Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 April Noreen

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April Noreen

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MensagemAssunto: April Noreen   Seg Jul 20, 2015 4:34 pm

Biografia



“Hey, April! Eu não vou deixar eles te fazerem trabalhar... vou te proteger com a ajuda de Deus!”

- Hey April? Terra para April! Você está me ouvindo?

A garota de cabelos roxos voltava à realidade. Ela segurava seu crucifixo ainda e olhava em volta. Aquela lembrança parecia tão próxima, mas tão distante. Quanto tempo havia se passado desde então? Não sabia. Respirando fundo finalmente April Noreen olhava para sua companheira de trabalho, tão jovem quanto ela. April tinha 18 anos, era 1 ano mais nova que a garota que falava com ela.

- Desculpa, estava me lembrando de quando eu era pequena... acabei me perdendo. Melhor voltarmos a trabalhar, né?

- Francamente não sei como conseguiu se tornar uma cientista, viajando tanto enquanto trabalha.

- Nem eu hahaha – e assim as duas voltavam ao trabalho, mas aquelas palavras ainda permaneciam em sua mente. Ela não lembrava muito bem do rosto da pessoa que lhe dissera aquilo, muito menos o nome daquele garoto, mas as palavras ficaram marcadas na memória da jovem cientista por todos esses anos.

18 anos se passaram desde o nascimento de April e também a morte de seu pai. A vida da garota nunca foi fácil por sua mãe se esforçar muito trabalhando, cuidando da filha e ainda tentando manter a fé presente na casa. Fé... como ter fé se aqueles que se diziam a voz de Deus eram cruéis e abusavam de seu povo de uma forma tão clara. E mesmo assim, ninguém fazia nada. Ano após ano a garota crescia tentando entender tudo aquilo.

- Mamãe... se Deus nos ama tanto, porque deixa todo mundo sofrer assim? Isso não é certo!

- April, meu anjo. A única certeza que você deve ter em sua vida é que Deus nos ama sim. As pessoas se esqueceram do verdadeiro significado de suas palavras, por isso tanto sofrimento no mundo.

- Isso é triste...

- Tem razão, é muito triste. Porém não podemos perder a fé. A fé em Deus é o que nos manteve vivas esses anos todos, entendeu?

A pequena garota de 10 anos sorria para a mãe e se arrumava na cama, um pouco pensativa.

- Mamãe...vamos orar pelas pessoas que perderam a fé? Assim Deus vai ouvir e tomar conta delas também, né?

A mãe, emocionada com o pensamento da pequena garota, sorria e as duas rezavam para que Deus olhasse por todos os aflitos que se perderam do caminho de Deus.

Mesmo com o pensamento puro da pequena April, as coisas não mudaram. Na verdade pioraram. Para aumentar a produtividade, crianças a partir de 13 anos eram enviadas para trabalhar depois da escola. A cena era de partir o coração de qualquer um que parasse para pensar um pouco na situação do reino, coisa rara em Ibyorack. Pensar nunca foi algo bom para os líderes. Pensar gera críticas, críticas geram revoltas e isso deveria ser evitado ao máximo. Os poucos que se revoltavam eram punidos severamente em nome de Deus.

Nos dois anos seguintes foram os mais dolorosos para a mãe da garota que temia que a filha fosse selecionada para trabalhar. Todas as noites a religiosa mulher clamava a Deus para que ele protegesse sua filha de tal destino.

- Mãe, não se preocupe. Se eu tiver que ir, é porque Deus assim decidiu. Não fique tão aflita.

- Você poderia pedir para entrar na ordem... lá as crianças são preparadas para pertencer a Deus e servir aos comandos daquele que é a voz de Deus na terra.

- Você acredita que ele é a voz de Deus tanto quanto eu, mãe. Além disso, sabe que são eles quem escolhem e não nós.

- Tem razão... – suspirava a mulher angustiada.

- É melhor eu ir, se não chegarei tarde na escola.

- Vá com Deus, meu anjo.

- E você fique com ele, mamãe.

Após conversar com sua mãe, April, agora com 12 anos de idade, partia para mais um dia na escola. Porém lá, a garota ficava pensativa o tempo todo e isso era notado por seu único e melhor amigo, Lyev Schneider, um garoto um ano mais novo que ela. O garoto falava com sua arrogância de sempre sobre um diálogo que tentou ter com um dos padres, mas April não parecia prestar atenção.

- Tsc...vai me deixar falando sozinho?

- Ah, desculpa... é que...

- O que você tem?

- Estava pensando que ano que vem eu talvez tenha que trabalhar pra eles... – a garota suspirava.

- Hey, April! Eu não vou deixar eles te fazerem trabalhar... vou te proteger com a ajuda de Deus!

A garota olhava para o amigo e ria baixinho.

- Claro claro, isso sempre funcionou né? Não vai se meter em confusão por minha causa, você já arruma confusão demais sozinho hahaha – April fazia uma pausa e ficava séria, olhando para o amigo. – Eu vou aceitar o que vier, não que eles estejam certos. Eles usam Deus como desculpa para seus atos, e isso é repugnante. Além do mais, a bíblia é uma coisa escrita pelo homem, fácil de ser manipulada. Mas eu acredito que Deus tem um plano pra todo mundo.

- Eu não entro em confusões, tudo é sempre muito claro para mim, menos para eles. - Dizia calmamente, passando a mão pelos cabelos. - Deus então deve ser alguém bem ocupado, e sacana ao mesmo tempo. Mas não posso discordar do como você pensa, afinal não quero te colocar no mesmo lugar que esses idiotas.

Aquilo tudo fazia a garota rir novamente, mas os temores da garota e da mãe estavam certos. Não só por April ter a mente mais aberta como também por suas habilidades naturais não surpreenderem muito, a garota, no ano seguinte, foi selecionada para trabalhar. Ao receber a notícia, a mãe da garota se desesperou. Não era aquele o futuro que ela queria para sua filha.

Após o horário das aulas, a jovem April estava se despedindo de Lyev quando duas pessoas da ordem superior surgiam para leva-la ao primeiro dia de trabalho. A garota sorria para o amigo, tentando mostrar confiança mas algo acontecia. A mãe da garota chegava com o rosto aflito. As lágrimas não paravam de surgir. Ela tentava chegar até a filha.

- Não façam isso! Ela é tudo o que eu tenho... minha única filha! Deem uma segunda chance... ela..ela...

- Está tudo bem mãe. Eu vou ficar bem.

- Não! Eu não vou permitir isso. – a mulher tentava passar pela dupla de superiores, mas era impedida. – Soltem ela! Vocês não podem fazer isso! As crianças deviam ser livres! Isso não é obra de Deus! Ele nunca permitiria tal atrocidade! São monstros!

- As ordens vieram de cima, não pode questionar os superiores dessa for...

Uma pessoa surgia colocando a mão no ombro de um dos homens. Este imediatamente soltava a mulher e dava passagem. Era Aryana, a garota que sempre esteve ao lado de Alexander para fazer com que a palavra de Deus fosse empregada por bem ou por mal.

- Isso não é obra de Deus? – a ruiva dava um tapa no rosto da mãe de April.

- Por favor! Ela não quis dizer...

- Calada! Não estou falando com você garota! – Imediatamente a menina se calava, aflita pela cena que presenciava. – Tudo o que fazemos é para agradar a Deus. Nos questionar seria questionar a Deus e isso é blasfêmia! Heresia! Nós não permitimos heresia em Ibyorack.

- Por...por favor! Não faça nada com ela...ela não queria dizer isso... – lagrimas molhavam o rosto da garota que sempre foi tão sorridente.

Mesmo com as lágrimas de April, não havia misericórdia. A jovem Aryana se aproximava da mulher.

- Que ela sirva de lição para todos aqui! Hereges são punidos sem misericórdia. – assim que falava em voz alta aquilo, Aryana sussurrava no ouvido da mãe de April. – Que Deus tenha misericórdia de sua alma. – usando sua aura no braço direito, golpeava o peito da mulher com uma força monstruosa, quebrando os ossos da região que perfuravam o coração, causando uma morte imediata.

April ao ver aquela cena arregalava os olhos, caindo de joelhos no chão. As lágrimas não paravam de cair por nem um segundo sequer. Acabara de perder a única família que tinha.

- Hoje, você está dispensada, mas amanhã seu trabalho começará, garota. – Eram as últimas palavras de Aryana que era acompanhada pelos dois homens que estavam lá por ordens suas.

As pessoas que haviam presenciado a cena, ficavam com medo de aproximar-se da garota ou do corpo da pessoa executada. Todos baixavam suas cabeças e iam para direções contrárias. A menina, por sua vez, se aproximava do corpo da mãe, sem saber o que fazer a não ser chorar.

- "Impérios caem, podemos apenas esperar que o que deixamos para trás inspire respeito e admiração." - Lyev tocava o ombro de sua amiga, seus sentimentos eram um misto de repudia, ódio e compaixão. - Ela merece um funeral digno, depois você pode ficar na minha casa essa noite.

E assim era feito. Com a ajuda de seu melhor amigo, a garota levava o corpo de sua mãe para lhe dar um enterro digno e em seguida ia para a casa de Lyev.

Os dias se passavam e mesmo sempre ao lado de seu amigo, April não abria a boca para falar nada. Seu olhar parecia perdido a maioria das vezes. Depois daquela cena toda ninguém teve coragem de contrariar as ordens e as crianças eram levadas para trabalhar.

Lyev estava prestes a desistir de tentar animar a garota ou fazê-la falar algo quando o que parecia impossível acontecia. Naquela manhã, April chegava na escola de cabeça erguida e ela mesma ia falar com Lyev.

- Hey! Bom dia!

Um susto. Lyev dava um pulo ao ouvir a voz de April e quando se virava lá estava, o velho sorriso de sempre.

- Hihi... te assustei?

- Não...claro que não! Precisa de muito mais do que isso pra me assustar!

- Sei... Eu queria agradecer por tudo. Mesmo com todo esse tempo você não desistiu de mim haha

- A inteligência é algo raro nesse lugar, então cabe a mim preservá-la como posso. Mas não me diga que nada aconteceu, ninguém muda da noite para o dia.

A garota sorria novamente e então olhava para o céu.

- Sabe é que eu percebi finalmente que, mesmo que ela me faça falta todos os dias, ela não sofre mais. Digo, agora ela está com Deus e lá não tem sofrimento. Por isso me sinto melhor. – ria baixinho e então começava a empurrar Lyev para dentro da escola. – Vamos se não teremos problemas...Afinal, você tem que se esforçar mais pra não ser escolhido pros trabalhos! Lembre-se, sem procurar encrenca por um tempo.

E assim a dupla de amigos se dirigia para suas classes e mais um dia de aula acontecia.

Um ano mais tarde, era a vez de uma nova seleção. Lyev, graças aos conselhos de April, que sempre o lembrava de tomar cuidado com o que falava, foi mandado para as aulas avançadas, a Ordem.
Separados agora, April só via seu amigo de longe, mas ainda assim se sentia feliz por ter suas orações atendidas e ele ter conseguido algo melhor. Vez ou outra eles acabavam conversando, mas nunca durava muito pois o garoto notava que por mais que se esforçasse para sorrir, April estava sempre muito cansada para conversar. O que Lyev não sabia era que mesmo cansada, todas as noites April pedia com toda sua devoção que Deus iluminasse e protegesse o caminho de seu único amigo, a única pessoa que lhe estendeu a mão no momento mais difícil de sua vida.

Dois anos se passavam e Lyev, assim como April, acabou perdendo a mãe. A garota o consolou por um bom tempo, mas algo parecia diferente no amigo.

Certa noite, alguém batia na porta pouco antes de April ir para a cama. A menina de 16 anos abria e encontrava seu amigo em sua porta. Ele parecia ofegante e após entrar ficava de costas para a garota.

- Aconteceu alguma coisa?

- Eu tenho que ir embora... mas antes tinha que me despedir.

- É melhor eu não saber o motivo não é? – O garoto fazia que sim com a cabeça, deixando a garota pensativa. – A essa hora...a mina de carvão está quase sem guardas... posso te mostrar o caminho.

- Não precisa se arriscar...se eles...

- Eu não seria uma boa amiga se não te ajudasse a ir pelo caminho mais seguro, não é? – dizia interrompendo o garoto no meio de sua fala. – Vem comigo...

Fazendo uma cesta de comida e vestindo uma capa preta, a garota guiava Lyev até o caminho mais seguro para que ele conseguisse escapar. Assim como suspeitava, no local não haviam muitos guardas.

- Bom... é isso...vou sentir sua falta. – Ela entregava a cesta para o rapaz, mantendo seu sorriso de sempre.

- Vem comigo...

April fazia que não com a cabeça.

- Se eu for com você, vão nos pegar... eu vou te atrasar Lyev, mas quero que me prometa uma coisa. Quando conseguir o que procura...promete que vem me buscar?

- Prometo... – O garoto pegava no bolso um crucifixo vermelho e entregava para April. – Toma... quero que guarde isso com você.

April pegava o presente e o colocava no pescoço imediatamente.

- É melhor você ir... até um dia... que Deus proteja seu caminho.

Um último abraço e Lyev partia da vila, deixando a jovem April para trás.

Com muita cautela ao voltar pra casa, ela nota que guardas se encontram em sua porta.

- Claro... alguém deve ter visto... – sussurrava a garota, pensando rápido. Se aproximava silenciosamente e, usando uma pequena pedra, a garota escrevia numa outra pedra.

“Fico feliz que tenha conseguido, Lyev. Eles nos viram sair na noite, mas o que quer que tenha acontecido comigo, não me arrependo de ter te ajudado.”



Assim que terminava, enterrava a pedra e colocava a que usou anteriormente em cima, fazendo um pequeno X com o próprio sangue nela. Em seguida, se levantava, fazendo caminho até a parede de sua casa e então respirava fundo, indo de encontro aos guardas.

A garota era levada até o padre da vila e interrogada, mas nenhuma informação útil era tirada.

- Minha jovem, pela última vez, onde Lyev está? Nós sabemos que você o ajudou a escapar.

- Eu já disse que eu não sei. Ele não me disse pra onde ia.

- Sei que ele é seu amigo e está querendo protege-lo, mas Deus não aprova mentirosos.

- Eu não estou mentindo. EU NÃO SEI PRA ONDE ELE FOI! – A garota acabava se exaltando e era levada para uma sala escura e lá ficava por alguns dias, sem comer nem beber nada. Mesmo com fome e com sede, a garota ainda se ajoelhava e rezava. – Deus... não peço que acabe com meu sofrimento. Tudo o que peço e que não permita que eles o encontrem.

Esse pedido era realizado todos os dias e aparentemente foram atendidos, pois quando a porta se abria, quem entrava não era o padre, era Alexander, aquele que era considerado a voz de Deus na terra. Ele se sentava de frente à garota, a analisando.

- Tem certeza que não sabe onde Lyev Schneider se encontra, April Noreen?

A garota suspirava, cansada de ter que responder a mesma coisa todos os dias.

- Eu já disse pra eles e direi ao senhor. Eu não sei. Ele não me disse pra onde ia ou o que ele fez.

- E mesmo assim, traiu nossa confiança e o ajudou.

- Eu devia isso a ele. Deus fez com que ele fosse bondoso comigo sempre. Me ajudou quando mais precisei e sempre foi meu amigo. Eu não podia negar isso a ele.

Pensativo, Alexander apenas olhava para a garota que ali estava, abrindo seu coração. Lyev parecia importante para ela. Tão importante que ela se voltou contra Deus ao ajuda-lo. Um sorriso era dado e o homem abria os braços.

- Sua devoção para com seu amigo é comovente. Venha minha menina.

Sem saber o que fazer a garota ia até Alexander e o abraçava. Nesse instante o homem colocava a mão na cabeça da garota começando a ocultar as lembranças que a garota tinha com o fugitivo. Aquilo era doloroso, o sorriso sumia, as lágrimas brotavam sem querer e no final, nada. Tudo sumia. Alexander a soltava e com uma voz calma ele falava com a garota.

- April, conhece alguém chamado Lyev?

- Lyev? Ai... – Uma pontada na cabeça ao ouvir esse nome mas apenas isso, mais nada – Acho que... não...

- Ótimo, é melhor você voltar para sua casa, minha jovem. Mas antes iremos te trazer um pouco de comida, deve estar faminta.

April fazia que sim e então recebia comida, comendo rapidamente tudo, a última coisa que ela dizia a Alexander era...

- Que Deus lhe pague...

Após todos aqueles dias presa, voltar para casa era estranho. April sentia que havia se esquecido de algo muito importante, mas o que? Ela não conseguia achar a resposta. Porém todas as noites ela tinha o mesmo sonho. Um garoto conversando com ela.

“Hey, April! Eu não vou deixar eles te fazerem trabalhar... vou te proteger com a ajuda de Deus!”

Quem ele era? Por que era sempre o mesmo sonho? Como era o rosto dele? Por mais que se esforçasse, ela não conseguia saber o porquê daquilo tudo.

Alguns meses se passavam e a garota não conseguia se lembrar o que ela havia esquecido. Era como se no seu passado tivesse um vazio, algo faltando e foi por esse sentimento de vazio que após um dia de trabalho ela decidia fugir.

Dessa vez ela ia na direção das lavouras de algodão. Aquela fuga a deixava com uma dor muito forte na cabeça mas ela seguia em frente, resistindo bravamente. Apenas parava quando estava longe o suficiente, mas não ficava muito no mesmo lugar. Logo voltava a caminhar e caminhar. Quando seus suprimentos acabaram, a garota havia chegado próxima à fronteira. Ela se sentava numa caverna e respirava fundo.

- E agora April? Pra onde? Não tem mais volta... – Dizia ao tomar o ultimo gole de água. Realmente agora não tinha mais como voltar atrás do que havia feito.

Observando o movimento, na troca de guardas a garota escapava do território católico e seguia na direção de Orderhelm, mas sem suprimentos não duraria muito tempo. Caminhando sem rumo, a garota avistava a imagem de um homem, mas antes que conseguisse alcança-lo para pedir ajuda, desmaiava.

Quando a garota despertava, estava num lugar novo. Era um hospital? Mas o que eram todas aquelas coisas? Ao lado da cama havia uma bandeja com um copo de suco, torradas e geleia? Ela nunca havia comido coisas tão gostosas em toda sua vida. Assim que terminava sua refeição, um homem de cabelos roxos, trajando um kimono, entrava no quarto com um sorriso largo.

- Que bom que despertou menina. A encontrei desmaiada, obviamente não devia comer nem beber nada há dias. Como se sente?

- O senhor me ajudou? Obrigada.. muito obrigada... Onde...onde eu estou?

- Senhor? Me chame de Kei, está bem? Atualmente você está em Orderhelm, o reino do desenvolvimento.

- Eu...eu não tenho onde ficar... Nem como pagar por tudo isso...

O homem sorria gentilmente para a garota.

- Imaginei... não se preocupe com isso. Diga-me, qual seu nome? De onde veio?

- Ah...desculpa. April Noreen, de Ibyorack, mas por favor! Não me faça voltar!

- Imagino que deve ter sofrido muito. Não se preocupe. Aqui não julgamos as pessoas por seus passados. Damos uma chance para o progresso. Se estiver com vontade de aprender, posso te ajudar. Se aprender rápido, pode arrumar um lugar para trabalhar e conseguir seu próprio dinheiro para viver.

- Seria muito bom. Obrigada mesmo...

E assim, a jovem April entrou num mundo novo, onde a tecnologia era algo incrível. Dois anos se passaram e a garota surpreendeu a todos com seu aprendizado rápido. Agora, trabalhando no grande laboratório de Orderhelm, a garota parecia se sentir mais livre, mais à vontade para pensar.

- Então todo o processo de armazena....

A mente de April viajava e ela olhava pela janela com um sorriso calmo no rosto.


- April!

- Desculpa eu só...

- Já sei, estava pensando no passado. Pelo que me contou, achei que estivesse tendo uma vida muito boa aqui.

- Não é isso... é que eu sinto que esqueci de alguém... Mas eu não consigo me lembrar quem....

- Esquece isso... Uma hora você lembra, não fique se martirizando tanto. Vamos temos muito trabalho pra fazer

- Tem razão....

A garota segurava seu crucifixo mais uma vez e então voltava ao trabalho.


Última edição por April Noreen em Seg Jul 20, 2015 8:55 pm, editado 5 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: April Noreen   Seg Jul 20, 2015 4:35 pm

Skills

Intellect: Graças a sua aura, tem uma facilidade muito grande de aprender, seja intelectual ou físico. Ainda assim não foi o bastante para que ela entrasse para o grande esquadrão de Ibyorack, mas foi o bastante para se destacar em Orderhelm como uma jovem cientista.

Physical Resistance: Mais um benefício de suas auras. Apesar de não ser muito desenvolvida, April tem uma resistência física maior que a normal.


Última edição por April Noreen em Seg Jul 20, 2015 4:45 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: April Noreen   Seg Jul 20, 2015 4:38 pm

Database


Nome – April Noreen

Idade – 18 anos

Data de nascimento – 15/11/2011

Cabelo – Roxo

Olhos – verdes

Altura – 1,59

Peso – 49kg

Aura – Terra e Madeira

Frase – A fé e a ciência não se anulam, mas sim se complementam.

Personalidade – Inteligente, gentil, devota.


Última edição por April Noreen em Seg Jul 20, 2015 4:58 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: April Noreen   Seg Jul 20, 2015 4:39 pm

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