Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Liang Zheng

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Liang Zheng

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Sexo : Masculino
Data de nascimento : 25/12/1988
Horóscopo chinês : Dragão
Zodíaco : Capricórnio
Status : Vivo(a)
Terra Natal : Dragonland
Tendência : Leal - Bom
Data de inscrição : 07/07/2014
Mensagens : 17

MensagemAssunto: Liang Zheng   Sab Jun 13, 2015 3:21 pm

Biografia


Quando os deuses ainda viviam no mundo material, entre os humanos e outras raças, existia um pequeno clã no leste do globo, e três divindades locais, Fu Xi, Nuwa e Shennong, que procuravam um novo exército para lutar por eles na guerra que travavam com outros deuses, viu nesse pequeno clã, chamado Zheng, a possibilidade de retornar para a disputa pela soberania, uma vez que haviam sido derrotados a pouco tempo. Os Zhengs eram poucos em número, mas o talento que possuíam era excepcional, o clã, que já tinha uma natureza guerreira, apenas precisava ser lapidado.

Por serem deuses, em carne e osso, as três divindades rapidamente ganharam a confiança do pequeno clã, que se sentiu honrado com a presença de seres tão poderosos (Shennong era um mestre em medicina, curou vários dos doentes do clã, Fu Xi foi o criador da escrita, pesca e caça no oriente e Nuwa trouxe chuva para as plantações). A gratidão foi suficiente para que atendessem aos desejos dos deuses, que agora serviam. O clã Zheng se tornou o exército das três divindades, mas estes deuses sabiam que com talento apenas aquela guerra não poderia ser ganha, por isso resolveram dar a eles dois presentes.

O primeiro presente foi na verdade um conjunto variando entre armas, armaduras e ferramentas, cada uma com uma habilidade em especial, relacionada aos deuses que distribuíram os presentes. Eram as conhecidas relíquias sagradas. O segundo presente foi chamado de sangue divino, mas isso foi apenas uma mentira vinda das três divindades, não havia como transferir sangue divino em um estalar de dedos. O que os Zhengs ganharam foi algo diferente, uma magia que interagia diretamente em seus corpos e seus sentidos. A magia, "sangue divino", fazia o sangue guerreiro deles ferver e junto disso, os limites humanos seriam quebrados, uma vez que o medo da morte e a hesitação nos golpes não existiriam mais no campo de guerra.

Claro que isso faria o tempo útil de conseguirem continuar a lutar diminuir drasticamente, mas foi ai que o talento natural dos Zhengs, a forte aura elemental de madeira que possuíam, se encaixou bem. Eles evoluíam tão rápido, que o pouco tempo que podiam lutar antes de seus corpos cederem era mais que o suficiente.

Os Zhengs, graças aos dois presentes de seus deuses, ganharam uma presença absurda no campo de batalha. Com a força e o poder ganho, começaram a ser temidos pelos seus adversários, que os chamavam de sem-medo ou até mesmo de demônios da guerra. Porém, nem mesmo com toda essa força eles foram capazes de colocar um fim a incessável luta entre as divindades, e a "paz" só pôde ser obtida muito depois, quando os deuses de todo o mundo se juntaram num acordo final, motivados pela visão de suas grandes criações sendo destruídas.

Graças ao segundo presente, os Zhengs continuaram com o "sangue divino" mesmo depois do trato, que acabou dividindo o mundo, ter sido formado. Muitas raças acabaram se perdendo e reinos inteiros desapareceram, separados entre diferentes dimensões. Essa foi a forma que as divindades encontraram para o fim de tantas disputas, e como consequência eles voltaram para o mundo espiritual. Os Zhengs, sem Fu Xi, Nuwa e Shennong, se viram forçados a viver entre os humanos comuns, que não possuíam o mesmo privilégio de ter o "sangue dos deuses nas veias".

O tempo passou, e a história se tornou mito, o mito se tornou lenda e hoje quase nada se sabe sobre esse passado, o clã Zheng ainda vive entre os humanos, mas o tempo naturalmente os mudou. Não haviam mais tantas guerras como antigamente, e o sangue deles começou a parar de ferver. Muitos Zhengs desistiram de procurar por batalhas e resolveram viver como os deuses queriam que vivessem no fim de tudo, em paz. Esses que escolheram não lutar mais, se acomodaram e se misturaram de vez com os humanos comuns, e nisso, os que ainda ansiavam por uma guerra, pelo ferver de seu sangue, viam os desistentes como traidores. Com o tempo, essa rixa acabou dividindo o clã Zheng em duas vertentes, os "puros" e os mestiços.

Os "puros" se intitulavam os verdadeiros descendentes dos deuses, por não terem se manchado com os humanos comuns, e viviam ainda pela batalha, pelo desejo de soberania de suas divindades. Já os mestiços, sendo descendentes indiretos dos deuses, tentavam viver em paz sobre a pressão e julgamento dos "puros".

Com a criação do Alto Conselho dos Zhengs, que era liderado por um dos "puros", a opressão sobre os mestiços aumentou ainda mais, e com tantas histórias sendo contadas sobre os "puros" serem descendentes diretos dos deuses que uma vez os Zhengs serviram, os mestiços se viam obrigados a abaixarem suas cabeças, afinal, não tinham chance alguma contra as pessoas próximas aos deuses.

Além do Conselho, havia o Grão-mestre, um cargo ainda acima do próprio Conselho, e geralmente, o Grão-mestre era também o líder do Conselho, o que não ajudava nenhum pouco os mestiços. Eram sempre os "puros" no comando, mas em todo lugar tem uma exceção, e na época em questão, pouco mais da metade do século XX, o Grão-mestre que subia no comando não era o líder do Conselho, e ainda por cima, tinha uma visão diferente de um "puro", mesmo sendo um deles. Seu nome era Chang, e seus olhos viam os mestiços como Zhengs, assim como os "puros" também eram. Uma época de igualdade começou, e mesmo que o Conselho não estivesse muito feliz com aquilo, tiveram que "engolir" por não terem motivos para arranjar uma desculpa e tirar Chang do cargo, afinal, ele era um "puro" assim como eles.

E com sorte, nessa era de ouro para os mestiços, uma criança incrivelmente talentosa nascia em meio a vertente "inferior", em 1988 era dada a luz a Liang Zheng. Talento sempre foi comum entre os Zhengs, mas mestiços que viviam sobre a pressão dos puros nunca tiveram oportunidade e coragem de procurar se desenvolver no caminho das artes marciais, mas Liang, estando nessa era dourada, teve vontade de treinar. O desejo de ser alguém forte que pudesse proteger qualquer um sempre falava mais alto ao ver o líder gentil e amado que representava o seu clã, o "salvador dos mestiços" era sua inspiração.

Com cinco anos de idade, Liang já possuía uma grande aura para alguém da sua idade. Através de bastante meditação e do pouco de artes marciais que seus pais conheciam, e durante um passeio pelo clã, que era frequentado agora também pelos mestiços, o Grão-mestre acabava percebendo uma aura com potencial a sua volta, e quando encontrava sua origem, conhecia aquele que mais tarde seria chamado como o prodígio dos Zhengs. Foi um sonho realizado para Liang, ver a pessoa que admirava tão de perto assim, e seus olhos brilhavam ainda mais quando Chang Zheng decidia torná-lo o seu discípulo. Os pais de Liang não impediram, era uma honra ter seu filho escolhido para ser pupilo do "salvador dos mestiços". E com isso, o treinamento do garoto começava desde cedo, agora sobre os cuidados do Zheng mais forte da época.

Liang gostava muito das histórias que seu mestre lhe contava, e ganhando toda a educação, que antes era restrita apenas a elite, seja ela por livros ou em forma de artes marciais avançadas, o prodígio dos Zheng tirava de letra, chegando a evoluir até mesmo mais rápido que Chang, o que era assustador, o líder era conhecido como o maior Zheng e ter em mente que Liang o passaria ainda jovem, deixava o velho homem com orgulho.

O prodígio dos Zheng aprendia bastante, e era eternamente grato por seu mestre, Liang acreditava ser bem sortudo por ter tudo aquilo desde criança e quando estava para completar seus 20 anos de idade, já era um excelente membro e guarda do clã Zheng, o único mestiço em meio a tantos de elite, ainda conseguindo ser mais forte do que muitos a sua volta. Aquilo causava inveja, e muitas vezes esses da elite procuravam maltratar o garoto, que nunca procurava reagir. O guerreiro dentro de Liang sempre quis a paz acima de tudo, e se ele tivesse que sofrer para não ter luta alguma dentro do próprio clã, não se importava. O problema é que mesmo apanhando bastante, ele nunca demonstrava uma expressão de dor, o que assustava os membros da elite, que depois de um tempo, deixavam o jovem em paz.

Uma vida honrada para ele, e para seus companheiros mestiços, estava trilhando muito bem, mas Chang tinha uma esposa, que era mestiça, e o seu filho nascia. O próximo herdeiro dos Zheng seria pela primeira vez um mestiço. O Conselho não ficou nada feliz, e um plano de longa data, para tomar o controle dos Zhengs para o lado puro novamente, era colocado em ação...

Um mercenário foi contratado, e seu alvo era o filho de Chang. Porém, a esposa via o mercenário quando o mesmo estava prestes a tirar a vida do bebê, e junto com a vida do herdeiro, a da mulher também foi tirada. Antes de morrer, ela conseguia alertar toda a redondeza, além do próprio Chang e seu discípulo, Liang.

Ao ver sua família morta, Chang, que sempre foi tão generoso e pacífico, ficava paralisado, chocado e com desespero em seus olhos. Liang, que estava ao seu lado, sabia que seu mestre não podia fazer nada no momento e a única coisa que poderia fazer para ajudar era ir atrás do mercenário, que fugia da cena do crime.

Foi uma longa perseguição entre as construções do clã, e Liang não conseguiu alcançar o mercenário, ele era habilidoso demais, e durante uma das curvas ele sumia dentro das sombras daquela noite. Preocupado com seu mestre, Liang parava a perseguição ali, e pela primeira vez sentia ódio por causa daquele ato covarde. Quem poderia ter feito aquilo? Por que um mercenário atacaria um recém-nascido? Essas dúvidas ficavam na mente do jovem prodígio, e nos dias seguintes todas elas seriam esclarecidas...

Chang, desolado com a morte da família, começou a se distanciar do próprio clã aos poucos, e três dias depois começou a se trancar na própria residência, dando missões estranhas para os soldados de elite dos Zhengs, os ordenavam para buscarem por relíquias, os presentes que um dia os deuses confiaram aos seus escolhidos. Vários Zhengs, que já foram os escolhidos dos deuses um dia, tinham uma espécie de sexto sentido para encontrar objetos relacionados a algum deus, mas Liang estava achando tudo aquilo suspeito... por que seu mestre, que nunca foi ganancioso, estava atrás das relíquias? Porém ele nunca teria tempo para pensar nisso, o Conselho, assim que Chang começou a se trancar em casa, começou a comandar o clã pelas costas do líder atual, retornando a antiga política da Pureza Zheng. Os mestiços mais uma vez, estavam a mercê dos "puros".

Os Zhengs mestiços estavam confusos, o único líder que os apoiava nem aparecia mais, apenas Bao Zheng, o líder do Conselho, falava por Chang, e dava as ordens no momento. Liang, ao ver isso, já entendia o que havia acontecido. Bao era rival de Chang para a liderança do clã, e por isso era muito provável ele ser o responsável pela morte da família de seu mestre, um plano sujo, mas apenas Liang pensava assim, o que levou o prodígio a ficar em silêncio, mesmo querendo trazer a verdade a tona, não podia deixar seu clã sofrer mais ainda por causa de uma possível revolta que ele começaria a fazer tais acusações, por isso ele tentava alertar o seu mestre que estava trancado em casa, mas era inútil, Chang se recusava a ver alguém, e alegava estar recebendo os relatórios diários do Conselho, confiando cegamente naquele que um dia foi seu rival.

Com as mãos atadas, Liang não sabia mais o que fazer a não ser continuar a caçar relíquias para seu mestre. Meses se passaram dessa forma e a vontade de salvar Chang e seu clã apenas crescia, foi quando em uma expedição em busca de relíquias, o prodígio Zheng avistou um grupo de aventureiros, e como alguém talentoso em leitura de auras, um dos ensinamentos de seu mestre, logo viu que aquelas cinco pessoas eram fortes, e para sua sorte, no pescoço de uma delas havia uma relíquia, em forma de colar, e nisso um plano se formava na mente do garoto, ele deveria derrotá-los através de algum desafio e assim levá-los em custódia, como prisioneiros. Uma desculpa esfarrapada e contra todos os seus ideais, mas era necessário para que ele pudesse salvar seu clã daquela opressão vinda do Conselho...


Última edição por Liang Zheng em Sex Jun 26, 2015 5:28 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Liang Zheng   Sab Jun 13, 2015 3:27 pm

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Nome: Liang Zheng

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Data de Nascimento: 25 de Dezembro de 1988

Idade: 41 anos

Altura: 1, 74 m

Cor do Cabelo: Roxo Escuro

Cor dos Olhos: Azuis

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MensagemAssunto: Re: Liang Zheng   Sab Jun 13, 2015 3:31 pm

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