven, mecânica e engenharia. Seu "chefe" no momento era Mark Sanderson, que estava fora em uma missão e aquilo a havia pego de surpresa, sendo assim, suas tarefas haviam triplicado.

Não que Mark era seu chefe, naquele ramo todos se ajudavam e compartilhavam seus conhecimentos, ou seja, não havia um líder. O Sanderson era apenas o que possuía mais conhecimento entre todos os membros da oficina. Porém, Kin tinha uma companheira que estava crescendo bem rápido, era Airi, por algum motivo a tripulante que aprendia na marra tudo que lhe era passado tinha orgulho de sua amiga pegar tudo tão facilmente, e sabia que eventualmente teria que pedir ajuda a ela, quando seu conhecimento fosse equiparável ao de Mark.

Bom, mas nada disso vem ao caso. Se lembram que as tarefas de Kin triplicaram? Pois bem, a ruiva tinha ido a superfície, e estava desesperada. Haviam peças que deveria pegar em Bluehaven, e estava correndo contra o tempo. Era um projeto extremamente importante para a Resistência e ela não podia se permitir falhar.

- Droga Mark-san! Tinha que sair logo agora?!

Suor, suja de graxa, e seu traje de aviadora. Kin estava nesse estado correndo pelos becos e calçadas de Bluehaven, e nem sequer reparava sobre o que poderia ter em sua volta. Estava com pressa, e toda vez que trombava com um cidadão, pedia desculpas enquanto ria e continuava a correr, porém acabou trombando em um, mas não foi com pouca força, foi com toda sua velocidade e peso.

- WAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH!!!!

Um grito, e ela saía rolando pelo chão com o cidadão. Poeira subia durante todo o trajeto, e quando se dava conta, Kin estava de olhos fechados, com uma mão sobre a cabeça, reclamando de dor.

- Ai ai ai... me desculpa, não te v...

Era quando tinha uma surpresa, o cidadão que havia atropelado era Takashi, e agora Kin estava sentada sobre o abdômen do General. Era uma posição bem constrangedora e sugestiva, mas ela acabava nem se importando com isso. Ao ver o grande General de Dragonland na sua frente, seus olhos brilhavam e com um sorriso alegre abraçava com toda sua força a cabeça de Takashi.

- TAKA-CHIIIIIIINNNNNNNN!!! TÔ TÃO FELIZ EM TE VER! HAHAHA!

Talvez ela nem perceberia, mas estaria sufocando o grande General de Dragonland em seu busto, mas o abraço não demorava muito, ela já estava com o pedido na ponta da lingua.

- TAKA-CHIN! Eu tô precisando de ajuda! Tenho que pegar umas peças pra oficina do Mark, mas estou contra o tempo aqui! E se eu não voltar, a Airi-chin vai me matar!!!

Sua voz desesperada era lançada contra Takashi, e assim esperando uma reação do mesmo.


Última edição por Kin Hoyer em Sab Maio 16, 2015 12:02 am, editado 1 vez(es)
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 15, 2015 8:57 pm

- Tudo o que eu sei é o que todos em Dragonland sabem, não é? - Apesar de sorrir, Hinata estava um pouco corada. Não se importava nem um pouco por Takashi ter dito que eram amigos. - Hm... sobre mim... o que quer saber Takashi- sa...digo Takashi?

Ela esperava uma resposta que não receberia, afinal uma mulher acabava derrubando Takashi e já começava a falar com ele. A ruiva sabia que desejar que Takashi ficasse apenas lhe dando atenção era impossível, então apenas sorria como sempre fazia.

- Ano... Takashi-kun é melhor ajudá-la, não? Você pode me mostrar a cidade depois. Assim ficamos quites haha, Já que eu te fiz esperar, eu te espero voltar aqui.

E assim Hinata encostava na parede, encorajando Takashi a ir com Kin.
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 15, 2015 11:57 pm

- Bom, eeeeUOOOOOH !!!!

Subitamente uma grandessíssima força se chocava contra Takashi, que voava em direção ao chão. Mas espere, a caixa de doces! Rapidamente, ele notava o presente de Hinata rodando no ar, lentamente. O General esticava as mãos, ignorando sua própria segurança e alcançava com sucesso o pacote, caindo de costas no chão e levantando bastante poeira. Quando se dava conta do que havia acontecido, notava a cena toda, mas Takashi não era exatamente o tipo de pessoa que se sentia constrangido naquela situação.

- Yaaay... Os doces ainda estão intactos! - Takashi erguia o pacote como um trofeu, quando notava que a garota em cima dele, era Kin. - Ei! Kin-chan, a quanto temp- waaaah!!

Subitamente atacado por um abraço sufocante de seus na face, Takashi apenas ria com a situação. Ja imaginava que aquela era a personalidade de Kin, então apenas achava engraçado. Alguns segundos depois ele se levantava, tirando a poeira do Quimono e um pouco a graxa da cara.

- Huh, peças... - Ele ponderava por alguns segundos, quando ouvia a frase de Hinata. - Are? Não! Aki-chan, não vê que essa é uma excelente oportunidade? Você vai poder conhecer as oficinas! Kin-chan! Nós iremos te ajudar, lidere o caminho! Aki-chan, vamos nessa, haha!

E sem querer dar tempo para Hinata ponderar sobre o assunto, ou fazer uma recusa formal, ele agarrava a mão dela, imaginando que Kin iria começar a correr novamente, então a seguia por todo o caminho.
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Kin Hoyer

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 16, 2015 2:44 pm

Apenas depois de ouvir a voz de Hinata que Kin se dava conta no que estava se passando ali. O General estava em um encontro e a mecânica estava interferindo. Assim, ela se levantava de súbito, e estava preparada para pedir desculpas, porque havia arruinado tudo, mas era quando Takashi falava:

"Are? Não! Aki-chan, não vê que essa é uma excelente oportunidade? Você vai poder conhecer as oficinas! Kin-chan! Nós iremos te ajudar, lidere o caminho! Aki-chan, vamos nessa, haha!"

Kin não pensava que o General de Dragonland fosse um tanto tonto com as mulheres, aquilo era uma novidade pra ela. Pensava que Takashi poderia ser um cara inteligente mesmo fora de um campo de batalha, mas isso se provava o contrário ao não perceber os sentimentos da pessoa que estava ao seu lado, e antes de falar novamente, a mecânica olhava para Hinata, com um olhar de pena, porque seria bem difícil ela conseguir o que queria, já que Takashi era um "crianção desligado".

Ela pensava em ajudar Hinata, porém, o fato dela ainda precisar de ajuda falava mais alto do que aquilo. Takashi estava disposto a ajudar, e como ele já começava a andar, Kin também se colocava a caminhar, sempre a frente dos dois, os guiando.

- Taka-chin! Aki-chin! Prometo que vou ser rápida, não vai demorar tanto! Hahaha!

Terminando de falar, Kin começava a correr. Estava contra o tempo, e durante todo o caminho ela explicava como funcionava um pouco as oficinas. Basicamente eles pegavam sucatas de pequenas batalhas contra Skyhold, ou peças intactas, que foram roubadas do reino dos céus também. O papel dos engenheiros era de fortalecer e aprimorar o armamento e o transporte da Resistência, não era uma tarefa fácil porque muitas das sucatas que possuíam tinha uma durabilidade bem limitada.

Em alguns estabelecimentos de Bluehaven, ficavam extensões do estoque dos engenheiros, uma vez que no subterrâneo o espaço era quase todo usado para o trabalho, então não havia muito espaço para a estocagem. Kin parecia uma bala, e estava sempre ofegante, chegava em cada estabelecimento que tinha uma das peças que ela precisava e sempre tomava um fôlego antes de falar. Poderia até soar engraçado, o desespero e hiperatividade da mulher, além de estar quase o tempo todo sorrindo, ela era alegre e se a conhecessem agora jamais pensariam que ela havia perdido seu marido a um mês atrás, porque nenhum traço de tristeza era mostrada por ela.

Eram cinco peças no total, e cada uma em extremidades de Bluehaven. No fim, tiveram que correr pela cidade inteira, e Kin não parava de falar sobre cada um com quem trabalhava. Mark, Airi, Silveira (Silvio), o velho que consertava a Anastácia (chave inglesa de Mark), e entre outros engenheiros da Resistência. Eram todos bem legais e viviam se ajudando, e foi neles que Kin se reergueu nesse último mês, estar cercada por pessoas que também perderam algo é bem reconfortante...

Kin demorava em cerca de duas horas e meia correndo por Bluehaven, até que conseguiu juntar todas as peças. Algumas delas eram enormes, por isso pedia a ajuda para Takashi e Hinata para carregar, e com isso o que ela teria que fazer em cerca de três viagens, fazia em apenas uma. Estavam agora no subterrâneo, próxima da oficina, onde todos de quem ela havia falado, menos Mark que estava em uma missão, estavam trabalhando.

- Podem... deixar essas peças... nesse canto aqui... - Kin estava ofegante, e as duas peças que carregava, ela deixava no canto da oficina. - Vocês dois... me salvaram! Hahaha! Se quiserem entrar pra conhecer mais a oficina fiquem a vontade, mas acho que vocês estavam em um encontro não é? Mais uma vez, me desculpem, eu atrapalhei vocês...
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 16, 2015 3:17 pm

- Demo... (mas...) - Antes que pudesse falar mais alguma coisa, Takashi segurava a mão de Hinata, fato que a fazia ficar levemente corada. Porém isso não era algo que durasse muito. Tudo o que ela podia fazer era concordar e seguir o general e a mulher que agora os estava guiando pela cidade.

Quando era necessário, Hinata tentava ajudar, carregando algumas peças. Por incrível que pareça, as palavras que Kin dizia o tempo todo, faziam Hinata se perder em pensamentos e não causar acidentes graves enquanto corria para acompanhar os dois.

"Tantas pessoas lutando por um motivo muito nobre..."

Pensava Hinata que nem percebia o tempo passar. Quando finalmente chegavam na oficina, a garota deixava as peças que carregava num canto.

"vocês estavam num encontro não é?"

Aquelas palavras traziam Hinata de volta à realidade.

- Ah ah! Não se preocupe! Takashi-kun só estava me mostrando a cidade, né? E um general tem responsabilidades...ajudar as pessoas é uma delas, então eu entendo perfeitamente...ano... Kin-chan, né? Por isso não atrapalhou em nada! hahaha - Hinata sorria para Kin, como sempre fazia. - Hm.. a oficina parece bem legal e todos devem estar bem atarefados né? Vamos! Me mostre mais Kin-chan! Deve ser muito divertido trabalhar com tanta gente e você deve ser bem talentosa haha - como sempre, quando ficava nervosa ou envergonhada com alguma situação, Hinata começava a tagarelar sem parar, ficando evidente o que sentia para todos, menos para Takashi, que provavelmente pensaria apenas que era pura curiosidade e empolgação de Hinata.
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 16, 2015 5:16 pm

Toda a correria foi divertida. Assim como o General, quando mais jovem, Kin era bem hiperativa. O próprio Takashi sabia que aquela tarefa poderia demorar bastante, mas fora divertido e além do mais, ele a executou tão bem que todo o tempo decorrido foi bem curto no final das contas.

- Hahaha, foi divertido! Kin-chan parece ter um trabalho bem agitado! - Dizia ao terminar de colocar a última peça no armazem. - Ah sim, mas nós ainda estamos num encontro!

Nesse instante, Hinata começava a falar e falar. Enquanto a ouvia falar, Takashi ponderava em sua mente. Voltava à época em que sua mãe lhe apresentava duas pretendentes por mês. É claro que Takashi dispensava todas, de maneira educada e sua mãe sabia exatamente o motivo, mas Hinata. Takashi não sabia o que pensar sobre ela, e aquilo o deixava curioso. Verdadeiramente curioso. Enquanto as duas conversavam, o General finalmente abria o pacote e provava um pedaço do tão suculento Wagashi.

- Uau... - Assim que engolia, pegava outro pedaço. - Isso aqui é muito bom! Aki-chan, você é muito talentosa, o que mais você sabe fazer?
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Day Walker

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Ter Maio 19, 2015 10:04 pm

Corre, corre, corre.. Eu já disse que não fiz por mal! Como eu ia saber que aquela Pedra era tão importante assim?!

→Um clã inteiro de habitantes das montanhas agora perseguiam Daywalker com armas em mãos, alguns era poderosos lutadores, outros anciões e mestres nas artes marciais. Mas quando o assunto era fugir, nada, nem ninguém superava Daywalker. Em suas aventuras pelo mundo ele decidiu utilizar-se de uma poderosa pedra capaz de criar florestas inteiras onde fosse enterrada. Exatamente, uma relíquia dos deuses. Ele queria coloca-la no fundo de uma cidade especifica e ver como as coisas se desenrolariam dali em diante. Mas o problema era que a pedra pertencia a um outro pessoal. O pessoal que agora corria furioso atrás dele, pois Daywalker deixou a pedra cair quando tentou substitui-la por uma falsa, e esta se partiu em mil pedacinhos. Agora boatos de que a sagrada relíquia havia sido destruída se espalhava por toda a região. (Mais ou menos ao sul de Orderhelm)←

→Apesar de suas habilidades de fuga, Daywalker finalmente era encurralado as margens de um precipício na beirada da montanha. Os homens se aproximavam furiosos←

VOCÊ PROFANOU NOSSO BEM MAIS PRECIOSO, A PEDRA QUE NOSSO CLÃ TEM GUARDADO DESDE OS TEMPOS ANTIGOS, SOBREVIVEMOS ATÉ MESMO A GRANDE GUERRA, E AGORA TODOS OS NOSSOS ESFORÇOS FORAM POR ÁGUA BAIXO, POR QUE VOCÊ DESTRUIU A SAGRADA RELÍQUIA! MORTE! UMA MORTE LENTA E DOLOROSA!

→ Daywalker colocava as duas mãos pra frente num sinal de "pera ai cara" e tentava se desculpar←

Calma vamos conversar sobre isso. Eu tenho certeza que se vocês olharem no fundo de seus corações e pensarem no quão livre agora é sua relíquia, que atualmente está espalhada por todo o salão lá do seu templo, vocês vão encontrar uma maneira de me perdoar.

→Aquilo os irritava mais ainda, e sem conseguir conter mais suas fúrias eles avançavam na direção de Daywalker, que com um sorriso preocupado no rosto se deixava cair do precipício de costas. Naquele momento, ele desaparecia. Como se um portal o tivesse teletransportado magicamente. Sim, isso foi exatamente o que aconteceu. Mas sua queda doía da mesma maneira, já que agora ele caía de costas sobre o chão, no meio de pessoas familiares. Daywalker estava agora na oficina de Kin, no meio dos participantes dessa side quest←

Isso doeu...Kotori-nee, obrigado mas...não poderia ser mais gentil da próxima vez? Ah, quem são...VOCÊS! HAHAHA, Quanto tempo..espera vocês não me conhecem. Mas do que isso importa não é?

→E como se já fosse amigo intimo de todo mundo ali Daywalker se misturava, dando tapinhas nos ombros da galera. Quando se cansava ele enfiava a mão no bolso e retirava uma pedra tão brilhante que poderia ofuscar a visão de todos ali. Era a reliquia daquele clã, ou melhor dizendo, a verdadeira relíquia. Agora ele não precisava se preocupar com palhaços o procurando ao redor do mundo←

E então? Aonde estamos indo?
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Kotori F. Segawa

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Ter Maio 19, 2015 10:30 pm

No mais escuro lugar de um castelo em uma dimensão criada para satisfazer seus desejos mais loucos, havia uma garota sentada num trono. Dias se passavam e aquela pessoa não se movia nem mesmo um centímetro. Dias? Sim, dias da realidade, segundos na dimensão da garota.

Mas o que esta garota fazia? Observava uma garotinha loira que a irritava profundamente desde que sua existência foi concebida. A morena nem piscava, porém sua visão mudava de foco repentinamente.

- Ai ai... e lá vamos nós de novo.

Ao dizer as palavras aquele mundo se quebrava e a garota se levantava, passando por um portal. Quando tudo terminava, ela, diferente de Day, saia do portal como se estivesse passando por uma porta qualquer.

- Ah ah! Um dia você pega a prática Nii-chan!

Kotori chegava a apoiar em Day. se achando, mas assim que o rapaz começava a cumprimentar todos, a garota acabava perdendo o equilíbrio e caia de cara no chão.

- waaa!!!! Isso doeu! T^T

Só então Kotori notava os outros ao redor, se levantando imediatamente, fazendo uma expressão de "nada aconteceu U.U" .

- er... Então! Acho que chegamos numa hora boa não? Parecem estar se divertindo! Também quero me divertir! O que estamos fazendo mesmo?
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Kin Hoyer

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Qua Maio 20, 2015 5:24 pm

Kin começava a ouvir Hinata tagarelando, a deixando um pouco assustada, mas também com um sorriso no rosto, porque aquela forma de se envergonhar era fofa demais, e a mulher torcia para que Takashi percebe-se aquilo, mas claro que não, o grande general de Dragonland não percebia novamente, em vez disso experimentava a comida que havia ganho, a elogiando. A mecânica, com uma gota na cabeça, a coçava.

"Taka-chin... você é tão tonto assim?..."

Era um dos pensamentos de Kin, mas já que eles queriam ver mais da oficina, não recusava as palavras de amigos. Esbanjando um grande sorriso, a mecânica respondia as palavras de Hinata.

- Aki-chin! Já que quer tanto conhecer, vamos fazer um tour pela oficina! Só não toquem em nada, a Airi-chin é assustadora quando fica aborrecida e... WAAAAAA!

De repente, um homem caía entre os três. De onde ele havia vindo? Kin não sabia, ele simplesmente apareceu ali. Os olhos da ruiva ficavam arregalados, e ela não conseguia dizer mais nada em relação a cena que acontecia depois daquele homem cair ali. Uma menina aparecendo através de um portal, um pedra estranha, e os dois agindo familiarmente com eles, mesmo ela nunca os encontrando antes, aquilo era estranho, muito estranho! E por isso, procurava ignorar, talvez fosse coisa de sua cabeça, por isso ia até as costas de Takashi e Hinata e com as mãos os começava a empurrar oficina a dentro.

- Hahaha! Vamos logo! Não fiquemos parados aqui, coisas estranhas acontecem! Hahahaha!
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Qua Maio 20, 2015 7:39 pm

"Nós ainda estamos num encontro"

Hinata ficava sem saber o que dizer. Ela realmente tinha algo a dizer? Provavelmente não.

" Hinata...diga algo!"

- Ano...o que eu sei fazer? Todos os tipos de doces, alguns salgados e..poções? É isso poções também. Sua mãe me ensinou tudo o que sabia sobre poções. Lembra? Acho que você presenciou alguns...er...acidentes quando ia falar com ela....

"Por que eu disse isso...Hinata Baka!"

E assim Kin continuava falando e Hinata a acompanhando até que um homem surgia do nada e em seguida uma garota. A nova dupla agia como se conhecesse todos ali, então Hinata, que era nova naquela região, acreditava, inocentemente, que eles eram amigos de Kin ou de Takashi.

- Nós esta...- não tinha tempo nem de responder a um e o outro já fazia uma pergunta parecida, mas antes que respondesse, Hinata era empurrada por Kin pela oficina, ficando em silêncio finalmente.
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 22, 2015 4:33 pm

Quando Hinata falou sobre as poções, Takashi voltou no tempo, lembrando-se de todas as vezes em que aquilo acontecera. Com certeza o treinamento de sua mãe deveria ser muitíssimo rigoroso, mas Hinata não desistiu e conseguiu seguir em frente. Admirável de fato, por isso ele apenas ria, concordando com Hinata.

- Lembro sim, com certeza! - Então Takashi olhava bem para Hinata. - Mas agora, você certamente está mais forte!

Alguns segundos de silêncio se seguiam, até que um corpo caía do nada no chão, de costas, bem ao seu lado. Uma outra garota também surgia, e assim como aquele cara, eles não pareciam normais. Tudo bem, ninguém ali era. O rapaz logo começava a se enturmar, mas Takashi capitava a situação, enquanto Kin tentava empurrá-lo para longe.

- Você não conhece ninguém aqui, não é mesmo? - Ele estendia a mão para Day - Muito prazer, senhor teletransportador, me chamo Ishiyama Takashi. Esta é Kin Hoyer e Hinata Aki! - Ele acenava para Kotori. - Kotori! A quanto tempo, não? Que coincidência você por aqui, hahaha!

E nesse momento, Takashi se lembrava de que tinha uma caixa de deliciosos doces em suas mãos e uma enorme quantia de flashbacks surgia em sua mente. Seus instintos lhe lembravam sobre Kotori roubar todos seus doces, quando ele mais novo, então rapidamente, Takashi segurava na mão de Hinata e se virava para correr.

- Sem tempo para explicar, apenas me siga!

E assim, ele começava a correr para longe da garota, pois não queria ter, novamente, seus deliciosos doces roubados.
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sex Maio 22, 2015 8:53 pm

Takashi corria, e Hinata acabava o acompanhando, não tendo escolha nenhuma, o general de Dragonland a arrastava com ele, mantendo as mãos dadas, o que poderia ser considerado um "avanço" pela garota, que era apaixonada por Takashi. Kin, Day Walker e Kotori ficavam, de alguma forma, pra trás, e o general corria tanto pela vida de seus doces que ambos (Takashi e Hinata) não percebiam a distância que haviam corrido.

Quando paravam, estavam cercados por Neblina, sim, Takashi já terio visto aquilo, afinal no dia anterior ele teve uma missão próxima dessa floresta em que eles estavam, a Floresta da Neblina, e como o nome já diz, não preciso contar a vocês o porquê. Mas, mesmo sabendo onde estaria mais ou menos, Takashi não havia visto o que estava atrás da Neblina assim que ele caminhasse um pouco mais. Um rio, o principal rio de Shadowrealm, o Rio de Cristal, e em sua margem uma pequena casa, pertencia a um homem, que estava sentado um pouco a frente da porta, em sua cadeira de balanço, chapéu de cowboy e um fio de capim na boca. Já era bem velho, e vivia sua vida tranquilamente junto da natureza, da Neblina e daquele vívido rio mesmo depois de tanta catástrofe.

Mas antes que Takashi e Hinata pudessem fazer algo, o velho senhor os avistava e sem fazer vista grossa, se levantava com um sorriso sincero no rosto, e os chamava com gestos. Ele tinha algo a dizer. O jovem quase-casal poderia escolher, e se a escolha fosse ir até o velho, ele lhe contaria uma história:

- Meus jovens, vieram passear em um encontro numa floresta cercada de Neblina? Hahaha, a juventude de hoje ainda pode ser romântica e aventureira, não queria interromper, mas um dia desses eu acabei vendo vários soldados do céu, soldados de Skyhold, em um jipe que tinha furado o pneu, eles falavam sobre uma misteriosa fenda mais ao norte do rio, e que nela poderes mágicos a afetava. Não sei o que era, mas disseram que ao chegarem perto, um cheiro bom podia ser sentido, o cheiro de vários doces. Mas como será possível isso? Doces vindos de uma fenda? Isso é loucura, hahaha, em Skyhold também existem piadistas, foi uma novidade pra mim!
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 23, 2015 9:17 am

Hinata ouvia a apresentação de Takashi e até cumprimentando a garota. De fato ao menos um daqueles dois o General conhecia. Ela chegava a aguardar o nome do homem, mas antes que pudesse sequer pensar, só ouvia algumas palavras de Takashi e era puxada para fora da oficina de Kin.

A ruiva, com a surpresa, chegava a arregalar os olhos inicialmente, nem notando estar de mãos dadas com Takashi. Ela apenas corria, corria, corria e corria.

- MA...MA...MATTE!!! (Espera!) - gritava Hinata finalmente e assim que Takashi parasse a garota apoiaria a mão livre no joelho tomando fôlego. - Eu nem me lembro a ultima vez que corri assim... gomen... - e por fim ela notava estar segurando a mão de Takashi. Aquilo a fazia corar um pouco e ficar alguns segundos paralisada mas não demorava para ela se recompor. - Pronto, podemos continuar.

E assim Hinata sorria e voltaria a caminhar ao lado de Takashi.

- Ok, o que aconteceu lá? - Mas antes que desse tempo de Takashi responder, Hinata via o homem os chamando. Se tem uma coisa que Hinata nunca fora, era desconfiada. - Takashi-kun! Aquele homem nos chama, não deveríamos ver se ele precisa de ajuda? - e assim Hinata tentava se aproximar do homem, mas poucos passos do destino final, a garota escorregava e acabava se segurando em Takashi para não cair. - waaa! Nossa foi quase! hahaha Gomen, Takashi-kun. - Diferente de qualquer garota que Amaya já tivesse apresentado para Takashi, Hinata era espontânea. Ela nunca fazia as coisas de propósito. Era quando as palavras do homem a atingiam em cheio e sua curiosidade era grande - oh... cheiro de doces? Curioso isso, não? Lenda ou não, se pessoas, ou melhor, soldados, estavam indo lá, provavelmente alguma coisa deve ter, né?
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 23, 2015 10:14 am

Um bom General não é o mais destemido, mas sim aquele que esconde melhor seus verdadeiros medos. Kotori Farenheights Segawa, a garota que sempre aparecia ao final de suas sessões de treino, quando ele estava cansado demais e sem energia nenhuma para contestar e quando ele estava prestes a dar uma bela mordiscada naqueles maravilhosos doces que sua mãe fazia com tanto carinho, ela os roubava dele, bem diante de seus olhos (Licença dramática foi explorada). As palavras de Hinata o tiravam do passado e então Takashi se virava para ela, rindo de forma meio besta.

- Hahahaha, perdão, perdão! Meu corpo se moveu sozinho... - Então ele olhava ao redor. - É, esse lugar é familiar...

Muita neblina, bem densa. O clima era amêno, portanto não era um lugar desconfortável e o General logo pensava no como aquela floresta seria um ótimo cenário para um passeio tranquilo. Eis então que Hinata o questionava sobre sua fuga. Takashi pensava alguns segundos antes de responder, mas não tinha tempo nem para isso, pois a garota chamava sua atenção para um senhor que os chamava. Curioso de fato.

- Hahaha, cuidado Aki-chan! - Quando Hinata perdia o equilíbrio e se apoiava nele, o General a ajudava também, sempre mantendo seu sorriso no rosto. - Cheiro de doces... parece interessante! Vamos lá então, vai ser uma boa aventura! Obrigado senhor.

Então o General se virava para o lugar indicado e começava a caminhar junto com Hinata.
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Dom Maio 24, 2015 12:09 pm

- Arigatou! - agradecia Hinata ao senhor e acompanhava Takashi naquela aventura.

Enquanto caminhavam Hinata ficava pensativa.

- Ano...Pode me chamar de Hinata, né? Takashi-kun disse que somos amigos, então pode me chamar de Hinata.

A garota sorria. Acabava de mostrar para Takashi que não se importava nem um pouco com o que ele havia dito assim que se encontraram.

- Takashi-kun...me deixou muito feliz hoje. - continuava a garota, andando um pouco a frente de Takashi e olhando para cima o tempo todo enquanto falava. - Fico feliz de ver que o Takashi tem tantos amigos e que ele está feliz com todas suas escolhas. Também fico feliz em saber que somos amigos. Demo... (mas...) eu me sinto quebrando as regras com tudo isso... - ficava um pouco em silêncio mas logo continuava. - Sabe, tem tantas garotas em Dragonland que dariam tudo para receber pelo menos um oi do Takashi... isso me faz me sentir um pouco egoísta por eu estar aqui.

Naquele momento, Hinata chegava a deixar escapar o quanto se importava com os sentimentos das outras pessoas. A garota chegava a parar de andar um pouco e então acabava percebendo que estava se abrindo com Takashi. Aquilo a fazia corar muito com aquela situação.

- Ah ah ah! Chega de falar bobagens né? Melhor continuar... - Voltava a caminhar, tentando agir como se nada daquilo tivesse acontecido. - Sabe! Achei muito curioso. Cheiros de doce vindos de uma fenda! Principalmente por você gostar de doces! - aquilo acabava fazendo Hinata rir um pouco.
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Dom Maio 24, 2015 6:37 pm

- Hina-chan, então! Hahaha!

Claro que Takashi a chamaria de alguma forma ligeiramente diferente ainda. Era o jeito dele, afinal. Eles faziam seus caminhos pela floresta, que Takashi ficava feliz por não ser muito densa. As arvores eram bem espaçadas e a grama não muito alta, com alguns ocasionais arbustos e pedras, mas no geral uma paisagem bem limpa. Antes tão falador, agora Takashi se mantinha apenas sorrindo e olhando para frente, ouvindo cada palavra que Hinata dizia. Palavras estas que tinham um significado maior do que ela podia pensar, mas o rosto do General era impassível com sua expressão feliz e seus finos olhos de raposa. Mesmo após a garota ter parado de falar, o silêncio se seguia por mais ou menos um minuto.


- Eu valorizo muito as amizades... faço amigos sempre que possível. - Ele começava a falar, levantando o rosto para a copa das árvores, quase invisíveis com toda aquela neblina. - E ver a alegria de cada um deles é a minha motivação, e você é do mesmo jeito, por isso sei que somos parecidos! - Ele suspirava, como se estivesse tomando um certo fôlego, então começava a rir. - Hahaha, Hina-chan, você me lembra minha mãe falando desse jeito, mas não se sinta culpada, não tem como uma escolha sincera ser motivo de repreensão. Além disso...

Quando chegava ao ápice de sua frase, sua mão ia até o colar de seis moedas japonesas que ele levava em seu pescoço, mas estranhamente, Takashi não completava sua frase. Além do mais, Hinata parecia não totalmente preparada para abrir seus sentimentos com ele, então não via motivos para falar muito mais do que aquilo.

- O mundo mudou bastante, sempre achei que as coisas estranhas que aconteciam eram todas ruins, mas espero que esse seja algo como... - Pensava um pouco. - A fonte dos doces eternos! Eu pediria para o TenKai-dono criar uma nova sede da Dragonland aqui, com certeza! Hahaha!
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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Seg Maio 25, 2015 8:12 pm

Depois de um longo tempo de caminhada nossos heróis já se aproximavam do local. Depois de saírem da mata encontrariam logo a sua frente um grande paredão de pedra, um arco grandioso esculpido cuidadosamente dando entrada para uma caverna, por toda a sua extensão, as palavras.

"Aquele cujos doces não sabe apreciar, dê meia volta e não olhe para trás, pois jamais encontrará a verdadeira alegria"


Mais ao fundo na caverna existia uma porta de tamanho mediano, aparentemente fechada. Todo o ambiente ao redor dos heróis, agora parecia congelado no tempo, e a medida que se aproximavam da entrada, um forte cheiro de chocolate poderia ser sentido.

Quando atravessarem o arco, o chão começará a tremer o céu ficará escuro, a sua frente, um gigante aparecerá, e outro a suas costas ,cercando nossos heróis. As aparências eram de demônios japoneses, com grandes colares de madeira, musculosos, com os ombros cobertos por tecidos que pareciam flutuar. O da frente era da cor azul.



Gigante azul: Somos os guardiões da fonte, a cada 500 anos ela se manifesta em algum lugar desse mundo, procurando pessoas dignas para saborear seus doces.

Gigante vermelho: Se desejam atravessar esta porta, devem se provar dignos.

Gigante azul: Não há como voltar atrás

Gigante vermelho: Pois o aviso foi dado

Gigante azul: Responda a pergunta corretamente, e entre.

Gigante vermelho: Erre a pergunta e sofra por mil anos sem doces.

Gigante azul: A pergunta é:

Gigante vermelho: O que os doces significam para você?

Gigante azul: Todos devem responder.
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Ethan Stamford

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Seg Maio 25, 2015 9:24 pm

Ethan Stamford, a um dia atrás ele ainda era um completo desconhecido, mas havia ajudado o grupo de Katherine e Roksana a completar sua missão, recuperando o artefato que havia vendido antes. Bom, isso é passado, o que importava era que Ethan ainda não havia sido pago pela Resistência, estavam o enrolando? Com certeza, no fundo ele sabia que não tinham dinheiro algum, tudo que ele possuíam era feito através de sucatas ou roubado da grande Skyhold. Porém, pela primeira vez na vida, o Vaga-lume não estava pensando em dinheiro. Estava curioso com uma pessoa, uma pequena garota que o "pisoteou" com palavras fortes e mal-intencionadas, mas no fim, ela acabou o ajudando sem nem pensar duas vezes quando foi baleado no braço. Sim, Katherine era o alvo de sua curiosidade, e até não descobrir o que estava chamando tanto sua atenção, ele não desistiria e por isso ele estava ali hoje.

A história da fenda ou seja lá o que for, dos doces eternos, chegou aos ouvidos do caçador de recompensas, e imaginando que Katherine gostasse de doces, afinal em sua mente toda garota gostava de doces, aquilo o ajudaria a ficar mais próximo dela e assim, finalmente, saciar sua curiosidade, uma vez que a coelhinha, como ele a chamava, ainda não ia muito com a sua cara.

- Usagi-chan, vou preparar uma das maiores surpresas que você já viu! Hahaha! Não parece realista, uma fenda de doces eternos, mas vale a pena tentar, ultimamente aconteceu tanta coisa estranha que não duvido de história alguma mais...

Dizendo aquilo para si mesmo, Ethan ficava ao encalçe das pistas que levavam até o tal lugar dos boatos. Mas, antes que pudesse ter algum resultado em sua busca, sentia uma presença. Não, eram duas presenças. E do modo como andavam sincronizados, pareciam ser uma dupla e logo deduzia que poderiam ser soldados de Skyhold. Não podia deixar ninguém mal-intencionado atrapalhar em sua busca pela fenda, por isso decidia interceptar os suspeitos.

Escondido em arbustos, um pouco a frente da localização da dupla sincronizada, Ethan observava, e quando conseguia vê-los, não pareciam nem um pouco soldados de Skyhold, era apenas... um casal, caminhando pela floresta, mas por que eles caminhavam na mesma direção em que as pistas sobre a fenda seguiam? Era estranho, e por isso ele decidia aparecer para perguntar ao jovem casal e também procurar mantê-los afastados de seu alvo, um dos doces eternos!

- Ei vocês! - Saía de dentro do arbusto, com um sorriso no rosto e algumas folhas presas no chapéu de cowboy. - O que fazem andando por aqui? É perigoso! A floresta da Neblina carrega muitos perigos como... a intoxicação pelo ar! Essa neblina não é normal! Hahaha! Tem que saber respirar pra não ser infectado! Espera... vai me dizer que não sabiam? Acho melhor voltarem pra Bluehaven, podem estar correndo um risco!

"Haha... ótimo! Esse jovem vai ficar todo preocupado com a garota e em um ato amoroso, a levará em procura de tratamento. Viu, mentir não é tão ruim, estou fazendo um amor florescer aqui!"

Enquanto imaginava o cenário que havia armado, Ethan sorria ao mesmo tempo que esperava a resposta do casal. O cowboy não conhecia nenhum dos dois, havia chegado no dia anterior em Bluehaven, quando Takashi e Hinata não estavam presentes. E como não passou na taberna a noite naquele dia, não os viu lá. Eram aliados por hora, já que Ethan estava de alguma forma conectado a Resistência agora, mas no momento ele desconhecia o fato de Takashi ser um amigo dos garotos de Dragonland de ontem.
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Qua Maio 27, 2015 8:07 pm

O comentário de Takashi fazia Hinata rir. Era de se esperar que ele fosse se interessar por aquilo, principalmente por doces serem envolvidos.

- Takashi-kun tem que ver o lado bom das coisas mais vezes! As vezes as pequenas e mais insignificante coisas são as mais bonitas de se ver. As pessoas ficam focadas nas coisas ruins da vida e as vezes se esquecem de ver e fazer pequenas coisas. Por exemplo... - Hinata parava ao lado do arbusto onde Ethan estava escondido e abaixava, olhando uma pequena flor vermelha. - No meio de toda essa guerra, as crianças de Dragonland sairam por um objetivo nobre de ajudar as pessoas sem esperar nada em troca, isso é lindo, ou algo mais simples como no meio de tanta neblina e um céu tão escuro, como o dessa região, ainda há flores delicadas que sobre...waaaaa!!!! - Era interrompida. Ethan surgia de trás da moita e pisava na flor que Hinata estava olhando anteriormente.

Um susto, aquele homem. Quem era ele? O que ele fazia atrás daquela moita? E porque ele odiava flores vermelhas? Essas perguntas se passavam na mente de Hinata enquanto o homem falava e falava. Ignorando completamente tudo o que Ethan havia dito, Hinata decidia então perguntar o que a incomodava assim que se levantava.

- Hey! Por que fez isso? Coitada da flor, moço! E por que se escondia atrás da moita? É perigoso sabia? E se aparecesse uma cobra e você não visse? Podia ser picado e se ninguém viesse aqui, poderia até morrer! Isso é perigoso! Ou pior! Saindo assim poderia matar alguém que tivesse problemas cardíacos!

Um estagio rápido de preocupação e curiosidade que quando terminava fazia Hinata acabar sorrindo com calma e voltando ao lado de Takashi.

- Takashi-kun, será que ele é filho daquele homem que falou com a gente? Ele também é um cawboy! Se for, ele pode nos ajudar né?
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Takashi

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 30, 2015 1:07 am

Enquanto Hinata falava sobre as coisas importantes da vida, o General apenas a ouvia, sabendo que sempre haveria sabedoria naquelas palavras. Uma coisa era estranha, entretanto, já que Takashi sempre olhava o lado bom de tudo, mas por outro lado, ele sempre acreditou no bem maior, muitas vezes ignorando pequenas coisas. Era por isso que aquelas crianças de Dragonland tentando ajudar a Resistência o intrigava tanto.

- Hinata, você... - O grito da garota o interrompia e Ethan surgia. - Mas quem...

Tentava decifrar o garoto estranho. Falava manso, como se quisesse mostrar ser um cara legal para agradar os outros, típico de alguém que esconde o jogo. Claro que Takashi percebera algo nas palavras dele, mas sabia que ele não tinha más intenções. O Cowboy parecia até mesmo alguém muito gente boa.

- Não se preocupe, Hina-chan! Ela ainda pode florescer novamente, sua raíz é forte... - Respondia sobre a flor pisoteada, então se virava para Ethan. - Huh, você parece mesmo o filho ou neto daquele cowboy de antes, veio nos ajudar a encontrar a fonte dos doces infinitos? Hahaha, não se preocupe com respirar, tenho certeza que esse aroma doce é por que estamos bem perto. Vamos, Hina-chan!

Ele se virava com Hinata e dava mais alguns passos, nesse momento já tinha alcançado o local correto. Um enorme paredão de pedra.

"Aquele cujos doces não sabe apreciar, dê meia volta e não olhe para trás, pois jamais encontrará a verdadeira alegria"

Essas eram as palavras esculpidas no grande arco da entrada da caverna que surgia diante de seus olhos. Exultante, Takashi erguia os braços, com grande alegria.

- Yaaaaaay! - Ria, virando-se para Hinata. - Estamos quase lá! Vamos?

Mas assim que dava um passo à frente, os gigantes apareciam de súbito. O Azul na sua frente e outro vermelho, logo atrás, ficando de um jeito que deixava Takashi, Hinata e Ethan cercados. A situação parecia estar complicada, mas Takashi não conseguia deixar de manter um sorriso no rosto, pois o cheiro forte de chocolate era muito forte e gostoso, mas é claro que esse fato apenas contribuía com a ansiedade de Takashi, que abria a boca para pedir passagem, quando o diálogo começava e tão logo se encerrava.

- Senhores guardiões! - Takashi abria os braços, falando em voz alta. - Fui eu quem os trouxe para cá, portanto a punição deve cair totalmente sobre mim, caso a resposta não seja do agrado de vocês, mas se eu suceder, então o prêmio deverá ser de meus amigos também!

Ele não esperava uma resposta, é claro.

- Quando eu era criança, era muito difícil de eu comer. Tinha um problema de estômago que não digeria bem muita comida, mas eu tinha muita fome e por conta desse problema, não podia comer muito. Foi quando eu provei, um dia, um delicioso bolinho de arroz doce. Além de achar muito gostoso, meu estômago não doeu, então eu soube que havia encontrado a cura para o meu corpo! Doces me tornaram uma pessoa melhor, alguém com um objetivo, alguém mais feliz que ama tudo de bom nesta vida! Eu, Takashi Ishiyama, me considero um verdadeiro amante de todos os doces do mundo!
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Ethan Stamford

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 30, 2015 12:35 pm

E mesmo Ethan dando todas as possibilidades possíveis para que aquele rapaz conquistasse a garota de vez com atos cavalheiros não era assim que acontecia, o que levava o cowboy a pensar: "Caralho, ele é tão idiota assim? Leia nas entrelinhas! ENTRELINHAS!". Mas, no fim, nada acontecia como o esperado, ele deveria improvisar, porque os dois também pareciam querer ir até a fonte dos doces eternos que ele também procurava. Eles falavam sobre ser um filho de um velho na beira do rio, então o Vaga-lume entrava de vez naquele papel.

- Hã? Ah! Claro, meu pai me mandou aqui! Estou procurando também, hahaha! Me perdoem, só não queria que passassem por perigos desnecessários.

"Tch, que saco. Como vou me livrar deles agora? Só se a gente demorar pra encontrar, vou tentar enrolá-los o máximo e..."

E seu pensamento era interrompido. Porque eles chegavam, realmente, na fonte dos doces. Ethan não esperava estar tão perto assim, e ele mesmo ficava de boca aberta, mas depois de ler a frase no arco da entrada do local, ele começava a rir meio sem graça.

- Haha... hahaha. Então... estava tão perto assim? E com uma mensagem tão... óbvia...

"QUE DROGA É ESSA?! QUEM COLOCARIA UM LETREIRO DESSE?! O LUGAR NÃO ERA PRA SER SECRETO?! ... ......"

Enquanto acompanhava Takashi e Hinata, que entravam na caverna que abrigava a fonte dos doces eternos, Ethan murmurava para si mesmo depois da breve frustração mental, com os olhos fechados.

- Hoje não é meu dia de sorte...

Mas, o que eram aquelas vozes inéditas? Não estavam só ele e o jovem casal dentro da caverna? Era quando o cowboy abria os olhos e quase morria de susto com o que via. Mais um pouco e gritaria como uma garotinha com uma porção de insetos nojentos subindo pelo seu corpo. O problema era que o susto foi tão grande, que Ethan não tinha nem forças para soltar qualquer que seja o som, sua vontade era mesmo de gritar como uma garotinha. Seu corpo estava super-pálido, e pensamentos iam e vinham na cabeça de Ethan, que estava presenciando dois gigantes, um vermelho e um azul, falando sobre... doces.

"O QUE É ISSO? O QUE É ISSO? HAHAHA HAHAHAHA, EU BATI A CABEÇA NÃO É? ME DIZ QUE EU BATIA A CABEÇA! É... É... É ISSO! É UM SONHO! CERTEZA QUE É UM SONHO! HAHAHAHAHA"

E se recuperando daquela forma, Ethan conseguia se mover novamente, mesmo continuando a suar frio. Ele havia ouvido sobre o que os gigantes queriam saber, o significado dos doces para ele. O jovem que acompanhava a moça tinha uma história bem comovente, onde os doces salvaram sua pobre vida em que... tudo o que não fosse doce o mataria. Aquilo fazia algumas gotas brotarem em sua nuca.

"Er... isso é sério, mesmo?..."

E julgando que deveria ser sua vez agora, sendo um sonho, Ethan falaria tudo o que planejava com a fonte dos doces eternos, sem nem se importar com as pessoas que estavam ali, tudo era um sonho mesmo, ele acordaria mais cedo ou mais tarde.

- Hahaha! Vocês perguntam sobre a importância dos doces. Então vou lhes responder gigantes guardiões dos doces! *Caham* E estava eu, no dia anterior, fazendo o mesmo trabalho de sempre para ganhar o mesmo dinheiro de sempre, eis quando uma vã me atropelou! Sim, fui atropelado, mas não foi nada sério. E pensando que aquelas pessoas poderiam ter algum dinheiro, me juntei a elas, o problema era que eu, o Vaga-lume, um caçador de recompensas, estava sendo procurado por essas pessoas. Eu tinha pegado algo que era do interesse delas, e tinha acabado de vender esse objeto. Fui forçado a cooperar, fui prometido de um dinheiro que não me deram ainda. Com a ajuda deles, consegui recuperar novamente esse objeto, e levei até um tiro no braço pra proteger uma linda garota de olhos e cabelos roxos. E é dessa garota que eu quero falar!

Pegando um tempo para respirar, e tomando coragem, ele falava tudo o que estava pensando em fazer com a fonte dos doces.

- Ela me odeia, e eu não entendo o porquê de tanto ódio! Mas quando eu tomei esse tiro por ela, ela ficou toda preocupada e cuidou de mim sem pensar duas vezes. Suas mãos eram tão leves, me senti sendo cuidado por uma mãe. As mãos de uma mulher que me odiava deveriam ser tão leves assim? Eu penso que não! Estou curioso, desde ontem estou me sentindo estranho, eu... não quero ser odiado por ela, entendem? Queria conversar com ela, entender o que tô sentindo, mas do que adianta essa curiosidade se nem no rosto ela me olha? Foi quando eu ouvi sobre essa fonte! Que mulher não gosta de chocolate? Hahaha! E é pra isso que quero entrar na fonte dos doces eternos, para presentear essa mulher e esperar que ela não me odeie mais!

No fim abria os braços, olhando para os gigantes com convicção, ele sabia que aquilo foi muito constrangedor, mas pensando estar em um sonho ele poderia se abrir, por isso, enquanto não caía a ficha que tudo aquilo era real, Ethan se mantinha com um sorriso no rosto, sendo enganado pela própria mente e pela irrealidade de estar cercado por aqueles gigantes.
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Hinata Aki

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MensagemAssunto: Re: General, oh general.   Sab Maio 30, 2015 2:14 pm

As palavras de conforto de Takashi faziam Hinata sorri e sem falar mais nenhuma falava, ela o acompanhava até a tal fonte dos doces.

O cheiro daquele lugar era realmente muito bom e a garota não se intimidava pela placa, sempre seguindo ao lado do general.

A aparição daquelas entidades não surpreendia Hinata nem um pouco, uma vez que em Dragonland havia o grande dragão líder, Tenkai Ishiyama, casado com a Deusa Afrodite. Ela apenas olhava para Ethan e chegava a ficar preocupada com o cowboy.

- Você está bem? Acho que os vapores venenosos te afetaram não?

Mas era interrompida. Ouvia a pergunta dos gigantes, a resposta de Takashi e a de Ethan. Hinata logo notava os sentimentos do cowboy para a tal garota e falava baixinho.

- A sua resposta está aqui... Você só tem que encontrá-la - e apontava para o coração de Ethan. - Mas não vai ser de uma hora para a outra. Minha mestre me disse uma vez que isso que você deseja é a mais dificil das batalhas, e talvez dolorosa em alguns casos, mas nunca se deve desistir! Quando se quer algo verdadeiramente, você tem que se esforçar o máximo para conseguir.

E assim Hinata dava um passo a frente e olhava para as criaturas presentes com um sorriso sereno.

- Me perdoem, não sei se sou digna, mas irei dar minha resposta agora a vocês. Eu...vejo os doces como pequenas obras de arte. Eles podem ser delicados e ao mesmo tempo cheios de sabor. Quando se aprende as combinações de cada sabores, pode-se criar vários doces que te dão sensações diferentes. Tudo importa, a aparência, o cheiro, o sabor, a textura. Mas acima de tudo, eu aprendi nesse tempo que eu crio receitas e reproduzo antigas, que o melhor doce, é aquele que você coloca todo o seu sentimento, que você faz com o coração... Pra mim é isso o que significam os doces.

Quando falava aquelas palavras a expressão de Hinata era leve. Ela abria seu coração verdadeiramente para falar de algo que ela realmente amava fazer, criar doces novos.
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