Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Operação Carta Selvagem

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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Jul 28, 2015 6:38 pm

Quantas vezes mais aquele grupo continuaria a impressioná-lo? Sayuri, a garotinha mimada que Lyev tinha certeza ser apenas uma menininha forte demais, se provou na realidade ser uma Dragoa. Perante ela, os vermes não teriam chance alguma e de fato não tinham. Lyev, durantes os segundos iniciais ficara apenas observando o que antes era Sayuri, até que TaiKun simplesmente pegava uma de suas lanças, arremessando-a em um dos Vermes que caía morto no chão. Com um suspiro, ele fazia a lança voltar ao seu posto.

- Eu pedi para tratá-las com carinho...

Dizia casualmente, enquanto um verme surgia da terra e pulava na direção do ex-tenente, apenas para uma de suas três lanças que ele havia designado para atacar, perfurasse o crânio do verme, matando-o instantaneamente. Claro que com o decorrer do tempo, ele começou a ter de se mover pois os números pareciam simplesmente não diminuir.

- Quantos filhos esse casal de vermes teve? Aposto que não devia ter TV no quarto deles...

Algumas horas de combate ja tinham se passado e Lyev começava a sentir a fatiga se acumular. Controlar as lanças era um esforço tanto físico quanto mental e além de tudo, ele é apenas humano. Um humano gênio, brilhante estrategista e dotado de uma memória fotográfica perfeita, que tem sempre tudo planejado um passo a frente de todos. Ou assim era sua opinião sobre si mesmo. Ah, ele amava pequenas piadas também, inclusive aquela sobre o Verme Pai e o Verme Mãe não terem TV no quarto foi particularmente bo... "Se aquela que morreu foi a mãe, e estamos enfrentando os filhos... cadê o Pai?" Sayuri acabava com o último grupo de vermes, mas agora algo maior ainda parecia estar a caminho.

- Pelo menos ele foi gentil em esperar que matássemos a mãe, os recém-nascidos e os filhos adolescentes... talvez ele estivesse fazendo hora extra no trabalho.

Sorte dele (e dos outros integrantes HUMANOS do grupo) que o Verme-Pai viu a Dragoa como ameaçava maior, projetando-se para fora da terra e agarrando-a com o intuito de trazê-la para baixo... para o seu território.

- Talvez ele queira apenas uma esposa nova... - então ouvia o alto barulho de ossos se quebrando. - Ou talvez ele queira apenas vingança.

Era hora de bolar suas estratégias novamente. Ren não dera exatamente ouvidos para ele, na realidade suas "ordens" apenas coincidiram com o que ela ia fazer de qualquer jeito e ele aprendera que Ren possui uma técnica de destruir seus oponentes de dentro para fora, além disso, Lyev tinha certeza de que Ren apenas se lançaria ao inimigo sem pensar muito, então ele apenas lidaria com isso, dedicando três laças a pairar no ar em alturas diferentes, na direção do Verme Pai, para que Ren e qualquer outro pudesse pegar impulso e alcançar o alvo mais facilmente. Agora ele precisa bolar uma distração para o Paizão ali largar o pé da boa moça. "Uma carapaça impenetrável, não vou nem gastar tempo pra tentar penetrar aquilo... ele não tem olhos também mas sua gengiva é bem exposta. Eu imagino se ele palita os dentes com frequência..." E com este alegre pensamento, ele mandava suas seis lanças restantes para penetrar a gengiva do Verme Pai, na região mais próxima possível dos dentes, mas por que isso? O Verme não tem olhos e provavelmente tem um sistema nervoso bem sensível para sentir as vibrações do ambiente e se comunicar através de feromônios, então acertar a Raiz de seu dente causaria uma pontada súbita de dor suficiente para que ele soltasse a pata quebrada de Sayuri e ainda por cima, dar tempo suficiente para Ren mirar onde quisesse e destruir o gigantesco Verme Pai de Família.
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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Jul 30, 2015 11:20 am

A luta não parecia ter fim, e isso agradava Ren, que a cada oponente abatido ou ferimento recebido, aumentava sua força e velocidade. Já estava coberta com aquele sangue nojento, mas não parava de golpear. Então percebia o numero de inimigos cair e logo desapareciam. A garota limpava o rosto com a mão livre, estava ofegante e estranhamente animada.

De repente o chão tremia uma segunda vez, e as criaturas voltavam a aparecer. Uma delas era enorme e se enroscava na filha de Tenkai que estava em sua forma de Dragão.

- Merda..

Abrindo caminho em meio as pequenas criaturas, e se segurando para não agredir o autor daquelas incontáveis piadas sem sentido (Lyev), Ren tentava se posicionar debaixo da criatura. Talvez até pudesse saltar daquela altura, mas ficaria sem base ou equilíbrio para ataca-la. Por isso decidia esperar que este se soltasse por conta própria, ou fosse forçado a faze-lo por seus companheiros.

Ela matava vermes aos montes, aguardando o momento de agir. Odiava depender dos outros, e pensava que poderia lidar muito bem sozinha com aquela situação. Mas agora se via forçada a cooperar.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Jul 30, 2015 6:02 pm

Duas horas lutando, e Dante, como era mais técnico e rápido, enfrentava os vermes se movimentando sempre e com o menor número de golpes possíveis. Sua katana tinha um corte muito bom, e a aura de ar que ficava em volta não a fazia perder seu corte com todo o sangue que tentava grudar nela. Os aproximadamente 100 vermes que havia eliminado não desgastaram tanto o Campanaro, que não usava sua aura em abundancia, apenas o necessário para o tal momento. Ele era assim, mesmo estando animado com os resultados de seu treinamento, continuava calculista e bem cauteloso.

Enquanto derrotava mais três vermes com golpes ágeis e precisos, Dante sentia o chão que estava pisando começar a tremer mais uma vez, e dessa vez ele sentia uma presença muito maior do que qualquer outra que sentiu naquela batalha, o fazendo ficar ainda mais na defensiva. Não demorava muito, o "verme-pai" revelava ser a tal presença, emergindo a superfície e como era grande, o Campanaro, não sabia quantos metros aquilo tinha e esse "verme-pai" já tinha um alvo, Sayuri.

Ela estava voando em sua forma de Dragão, e em um piscar de olhos, Dante via sua amiga sendo atacada pelo "verme-pai", que se enrolava na pata do Dragão após ter errado o primeiro ataque. Lyev ainda fazia piadinhas, e aquilo era de fato irritante quando a situação não as favorecia, mas ele até agia, tentando provocar dor no inimigo para que o verme soltasse mais Sayuri, mas parecia não ser suficiente, precisava de mais, e Dante sabia como fazer isso.




Derrotando mais dois vermes pequenos, Dante corria com sua katana na mão direita, e olhando para cima, via bem a posição em que Sayuri e o "verme-pai" estavam.

- Eu vou fazer aquilo descer! Se preparem!

Com essas palavras altas, para que todos ouvissem, Dante pegava impulso, e saltava com tudo o que tinha. Com sua força física e o controle que possuía com sua aura de ar, ele conseguia pegar uma boa altitude, cerca de 10 metros do solo. Ele sentia que estava em seu máximo, logo começaria a descer, por isso, girava seu corpo até olhar para o solo mais uma vez. Seus olhos se arregalavam por um instante, não sabia que poderia pular tão alto assim, mas não era hora de se impressionar, e sim, de agir.

Erguendo sua katana para o alto, ele golpeava com força para baixo. E dizia:

- Taka Fukigen!

Mais uma vez aquela técnica, e dessa vez Dante a usava para criar uma ventania em direção ao solo. E como toda força tem uma reação, seu corpo leve era arremessado ainda mais para cima, ultrapassando a altitude em que Sayuri e o "verme-pai" se encontravam. Ele tinha a visão perfeita, e também a posição perfeita. Tudo o que lhe restava era aplicar um golpe, que veio aprimorando por causa do inimigo que enfrentou a um mês atrás. Ygros Frostwatch.


*Flashback*


Dante, ainda com alguns curativos pelo corpo após a batalha naval, estava sentado de frente para uma grande árvore, e seu rosto estava bem... pensativo.

"Droga! Droga! A tática daquele cara da Resistência, o Jun, pra ganhar tempo contra aquele cavaleiro foi ótima! Como não tinha pensado naquilo? ..."

Estava nervoso consigo mesmo, bagunçando o próprio cabelo.

"Caramba... pensei que ia morrer naquela luta, e ainda nem tive a chance de me declarar pra Lin ou de me tornar um grande herói. Seria uma vergonha, Lei riria de mim..."

Suspirando, Dante pegava sua katana que estava deitada no chão ao seu lado. Olhando para a lâmina, seu olhar ficava determinado.

"Mas... e se não fosse em um navio que a gente tivesse enfrentando aquele cavaleiro? Como poderíamos derrotar alguém que tem uma armadura praticamente... impenetrável? Eu não tenho força pra penetrar aquilo, apenas velocidade e minha aura de ar..."

E segundos depois de concluir aquele pensamento, Dante arregalava seus olhos. Sim, ele havia chegado em um conclusão.

"O ar pode cortar... será que ele consegue... perfurar também?!"

- Heh! Não custa nada tentar.

Semanas se passavam, e todos os dias Dante procurava treinar e treinar, o máximo que pudesse. Seja aprimorando sua estamina e velocidade, melhorando o controle em sua aura, e finalmente, criando técnicas para usar em diversas situações. Dante era talentoso, e seu controle de aura ajudava a adaptá-la. Taka Fukigen (Decolar do Falcão) foi bem fácil, era apenas liberar a aura que ele já conseguia colocar sobre sua katana, mas aquela técnica nova, de perfurar, era um completo desafio, mas dia após dia ele conseguia aprimorá-la. Cerca de uma semana atrás, o Campanaro esbanjava um sorriso de frente para uma árvore.

- Consegui! HAHAHA! Então é assim que isso vai funcionar...

Seu sorriso era justamente pelo resultado. No tronco da árvore a sua frente se encontrava um grande buraco...



*Fim do Flashback*


Se lembrando de seu treinamento, Dante esboçava um sorriso no canto de seus lábios. "Isso... tem que dar certo!". O sorriso se transformava em determinação, e ele começava a cair em queda-livre contra o "verme-pai", que ainda estava preso em Sayuri. Como era persistente, mas o rapaz estava disposto a acabar com essa persistência.

Em sua katana, o ar começava a ter um comportamento diferente. Antes, o que era praticamente invisível a olho-nu (aura que revestia a lâmina), agora gerava algo que se parecia muito com uma broca. A aura de ar começava a girar e girar em torno da lâmina numa velocidade impressionante. Chegava até a emanar um som agudo, como se fosse um mini-tornado.

O cabelo de Dante balançava bastante, e quando a forma daquela aura se concretizava finalmente como uma broca, o Campanaro pousava no "verme-pai", um pouco abaixo de sua cabeça, erguendo sua katana com a ponta apontando para baixo. Seus dentes rangiam e seus músculos se contraíam. Não podia parecer, mas controlar a precisão de uma lâmina que gira com violência com as duas mãos era difícil, aquela força centrífuga era forte, mas ele conseguia mirar no lugar certo e estava pronto para lançar o seu golpe.

- Godatsu... - A ponta da katana batia contra a armadura do verme-pai. E sua voz ia apenas ficando mais alta. Pressionando sua katana com força contra o oponente, com toda aquela aura perfurante, conseguia penetrar aquilo. - KUNREEEEEEEEEEENNNNNNNNN!!!! (Godatsu Kunren - "Broca de Rapina")

Ao terminar de pronunciar sua técnica, juntamente com o grito, Dante expandia o raio da aura que estava em sua katana, perfurando e "brocando" cada vez mais aquele verme gigante. Procurava o destruir por dentro, mas seu principal objetivo era fazê-lo soltar Sayuri.
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Jul 30, 2015 8:42 pm

•● Taikun enfrentava mais e mais vermes com o corpo de um em cima de outro,espremendo uns, atirando outros, fazendo o local ficar muito pior do que já estava. Algumas vezes ele caía em alguns dos buracos, mas nisso ele puxava algum dos vermes fazendo um pilão neles até atingir o chão, subindo de volta para a superfície, sendo agarrado por alguns ainda dentro do chão, mas espremendo suas cabeças na própria parede e fazendo-o servir como apoio para subir, pois eles deixavam facilmente perceptíveis suas auras antes de atacá-lo, sendo por falta de experiência ou não. ●•

Mendokusee.. isso é nojento..

Não temos escolha.

Claro que temos, a Sayuri disse que iria fazer tudo!.

•● Sayuri, esse era o nome no qual lembrava até ouvir um barulho surgir debaixo da terra milésimos depois de sair do buraco. "Como assim eu não senti isso!??!"; perguntava o rapaz logo depois de sair do mesmo local onde a criatura se encontraria, talvez mais longe ou mais perto. ●•

Como.. assim...

•● Em seguida, a criatura emergia do fundo, indo para o alto, revelando ser enorme, e atacando o ser que mais chamava atenção lá, sendo a mesma pessoa no qual se lembrou quando estava naquela situação. ●•

Ahh.. de novo não.. de novo não.. !!.

•● Mais uma vez, Sayuri acabava se tornando alvo de um novo inimigo, e já ficava preocupado só do fato dela ser pega, o que o deixava preocupado. Mais um verme surgia, e ele soltava uma parte de sua raiva em um único golpe, onde fazia a cabeça daquela criatura explodir antes de sair voando muito longe. ●•

Droga.. -- Espera.. mas .. o que...

•● E rapidamente, sua reação de preocupação ia sumindo, ao ver Lyev acertando algumas lanças naquela criatura em um local "estratégico", além de Dante que parecia ter criado um poderosíssimo golpe ali, "indo acertá-lo", e só agora ele notava que estava somente olhando e decidia agir. ●•

Vamos lá, vamos lá!.

•● O rapaz batia as duas palmas das mãos no rosto, que mesmo um pouco meladas de sangue e terra, ele ignorava, correndo até aonde estivesse Ren e ajudando-a a matar aqueles seres, e mesmo que estivesse esperando "também" por receber ordens, ele estava disposto a quebrar um pouco de seu orgulho para o bem de sua preciosa amiga. ●•
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Ago 02, 2015 9:24 pm



O ataque do verme gigante não acontecia como ele esperava, Sayuri era mais forte do que parecia, e mesmo com dificuldade e muita dor, conseguia se manter no ar. O verme se tornava um alvo fácil pendurado ali, mas em sua fúria ele não se soltava, estava determinado a derrotar aquele inimigo.

Os aventureiros logo percebiam o perigo que Sayuri corria, e não perdiam tempo ao tentar salva-la. Lyev como já era esperado, percebia que o verme era bem protegido por sua carapaça, mas também notava que suas gengivas estavam a mostra, atacando diretamente o lugar com seis de suas lanças.

Um grito ensurdecedor que poderia ser escutado em qualquer canto daquela floresta era a resposta do verme a grande dor que sentiu quando as lanças de Lyev perfuravam as raizes de seus dentes. Mas ao contrário do que o garoto havia calculado, não era o suficiente para derruba-lo, apenas para faze-lo ceder por alguns instantes. Instantes estes bem aproveitados por Dante, que aplicava uma poderosa técnica contra a grossa pele da criatura. Era tanto poder, que o verme acabava se soltando e gritando em dor e raiva.

E assim seu grande corpo caía, na direção onde estavam Ren e Taikun. O verme se contorcia no ar inutilmente tentando se salvar da grande queda. O sangue escorria de suas gengivas e do lugar onde o poderoso golpe de Dante o acertou, e ele estava agora a mercê dos dois que o aguardavam no chão.

(Ordem de postagem: Sayuri, Lyev, Dante, Ren e Taikun)
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Ago 02, 2015 10:20 pm

A dor não parava em segundo algum, apenas aumentava. A pequena Ishiyama estava prestes a desistir de se esforçar para soltar aquela coisa até que a resistência diminuía. A criatura também gritava de dor e em seguida Dante a finalizava e a soltava da garota.

Um alívio temporário surgia, afinal, a dor permanecia e pior. Quando Sayuri olhava novamente o verme caia na direção de seus amigos.

"Droga!"

O dragão batia suas grandes asas o mais forte que conseguia, pegando uma grande velocidade na direção da criatura. Um impacto forte ocorria entre as duas criaturas. O verme era afastado, mudando sua trajetória de queda e assim a garota evitava que a criatura caísse em seus amigos. Porém o atrito que seu corpo teve com o ar somado ao impacto do choque faziam a garota conseguir apenas se afastar de seus amigos antes de perder a consciência por causa da dor. Durante a queda, Sayuri voltava a se tornar humana, estando completamente nua, como sempre ficava quando voltava ao normal.
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Ago 03, 2015 5:50 pm

Sincronicidade. A palavra que descrevia toda a trajetória de Lyev e o grupo de Guerreiros desde que se encontraram sob maus termos até a mitigação deste último combate. Era isso que o ex-Tenente procurou por tanto tempo. Não era necessário brigar para ser ouvido, todos ali agiam de forma conjunta. Lyev sentia que suas "ordens" nem precisavam ter sido proferidas, uma vez que cada um ali sabia exatamente o seu próprio papel. "Força e inteligência..." Mas seus pensamentos eram interrompidos por Sayuri, que num último esforço de desviar o Verme Pai da direção de Ren e TaiKun e em seguida retornar a sua forma humana.

- Não se preocupem!

Não havia tempo para pensar. Ren e TaiKun aplicariam o golpe final no monstro e não poderiam se dar ao luxo de se preocupar com um aliado abatido. Não enquanto havia outra pessoa ali para ajudar, o que no caso, a responsabilidade caía nos ombros de Lyev Schneider, que usava rapidamente suas lanças como degraus para poder pegar a garota no colo antes que dela se esborrachar. "Excelente, tudo esta correndo de forma perfeita. Mas será que ela está be--"

- WAAH! - Arregalava os olhos, seguido de um engasgo. - E-eu, é... *caham* você...

Ao cair no chão com a garota no colo, Lyev ficava como uma estátua de rosto tão vermelho quanto seus cabelos. "Ei, ei, ei.... O que é isso? Quer dizer, eu sei o que é isso mas por que isso aconteceu?

" O cérebro do ex-Tenente havia entrado em pane completa. "Bom isso é normal, penso eu. Uma vez que o feitiço ou seja la o recurso que Sayuri usou pra se transformar não afeta suas vestimentas e parece que ela não conhece nenhuma magia pra criar roupas novamente. Ei, isso é algo muito útil, eu imagino se é difícil aprender coisas asssim e ARGH O QUE EU TO PENSANDO!!!!" Redemoinhos em seus olhos entregavam a fraqueza gritante de Lyev, que num surto de consciência súbita, repousava-a no chão recostada em uma pedra ainda inteira e retirava sua jaqueta militar e colocava sobre seus ombros.

- V-você poderia ter avisado que faria algo assim... - Ajeitava os cabelos, virando-se de costas. - Você deveria andar com uma muda de roupas, sabia?
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Ago 03, 2015 10:54 pm

O golpe foi um sucesso, o verme se soltava de Sayuri e começava a cair. Dante continuava encima dele, enquanto sorria e via sua amiga começar a voar mais uma vez, mas agora deveria se preocupar em como sair dali. Estava caindo em alta velocidade, e quando o rapaz olhava para baixo, via Ren e Taikun se preparando para o golpe final contra o inimigo.

"Isso... não é bom, eu vou acabar sendo afetado por esse golpe também!"

Pensava o Campanaro, enquanto suava frio com o resultado daquele provável futuro, e por isso percebia tarde demais a movimentação de Sayuri. Ela dava uma cabeçada em sua forma de Dragão contra o verme antes de perder a consciência por causa do cansaço e de sua fratura, voltando a sua forma humana em seguida. Aquele ataque o fazia perder o equilíbrio por alguns segundos, o que lhe dava menos tempo pra agir.

"Saco! Vai de qualquer jeito. Qualquer coisa é melhor do que receber o impacto desse golpe!"

Quando estava bem próximo do solo, ainda encima do verme, flexionava seus joelhos com tudo e saltava para longe, mais precisamente uns 10 metros a sua esquerda. Usando a aura de ar que revestia o seu corpo conseguia fazer com que o impacto da queda fosse bem menor do que o esperado, e o Campanaro rolava pelo local, se arrastando por aproximadamente um metro e meio desde seu contato com o solo.

Quando parava, ficava de braços abertos e barriga pra cima, bastante ofegante, e com apenas um dos olhos abertos, procurava observar o golpe final contra o "verme-pai".
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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qua Ago 05, 2015 1:10 pm

"Ninguém vive sozinho Ren, nem o mais forte ou o mais sábio. Somos todos parte do mesmo mundo, por isso não existe vergonha na cooperação."

Dizia seu pai Shen, a garota que se recusava a treinar com Dante e Lin. Ren não gostava da ideia de treinar em grupo, principalmente quando sua irmã e Dante estavam juntos. Aquilo a deixava enjoada.

"Por que eu deveria cooperar com esses inúteis? Vão me deixar mais fraca."

Lin ficava brava, e atacava sua irmã com um chute como fazia de costume.

"Eu não sou inútil!"

Mas como também era de costume, seu ataque falhava, e Ren imobilizava sua irmã no chão novamente

"Viu o que eu disse? Isso é patético, vou dar uma volta. Podem continuar com sua cooperação."


Apesar de suas palavras naquele dia, Ren se via agora numa posição em que estava cooperando com o grupo de sua irmã, tão naturalmente que parecia ter feito aquilo a vida inteira. Ela odiava admitir, mas aquela sensação era boa, poder contar com aliados para proteger suas costas, enquanto se concentra no inimigo a sua frente. Vê-los preparar tão bem seu oponente para que este fosse finalizado. Ren era levada pela emoção do momento e juntava novamente sua energia enquanto o verme caía.

Mais uma vez ela tomava sua posição, com a palma de uma das mãos aberta a frente de seu corpo, e o punho fechado na outra. Ela corria em grande velocidade para onde o verme atingiria o chão, e pouco antes que ele o fizesse ela falava, ou melhor, gritava.

- Uchi.....KUDAKU!

Numa outra maneira de utilizar o golpe com o qual destruía o verme mãe, ela agora o aplicava com a palma da mão aberta, e com sua aura altamente concentrada. Atingindo a lateral do verme que estava prestes a acertar o solo. Naquela posição, toda a força de seu ataque se basearia na própria força física de Ren, e na capacidade de sua aura da terra de redirecionar a força do impacto. Fazendo-o surgir efeito na parte interna da grossa carapaça do estranho animal. Fazendo o que pode ser chamado de "Destruir por dentro". Ainda assim a força com a qual moveu sua mão era capaz de causar uma pequena ventania na direção oposta, e um barulho extremamente alto.
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Ago 06, 2015 9:26 pm

•● Nomes legais, era tudo o que Taikun ouvia quando Dante atacava, e agora, parecia que Ren também fazia o mesmo. Por estar um pouco mais distante, o golpe de Ren acertaria primeiro o verme, logo ele acertaria depois, e isso lhe dava uma ideia. Vendo que Sayuri havia empurrado ele um pouco, o ângulo faria com que eles tivessem que correr um pouco, mas nada era impossível para Taikun. Correndo mais um pouco, ele chegava aonde ele estivesse caindo. ●•

Você não vai fazer isso...

Sim, eu vou.

Você é um idiota, sabia?.

Me conte algo que eu não saiba..

•● O rapaz conversava rapidamente com seu demônio interior, e, retirando sua espada da cintura, que não havia retirado até agora, ele concentrava uma enorme aura de fogo sobre ela, deixando-a flamejante, e com uma lâmina maior, ele se preparava com o saque, enquanto ele estivesse caindo. ●•

BARBECUE SLASH!! (Corte de churrasco).

•● E assim, um corte era desferido logo de começo, indo em direção ao verme, com o propósito de cortá-lo como uma "linguiça". A seguir, ele colocava a katana rapidamente sobre sua cintura, até quando ele estivesse caindo bem em cima dele, no qual ele concentrava um fortíssimo soco de baixo para cima, travando todo o seu corpo, no qual ficava em um tom vermelho escuro, e seus pés ficavam quase pretos. ●•

MEAT PUUUUUUUUUNCHHHHHHHHHHHH!! (Soco na carne, nesse caso).

•● Mesmo estando em um ângulo um pouco longe do centro do peso do verme (por segurança, claro), o rapaz erguia o punho para o alto, aproveitando inclusive o peso do verme caindo que o aceleraria ainda mais para o golpe, e aplicava um poderosíssimo soco sobre ele, sem se importar tanto o que iria acontecer com ele, mas ainda sim contava com Ifrit para ajudá-lo naquele golpe, mesmo que estivesse indo acertá-lo mais a fundo de onde o "barbecue slash" iria acertá-lo anteriormente. ●•
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Ago 07, 2015 11:48 pm



A sincronia era perfeita, como se a muitos anos ensaiassem cada movimento que deveriam fazer, por sorte talvez, ou ironia em alguns casos. Mas para um estranho como Lyev ver tamanho trabalho em equipe causaria uma grande impressão e lhe faria se perguntar, "a quanto tempo essas pessoas lutam juntas?".

O Verme caía e se contorcia em dor e desespero até ser empurrado por Sayuri em seus últimos momentos de consciência. Mais uma vez atordoado o verme agora se via sem esperanças de salvação, pois dois dos poderosos lutadores que enfrentava vinham rapidamente em sua direção.

Os golpes eram precisos, o ataque de Ren o destruía de dentro para fora, e Taikun o cortava e queimava impiedosamente. Num ultimo grito o verme tentava reagir, mas era inútil, antes mesmo de atingir o chão seu corpo era feito em pedaços. Seu sangue fétido se espalhava por uma vasta região enquanto suas partes agora enfeitavam o lugar.

O perigo havia passado, os vermes menores jaziam todos mortos no chão. A besta da floresta, ou melhor dizendo "as bestas" não representavam mais perigo para aqueles que viajavam pela estranha Floresta da Neblina. Mas algo curioso acontecia, sobre a terra, suja de sangue, havia uma pedra. Ela brilhava emitindo uma luz própria e chamaria a atenção de qualquer um nas proximidades. Porém quando esta fosse tocada, seu brilho se apagaria imediatamente, e aquele maravilhoso objeto se transformaria num simples e pequeno pedaço de vidro de formato oval. Que se partiria com o menor dos movimentos.

Quando este se partisse, toda a neblina e ambiente da floresta retornaria a seu estado natural, se tornando menos densa e agradável. Mais uma vez a dúvida tomaria conta dos aventureiros, pois aquilo era claramente magia. Muitas perguntas poderiam surgir, mas era a hora de descansar e finalmente aproveitar a vitória. Muito tempo já havia se passado desde o inicio da batalha e em poucas horas o Sol voltaria a nascer, fraco e discreto como era de costume em Shadowrealm.

[ordem de postagem: Lyev, Sayuri(opcional), Ren, Dante, Taikun]
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sab Ago 08, 2015 12:45 pm

De todos ali, provavelmente apenas Sayuri e o próprio Lyev não tinham se sujado com o sangue daqueles vermes grotescos, afinal, ela podia se tornar um Dragão e no caso do ex-tenente, ele não deixava nenhum dos vermes se aproximar o suficiente antes deles serem mortos, por isso quando se aproximava de Ren e os outros Ly,ev tampava o nariz.

- Dojendo... bas buido dem! Voi realmende um bagnivico drabalho em eguibe! - Mas em seguida ele soltava o próprio nariz, rindo descontraído da situação. - A Sayuri parece estar bem, tirando um possível calcanhar quebrado... é hábito dela ficar dando uma naturalista na frente de estranhos? Francamente...

Suas bochechas ficavam levemente enrubescidas ao se lembrar do que vira poucos minutos mais cedo, mas logo dispersava os pensamentos. Rapidamente uma de suas lanças golpeava o cadáver do grande Verme, precisamente em sua gengiva até arrancar um de seus dentes, em seguida a lança lhe trazia o objeto e em seguida sumia. O brilho das pedras preciosas em seu terço sumiam à medida que as lanças desapareciam.

- Acho que esse dente é prova suficiente da nossa caça... - Analisava o objeto, que mais parecia um escudo pelo tamanho e forma. - Não é tão afiado... aquele bicho deveria ter uma força incrível na mand--

Seus pensamentos eram interrompidos pois sua percepção de luz na visão periférica mudava, chamando sua atenção. Ao se virar, ele notava uma pedra de brilho singular. Ele sentia a energia de seu terço reagir pois era isso que acontecia quando objetos mágicos estavam próximos, então decidia se aproximar. Não parecia nocivo e talvez estivesse sendo guardado por aqueles vermes... ou talvez aqueles vermes tivessem sido designados por alguém para guardar o objeto. Indiferente, Lyev tocava a pedra sob a hipótese muito plausível de que aquilo não causaria mal a ninguém e imediatamente ele se transformava em vidro e se partia. Por via das dúvidas, ele guardava aquele pequeno item, enrolando-o num pano que tinha em sua mala. Em seguida a neblina da floresta sumia e tudo voltava ao "normal", ou pelo menos tudo ficava menos maligno.

- Não foi tão ruim, foi? - Passava a mão pelos cabelos, rindo consigo mesmo, mas do nada sua expressão mudava para uma mais séria. - Eu desrespeitei vocês e ainda assim... sem sua ajuda eu com certeza teria virado ração de verme... - "Vamos, Lyev... eles são como você quer, não é? Peça pra eles." - ... Peço perdão pelas minhas atitudes, espero que da próxima vez nos encontremos sob melhores termos...

"Não... não estou em posição de fazer nenhum pedido." Lyev apenas se virava de costas, planejando em voltar para a cidade e assim que conseguisse sua recompensa, provavelmente retornaria para Ibyorack... Talvez April ainda estivesse lá, embora ele achasse aquilo muito improvável.
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sab Ago 08, 2015 1:22 pm

Nenhuma palavra de Lyev, quando este a salvava, era escutada pela garota dragão, muito menos ela presenciava o fim daquela criatura que lhes causou tantos problemas. Na realidade, Sayuri apenas despertava quando o ruivo já ia na direção da tal pedra brilhante estava. Quando seus olhos abriam, via-se coberta com a jaqueta militar do irritante garoto. Suspirando um pouco, a garota vestia a jaqueta e a fechava, e por sua baixa estatura, aquela vestimenta ficava enorme na garota.

Era quando a garota olhava para seu pé. Estava um pouco inchado e com um tom roxo.

- Tsc... - e um movimento rápido era feito. Sayuri dava um golpe forte no tornozelo e o osso quebrado encaixava novamente - KYAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!! >.< - Aquilo a fazia dar um grito muito alto que ecoava pela floresta e quando olhassem novamente para a menina, seu tornozelo agora estava com uma cor mais amarelada como se aquilo já tivesse a dias. Era então que ela se apoiava em um único pé e pulava até os amigos. - Ah! Eu perdi o final? Droga! Por que isso sempre acontece comigo? T^T - a menininha mimada voltava, mas não era tempo, a garota encostava em uma árvore e as novas palavras de Lyev surgiam. Sayuri se lembrava de algo e sorria. - hm? Isso é passado né? E.... antes que você entre para o nosso grupo restrito que só tem pessoas realmente fortes como a Ren - a garota apontava para a irmã de Lin propositalmente, já que o rapaz teve sérios problemas com a garota - Tem uma pessoa que precisa te analisar... né gente? - realmente, todos os membros do grupo, ou pelo menos a maioria, haviam sido "avaliados" pela criadora do Dragão Bonzinho.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Ago 10, 2015 11:03 am

Ren estava tão animada com a batalha que mal percebia estar tão envolvida com todos. Quando via seu inimigo se despedaçar a sua frente uma satisfação já conhecida pela garota tomava seu corpo e sua mente. O sangue da criatura terminava por transformar Ren numa "entranha" ambulante, pelo menos cheirava como uma.

Estava agora ofegante quando tudo terminava, e balançava a carcaça da criatura com seu pé.

- Mais morto que isso ele não fica.

Infelizmente a batalha havia acabado, mas Ren estava feliz por ter  a oportunidade de testar sua habilidade sem precisar se segurar. Estava pronta para ir embora dali mas o garoto das lanças mais uma vez tomava a palavra. Parecia ter encontrado um objeto estranho e desinteressante, coisas como magia não agradavam nem um pouco a garota.

Ren o via falando com o nariz tampado enquanto limpava o sangue sujo de seu rosto e jogava o excesso que ficava em sua mão no chão, próximo aos pés do garoto que falava e caminhava em sua direção. Quando estava frente a frente com Lyev, Ren cuspia no chão, pois o gosto de sangue já a estava incomodando, e então ela falava.

- Você não é tão covarde quanto parece. Vou esquecer o que aconteceu mais cedo, mas se acontecer de novo eu não vou pegar leve com você.

Ela se virava para ir embora daquele lugar, mas escutava Sayuri falar seu nome. Como alguém orgulhosa, escutar tal elogio vindo de um dragão era algo animador, mas ao mesmo tempo seu orgulho não lhe deixava mostrar agradecimento. Ren se lembrava das palavras da garota antes da luta na floresta, sobre Lin, por isso decidia se virar novamente e pelo menos terminar de ouvir. Sayuri agora falava sobre a entrada de Lyev no grupo, e sobre a analise de um certo alguém. Ren se lembrava de cenas do passado e pela primeira vez o dia todo acabava sorrindo.

- Aquela idiota com certeza vai querer conhece-lo. Mas não me lembro de ouvi-lo pedir para se juntar a vocês, apesar disso estar escrito na cara dele.

Aquela Ren sem dúvidas parecia mais "dócil". A primeira razão era que acabava se lembrando da sua irmã de um jeito bom. A segunda era ter sido chamada de "forte" por Sayuri. E a terceira era ter acabado de derrotar um inimigo tão poderoso.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Ago 10, 2015 3:18 pm

Vendo o golpe final aplicado por Ren e Taikun, ficando com algumas gotas na nuca por causa dos nomes das técnicas do rapaz, Dante juntava bastante ar em seus pulmões, e soltava tudo pela boca, com um grande alívio. Com um impulso se erguia até ficar sentado e agora sentia as dores musculares de tanto de tempo de luta, além das várias técnicas que utilizou durante, mas o que o incomodava mais era o próprio cheiro, estava com bastante sangue daquelas criaturas sobre suas roupas, mesmo que fosse bem menos do que Ren.

- Que droga... quando voltar vou ter que tomar um banho...

Dizia aquilo a si mesmo, enquanto se levantava lentamente. Caminhava até sua katana, que havia caído durante a queda que teve para escapar do impacto do golpe de seus companheiros, e a guardava em sua bainha. Amarrando a arma em sua cintura, o Campanaro se dirigia até o grupo, ouvindo as palavras de Lyev no caminho. Não tinha nada a falar no momento, apenas sorria por ver que as coisas não estavam mais tensas entre todos do grupo, até que o ex-tenente encontrava uma estranha pedra que chamava a atenção de Dante.

- Ei, o que é iss...

E a pedra, que antes brilhava, ficava opaca, revelando ser um "pedaço de vidro" e, em seguida, se partindo em vários pedaços. Aquilo era estranho... e Dante pensava que se Otohime estivesse por ali, talvez soubesse de algo. Enfim, ficava em sua mente perguntar sobre depois para sua companheira que era usuária de diversas magias. E a seguir, mais palavras vindas do ex-tenente. "Ele gosta de falar bastante, nao é?".

Dante ouvia suas palavras, era uma... despedida? Talvez ele tivesse outras coisas para fazer mas... suas feições, Lyev estava querendo dizer algo e acabou não dizendo. Sempre sentiu fazer essas expressões quando tentava se confessar para Lin. E ao ouvir as palavras de Sayuri e Ren, a ficha dele caía. Já sabendo o que fazer, o Campanaro andava até o ruivo, lhe tocando o ombro.

- Hey, Lyev-san! Nosso grupo é bem livre sabia? E... como um dos criadores disso, acho que não tem problema você nos acompanhar... suas habilidades são incríveis! Digo, nunca vi algo parecido.

Com uma pausa, Dante coçava a cabeça.

- Se bem que ainda é bom falar com a Lin, o que é inevitável... Como a Ren disse, ela vai mesmo querer conhecer alguém que quer entrar no grupo. É uma cabeça-oca gentil demais, hahaha! Mas... - Apontava o dedo indicador para ele, com um sorriso no rosto. - isso é você que decide, ex-tenente da Resistência! ... Quer ser nosso companheiro?
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Ago 11, 2015 9:27 pm

•● Assim como Ren, Taikun era um dos últimos a aplicar um golpe sobre a criatura, finalizando-a de vez. O rapaz ficava todo contente com aquela técnica, de costas a todos, enquanto aquele mar de entranhas caiam por cima deles, finalmente ele se virava para todos sorrindo. ●•

Hehe! Prontinho.

•● Em seguida, ele começava a desamarrar a capa da cintura, indo levar para Sayuri, mas no meio do caminho ele notava ela estar com a jaqueta de um rapaz. ●•

Shimatta..


•● O rapaz ficava desamparado, vendo que não era mais necessário para ajudar, suspirando, e só então quando tomava ar, ele notava aquela pesadelo nojento e sem fim entrar por suas narinas, e finalmente perceber que estava no mínimo pior que um cortador de peixe. ●•

AAAAAAAAAHHHH!! QUANDO.. ISSO.. VEIO.. PARAR.. EM MIM!??!?!?! ISSO.. é.. nojento.. (╥﹏╥)

•● Ele pensava em como iria ser recebido por Otohime nesse estado, mas acabava se lembrando que ela estava em coma ainda, o que deixava o rapaz um pouco apreensivo: "Talvez ela não note o cheiro, óbvio, mas... eu preferia que ela estivesse acordada..."; pensava o rapaz, depois de ficar vagando sobre seus pensamentos. Sem mais delongas, ele sorria um pouco, pensando em tudo no que havia acontecido. ●•

Bem.. ao menos está tudo bem.

•● E só então ele percebia falarem sobre uma pedra, no qual ele só pode vê-la no momento em que se desmanchava, além dos comentários dela ser mágica ou algo do tipo, e então, ele acabava dando os ombros, ignorando inclusive o que falavam com Lyev. ●•

Ei, vamos embora logo, eu preciso tomar banho, por 3 dias.. (;_;)
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Ago 13, 2015 4:39 pm

"Uma mulher jazia deitada em sua cama. Haviam pelo menos quatro cobertores sobre ela e mesmo com a lareira acesa, o frio a assombrava, tornando sua febre pior ainda. Era assim todos os invernos, com aquela saúde frágil, Johanna Schneider tinha dias terríveis, mas naquela noite, fosse para bem ou mal o sofrimento da mãe de Lyev estava chegando a um fim.

- Perdão querido filho... mas Deus deve me querer mais cedo em sua compania...

- Droga, esse tal Deus é alguém muito egoísta... - Sentado num banco, segurando a mão de Johanna, estava Lyev, contendo as lágrimas como podia. - Os soldados vão vir me buscar, mas eu te prometo que não vou ficar nem um dia sequer com eles.

- Não seja tão duro consigo mesmo... Lyev, eu posso dizer... Deus tem grandes planos pra você, eu sei que um dia você encontrará amigos com quem poderá ser feliz por isso... viva, meu filho... viva.
"

Lyev não sabia ao certo por que se lembrara subitamente das ultimas palavras de sua mãe, mas de uma hora para outra tudo ficava claro quando Sayuri Ren e Dante se pronunciavam a respeito de sua entrada no grupo. O ex-Tenente se virava verdadeiramente surpreso, pois não imaginava que fosse aceito por aquela pessoas tão "facilmente". Estava surpreso também por não ter conseguido prever aquilo, prova de que ainda tinha muito o que aprender.

"Mãe... gostaria de ter você aqui comigo..."

- Vocês... estão falando sério? Quer dizer... - Quando era pego de surpresa, Lyev sempre ficava desconsertado.

"Eu passei por vários lugares nesses últimos tempos... e também não sei se esse grupo é o certo pra mim..."

- Bom, não é como se eu não quisesse entrar, sabe...- Ajeitava seu cabelo novamente, olhando para todos.

"Mas eu queria dizer que... você estava certa, e isso apenas me da mais um motivo pra sentir sua falta... e pra te agradecer. "

- Eu aceito, Ren, Dante, Sayuri e TaiKun. Agradeço e aceito o convite. - Ele mantinha alguns segundos de silêncio então fazia um meio sorriso. - Agora nós damos as mãos e cantamos alguma música, ou vocês tem algum ritual macabro com sacrifícios de bodes e galinhas? Por que ja digo que não vou tocar em nenhum de vocês até tomarem um banho!

Ele não fazia suas piadas com intenções de humilhar ou irritar, era apenas um mero hábito que Lyev adotara para amenizar o clima, tanto que seu tom de voz era sempre casual quando dizia tais piadas. Talvez sua volta a Ibyorack tivesse de ser adiada por mais um tempo.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Ago 13, 2015 10:32 pm

Ren sorria. Aquilo era uma vitória interna para Sayuri, que nunca conseguiu fazer a filha de Shen Shi sorrir antes.

- Hahaha Tem coisas que não precisam ser pedidas, Ren. É claro que ele nunca iria pedir pra entrar no nosso grupo, ele tentou atacar a gente e a possibilidade de alguém aceitá-lo não seria muito grande, maaaaaaaaas a gente aceitou aquele outro tio estranho, não é? - se referia à entrada de outro membro, Roque.

A garota abaixava, pegando um pedaço de madeira e o usava como apoio. Só então começaria a andar.

- Além disso, ele não poderia ir sozinho. A recompensa é tão dele quanto nossa. E...vamos embora logo? Eu estou começando a ficar com muita fome. Sério...

Só após aquelas palavras que Sayuri ouvia mais uma piadinha vinda de Lyev.

- Hm... Bodes e galinhas? Acho que não. Tá mais para sacrifícios humanos em cemitérios com pentagramas desenhados em sangue, velas pretas, capas e tudo mais. - Sayuri retrucava a piadinha do rapaz.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Ago 14, 2015 6:37 pm

Enquanto todos conversavam, Ren observava o campo de batalha. Aquilo lhe trazia uma satisfação que mal conseguia explicar, mas aumentava ainda mais a sua vontade de encontrar o próximo desafio. Por isso quando escutava Taikun reclamar, Sayuri falar e Lyev aceitar entrar para aquele grupo estranho e perguntar-lhes se faziam algum sacrifício, ela via sua deixa.

- Costumo sacrificar homens estúpidos que não sabem quando calar a boca.

Extremamente séria, mal se podia perceber que Ren estava "brincando", a piada poderia afetar tanto Lyev quanto Dante. Seu senso de humor era diferente, e sua capacidades de contar piadas era nula, por isso aquilo daria a impressão de ser uma ameaça séria. Mas como não era, Ren se virava e colocava-se a caminhar.

- Vou indo nessa, dividam a recompensa como quiserem.

E pela primeira vez ela refletia nas diversas frases sobre o mal cheiro e a sujeita que foram proferidas naquela conversa. Ren olhava seu próprio corpo e finalmente percebia que estava numa situação precária. Mas ao contrário da maioria ela não se importava com aquele tipo de sujeira e continuava caminhando em direção a cidade. Por uma questão de bom senso tomaria um banho, e procuraria uma outra missão, ou pedido, pois não conseguia relaxar.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Ago 16, 2015 8:16 pm

E tudo havia mesmo acabado bem. Instantes atrás estavam lutando com um verme gigante, e agora um membro novo. O Ex-tenente da Resistência agora era um companheiro, membro do grupo que Dante e Lin haviam criado. Claro que tudo foi graças a nobre iniciativa da filha de Shen Shi.

Uma das paixões que Dante e Lin compartilhavam era ajudar os outros, em qualquer coisa, e a criação daquele lugar especial em Kyoto foi o primeiro passo da aventura de ambos. Com o tempo, mais e mais pessoas se juntaram a causa do Dragão Bonzinho, além do número de clientes aumentar em tão pouco tempo. Talvez fosse pelo carisma que Lin possuía ou por ser barato, mas o que era um "passatempo" ficou mais sério do dia pra noite. Uma hora estavam ajudando os cidadãos de Kyoto em coisas triviais (uma senhora atravessando a rua, um gatinho encima de uma árvore) e noutra, estavam salvando a cidade de uma potente bomba. O colégio acabou cerca de dois anos depois, o sonho de Lin de sair de Dragonland para começar uma jornada chegou mais rápido que o esperado, e todos do Dragão Bonzinho acabaram a seguindo, inclusive Dante. Com a ajuda de Heikki atravessaram o Mar do Dragão e agora estavam ali, ajudando na libertação de um grande reino que estava a mercê de Skyhold.

"Heh. Parece que foi ontem que eu tava ajudando a Lin a pintar a placa do Dragão Bonzinho..."

Pensava Dante, enquanto olhava para o céu nublado de Shadowrealm. E era quando ouvia as palavras de Ren sobre sacrifício. O Campanaro suava frio, e um sorriso trêmulo surgia em seu rosto.

- Eu... poderia falar menos não é? Hahaha! Mas não é porque eu quero que fico conversando, eu acho que isso é essencial para nós como um grupo... e eu já estou falando muito de novo.

Dante fechava os olhos, suspirando, porém quando os abria instantes depois um animado sorriso surgia em seu rosto.

- Lyev-san tem razão! A gente tá precisando de um banho... Ren, você sabe de algum...

E ela já tinha ido embora, o que fazia uma gota surgir na nuca de Dante.

- É... isso tá me lembrando de um desenho de super-herói que o Shen via bastante...

O rapaz colocava as mãos na cintura e olhava para todos que ainda estavam ali.

- Bluehaven deve ter uma boa casa de banho! Que tal a gente procurar uma? Podemos usar um pouco da recompensa pra isso! - Olhava para Taikun. - Não se preocupe Taikun-san! Ainda vai sobrar bastante dinheiro pra você!... - Murmurava. - Eu acho...
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Ago 17, 2015 5:44 am

•● Vendo que todos estavam conversando entre si onde ele só pensava em tomar um banho, ele andava de um lado para o outro, pensando alto, ou melhor, murmurando baixo. ●•

Eu poderia estar tomando banho agora mesmo, por horas, depois poderia comer alguma coisa agradável, poderia estar passando algum tipo de neutralizador de odores, poderia estar dormindo, contando dinheiro, comprando doces, comendo alguma carne suculenta, poderia estar tomando banho...


•● Até quando ouvia Lyev falar seu nome, agradecendo a todos inclusive, por entrar no grupo. Taikun olhava para ele por alguns segundos, e depois para o nada, voltando a murmurar. ●•


Poderia estar tomando banho, comendo alguma carne suculenta, poderia estar contando dinheiro, poderia estar tomando banho...

•● Até que Ren acabava decidindo finalmente tomar rumo, e então, por osmose, ele seguia ela também, até ouvir de longe (Com sua audição boa, mesmo com um pouco de sangue de verme dentro deles), Dante falando sobre dinheiro. Ele respondia, em voz alta. ●•

PRIMEIRO UM BANHO! VAMOS LOGO QUE ISSO ESTÁ TERRÍVEL! (╥﹏╥).

•● Diferente de Ren, Taikun se importava com aquilo, infelizmente, pois seus sentidos eram aguçados, como se fosse o de um dragão, mas nesse caso sendo demoníaco mesmo. O rapaz andava com redemoinhos nos olhos contando os segundos para conseguir resolver o seu problema atual. Comparado a se sujar com terra, com fuligem, ou até mesmo com poeira, seria bem normal para ele, ele mal se incomodaria, mas nesse caso era algo que embrulhava seu estômago várias e várias vezes, principalmente estando com fome. ●•
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qua Ago 19, 2015 12:02 pm



O destino prega peças curiosas, e quando menos se espera algo incrível pode acontecer. Uma simples missão toma um rumo inesperado. Um garoto arrogante está a um passo de aprender o significado da amizade. Movidos por diferentes razões acabaram se encontrando, e deixando-as de lado, juntaram-se como um só para cumprir seu objetivo que se tornara único. E com grande satisfação experimentavam o gosto da vitória.

Todos eram fortes a sua maneira, mas sozinhos teriam sido dizimados. A luta acabava bem, mas deixava uma questão a ser respondida, depois da morte da criatura, a magia se desfazia e uma estranha pedra se manifestava. Seria o monstro controlado por alguém? Ou talvez criado através dos estranhos caminhos da magia? Isso continuava um mistério, mas apenas uma coisa era certa, uma sensação, um pressentimento de que aquela não seria a ultima vez que veriam tal fenômeno, todos sentiam que ainda havia muito para acontecer.

Lyev Schneider, que acabara de deixar a Resistência, encontrava agora um outro caminho. Seria esse o correto? Ele não sabia. Mas a única maneira de descobrir era seguindo em frente. Era recebido de braços abertos para sua grande surpresa pelas estranhas pessoas daquele grupo. Poderiam te-lo excluído por sua atitude anterior, mas não o fizeram, e agora Lyev era parte da equipe cujo nome ainda não sabia, e com certeza quando descobrisse, poderia pensar duas vezes nas decisões que tomou.

Todos voltavam agora a cidade de Bluehaven, alguns para se limpar, outros para coletar a recompensa. O estranho artefato ainda precisava ser investigado e Lyev ainda teria de conhecer o resto de sua nova equipe, e mesmo que alguns não estivessem na cidade, logo poderiam encontra-lo. Aquele dia agitado chegava ao fim, mas a grande aventura estava apenas começando, e desafios ainda maiores estavam por vir.

(Sombrio nascer do Sol em Shadowrealm, obscurecido pela grande nuvem de radiação que cobre toda a parte central do país)
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