Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Respostas   Qui Jan 14, 2016 10:00 am

Após o roubo de um de seus navios e a explosão do armazém de Sunhaven, uma parte de Skyhold estava desnorteada pelos supostos piratas. Yukie e Moriko haviam reportado sobre a explosão, e o nome de Mary Ann foi citado, era um nome conhecido para os militares de Skyhold e agora estava contra a grande cidadela dos céus.

Um soldado de Kiska também reportava, sobre o navio perdido, mas não citava nada sobre as pessoas que o fizeram, os descreviam apenas como piratas. A general de Skyhold já sabia da existência da Resistência, mas ela escolheu esconder aquilo, e com medo dela, o soldado mentia diante de seus superiores. Estes que estavam bem preocupados com o que estava acontecendo que nem perceberam que a voz do soldado não passava tanta certeza no momento. Porém, um dos que ouvia seu relatório era diferente. Sempre frio perante a tudo, Ryotaro Iwasaki percebia que algo estava faltando no reporte daquele soldado, e sabendo que ele estava as ordens de Kiska, o fazia desconfiar ainda mais...

Ryotaro já estava suspeitando bastante desses "piratas", desde que ele ouviu sobre Rickert, que teve sua mansão atacada por várias pessoas que não pareciam piratas. O ataque àquela mansão nunca desceu pela sua garganta, mas para que pudesse finalmente dizer algo, precisava de provas, provas de que não eram piratas, e sim uma força organizada. Por isso ele agora ia até o armazém destruído de Sunhaven, que estava sendo investigado por Mai Tomiko, uma dos principais estrategistas de Skyhold, e um grupo de inteligência.

(Ordem de postagem: Ryotaro e Mai)
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Ryotaro Iwasaki

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 10:42 am

Sendo transportado por um de seus soldados em um Jipe militar, Ryotaro passava a viagem inteiro com seu isqueiro em sua mão direita, fazendo movimentos que abriam e fechavam sua tampa. Estava com uma expressão fria o tempo todo, que deixava o seu soldado suando frio ao seu lado, todo aquele silêncio era bem angustiante. Porém, um pouco antes de chegar, ele acabava sussurrando para si mesmo.

- O que você tá tramando... Kiska?...

O soldado agora via uma chance de poder quebrar aquele silêncio. E enquanto parava o veículo por terem chegado no lugar, perguntava a seu general.

- Aconteceu algo, senhor?

Ryotaro olhava para seu subordinado, com o mesmo olhar de sempre, o que acabava deixando o soldado em silêncio e uma cara séria, mas ele acabava o respondendo:

- Tenho uma companheira bem problemática soldado, mas espero que não seja nada dessa vez.

Com essas palavras, Ryotaro saia do veículo. Enquanto andava até onde Mai estaria comandando seu grupo de inteligência, ele tirava um cigarro do bolso de sua jaqueta de couro, o colocava na boca e o acendia com seu isqueiro. Chegando próximo a estrategista, retirava o cigarro de sua boca por um momento e soprava para o lado oposto, assim dirigindo suas primeiras palavras a ela.

- Descobriu alguma coisa sobre a explosão, Oficial?

Colocando o cigarro na boca novamente, deixava suas mãos repousando nos bolsos de sua jaqueta. Esperando uma resposta da garota enquanto olhava para os arredores.
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Mai Tomiko

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 12:36 pm

Aquela explosão intrigava Mai um pouco desde que o relato de Yukie e Moriko chegou até ela. Naqueles tempos uma explosão não seria tão importante se não tivesse uma pessoa envolvida, Mary Ann Parker, ex membro do exército da cidade dos céus. Os motivos que poderiam levar a ex soldado a ficar contra eles eram claros mas porque explodir um armazém.

- Aquela Patzer não precisaria fazer isso. - Dizia para si mesma assim que chegava e via o resultado da explosão.

A equipe já se espalhava pela região, vasculhando os escombros a procura de alguma evidencia, enquanto Mai apenas caminhava, observando pensativa. Sem muito esforço a mente da garota já montava o cenário antes da explosão, apenas com o que ela via e o relato de Yukie e Moriko.

"Ann Parker e mais duas pessoas, felizmente um deles foi destruído."

Os olhos de Mai paravam em uma rocha média. Com um sinal com as mãos, duas pessoas afastavam a pedra mas antes que visse o que tinha ali, sua atenção era tomada por Ryotaro.

- Não existe tanto mistério assim, Iwasaki. Ann Parker não teria intelecto o suficiente para bolar um plano desses. Claramente ela está trabalhando para alguém com o intuito de se vingar pela morte do Jornalista. - falava calmamente, agora se abaixando e observando um pequeno pedaço de tecido que não parecia pertencer a nenhum soldado de Skyhold. Pegando com o auxilio de uma pinça o pedaço de tecido, a garota encarava. - Hm... quem era você? - falava para aquele tecido num tom pensativo.
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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 1:50 pm

Enquanto Skyhold se movia, a Resistência acompanhava alguns de seus passos. O poder de obter informações que a habilidade com tecnologia de Katherine Campanaro trouxe aos resistentes era impressionante, e por meio de um satélite conseguiam ver um grupo pequeno de soldados no armazém recém-destruído de Sunhaven, o mesmo armazém em que Richard Euler havia perdido a vida.

A morte de Richard havia pego todos de surpresa, já que ele era um rapaz bem furtivo, era um dos últimos que poderia morrer no pensamento de todos, mas seu irmão, Henry, foi o que mais mudou com isso. Talvez não seja perceptível a olhos nus, porém o pacto que fez com o anjo da Morte lhe trouxe bastante poderes, sua aura de Escuridão havia despertado, além de um singelo desejo de vingança pela morte de Richard.

No momento, Henry Euler estava se preparando para ir até o treinamento do esquadrão que fazia parte em seu dormitório, eis quando dois de seus companheiros passavam caminhando a frente de sua porta, conversa essa que podia ser ouvida pelo rapaz.

- Ficou sabendo? Alguns ratos de Skyhold acabaram de chegar no armazém que foi detonado.

- Estão investigando?

- Heh. Não sei, mas é melhor deixar pra lá. O dia de agir está chegando!

Com a conversa, Henry saberia que um grupo de Skyhold estava investigando as ruínas do armazém que seu irmão deu a vida para destruir. Talvez pudesse encontrar alguma pista sobre, mas isso significaria faltar o treinamento.

(Ordem de Postagem: Henry)
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Henry Euler

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 2:37 pm

۞ Todo dia era a mesma coisa: Flexões, abdominais, pular corda, treinamento de boxe, wing chun dummy (boneco de madeira), até que seu corpo não resistisse, e ao final do dia, desmaiar de sono na cama. Henry dormia às vezes um dia inteiro, outras vezes somente 3-4 horas. Alguns oficiais ainda reclamavam dele estar se forçando demais, e outros tentavam ir além e golpeá-lo para aprender alguma lição, mas tudo aquilo só aumentava mais o ódio dele que se canalizava para seu objetivo. As marcas roxas sumiam com mais facilidade, enquanto o local atingido, ficava mais duro e rígido. Ele não se importava com o que acontecia a ele, só tinha um propósito. ۞

Falta pouco.. Tem que estar faltando pouco.. eu não vou fugir..

۞ Dizia olhando para o teto do quarto, todos os dias, antes de dormir. ۞

۞ Certo dia, em meio a preparação do treino, ele ouvia alguma coisa. Sua curiosidade o intrigava. Para ele, acabar com Skyhold, principalmente com duas assassinas, valia mais do que qualquer coisa. ۞

۞ Sem falar nada, ele apenas continuava a se preparar, mas faltando alguns minutos para o treino, o rapaz sumia, passando rapidamente na oficina em que acreditava ter os detalhes da notícia, olhando e tirando foto rapidamente com o celular, enquanto ninguém reparava ou o encontrava por lá. Não sendo tão diferente do irmão, ele conseguia ir sem atrair a atenção de ninguém, já que poucos se importavam com ele pelo menos, e o rapaz seguia em direção às coordenadas onde havia do satélite, levando consigo um rifle, seus dois facões, e algumas granadas. ۞
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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 4:03 pm

O treinamento do esquadrão de Henry se iniciava, e nada dele aparecer. O capitão sentia a falta dele, e se perguntava no que poderia ter acontecido. Cerca de 40 minutos após o treinamento começar, o capitão dava uma tarefa de duração longa para seu esquadrão e assim partia em busca de seu companheiro ausente.

Primeiro foi até seu dormitório, e não encontrava ninguém, após isso começou a procurar em pontos remotos da base, já que ele gostava de se isolar as vezes para treinar. Mesmo assim, não o encontrava. Estava próximo ao posto de Mary Ann Parker, que cuidava das armas de fogo da base de Bluehaven, ofegante e olhando em volta. O capitão a via, e como a garota conhecia praticamente todos daquela base resolvia perguntá-la sobre Henry.

- Hey, Mary. Você viu o Henry por ai? Ele faltou o treinamento e...

O capitão nem poderia terminar sua frase, um soldado, encarregado por levar a notícia até os capitães, se aproximava com velocidade.

- Senhor, Skyhold está se movimentando no armazém que a Resistência destruiu.

- Ah... mais essa. - O homem passava a mão na cabeça. - O que será que eles estão fazendo?

- Desconheço, mas nenhuma ordem foi dada ainda. Caso tenhamos que agir, essa ordem será dada mais tarde. Por enquanto estamos monitorando o movimento deles.

- Certo, tenho que avisar o esquadrão. - Se virava para Mary novamente. - Mary, se ver o Henry fala que quero falar com ele. Ninguém escapa do meu treinamento assim tão fácil!

Com uma risada, o capitão voltava a correr. Agora de volta para onde seu esquadrão treinava. O outro soldado, por sua vez, voltava a sua tarefa de avisar a todos sobre o estranho movimento de Skyhold.

(Ordem de Postagem: Mary Ann)
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 5:13 pm

Mais uma checagem nas armas da resistência e algo estava errado. Novamente ela contava e a conta parecia mais uma vez errada.

- Está faltando um rifle! Someone got a gun! - Exclamava irada. - Quem foi que...

Ann era interrompida pelo início de uma pergunta sobre Henry. O rapaz havia faltado ao treinamento. Aquilo não estava certo. Ann conhecia a maioria das pessoas da resistência. Aquele comportamento não era típico de Henry. Para piorar as informações continuavam. Skyhold estava por perto e... aquilo não dava um pressentimento bom na sniper.

Respirando fundo, Mary Ann disfarçava a preocupação, sorrindo para o capitão.

- Don't worry, Captain. - Porém aquele sorriso desaparecia completamente quando o homem se afastava. - There's something wrong... Espero que eu esteja errada...

Imediatamente a garota pegava sua sniper e saia correndo sem avisar nada a ninguém na direção da oficina de Mark.

- I hope he can help me...
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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 7:55 pm

A oficina de Mark não parecia tão alegre mais, afinal Mark Sanderson havia encontrado sua filha, que agora era subordinada fiel daquele que ele chama de "víbora", Kiska. Serah era a razão do engenheiro viver, e vê-la tão longe dele, não querendo saber dele, o deixava cheio de mágoas.

No dia em questão, ainda haviam alguns trabalhando na oficina, muitos estavam finalmente almoçando ao terminar um árduo trabalho. Kin havia saído em uma entrega, e Mark estava mais a fundo, Mary Ann saberia disso se perguntasse a qualquer um que ali trabalhasse.

Nos fundos da oficina estavam Mark e Havik, o índio estava ali para ajudar seu amigo que estava passando por um momento difícil...

(Ordem de Postagem: Mark, Havik, Mary Ann)
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Jan 14, 2016 8:42 pm

Ele a teve novamente. Sim, aconteceu de verdade, não fora um sonho ou uma alucinação provida pelo álcool. O pai reencontrou sua filha depois de tantos anos, apenas para descobrir que ela perdera toda a noção de sua própria identidade. Como numa sádica ideia de humor e vingança, Skyhold deixou sua maior razão de existência nas mãos de Kiska, a mulher-demônio. Parando para pensar, Mark nunca realmente reencontrou sua filha. Foi apenas sua memória lhe pregando peças novamente, pois agora ele tinha certeza. Nas mãos daquela mulher, sua Serah, a Serah de verdade, aquela que sorria de orelha a orelha e não tinha pudores de abraçar o pai sujo de suor e graxa quando este chegava em casa, já estava tão boa quanto morta.

- RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH

Um ímpeto de fúria o tomava por um instante e ele descontava em tudo que estava encima de uma bancada. Num rápido movimento com seus braços, ele arremessava peças e ferramentas ao chão, causando uma cacofonia aguda por alguns segundos, mas não era o bastante, não. Já com meia garrafa de Vodka terminada, ele continuava a quebrar coisas em sua sala particular da oficina. Moveis derrubados, paredes chegavam a se deformar (assim como sua mão), quando eram esmurradas até a dor em seu punho ser forte mesmo em meio a embriagues.

Os dias passavam e ele já não tinha mais forças para sentir raiva. Mark apenas bebia. Bebia até seus pensamentos se embaralharem, bebia para ter pequenas horas, pequenos momentos de paz, como se todos seus pesares fossem apenas ilusões distantes. Mas então ele acordava, e a realidade lhe acertava como um soco do rosto, então as lagrimas saiam e o álcool novamente entrava. Quando suas reservas estavam no fim, ele gritava qualquer coisa para seus amigos da oficina ir pegar mais. Apenas uma vez um deles recusou e Mark o pegou pelo colarinho, falando em meio a soluços, palavras tortas.

- Por... favor... meu amigo...

E assim, sem saber o que mais fazer, seus amigos acabaram por lhe trazer mais garrafas de sua bebida. Sua amiga. Seu remédio. Seu veneno. Porém, notando que esse ciclo de autodestruição não teria um fim, Havik foi chamado e este jamais hesitaria em ajudar seu amigo mais uma vez.

- O que você quer, Apache?

De volta ao presente, Mark sóbrio contra a vontade, estava sentado num sofá meio inteiro, meio manchado por bebida e vômito. Olhava para o teto, mas sua vista não tinha foco certo, ele apenas estava lá, mas a mente queria desesperadamente apagar mais uma vez.

- Se não vai me responder... - Ele virava o rosto para Havik, se inclinando para a frente. - Pelo menos me devolva essa garrafa, Havik.

Sem resposta novamente. Subitamente o coração de Mark acelerava e ele sentia os olhos encherem d'água. Havik estava brincando com ele, queria vê-lo sofrer também, como todos aqueles cretinos de Skyhold. Tudo era uma grande piada com ele, Mark fora a vida toda enganado por falsas promessas, a começar por Skyhold e seu "bom futuro a todos", depois a Resistência com "vamos trazer sua filha de volta" e agora até mesmo seu amigo, seu melhor amigo. Lhe privando da única coisa que podia aliviar sua dor e ainda mais, não lhe dirigia nem mesmo uma palavra. Mark não merecia nem ao menos isso?

- DROGA HAVIK! - Mark se levantava, pegando seu amigo pelo colarinho e encarando-o com os olhos vermelhos e úmidos, mas ao falar, sua voz rapidamente perdia as forças. - What the fuck... you want... man...
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Havik

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Dom Jan 17, 2016 9:04 pm

↨Quando não conseguiu salvar a pequena garota de uma queda para as profundezas do oceano, Havik se sentiu responsável. Mas desde que voltara do mar para seu acampamento nas florestas próximas a Bluehaven ele tivera um pressentimento. Algo o mandava buscar pela garota, uma sensação, uma necessidade de corrigir seu erro. Ele sabia que as chances de que ainda estivesse viva eram quase nulas, mas confiava naquele espirito que a pequena demonstrava, o mesmo que rodeava a todos daquele novo grupo de nome engraçado. Pequenos espíritos com grande brilho e um destino a cumprir↨

↨Ele preparava seu cavalo, pois estava decidido a partir numa busca, por qualquer rastro de Kohaku. Cavalgaria pela costa norte, navegaria para as pequenas ilhas, adentraria florestas e seguiria todo e qualquer rastro, mesmo que este fosse pequeno e incerto. "Não creio que apenas palavras poderão acalmar seus corações,mas ainda assim devo dizer, se a garota ainda vive irei encontra-la, e se assim ela desejar, a trarei de volta em segurança. Essa é minha promessa a vocês." Foram as palavras de Havik aos amigos da pequena, quando os encontrou depois da terrível missão no mar. Mas poucos minutos antes de partir, ele era alertado dos problemas que Mark estava causando↨

↨Mark, Keezheekon como Havik costumava chama-lo,o significado era "Fogo ardente" pois Mark possuía uma grande vontade de cumprir seu objetivo. Depois de receber um chamado daqueles que trabalhavam com seu amigo, Havik foi visita-lo.Mas não foi Keezheekon quem encontrou. Sem acreditar no que via ele demorava a responder as palavras daquele homem, mesmo depois de ser pego pelo colarinho, pois tudo que via em seus olhos era desespero↨

"O que você quer?". Não deveria fazer esta pergunta a si mesmo? Pois parece ter esquecido a resposta.

↨Após essas palavras, Havik agarrava o pulso de seu amigo, e sem muita dificuldade abaixava sua mão, sem demostrar raiva, ou qualquer intenção agressiva. Só então ele voltava a falar↨

Keezheekon,como devo me referir a você, caso deixe sua chama se apagar?

↨Respirando fundo e fechando seus olhos, Havik falava novamente, mas era como se trouxesse uma lembrança em suas palavras↨

Nutúwa shiá matálii shiá kachajulai. "Enquanto há vida, há esperança." Meu povo se foi, jamais poderei vê-los novamente, não importa o quanto eu procure, ou deseje reencontra-los, jamais terei essa chance. Mas sua filha ainda vive, cedo ou tarde o brilho do fogo alcançará os olhos de Serah, desde que sua chama nunca se apague, Keezheekon.

↨Ao terminar de falar, Havik percebia a aproximação de Mary Ann, e decidia alertar seu amigo, com um sorriso no rosto↨

Temos visita.
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Seg Jan 18, 2016 2:09 pm

Mary Ann realmente estava preocupada. Desde o triste acontecimento em sua ultima missão, Henry estava estranho e a cada passo que dava ela tinha mais certeza que o rapaz estaria indo atrás de vingança, afinal, não era isso o que ela buscava quando entrou na resistência? Vingança pela manipulação que sofreu, vingança por ter se transformado em alguém capaz de fazer o que ela fez em nome de um reino que visa apenas o beneficio próprio, vingança por ter tido que matar quem ela mais amava para provar sua lealdade... ou talvez... uma desculpa para justificar seus próprios atos?

A garota parava de pensar assim que chegava na porta da oficina de Mark, abordando, aflita, um de seus mecânicos que estava saindo para almoçar.

- Hey Guy! Onde está o Mark? - Ann tentava agir como normalmente agiria, mas era obvio que ela estava preocupada com algo.

- Hm? Oh Mary! - Os olhos do mecânico brilhavam, fazendo Ann dar um leve passo para trás. O Homem segurava uma das mãos da garota. - Ele está lá nos fundos, mas ele está muito irritado, não arrisque sua frágil beleza... Vamos almo....

- Oh... I'm Sorry, man! Thanks! - Antes que o homem terminasse a frase a garota se soltava, saindo correndo até os fundos onde Mark e Havik estavam.

Sem cerimonias, a garota já entrava, se deparando com Havik primeiramente.

- Oh Mr. Apache! Você também está aqui! - Sem muito tempo, ela olhava para Mark. - Man, I need your help now! Skyhold está investigando a explosão e Henry sumiu. Tenho certeza que ele foi atrás deles!
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Seg Jan 18, 2016 7:36 pm

As palavras vinham como um soco no rosto. Havik estava certo, é claro. Afinal, como poderia ele e toda sua maestria indígena dos espíritos xamanísticos estarem errados? Por um instante, o mecânico teve um momento de lucidez, vendo a sabedoria nos olhos de seu amigo e teve nojo de si. Mas não era o bastante, Mark sabia o quão fraco e incompetente era, e é exatamente por isso, que estava daquele jeito.

- Me chame de como quiser, eu já não tenho mais por quê seguir em frente.

A negação ainda era forte em sua mente, Mark se sentava novamente no sofá, corpo inclinado para a frente e os braços musculosos apoiados nos joelhos. Mas por mais desesperançoso que estava, Mark repetia num sussurro, em uníssono à Havik as palavras no dialeto de seu amigo, que aprendera com ele nas muitas vezes em que estiveram juntos. "Nutúwa shiá matálii shiá kachajulai." Ele se esquecera de como aquelas palavras foram importantes para se manter em pé e agora estas se apresentavam novamente em um grande momento de necessidade.

- Damnit... - Sua cabeça estava baixa, quase entre os joelhos. O cabelo escorrido tampando o rosto. - You're a really annoying fella', Apache!

Não, já estava tudo acabado. Serah está nas mãos de Kiska e ninguém na Resistência conhece seu lado obscuro tão bem quanto ele, que o viveu bem de perto. Não existem mais opções, lutar é inútil... mesmo que Skyhold caia, mesmo que a Resistência prevaleça, Kiska daria um jeito de sacrificar sua tropa inteira para escapar. Serah estava sendo treinada e até onde Mark sabia, sua filha poderia morrer no primeiro combate armado contra qualquer inimigo, inclusive a própria resistência. Haviam tantos cenários, as probabilidades dele ter sua filha novamente eram praticamente nulas. Mas Havik conseguira manter viva, ou melhor, lembrar Mark de que a chama da esperança que ele lutava tanto para apagar, ainda queimava, e Mark odiava e amava aquilo.

- Mary?

Perante o engenheiro, pairava uma decisão. Mark sabia que deveria se decidir, mas também sabia que lá no fundo ele já havia se decidido. Levantava, indo até Havik novamente e colocava a mão na nuca de seu amigo, a mão firme e o olhar convicto. Em seguida se virava para Mary Ann.

- Gimme' fifteen minutes. - Então saía para a oficina. - All righty  boys, playtime's over!

Rapidamente todos os mecânicos e engenheiros do recinto se uniam ao seu redor. Mark distribuía as ordens e mandava preparar seu veículo favorito para sair o mais cedo possível. Sentindo-se sujo, Mark ia até o vestiário tomar uma ducha e trocar as roupas banhadas em uísque e vodka. Não se demorava muito mas quando retornava, estava com outra aparência.

- So. You wanna' a ride or what?
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Havik

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Ter Jan 26, 2016 6:50 pm

↨Havik ficava feliz ao ver que suas palavras tiravam seu amigo daquele estado. Porém tinha completa noção de que as palavras pouco importavam, pois o que realmente fazia a diferença era a própria determinação de Mark, determinação esta que lhe deu o apelido de "fogo ardente". Sabia que não havia mais nada que pudesse dizer, por isso apenas respondia seu amigo com um sorriso, segundos antes de anunciar que alguém se aproximava, e Mary Ann abrir a porta lhe chamando pelo apelido que Mark lhe dera↨

↨Antes que pudesse protestar, mais por costume que por necessidade, ele via nos olhos da mulher uma urgência que não lhe permitia interrompe-la. Logo ela explicava a situação e pedia sua ajuda. Sem precisar pensar muito ele a respondia, assim que Mark mostrava sua intenção de ajuda-la↨

Conte comigo, irei com vocês, mas assim que esse assunto for resolvido deverei partir numa outra missão.

↨Pouco antes de seguir Mark, Havik caminhava até o lado de fora do local aonde estavam, ali encontrava seu cavalo e em voz baixa, murmurava palavras em sua própria língua. O cavalo partia de imediato, logo desaparecendo da vista de todos. Havik agora se encontrava com todos pronto para partir↨

Já deveríamos ter partido!
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qua Jan 27, 2016 10:27 am

Para o alívio de Mary Ann Parker, tanto Mark quanto Havik aceitavam ajudá-la sem nem mesmo pensar. Finalmente a garota conseguia respirar um pouco enquanto Mark dava ordens para que seus homens trabalhassem em sua ausência e uma coisa vinha na mente da garota. Ann saiu tão preocupada que esqueceu de...

- When I come back everything will be a mess - sussurrava para si mesma, mas logo uma piada de Mark surgia trazendo-a de volta à realidade. - Oh man! Se eu quisesse uma direção nada segura, não seria pra você que eu pediria socorro, não é mesmo hahaha

Independente do que mais acontecesse, a garota pularia para dentro do veículo escolhido por Mark, e esperaria Mark dar a partida.

- Eu realmente espero que ele já não tenha feito nenhuma bobagem... For the security of resistance and for his own safety.
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MensagemAssunto: Re: Respostas   Sex Jan 29, 2016 3:34 pm

Com a demora em seguirem Henry, e por ter uma floresta no caminho, Mark, Havik e Mary Ann poderiam pensar que estariam bem atrasados, mas isso não aconteceu, já que Henry foi a pé até Sunhaven.

Foram apenas alguns minutos de atraso, Henry chegava aos arredores de Sunhaven cinco minutos antes do veículo de Mark e tudo o que ele podia ver no armazém destruído vários integrantes de Skyhold, fazendo uma investigação sobre a explosão. Nenhum deles parecia ter uma aura forte, ou seja, eram apenas soldados sem poderes algum.

Henry estava por trás de alguns rochedos, a uma distância segura para não ser detectado por Skyhold por hora e a poucos metros atrás o veículo de Mark chegaria, avistando Henry e também os soldados de Skyhold bem a frente, investigando as ruínas.

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Sab Jan 30, 2016 12:27 pm


۞ Por mais que a cada passo, ele quisesse retornar, por mais que sentisse estar sendo vigiado ou observado, mesmo totalmente sozinho na trilha que perseguia, de acordo com o mapa que pegou da localidade, Henry estava não somente louco, como também sozinho. Sozinho em falta de compreensão, sozinho em sentir confiança, motivação para viver, ou para existir em meio a pessoas onde somente seu irmão, tinha afinidade com. Henry sentia como se vivesse na sombra de seu único aliado, que o confundiam com quem mais queria aparentar ser diferente. ۞

Devo estar próximo.

۞ Dizia em tom baixo. Ele olhava de um lado para o outro, como se ouvisse passos, barulhos, mas sempre que olhava, nada existia ali. O rapaz buscava se acalmar, e conseguia, com um pouco de dificuldade. Se aproximando do armazém destruído, ele observava atrás de rochedos, a situação atual, e começava a tentar bolar um plano: "Se eu entrar lá, eu posso abordar um deles, perguntar de onde vieram e quem eram seus superiores. Eu poderia usar as pistas, e segui-los" ... "Quem é que vai colaborar com você, afinal? Eles são de Skyhold, ordem dada é ordem cumprida, não existe traição a uma pátria cega e manipuladora como aquela, eles são armas preparadas pra isso, não são mais pessoas" ...... "Oras, deve existir um ponto de humanidade neles, afinal, nem todos devem matar, mesmo não querendo" ... "Olhe bem para eles quando for abordá-los, e diga a si mesmo se eles ainda são humanos. Pergunte o mesmo as duas 'supostas humanas' que acabaram com o que restava de sua família". ۞

۞ A cabeça dele ficava cheia. Uma forte náusea surgia em meio a aquele tempo, e uma vontade de inspirar ar sem se sentir sufocado com o próprio. A mão direita era colocada sobre a boca, evitando que o mínimo de ar fizesse algum barulho desnecessário, em meio à aquele momento onde se passava mal. Um minuto se passava desde então, e a seguir, ele começava a sair de lá, se escondendo de modo tático, enquanto se focava. Seus olhos pareciam os de uma ave de rapina, observando atentamente os movimentos das presas mais próximas. Ele se aproximava de uma janela um pouco quebrada, e esperava um dos soldados passar. Quando ele já estava adiante, ele olhava rapidamente pelo interior, e notava que ele estava sozinho. Entrando sem que ele percebesse, Henry o pegava com uma chave de braço, e uma pistola de calibre 45 com silenciador na outra, apontado na cabeça dele. ۞

Não grite, não faça gestos incomuns, não encoste a mão no radio, me responda atentamente, e eu pouparei sua vida. O que vieram fazer aqui, de que lado vieram, quem são seus oficiais, e onde eles se encontram. Essa é a sua primeira e única chance.

۞ Henry falava em tom frio, com a ponta da arma na cabeça daquele soldado, enquanto falava próximo ao ouvido dele, de costas. Porém, algo estava estranho: Ele.. estava.. parado? Não falava nada, não fazia nada, parecia que ele era um fantoche que estava se movimentando. ۞

Responda!.

۞ Seu tom de voz saia um pouco mais alto, porém, ele procurava se controlar. ۞
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Dom Jan 31, 2016 9:56 am

Cada segundo que se passava deixava Mary Ann mais nervosa. Ela sabia que a escolha de Henry ir atrás dos investigadores de Skyhold era um perigo para ele e para todo o plano da resistência.

- Ele deve estar fazendo alguma besteira.... ahhhhh - os dedos da garota não paravam de bater o vidro do veículo, claramente um ato de nervosismo extremo. Ann nunca havia ficado tão nervosa. Aquela situação não era nada animadora.

Finalmente chegavam e a tempo? De longe Ann via as costas de Henry, mas ele estava se movendo...

- This is not good... - sussurrava Ann e então encarava os amigos. - temos que impedi-lo... - e assim Ann saía do veículo de Mark e ia atrás de Henry, também tentando não ser detectada.

"Responda!"

Agora próxima o suficiente para ouvir Henry se irritando com o soldado que ele capturou.

- What the fuck are you doing, guy? - Falava num tom severo para o Euler, o encarando séria.
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Mark Sanderson

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Dom Jan 31, 2016 7:49 pm

Mark conseguia erguer seu espírito novamente, mas o fantasma que ainda lhe assombrava parecia mil vezes mais pesado. Bom, nada que uma volta em seu veículo favorito não resolvesse. O M4K0, design roubado de Skyhold e modificado (para melhor) pelo maior engenheiro elétrico e mecânico da Resistência (ele próprio). Era um conversível com laterais relativamente altas e uma torreta de balas 7.62mm que atiravam mais de 2.000 projeteis por minuto, a uma precisão boa o bastante para varrer uma unidade inimiga a mais de 200 metros de distância.


Não era apenas isso, o próprio M4K0 tinha um motor forte o suficiente para aguentar todo o peso de torreta, munição e toda a blindagem do veículo, não apenas em terras lisas, mas como também em terrenos acidentados, como florestas ou percursos rochosos. O segredo disso estava nas rodas e no eixo que ele próprio arquitetou, que moviam-se de maneira independente, ou seja, quando se estava correndo por uma estrada esburacada, as rodas e o eixo ficam balançando bastante, mas o chassi do carro fica o mais estável possível. (A parte dele ser conversível, era puro fetiche de Mark por carros sem teto.)

- Damn, I love this car!

Não havia tempo para usar estradas. Ele sabia o caminho e sabia usar os atalhos da região. Seus cabelos balançavam loucamente com a velocidade e ao contrário do que ele próprio imaginava, seu foco enquanto dirigia era incrível. Sim, talvez uma volta de carro fosse muito melhor do que um porre com semanas de duração. Mas... isso não é apenas um passeio, certo?

- This... Henry guy. - Mark não o conhecia, mas tinha ideia. - É irmão de um dos oficiais que morreu durante nossa missão, right Mary?

Com uma provável resposta positiva, ele continuaria a conversa, mas não havia tempo. Rapidamente, chegavam no ponto indicado por Mary e com um cavalo de pau, Mark freava bruscamente. Ele não via necessidade de descer, por isso mantinha o motor ainda ligado.

- You should get the brat - Ele engatava a primeira marcha. - Eu espero vocês.
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Havik

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Qui Fev 04, 2016 6:52 pm

↨A bordo do veículo, Havik observava a paisagem com um olhar sereno, porém sempre determinado. Escutava o dialogo entre Mark e Mary Ann atentamente, interrompendo em poucos momentos↨

O desejo de vingança me é familiar,  não podemos condena-lo por sua decisão.

↨Durante o trajeto, Havik cuidava de seu arco-e-flecha e munição adicional, mas a grande maioria do tempo ele passava meditando enquanto observava a mudança de terreno, a vegetação, o céu e as marcas da guerra. Quando finalmente chegavam, Havik colocava seu arco preso as costas e saltava do jipe com rapidez, e sem perder tempo caminhava logo atrás de Mary Ann↨

Posso sentir, uma energia perturbada como eu esperava. Espero não ser tarde demais.

↨Havik sentia, além da energia de Henry, outras grandes forças em movimento pela região, o lugar estava infestado de soldados, porém algo maior estava por vir. Ao se aproximar de Ann e Henry o homem permanecia em silêncio, concentrando sua atenção aos arredores, enquanto a garota se entendia com o jovem em busca de vingança↨
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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Sex Fev 05, 2016 1:40 pm

A investigação nas ruínas do armazém de Sunhaven continuavam ao comando de Mai Tomiko. Ryotaro estava apenas de passagem, mas também procurava algumas coisas... que pudessem lhe trazer a verdade que Kiska estava escondendo.

Henry, praticamente cego por sua vingança, queria informações o mais rápido possível, o que o levou até essas ruínas, e com sorte, encontrando um soldado mais distante dos demais. Sem nem reação, aquele soldado era pego e levado para as sombras de um dos vários rochedos que cercavam o lugar. Ele não dizia nada, e nem tremia de medo pela arma apontada em sua cabeça. O soldado treinado apenas olhava para os lados, estudando seus arredores e o agressor.

Aquele garoto queria saber muita coisa, e mesmo se revelasse aquilo para Henry, Skyhold o acabaria aniquilando da mesma forma, por vazar tais informações. O soldado sabia que não tinha a importância de um general, e que o maior ato que poderia ali era, na pior das hipóteses, morrer tentando resistir.

- Apontar sua arma para Skyhold é um erro grave garoto...

Fechando os olhos, o soldado deixava escapar uma risada. Fazia aquilo para que Henry se irritasse com a situação, afinal, ele estava louco por informações, podia perceber pelo tom de sua voz. Até que uma oportunidade perfeita para escapar surgia para o soldado. Mary Ann chegava próxima a Henry e lhe chamava a atenção. Praticamente ao mesmo tempo, o soldado dava uma cotovelada no abdômen da pessoa que o aprisionava sob a mira da arma, e se soltando como podia, se colocava a correr para fora da sombra do rochedo, gritando:

- INTRUSOS!!! INTRUSOS!!!

O grito chamava a atenção de todos os outros soldados, principalmente da chefe de inteligência, Mai Tomiko, e do general, Ryotaro Iwasaki.

(Ordem de postagem: Mai, Ryotaro, Henry, Mary, Havik e Mark)
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Mai Tomiko

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Seg Fev 08, 2016 10:40 am

Cada minúsculo detalhe sempre era notado por Mai. Ela não podia deixar nada passar, ou não conseguiria juntar as peças para criar uma nova estratégia para o Reino dos Céus.

Caminhando a passos lentos, sempre séria, a garota parava ao ouvir o alerta do soldado.

- hm... previsível... - Sussurrava para si mesma sem demonstrar nenhuma surpresa. - Vão na frente! - Ordenava para alguns soldados que avançavam rapidamente na direção dos intrusos, enquanto Mai mantinha seu ritmo calmo de andar. - Você vem General?

Assim que Mai visse os intrusos, a garota sinalizaria para os soldados pararem.

- Ora ora... vejo que esse tempo longe do meu comando te deixou menos prudente, não é mesmo Ann? E ainda trouxe consigo mais gente. O que acha disso Ryotaro?
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Ryotaro Iwasaki

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Seg Fev 08, 2016 2:14 pm

Desde que recebeu a resposta de Mai, Ryotaro passava a olhar os escombros em volta também, enquanto fumava tranquilamente. Na verdade, estava mais pensando nos acontecimentos recentes do que procurando algo que ajudaria na investigação.

"Trabalhando para alguém... será que?..."

Seu pensamento era interrompido com o grito de um soldado. Gritava a palavra "Intruso". Puxado de volta para a realidade e com o chamado de Mai, Ryotaro a seguia enquanto terminava de fumar o cigarro e jogá-lo fora.

Ao ver quem eram os invasores, reconhecia Mary Ann. Era um nome até famoso em Skyhold, ainda mais depois de ter sido citada no relatório de Yukie e Moriko.


- Mary Ann Parker... - Ia dizendo enquanto tirava sua pistola do coldre que ficava em sua cintura. - primeiro aparece no relatório da explosão desse lugar, e agora volta com... um garoto? Quem é você?

Ryotaro era um bom observador. Se Mary Ann estava ali, e com mais um companheiro, queriam saber o que Skyhold estaria fazendo... muito organizado para simples piratas...

- Tenho várias perguntas... espero que não resistam tanto...

Sempre com sua expressão fria, Ryotaro dizia em um tom monótono e agora apontava sua arma para Henry e Mary Ann. Eles podiam ver que a pistola do General era diferente de tudo o que eles já tinham visto, principalmente para a Parker, que era uma especialista no ramo.
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Henry Euler

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Sab Fev 20, 2016 4:21 pm

۞ Henry estava interrogando aquele soldado de Skyhold por informações, e o mesmo, se segurava, mesmo com a arma em sua cabeça. Sua raiva por aquilo queria tender a aumentar, mas ele queria se focar em canalizar aquilo para algo maior. ۞

- What the fuck are you doing, guy?

۞ Henry começava a virar o rosto para o lado, e ir ver Mary Ann, até tomar uma cotovelada na barriga. ۞

Argh.

- INTRUSOS!!! INTRUSOS!!!

۞ Era inevitável. Henry ficava nervoso com aquilo, tanto em ter sua atenção desviada, como também aquele ser ainda acabando com tudo que havia planejado. Com seu resto de fôlego, ele mirava a arma diretamente naquele soldado, e o acertava nos braços e nas pernas, e finalmente, ele caía no chão de joelhos, com a mão sobre o local acertado. ۞

Quem os mandou aqui? Estamos encrencados !.

۞ Ele se levantava, com um pouco de dificuldade, respirando fundo, e quando percebia, os soldados magicamente apareciam lá, com dois supostos generais, justamente por suas roupas serem diferentes dos restantes. ۞

- primeiro aparece no relatório da explosão desse lugar, e agora volta com... um garoto? Quem é você?

۞ Henry já não tinha o que fazer, tinha que lidar com a situação junto com eles, sendo que, no primeiro momento, ele fugiria dali se possível, para tentar se esconder, e flanqueá-los se possível. ۞

- Tenho várias perguntas... espero que não resistam tanto...

۞ Se tem uma coisa que Henry não gostava, era de conversar com seus inimigos. Não fazia o menor sentido até que eles já estivesse mortos. ۞

Não temos nada a tratar com vocês.

۞ Seu tom saia a modo frio, afinal, não existia sentido algum naquilo. Porém, só ao fato de estar mais agitado, e nervoso com a situação, sua marca no braço parecia querer queimá-lo, enquanto ouvia um chiado estranho em seus ouvidos, como se a pressão tivesse mudado, e sem reparar, uma forte aura maligna, ainda suprimida, surgia dentro dele. ۞


Última edição por Henry Euler em Seg Fev 22, 2016 5:49 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Edição.)
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Mary Ann Parker

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Seg Jul 25, 2016 1:20 am

Aquele soldado gritava por ajuda. Ann respirava fundo tentando não perder mais a calma.

- Ao que me consta, você não tinha permissão para vir aqui, Guy. - Suspirava fundo - e estará ainda mais encrencado when we get out of this shit. - Sussurrava mais para si mesma o final da frase.

Não demorava e tudo piorava com a chegada de Mai e Ryotaro.

- hm... - Era o único que conseguia responder ao comentário de Mai, já que logo ela se dirigia ao companheiro. - Fazer o que? Eu gosto de aparecer nos relatórios de vocês... It wouldnt be the first time, isn't it? - respondia finalmente, mas agora apenas encarando a pistola de Ryotaro, analisando-a.
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Havik

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MensagemAssunto: Re: Respostas   Dom Jul 31, 2016 6:24 pm

↨A situação estava saindo do controle, os inimigos agora estavam alertas quanto a suas presenças. Lutar ali não era uma opção. Revelariam sua força e sua organização, e caso perdessem, dariam ao inimigo a oportunidade de interrogação. E perder parecia muito provável, os generais de campo de Skyhold não eram famosos por seu desleixo em batalha, nem por sua piedade. Quando o homem sacava sua arma, Havik ao mesmo tempo tinha seu arco em mãos, com uma flecha feita por Mark já preparada↨

Não seria sábio da sua parte.

↨Seus olhos não vacilavam, podia ver cada movimento, cada respiração. Ao menor sinal de que puxaria o gatilho, Havik estava pronto para contra atacar↨
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