Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 A tripulação de Eulen

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Heikki Niemi

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Sexo : Masculino
Data de nascimento : 05/08/2007
Horóscopo chinês : Porco
Zodíaco : Leão
Status : Vivo(a)
Terra Natal : Qantuum
Tendência : Caótico - Bom
Data de inscrição : 30/06/2014
Mensagens : 51

MensagemAssunto: A tripulação de Eulen   Qua Jul 16, 2014 5:54 pm

Biografia


Heikki era um britânico que não se encaixava de forma alguma naquela sociedade. Ele podia realizar os trabalhos na escola com perfeição, mas isso não tirava o fato do garoto não gostar daquela vida de jeito nenhum. Sua mãe já havia morrido quando ele era pequeno ao decorrer de uma doença e os únicos momentos em que se sentia mesmo vivo era quando seu pai o levava em viagens mar a fora.

Seu pai era um piloto da marinha, e quando a missão dele e de sua tripulação não eram perigosas fazia questão de levar seu filho nelas, mostrando tudo para ele. Na mente do pai, queria treinar seu filho desde cedo para que um dia ele fosse também da marinha e proteger seu país pelo mar. Infelizmente a terceira guerra mundial começava, e quando seu pai era chamado para guerrear dois anos depois do começo da mesma Heikki tinha 7 anos, o garoto ficava em um abrigo desde então enquanto seu pai lutava na guerra. Foram oito longos anos de batalha por território naquele mundo agora devastado, e seu pai havia sumido sem deixar rastro algum durante a guerra.

Seis anos vivendo sozinho, e aos seus 15 anos de idade, Heikki não tinha mais nada o prendendo naquela terra e aproveitando ainda a desordem que a guerra havia causado, pegava um dos navios do porto e fugia nele, no início era até perseguido, mas uma tempestade que acontecia dias depois despistava os perseguidores. Morava agora no alto-mar, onde sempre foi sua casa, onde sempre foi a sua liberdade.

Heikki já se encontrava cercado por água e aquela sensação do desconhecido tomava conta dele, o fazendo se sentir vivo e sempre esperando que a maré o levasse até uma boa aventura. Sempre que avistava uma ilha, Heikki parava nela, ancorando seu navio e procurava pegar o máximo de frutas e coisas comestíveis para levar consigo em suas viagens. Assim que conseguia encher seu estoque para durar meses, Heikki saia novamente em viagem.

Sua liberdade o fazia conhecer vários lugares que sequer sonhava que poderiam existir, e logo a paixão por exploração apareceu nele. Além da vontade de obter uma recompensa por uma aventura. O rapaz aos poucos ia se tornando um pirata e um filho dos mares, e com o tempo Heikki começava a sentir que aquele navio estava ficando grande demais para ele sozinho...

Dois anos depois de ter começado a navegar, Heikki estava em sua rotina de sempre, ancorando em uma ilha para reabastecer o estoque, mas durante sua "missão" se encontrava com um homem, que parecia ser vagando sem rumo pela ilha, como um andarilho. Heikki o oferecia um fruta e lhe perguntava seu nome, o homem respondia, se chamava Yasuhiko. Os dois conversavam, até que Heikki lhe perguntava porque ele estava andando por ali, e o homem respondia contando sua história.

Yasuhiko fazia parte de uma vila que protegia uma rara relíquia, que tinha muito valor por sinal, gravada em várias lendas como portadora de boa sorte. As ilhas vizinhas e outras vilas da mesma ilha cobiçavam essa relíquia, e por isso batalhas eram sempre travadas. Ele por sua vez fazia parte da linhagem que era guardiã dessa relíquia, passada de pai para filho, carregando o dever de manter a posse da relíquia com seu povo. Por anos e anos veio protegendo, sempre treinando para melhorar suas capacidade para o trabalho, e era sucedido e adorado pelo seu povo. Até que algo inesperado acontecia.

Dias atrás o povo de Yasuhiko era atacado massivamente por uma forasteira e um tropa bem leal a ela. Não fazia parte de nenhuma das ilhas vizinhas, ou de algum rival da vila de Yasuhiko, mas queria ter aquela relíquia, estava interessada nela. Porém ao mesmo tempo que queria tanto a relíquia, não se importava nenhum pouco com cada vida que estava ao seu lado. Eles estavam armados até os dentes como se estivessem em uma guerra de escala mundial, e Yasuhiko vendo que não havia jeito de proteger a relíquia e seu povo ao mesmo tempo, optou por defender seu povo. Houveram muitas mortes, cerca de metade de seu clã foi dizimado nas mãos daquela cruel mulher que ainda levou a relíquia consigo.

No fim o povo de Yasuhiko não aceitava a decisão que ele havia feito, e que agora sem a relíquia eles haviam perdido sua identidade. Por isso o guardião foi excomungado de sua vila, mesmo depois de tanto esforço e anos protegendo a relíquia. E agora como uma falha estava contando sua história para Heikki. O jovem pirata achava daquela história trágica, e vendo que o homem não tinha mais lugar para ir juntamente com o fato de estar viajando sozinho fazia uma ideia surgir em sua cabeça.

Heikki se levantava e olhava com determinação para o guerreiro a sua frente, com um sorriso largo no rosto. "Se você só sabe proteger as coisas, por que não trabalha comigo e protege esse navio até eu me tornar o senhor dos mares? HAHAHA!!!", era o que Heikki dizia a Yasuhiko, que acabava ficando feliz por ter encontrado aquele garoto ali. Ele era tão alegre, simples e ao mesmo tempo tão jovem. Era uma pedra preciosa a se proteger, e sentindo esse dever novamente quando ouvia as palavras de Heikki, Yasuhiko aceitava a oferta, se tornando subordinado de Heikki e guardião de seu navio.

Agora o jovem pirata tinha um companheiro, e bem forte por sinal. Depois que ele entrou, começaram a saquear outros navios que encontravam em alto mar, mas nunca matava ninguém sequer, e sempre deixavam um pouco de suprimento nos navios que invadiam, para que a tripulação saqueada não ficasse sem nada e não conseguisse voltar para casa. As aventuras ficavam intensas, e Yasuhiko via que o mundo realmente não era apenas naquela vila onde morava, e aprendia tanto ao lado de Heikki que começava a amar aquela nova vida que tinha, amar a liberdade de que o jovem pirata tanto dizia.

Anos mais tarde, a guerra tinha cessado um pouco e os reinos já estavam sendo formados, mas mesmo assim em alguns lugares a guerra ainda era intensa por território. Heikki andava por uma das cidades que haviam sido formadas após uma parcial separação de territórios, esta fazia parte de Orderhelm. O pirata, já trajado com roupas melhores (quando havia encontrado Yasuhiko, suas roupas eram todas rasgadas e sujas), enquanto andava por um dos becos daquela cidade encontrava três pessoas cercando um rapaz de cabelos azuis. Estavam gritando para que ele devolvesse o que havia roubado, e o vendo em perigo decidia intervir, dando dinheiro para os homens para pagar o que aquele jovem havia roubado. Com o dinheiro em mãos saiam do local, e o rapaz de cabelos azuis agradecia a Heikki com um sorriso no rosto.

O jovem pirata perguntava o que ele havia roubado, e o rapaz lhe mostrava um relógio de bolso bem sofisticado. Pelo tamanho do relógio ficava impressionado por ele ter conseguido e os dois acabavam conversando. O nome do ladrão era Takafumi, um rapaz que vivia na rua desde quando se lembrava, e aprendeu a se virar, roubando e enganando os outros para viver. Suas habilidades de lábia e roubo eram fantásticas, suas mãos eram tão rápidas que em 90% das vezes a vítima nem percebia que havia sido roubada, e que já tinha enganado tantas pessoas que uma vez entrou em uma máfia e ficou lá dentro por 3 anos sem ser descoberto. O pirata achava incrível as histórias de Takafumi e então pedia uma demonstração, mas antes de terminar a frase, o chapéu de pirata que Heikki usava já estava na cabeça do ladrão a sua frente.

Heikki ria, e colocava o braço direito sobre os ombros de Takafumi e estendia a mão para o céu, o perguntando algo: "Se você é tão bom assim, por que não vem roubar tesouros comigo? Eu e meu companheiro sabemos da localização de muitas riquezas, mas muitas delas são praticamente impossíveis de conseguir, não somos tão furtivos. O que acha? Claro que uma parte vai ficar pra você!". Takafumi já estava achando a conversa divertida, Heikki era engraçado, mas não pensava que ele fosse tão longe assim, o chamando para uma aventura sem o conhecer direito. No entanto a oferta era tentadora, seria uma mudança e tanta de vida, e pela primeira vez alguém estava precisando de suas habilidades. Takafumi eventualmente aceitava, se tornando o terceiro membro da tripulação do navio de Heikki.

Não passava muito desde a entrada de Takafumi e durante um saqueamento no mar próximo a antiga Rússia, agora território de Skyhold, encontravam mais um membro. Era um navio que carregava suprimentos de um lugar para o outro naquele imenso território. Faziam isso por mar para evitar a grande radiação que havia por terra. A pessoa que cuidava do estoque e da checagem de todos os suprimentos era um homem chamado Tatsuo, que trabalhava a anos nisso e por sempre ser tudo tão parado estava sempre cansado com aquele trabalho. Durante sua vida inteira havia treinado para que fizesse parte do exército local, mas acabou sendo um mero contador de estoques do próprio exército. A missão da vez era transporte de suprimentos para os soldados que batalhavam por um território e esse navio era abordado por Heikki e sua tripulação.

Um ataque surpresa e relâmpago. Com a força de Yasuhiko e a agilidade de Takafumi, o navio de suprimentos era rapidamente dominado. Tatsuo estava amarrado vendo os piratas agirem, e via que eles não pegavam todos os suprimentos além de deixar todos vivos, porém presos. Tatsuo não entendia aquela lógica, e os piratas sendo livres pareciam se divertir tanto juntos. Os três invasores estavam rindo e se divertindo enquanto coletavam os surprimentos. Aquela vida que estava a sua frente poderia ser facilmente a salvação de sua vida chata e monótona, por isso, um pouco antes dos piratas partirem, Tatsuo chamava a atenção de Heikki, dizendo: "M-Me levem com vocês! Estou cansado dessa vida de contar suprimentos! Todos me menosprezam, eu sei tanto sobre o mar, navios e táticas navais e estou aqui preso nesse trabalho inútil!".

As palavras de Tatsuo saiam como uma rajada, e o jovem pirata se surpreendia, aquela pessoa parecia não estar mentindo, seu olhos estava sério, uma decisão feita depois de pensar bastante. Após uma alta risada Heikki acabava aceitando o pedido de Tatsuo, o levando com ele. Lhe foi dado o papel de observação e estrategista caso precisassem enfrentar uma batalha na tripulação, e Tatsuo fazia o papel com prazer, foi para isso que ele sempre havia treinado desde pequeno, aumentando seu raciocínio e pesquisando sempre por táticas de guerra, era sua paixão. E desde então a tripulação de Heikki foi crescendo nos mares, e seu capitão ganhava o apelido de "Caveira" por estar sempre usando uma máscara de caveira. Para Heikki aquilo fazia parte de ser um pirata, ter algo em diferencial assim como muitos tinham um tapa-olho, ou um periquito ou até mesmo uma perna de pau.

A fama de tripulação infalível do Caveira fazia muitas pessoas ricas a ficarem com medo de serem as próximas a terem suas riquezas arrancadas de si. E por isso começaram a mandar mercenários atrás da cabeça de Heikki, colocando uma recompensa por ela. Uma jovem que vivia disso avistava a recompensa em uma das vilas em que passava e se interessava bastante, começando uma pesquisa sobre o pirata. Depois de tanto investigar ela encontrava sua localização. Ele estava ancorado no litoral do reino de Qantuum, mas bem longe do cidade principal, por isso nem era notado por habitantes de lá. A mercenária os avistava de longe, eram quatro pessoas no total e entre elas lá estava a pessoa do cartaz, o pirata mascarado. Ela esperava o anoitecer, para que eles dormissem e assim completar sua missão.

Quando a noite caia, a garota entrava no navio em silêncio, chegando até onde Heikki dormia. Sacava a espada que carregava consigo e quando estava pronta para matá-lo, infelizmente, Yasuhiko aparecia, e pulava encima da mercenária, a imobilizando facilmente pela diferença de força que possuiam. Para o azar da garota, o homem que a estava imobilizando era um ótimo guardião, e mesmo dormindo nada passava despercebido por ele. Aquele barulho acordava a todos durante a noite e todos iam ao convés resolver o que fariam com a mercenária que estava agora amarrada. Encontravam o cartaz de procurado do Caveira em seus bolsos, mas Heikki apenas dizia para deixa-la ali, decidiria depois o que fazer. A garota não entendia porque eles não a matavam, ela estava tentando mata-los, não fazia sentido.

Por dias ela ficou amarrada, com Tatsuo indo até ela todos os dias, levando comida a mando de Heikki. O navio já estava em movimento novamente, e a mercenária mesmo resistindo no começo com a comida que lhe era traga acabava comendo quando sentia muita fome. Além disso, Tatsuo sempre contava a ela sobre seu capitão, sobre o quanto ele era especial. A mercenária não entendia, por que ele poderia ser tão especial assim? Piratas não são fora-da-lei que nem ela? Não conseguia entender...

Passavam mais dias, até que durante uma noite, era Heikki quem entrava onde a mercenária estava presa, e a primeira coisa que ele perguntava antes de se servir com uma caneca de rum era se ela estava gostando da comida. A mulher estranhava a pergunta e depois de alguns instantes acabava respondendo que eram horríveis, mas davam para matar a fome. O pirata ria e dava um gole em sua bebida, a aproveitando enquanto estava sentado próximo a prisioneira, que por sua vez curiosa perguntava porque ele não a havia matado e para sua surpresa a resposta de Heikki mostrava o que Tatsuo vivia dizendo para ela, que ele era especial: "Matar? Eu não faço isso. Pessoas nascem para fazer escolhas e escolhas são um tipo de liberdade, você é livre para escolher o que quer, por que eu estragaria algo tão lindo que é a liberdade?".

As palavras do pirata entravam em seu frio coração e o esquentava, como a muito não sentia. Estava sempre fazendo trabalhos sem questionar, apenas pelo dinheiro, nunca havia pensado que teria uma escolha, uma escolha que pudesse mudar sua vida. Ela era tão acostumada com sua vida de sempre que esqueceu da liberdade de que Heikki falava. A garota nunca gostou de ser uma mercenária, não gostava de trazer sofrimento para outras pessoas, mas era a maneira mais rápida de não voltar para as ruas, o que era seu maior medo, havia passado por muitas coisas ruins nos becos das cidades mais sujas daquele mundo, e depois de um tempo nesse ramo acabou se esquecendo de como odiava ser uma pessoa que matava e roubava por dinheiro.

Heikki abria seus olhos, e naquela noite ela bebeu junto com ele, conversaram bastante, e no fim decidiu se juntar a tripulação. Seu nome era Kin, o quinto membro do navio do Caveira. Tatsuo ficou responsável para mostrar o navio a nova membro que pensou que sofreria uma rejeição alta dos outros, mas todos eles confiavam na palavra de seu capitão, por isso a aceitaram tranquilamente. Tatsuo achava Kin uma bela mulher, e se esforçava para ensinar tudo o que sabia para ela. Foi a primeira vez que alguém se importou tanto com ela, e meses mais tarde os dois se apaixonaram e agora eram um casal. Heikki chorou bastante, feliz pela escolha dos dois, ele parecia uma menininha emocionada durante a pequena e alegre cerimônia para a troca de votos entre os dois.

Agora que tinham cinco membros, Heikki decidia nomear seu navio, usando uma palavra que simbolizava toda a sua maneira de viver. Usando a língua antiga alemã a palavra coruja, ou melhor dizendo, Eulen. Um animal que expressava a sabedoria e a liberdade que tanto buscou.

Já haviam se passado cinco longos anos desde a sua fuga de sua terra natal, e Heikki aumentava cada vez mais os riscos de suas aventuras, até que conseguiam realizar um feito incrível, roubar um dos cofres com a maior segurança do mundo, não pelo dinheiro e sim pelo desafio. Dentro dele havia um acumulado de riquezas enormes, o que deixaria Heikki e sua tripulação extremamente ricos, se quisessem poderiam passar anos sem caçar tesouro algum. No entanto, a pessoa roubada era influente demais e isso foi o maior erro de Heikki. Não havia calculado o tamanho da confusão que isso podia gerar e uma perseguição em massa contra eles começou. Depois de semanas sempre fugindo, a tripulação de Eulen foi capturada, forçada a devolver tudo o que tinham roubado e mais um pouco. Quando eram soltos, voltavam para o navio vazio, e a primeira crise da tripulação começava.

A crise era tanta, que para o bem de sua tripulação Heikki precisaria conseguir dinheiro rápido, e se lembrando do passado de Kin, decidiu se tornar mercenário por um tempo, chegando para um trabalho em Dragonland enquanto escondia os reais motivos de parar ali para sua própria tripulação. Dizia a eles que trabalharia no lugar, e que se eles quisessem poderiam arrumar algum emprego também. Os dragões que protegiam a terra dos Dragões não atacavam o navio de Heikki, porque mesmo vindo para fazer um trabalho sujo, suas intenções continuavam boas, que era salvar sua tripulação daquela crise. E assim partia o pirata desesperado para a missão que mudaria ainda mais sua vida, o dando mais e mais escolhas para serem escolhidas.


Última edição por Heikki em Ter Jan 06, 2015 11:09 am, editado 2 vez(es)
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Heikki Niemi

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MensagemAssunto: Re: A tripulação de Eulen   Qua Jul 16, 2014 6:15 pm

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MensagemAssunto: Re: A tripulação de Eulen   Ter Jan 06, 2015 1:20 am

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MensagemAssunto: Re: A tripulação de Eulen   Ter Jan 06, 2015 1:25 am

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MensagemAssunto: Re: A tripulação de Eulen   Ter Jan 06, 2015 1:29 am

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MensagemAssunto: Re: A tripulação de Eulen   Ter Jan 06, 2015 1:34 am

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