Dark Side RPG

Um RPG que se passa em um mundo pós-apocalíptico, com vários reinos se formando sobre as ruínas do mundo antigo.
 
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 Operação Carta Selvagem

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Narrador-kun

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MensagemAssunto: Operação Carta Selvagem   Sab Jul 04, 2015 10:00 pm

A Resistência começou como uma idéia de mudança, mas essa idéia cresceu e se transformou no que hoje é a maior força revolucionária desde a Grande Guerra. Espalhada por toda Shadowrealm e até mesmo em outros países, a Resistência tem trabalhado nas sombras e mantido total sigilo a respeito de sua existência. Um gigantesco número de pessoas se juntou na mesma causa, e aguardam o momento certo para agir, aguardavam pela hora de pegar suas armas e lutar por aquilo que acreditam. Uma organização tão grande necessita de líderes, pessoas com capacidades como experiência, inteligência, ambição e acima de tudo, determinação. Reunidos de vários cantos do mundo, os lideres da Resistência são responsáveis pela organização dos "soldados"(formados em sua grande maioria por pessoas simples) e forças militares em geral, e também pelo cuidado e sigilo no manuseio de informações, para que estas não cheguem aos ouvidos de Skyhold. Tais lideres respondem apenas aquela que começou com tudo isso, "Li zhi Harzgard", a Fenix de Dragonland, uma garota aparentemente jovem mas com uma grande ambição dentro de si, ambição essa responsável por reunir uma legião de seguidores. Estes lideres ocasionalmente realizam reuniões nos esconderijos dentro das cidades, para pensar em novas idéias e se manter atualizados a respeito da Resistência como um todo.

Na cidade de BlueHaven, um dos poucos lugares de Shadowrealm em que o Sol aparecia para iluminar o dia (mas apenas quando não era coberto pela grandes nuvens cinzentas responsáveis pela constante chuva que caía sobre a cidade) a segurança de Skyhold era baixa se comparada a outros lugares, apenas alguns guardas e vez ou outra expedições de vistoria passavam por ali, isso facilitava as ações da Resistência na região, por isso um grande número de reuniões eram feitas no subsolo da cidade, onde um verdadeiro exercito se escondia. Tuneis e mais tuneis se espalhavam por toda a área dentro e fora de Bluehaven, formando um grande labirinto. Soldados eram trazidos para treinar as escondidas, carregamentos eram deixados e levados a todo momento e por isso os tuneis estavam sempre movimentados dia e noite.

Cidade portuária de Bluehaven

Naquele dia não era diferente, uma reunião entre lideres de vários acampamentos acontecia, numa pequena sala destinada a esse tipo de coisa, era apertada e fria, e a únicas luzes que iluminavam o lugar eram velas, nas paredes e sobre a mesa. Quatro figuras, escurecidas pela sombra do lugar falavam sobre diversos assuntos e tentavam chegar a uma solução.

Líder 1: O grande dia se aproxima, mas os preparativos estão atrasados.

Líder 2: As regiões Sul e sudoeste ainda não estão prontas, Skyhold fechou todo o perímetro ao redor das cidades, nada entra ou sai, já perdemos muitos dos nossos tentando abastecer aquela área com equipamento.

Líder 3: O carregamento que deveria abastecer as unidades estacionadas nas ruínas foi apreendido. Estamos passando por muitas dificuldades naquela região.

O assunto principal eram os preparativos para o "dia", a Resistência estava passando por dificuldades e qualquer tomada de decisão errada poderia significar sua total aniquilação e a perca de incontáveis vidas inocentes.
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 05, 2015 2:29 am

Tenente Lyev Schneider, um dos responsáveis pela elaboração de diversos planos de ação da Resistência, era o quarto homem no recinto. Estava sentado em uma das cadeiras, apoiando suas botas militares na mesa de forma que muitos achariam desrespeitosa. Tanto faz, o tédio do jovem estrategista no momento não poderia ser pior, pois o que ele mais odeia é muita conversa e poucas ações, coisa que ao decorrer de sua carreira de um ano e meio na Resistência, foi o que mais teve de aturar.

- Senhor, dê-me forças... - Sussurrava consigo mesmo antes de elevar a voz. - É simples, nós precisamos aumentar a escolta militar de cada entrega. Não é novidade que muitos bandidos assolam todas essas regiões, por isso nossas tropas passariam despercebidas. Vejam...

Lyev se levantava da cadeira, debruçando-se sobre o mapa de Shadowrealm. Por um segundo, seus olhos se focavam na Região de Ibiorack, local onde nascera e fugira pelo governo não se importar com o povo e usar algo tão nobre quanto a religião, para iludir as pessoas e fazê-las de escravas. O pensamento não durava muito e rapidamente, Schneider posicionava pequenas tachinhas em alguns pontos do mapa.

- Aqui... Aqui, e aqui também. - Ele abria os braços para os outro três senhores. - Não precisamos fazer os suprimentos circularem apenas de uma forma. Podemos explorar outros meios que os cãos de SKyhold não se atrevem a ir, como florestas e passagens subterrâneas naturais e todos aqui sabem que temos especialistas o suficiente para isso. - Um momento de silêncio se corria e Lyev abria um sorriso debochado, sentado-se novamente na cadeira. - Ou, é claro, podemos apenas ficar aqui mais alguns dias jogando conversa fora... eu não me importo.

Arrogância e juventude não combinam dentro do contexto militar. Constantemente Lyev fora vetado por sua ousadia e descaso em tratar seus superiores. É claro que todos eram muito competentes e capazes, mas Lyev sempre fora um gênio e sabia de seu potencial, por isso nunca teve medo de bater de frente com ninguém.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 05, 2015 6:43 pm

Lyev Schneider, um jovem promissor que em pouco tempo fez seu nome e conquistou uma alta patente na Resistência, mas sua inteligência era proporcional a sua arrogância, o que muitas vezes irritava aos outros lideres. A Resistência era uma grande máquina que só funcionava quando todas as peças trabalhavam em harmonia, se uma delas era mais lenta ou mais rápida, acabaria prejudicando todo o sistema. O defeito de Lyev, aos olhos dos estrategistas da Resistência, era pensar muito a frente da realidade, esfregar uma solução na cara de seus próprios aliados e confiar cegamente em suas decisões. O que ele falava naquele momento tinha muito sentido, mas a forma como falava ofendia a todos naquela mesa, além de se provar muito arriscado.

Lider 2: Sabemos que é bom com as palavras jovem Lyev, mas nem tudo é tão simples quanto parece.

Lider 1: Você ainda é jovem, deveria apenas observar e tentar aprender.

Lider 3: Fala como se tudo não passasse de uma brincadeira, procurar por outras rotas para os suprimentos nos custaria tempo e soldados. Duas coisas que não podemos nos dar o luxo de desperdiçar.

Lider 1: Nos poupe de suas ideias infantis, volte a falar quando aprender o significado da palavra respeito.

Lider 2: Acalmem-se senhores, já temos inimigos o suficiente para começarmos a brigar uns com os outros. O jovem Lyev apenas nos deu sua opinião, e todos já conhecemos sua personalidade, não levem a mal.

Lider 3: Temos muitas cartas na mesa, mas não podemos nos deixar levar, cartas selvagens como você Lyev são uma via de mão dupla.

Alguns deles viam sentido nas palavras do garoto, mas era difícil confiar a vida de todas aquelas pessoas as ideias de alguém tão jovem e inexperiente, por isso decidiam repensar aquela estratégia e chegar a um consenso.
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 05, 2015 8:50 pm

- Tch.


Era sempre a mesma conversa. Conforme subiu de ranks dentro da Resistência, Lyev foi encontrando cada vez mais e mais empecilhos, ou "Black Tape" se quiser usar o termo correto. Os homens com quem fora colocado para trabalhar simplesmente se recusava a aceitar qualquer pensamento diferente do deles e quando ele se pronunciava, era novamente vetado. Um estrategista sabe das próprias falhas, por isso sua arrogância não é algo oblívio para Lyev, mas mesmo assim... Aquilo ja estava lhe dando nos nervos.

- Vamos todos concordar que o problema aqui não é minha arrogância, tampouco meu respeito. - dizia enquanto se levantava novamente da cadeira. - O problema é que vocês acham que sou uma criança, mas ninguém viu qualquer plano meu fracassar, eu...

Carta selvagem. Aquele homem realmente trouxera à mesa o apelido que ganhou durante sua carreira? Não um apelido carinhoso, esse nome lhe foi dado de forma pejorativa pelos cadetes iniciantes que foram seus colegas. Era chamado assim por que contestava todas as ordens que recebia, dizendo que poderiam ser executadas de uma forma melhor se seguissem suas ideias. Até um dia em que um dos Capitães lhe dera uma chance de liderar seu time num treinamento de infiltração tática. A simulação fora um sucesso absoluto e o apelido nunca mais fora dito na presença do agora Tenente, até o momento.

- Carta... selvagem, é... ?

Seus olhos se fechavam e ele finalmente entendia que nunca seria ouvido pelo fator idade, e se fosse esperar até ser velho o bastante, a Resistência ja teria sido obliterada. Assim, ele compreendia que não cresceria mais intelectualmente naquele âmbito, por isso retirava suas placas de exército ou "Dog tags", que são pequenas plaquinhas de ferro com nome, código e cargo ocupado, presas ao pescoço com uma pequena corrente de ferro e as jogava em cima da mesa. As plaquinhas apenas deslizavam no mapa e Lyev se virava de costas.

- É isso. Podem ficar tranquilos que ninguém mais vai querer tirar a "glória" de vocês, pff. - Com a cabeça erguida, ele ia até a porta e a abria, em seguida parava e olhava para trás. - Se sou uma "Carta Selvagem" como dizem, então vocês compõe um baralho apenas de Reis e Rainhas. Não, eu não estou abandonando a causa pois sei que ela é nobre e necessária, mas eu apenas não consigo fazer tudo que posso com pessoas obtusas me puxando para baixo o tempo todo... Até mais e que o Senhor ilumine vossos caminhos.

E com um forte estrondo, a por se fechava atrás do agora ex-Tenente Lyev Schneider.
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Jul 06, 2015 7:33 pm

Os lideres permaneciam em silêncio mesmo depois da manifestação de Lyev, não podiam negar nenhuma palavra que o garoto dizia e no fundo sabiam que ele não se encaixava naquela organização. Deixa-lo partir para que pudesse ajudar a sua maneira era sem duvidas a melhor opção, todos ali conheciam seu potencial e admiravam seus ideais, por isso não havia o que temer. Os três lideres se entreolhavam e suspiravam, e a reunião continuava mesmo sem o garoto, tais assuntos deveriam ser resolvidos com urgência e só depois um substituto para Lyev deveria ser arranjado.



Alguns metros acima dos tuneis da Resistência, uma grande cidade se erguia, Bluehaven a cidade portuária, uma das maiores de toda Shadowrealm. Ali a vigilancia de Skyhold não era tão intensa quanto nas outras cidades da região, consequentemente a qualidade de vida da população era acima da média. Havia espaço para comercio, e para a ida e vinda de viajantes de várias partes do mundo. Era inicio de tarde, e a fraca luz do sol batia sobre a cidade, ao mesmo tempo que uma chuva leve caía do céu e escorria nos telhados. Várias pessoas caminhavam pelas ruas, algumas carregando caixotes vindos direto do porto, outras apenas de passagem por ali. Haviam feiras e muito barulho aquele dia, assim como brigas e discussões, risadas e uma gritaria desenfreada, como já era de se esperar de uma cidade grande. Os poucos soldados que por ali passavam, pareciam ignorar a maioria dos problemas, mas sempre estavam procurando por algo suspeito, como os símbolos da fênix que eram pichados em muros, casas e caixotes.
Diversos anúncios eram espalhados aos arredores das cidades, em tabas de madeira e paredes de pedras. Haviam cartazes de procurado, ofertas de emprego, trabalhos em troca de recompensa e etc. Numa destas bordas haviam os seguintes anúncios.

"Os cinco dragões, procurados vivos ou mortos"

E cinco fotos seguiam a frase,na primeira um garoto com um olhar intimidador, com uma faixa amarrada a sua testa, na segunda um rapaz de cabelos escuros cujo rosto era coberto por faixas, na terceira uma garota de cabelos longos e uma aparência psicótica, na quarta uma garota de capuz, cujos olhos mal podiam ser vistos e o cabelo cobria uma parte de seu rosto, e a quinta e ultima mostrava um garoto de mascara, com um olhar meio vazio.


E depois de várias noticias e propostas de emprego, uma oferta curiosa poderia ser observada, um cartaz que parecia ter sido colocado a pouco tempo, nele havia a foto de uma floresta e um texto de explicação, seu titulo era:

"A besta da floresta"

"Relatos de uma terrível criatura na Floresta da Neblina, muitas vidas foram perdidas mas ninguém sabe ao certo a aparência do terrível monstro, dizem que se esconde sob a terra, como um verme, ou que sobe nas arvores a espera de sua presa. Um comboio militar inteiro foi dizimado pela fera, por isso recomenda-se cuidado aqueles interessados em caça-la. Uma fortuna aguarda aquele que matar a besta e conseguir provar. Assinado: Prefeitura de Bluehaven."



Tratava-se de um anuncio dos próprios administradores de Bluehaven, que se encontravam em uma situação crítica. Skyhold se recusava a sacrificar soldados pela causa, e Bluehaven era proibida de reunir uma força militar por sí mesma, por isso só lhes restava confiar nos poderosos viajantes que passavam por lá, para destruirem a fera e limpar a importante rota da floresta, que era vital para o comércio com cidades vizinhas.

De frente para uma das paredes de anuncio, se encontravam cinco pessoas conhecidas, mas que ainda não haviam percebido as presenças umas das outras. Algo naquele cartaz lhe chamava a atenção, alguns pelo dinheiro, outros pela fama, e até mesmo aqueles que apenas queriam testar suas habilidades. Lá estavam, Taikun, Sayuri, Ren e Dante, prontos para mais uma aventura, que até então pretendiam partir sozinhos.

(Ordem de postagem: Taikun, Sayuri, Ren e Dante)
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Jul 06, 2015 8:14 pm

•● Taikun era um dos curiosos que passava por ali na frente, ou melhor dizendo: "coincidentemente". ●•

[Alguns minutos atrás]

•● Taikun estava em uma plataforma de madeira, usada para pesca e para navios. Obviamente, ele estava lá pescando, com vara de pesca, 2 baldes, um cheio de peixes, e maior, e um só de minhocas, sendo menor. Pescando e pelo momento ser bem incomum e entediante, ele acabava cochilando, até um momento em que ele ouvia pequenos barulhos. ●•

Hum, o que?.

•● Ele ficava olhando para frente, mas não encontrava nada, a vara permanecia parada, além do anzol. Confuso, ele ficava olhando para o mar como se fosse encontrar alguma coisa. ●•

Olhe para trás, imbecil!.

O que!??! AAAA!!.

•● Ifrit o alertava para acabar com o ciclo daquela burrice. Um gato de rua estava roubando um de seus peixes, até que ele se levantava e ia começar a correr atrás dele, mas conseguia puxar a linha da pesca com as mãos, enrolando no braço enquanto pegava alguns dos baldes nos pés, jogando para o alto e tentando correr. ●•

MALDITO VENHA CÁ!.

•● O rapaz acabava deixando o de minhoca cair ali mesmo, por sorte sem atingi-lo, mas algumas ainda caiam em seu cabelo sem ele perceber. Enquanto corria atrás do gato, ele cruzava várias ruas da cidade, com uma vara em uma mão (e a linha enrolada em seu braço), e um balde de peixes no outro. Ele ainda conseguia correr bem, pelo porte atlético dele, até que alguma coisa o chamava a atenção. ●•

[Atualmente]

Ei, esse cartaz novo não estava aqui antes...

•● Taikun adorava conseguir dinheiro, sendo por trabalhos de caça, bicos, consertos, tudo para comprar vários ingredientes para as mil coisas que Otohime fazia para ele e a todos do dragão bonzinho. Ele realmente parava de correr atrás do gato, e ficava analisando aqueles vários posts, até que um o chamava mais a atenção, que estava mais abaixo, até que uma próxima pessoa aparecesse por lá, e ele iria fazer uma típica pergunta idiota sua, para esse alguém. ●•

Ei, o que está escrito aqui? E quem são esses outros?.

•● Enquanto Taikun estivesse olhando atentamente a esse novo cartaz, Moru aproveitava para sair de baixo de sua capa, e notando que o cabelo do rapaz estava com minhocas, ele começava os pegar e comer ali em cima da cabeça dele, enquanto ele ficasse encarando o post e a primeira pessoa a quem perguntava. ●•
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Jul 07, 2015 11:24 am

De um lugar próximo dali, uma estranha construção que surgiu repentinamente, saia Sayuri Ishiyama.

- Meu orgulho pela felicidade dele? Hm até que é um bom preço e....

BUM! Sayuri não via Taikun em seu caminho por estar perdida em seus pensamentos então acabava trombando com o namorado de sua melhor amiga.

“Ei, o que está escrito aqui? E quem são esses outros?.”

- Você não sabe ler? Pelos deuses, nunca vi alguém tão bu...

Os olhos da garota encontravam um dos cartazes e se arregalavam, era um cartaz de procura-se com a foto de seu irmão gêmeo? Ela arrancava o cartaz imediatamente e o encarava mais de perto.

- Nii-chan...- sussurrava para si mesma e apenas Taikun poderia ouvir aquilo. – BAKA! Eu tenho que te achar primeiro. – Ela guardava o cartaz, dobrando-o com cuidado e então via o que Taikun estava tão interessado. – Vamos lá... aqui diz que na floresta tem um monstro que já matou muita gente, destruiu exércitos e que eles vão pagar bem quem matar esse monstro e provar que matou.

Por um breve momento Sayuri pensava ser seu irmão ali, se ele estava sendo procurado, então uma brilhante ideia surgia em sua mente.

- Ei! Vamos lá Taikun? Tipo, claro que eu ganho desse monstro de olhos fechados e com as mão amarradas nas costas mas eu preciso de uma testemunha né? hihihi
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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qua Jul 08, 2015 7:54 pm

Em sua ultima missão Ren percebeu que ainda lhe faltava muito para alcançar a força de desejava ter. O poder de proteger sua irmã em seu sonho estupido e infantil contra as grandes forças que assombravam o mundo naqueles dias. Yohei lhe mostrou isso, Huang Zhao lhe mostrou isso, e frustrada ela retornava a cidade, e voltava a treinar. Sem um mestre para lhe guiar seu progresso era lento, mas não tão lento quanto deveria ser pois dotada de um talento sem igual, Ren conseguia evoluir muito mais rápido que a maioria dos lutadores. Estava acostumada a treinar por conta própria e exceder seus próprios limites sem esperança de ajuda.

Todos os dias Ren caminhava pelas florestas nos arredores de Bluehaven, e durante seus "passeios" treinava em meio as arvores, noite e dia, descansando apenas o suficiente para conseguir ficar novamente de pé. Como Ryouji não estava por perto para lhe ajudar a treinar, a garota vez ou outra procurava trabalhos, como a caça a bandidos e investigações perigosas com o objetivo de testar sua força e capacidade, torcia para encontrar novamente alguém tão forte quanto Yohei.

Naquele dia em questão, Ren estava voltando de seu quarto de hotel, no qual havia acabado de tomar banho depois de uma madrugada inteira de treino pesado, quando notava a movimentação na cidade. Como quase nunca andava por ali durante o dia, estranhava tantas pessoas reunidas. Com seu guarda-chuvas sobre o ombro ela decidia caminhar, e tentar limpar sua mente. Desejando não esbarrar com nenhum conhecido que pudesse lhe encher com perguntas idiotas ou comentários desnecessários. Mas era durante essa caminhada que Ren avistava uma placa de anúncios, nela haviam várias mensagens, e fotos de pessoas procuradas.

- Esse não é... Kaiten? Por que não estou surpresa?

Observando melhor a placa de anúncios Ren podia ver o pedido da prefeitura, "A besta da floresta". Aquilo lhe interessava, mais uma oportunidade de testar o que desenvolvera em treinamento. A garota se preparava para pegar o anuncio quando a mão de alguém alcançava a placa primeiro, retirando a foto de Kaiten. Ren encarava tal pessoa, e para sua surpresa era Sayuri, e não só ela, mais adiante estava Taikun.



"Droga fui descuidada, só preciso sair daqui antes que me percebam"

Deixando o anuncio onde estava, Ren tentava sair na direção dos portões que davam para a Floresta da Neblina, onde encontraria a tal "fera" que assombrava o lugar.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qua Jul 08, 2015 10:21 pm

Passavam alguns dias depois do término da missão em que participou, recuperando o artefato e conseguindo um novo aliado por tempo indeterminado (Ethan). E Dante continuava a treinar, todos os dias. Ele sabia que para continuar a trilhar seu sonho deveria ficar cada vez mais forte, a fim de não deixar ninguém em sua volta se machucar. Não tinha um corpo resistente como Lin, ou uma ótima técnica e talento como Ren e Lei Fong, mas o Campanaro tinha algo que nenhum de seus amigos tinha, a velocidade que herdou da linhagem de sua mãe, Sakuya, e era com ela que queria realizar o seu sonho de ajudar a todos que se encontram em perigo, um grande herói que buscaria equilibrar o mundo.

No dia em questão, Dante acordava muito cedo como de costume, e ainda sem sinais de Lin e Kohaku, que estavam em missão, se distanciava de Bluehaven, indo até as proximidades da Floresta do Sol, onde encontrou um bom lugar para praticar, em meio a várias árvores no começo da floresta.

Para esconder sua katana dos olhos de Skyhold, o rapaz a colocava entre várias lenhas, e cobrindo tudo com um pano branco, com uma corda amarrada em volta. E quando chegava no local de treinamento, a primeira coisa que fazia era meditar... costumava deixar sua mente bem limpa, mas naquele dia isso acabava não acontecendo...




Se lembrava do passado, quando ele e Lei, seu melhor amigo, ainda viviam na mesma casa. A casa de Shen Shi já foi bem povoada, por volta do ano de 2021. Lá moravam ele, sua tia Katherine, Lin, Ren, Lei e o próprio Shen, porém a cena foi algo que aconteceu fora daquela casa... em um campo aberto próximo do Templo Ishiyama, onde Lei e Dante estavam sentados olhando para o horizonte daquele entardecer.

- Lei. Por que você tá treinando com o Shen?

- Eu? Heh. Dante-kun, eu quero ser um herói! Não quero ver ninguém sofrendo, só quero sorrisos a minha volta, assim como eu sempre os vejo aqui no Templo!

- Herói é? Hahaha! É o mesmo... sonho que o meu. Salvar os necessitados, ver o mundo em equilíbrio, é com o que eu sonho...

- Dante-kun... - Se levantava. - O mundo fora daqui é enorme não é? Você mesmo disse isso, você é alguém que veio de fora...

- Lei...

Com um estender de mão, Lei acabava sorrindo para Dante, que o via como um irmão mais velho, afinal, sempre era gentil com todos e incrivelmente talentoso.

- Vamos mudar esse mundo juntos. Mas fique com isso em mente, eu vou salvar muito mais pessoas do que você!

- Ah é?... - Pegava na mão dele e se levantava com a ajuda de Lei. - Isso é o que a gente vai ver, Lei!

Ambos sorriam, apertando as mãos, com o Sol se escondendo timidamente no horizonte, dando espaço para a Lua subir. Uma memória com Lei Fong terminava e a meditação de Dante terminava no começo daquele dia em que um tímido Sol banhava a floresta. Enquanto se levantava, pegando a katana embainhada que estava a sua frente, pela mente de Dante passava alguns pensamentos, sobre o caminho que escolheu.

"Sou um italiano, que aprendeu a arte de um samurai..."

Nesse momento ele desembainhava sua katana, começando a dar golpes ao vento, junto das folhas das árvores caindo de vez em quando em sua volta.

"... é até engraçado, mas fiquei encantado com a lâmina curva de uma katana. Acho que acabo lembrando das lâminas que a Sakuya tinha em casa... que mesmo não entendendo o porquê dela ter abandonado a mim e a minha tia anos atrás e guardando rancor disso, eu sempre gostei dessas armas brancas. Sei que podem ter um formato bem agressivo, mas elas também servem para proteger alguém, e sim, isso foi algo que a Sakuya me disse quando ainda era criança, escutando as histórias do passado..."

O tempo estava passando, golpes e mais golpes eram lançados ao vento em sua volta. Uma verdadeira dança com a lâmina que manuseava que impressionaria qualquer um que estivesse o observando. Dante pode não ser o melhor espadachim, ou samurai, mas como um bom manipulador da aura de ar e um talento em aprender tudo de uma forma bem mais rápida do que outras pessoas, era como se o ar não limitasse seus movimentos...

"... sempre fui protegido por aquelas duas. Minha tia e Sakuya... Agora é a minha vez de mostrar algo a elas, e mesmo que a Sakuya não saiba o que estou fazendo, um dia ela vai ouvir falar dos meus feitos. Este mundo é torto, e é por isso que estou aqui ao lado de companheiros que seguem essa causa. Não vai ser fácil, mas eu vou, e posso conseguir mudar tudo a minha volta! Esse é o caminho que eu escolhi, e não vou deixar ninguém tirar esse caminho de mim!"

Foram várias horas de treinamento, perdido em vários pensamentos, mas ainda sim, golpeando perfeitamente a sua volta. No final de seu longo monólogo mental, Dante cortava o ar por uma última vez naquela manhã, que já se tornava tarde. Era por volta de meio-dia, e um tanto exausto, o rapaz resolvia ir comer algo depois de disfarçar novamente sua katana.

Foi bem rápido, ao voltar a Bluehaven, entrou em uma boa taberna que conheceu nos primeiros passeios que teve na cidade, e como sempre comeu lá pelo último mês o dono o conhecia bem, além do que ele comia. Uma pessoa bem gentil era o velho homem da taberna, e Dante comia tranquilamente enquanto recuperava toda a energia que foi gasta naquela manhã de treinamento.

Ao sair, via uma comoção incomum a frente de um grande mural, onde geralmente ficavam alguns avisos para os moradores de Bluehaven. Curioso, Dante se aproximava, e via vários cartazes de procurado. Um rapaz com faixas cobrindo o rosto. Uma mulher de capuz, outra com uma aparência psicótica, um outro rapaz usando uma máscara estranha e por último, mas o primeiro cartaz e com a recompensa mais alta, Kaiten. Sim, Dante o conhecia, afinal, sempre era falado dele no templo. Filho de Tenkai e irmão mais velho de Sayuri, sendo ele a razão de Sayuri estar treinando.

"Hum... então ele tá aprontando bastante ainda..."

E logo abaixo, um outro anúncio chamava sua atenção. "A besta da Floresta". E esse ser desconhecido estava colocando cidadãos de Bluehaven em perigo. Era uma ótima chance para consegui um ótimo feito, e prevenir de mais pessoas se machucarem. Com um sorriso no rosto ele tirava o cartaz da besta para si, mas nisso ele sentia alguém passando por ele, com um cheiro conhecido.

Com a atenção chamada mais uma vez, Dante se virava e via aquele cabelo ruivo balançando e um guarda-chuva roxo por cima do ombro. Sem dúvidas era ela...

- REN-CHAN! VOCÊ TÁ AQUI!

Andando a passos rápidos, se colocava a frente dela, com um sorriso e mostrando o cartaz pra ela.

- Ei, olha isso aqui, não é legal?! Acho que vou pegar essa missão! E você, o que tá fazendo por aqui? Faz tempo que não te vejo...

E enquanto tentava conversar com Ren, que mesmo sempre apanhando a julgava uma boa amiga por ter passado uma boa parte de sua infância morando com ela, Dante acabava avistando Sayuri e Taikun também, por isso acenava para eles com um sorriso no rosto, era sempre bom encontrar seus amigos pela rua.

- Olha só, tem mais gente também! Sayuri, Taikun, aqui! Hahaha! Encontrei a Ren por aqui!
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Jul 09, 2015 7:01 pm

•● Com o pouco momento passado ali, Taikun não estava mais com minhocas na cabeça, levando em conta de que Moru havia comido eles. ●•

•● Taikun ouvia o que Sayuri dizia, inclusive de vê-la pegando aquele cartaz. Taikun podia ser burro, mas expressões faciais, corporais, e aquelas "auras" de raiva, ódio, ou alegria, obviamente podia ser sentido e notado facilmente. Ele contava com isso, e ao ver que Sayuri pegava o cartaz e guardava a si, o rapaz não dizia nada, até ouvir ela dizendo sobre encarar a criatura. ●•

Eu poderia fazer o trabalho, mas já que você insiste... só me garanta de dividir a recompensa.


•● Dizia o rapaz, de braços cruzados, mas sem um ar de sério, apenas interessado no que poderia ganhar com aquilo. Em pouco tempo, alguém familiar surgia, mas ao que tudo indicava, e que ele podia perceber, ela não queria trombar com eles. Havia percebido que ela estava fazendo isso há um tempo, um pouco mais longe dali, pelo constante caminhar preocupado que fazia. Ele até olhava rapidamente para ela, por sorte em um momento em que ela não havia olhado para eles ainda, mas voltava sua atenção ao cartaz, até que Dante surgia, gritando: "REN-CHAN!". ●•

Espera.. é a Ren.. ? Ah, eu sabia que era a Ren, e não a Lin!.

•● Dizia para si. A todo momento estava em constante confusão, se perguntando quem era: Lin, ou Ren; mas como sabia que a Lin não faria questão de andar estranho, aquilo só certificava um pouco mais do que pensava. ●•

Ahahahaha, quanto mais gente, mais fácil a missão, ahahaha...


•● E aos poucos, ele ia ficando frustrado. ●•

..E menos dinheiro... ╥﹏╥.


•● Ele se encolhia, em um ar sombrio e triste, no cantinho da praça, contando as moedas em seu bolso. ●•


25, 29, 30 e 21 e... MENDOKUSE, PERDI A CONTA!.

•● Nervoso, ele acabava rolando pelo chão, com a mão na cabeça, e as moedas caindo, no qual moru fazia questão de pegá-las para entregar à ele de volta. ●•
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Qui Jul 09, 2015 10:20 pm

Para Sayuri cada pessoa tinha um cheiro diferente, o de Taikun era um cheiro de fuligem, Dante por sua vez tinha um cheiro de chuva. Ren também tinha um cheiro, só que bem diferente. Era assim que ela diferenciava Lin e Ren. Para Sayuri, Lin tinha um cheiro de terra umidecida com o orvalho presente nas manhãs, já Ren possuía cheiro de sangue? Sim, mesmo que ninguém notasse, Sayuri sempre notou essa grande diferença.

No momento em que Sayuri havia pegado o cartaz de KaiTen e guardado, ela já sabia que Ren estava ali, mas sempre respeitou o jeito reservado da garota e, já que ela não queria ser notada, não custava fingir que não sentiu seu cheiro de longe. Provavelmente Taikun também a tivesse notado, mas quem a denunciava era Dante.

"Ren-chan!"

Não dava mais para fingir não ter visto a garota, Sayuri olhava de canto de olho para Ren e Dante, suspirando.

- Sério? Eu queria acabar com o monstro sozinha... - uma expressão de criança mimada surgia, mas não durava muito tempo. - Hm... então tudo bem... Está decidido, nós quatro vamos, se a Ren não achar ruim, né? haha

A Ishiyama parava para pensar um pouco sobre aquele quadro.

- Er...Espero que mais ninguém tenha visto esse anúncio, se não vão chegar antes - ao dizer isso, ia até Taikun, o cutucando. - Ei! Eu não quero o dinheiro... pode ficar com a minha parte, tá bom? - e assim se virava, olhando para Dante. A garota apontava para o rapaz e dizia animada - Acho bom dessa vez você não me fazer atrasar hein! - ria um pouco, lembrando do passado. Mas antes que Dante respondesse, ela continuava. - Bem, somos quatro, realmente vai ser mais rápido, vamos? - quando terminava de falar, Sayuri cruzava os braços, sorrindo.


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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Jul 10, 2015 9:02 am

Controlar sua aura, suprimi-la até se tornar invisível, Ren sabia fazer isso com facilidade ao contrário de sua irmã. Usava esse truque para escapar dos olhares inimigos, e até mesmo dos amigos. Mas havia um problema com essa habilidade; a supressão completa de sua aura a impedia de sentir aqueles ao seu redor, por isso ela não fazia ideia de que haviam tantos conhecidos perto daquela placa. Assim como se esquecera de que alguns de seus aliados possuiam habilidades especiais, tais como narizes aguçados ou habilidades exepcionais para sentir manifestações de qualquer tipo de energia. Avistar aquelas pessoas foi uma grande e desagradável surpresa, mas nem tudo estava perdido.

"Ótimo ainda não me viram, agora eu só preci"

- REN CHAN! VOCÊ TÁ AQUI!

Ela ficava paralizada. Aquela voz, sem duvidas era ele, Dante, a criatura mais sociável que já caminhou pela Terra, o oposto de Ren, aquele que tinha óbvios interesses amorosos com sua tão amada irmã, seu nemesis. Ren abaixava sua cabeça, e uma veia de raiva brotava em sua testa, pois além de gritar seu nome ele ainda fazia questão de chamar os dois que estavam próximos para se juntarem numa grande missão feliz. Sem saber como reagir Ren permanecia calada, de cabeça abaixada.

- Se a Ren não achar ruim né? haha

Uma provocação, ou talvez não fosse, mas era obvio que já esperavam que Ren discordasse e seguisse seu caminho. Mas não dessa vez, seu orgulho não a permitia dar aquele gosto a eles. Ren abria seu guarda-chuvas e o deixava cobrindo parte de seu rosto.

- Se vamos fazer isso mesmo então parem de perder tempo.

E com um "olhar mortal" para Dante, Ren virava-se de costas e decidia ir na frente, pelo menos daquela vez decidia cooperar e trabalhar em equipe, mas com a certeza de que se arrependeria no final. Obviamente ela não guardava rancor de ninguém ali exceto Dante, mas os julgava como "desnecessariamente amigáveis", algo que não conseguia ser nem quando se esforçava.

- Tsc...vou na frente.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Jul 10, 2015 5:36 pm

Era claro que chamar a atenção de Ren daquela forma não era algo sábio, mas Dante queria mesmo tentar fazê-la se enturmar mais, para ele o jeito de ser da garota poderia ser doloroso. Sempre sozinha, em seus próprios pensamentos, o famoso "lobo solitário". O rapaz pensava estar ajudando, então dava atenção a manifestação das outras duas pessoas que chamou e que estavam por perto também. Sayuri e Taikun.

Dante até entendia o que Taikun quis dizer, afinal, ele também já confundiu Lin e Ren algumas vezes, mas depois de sua mudança drástica de humor, indo de alegria para tristeza em menos de um segundo por causa da recompensa fazia surgir na nuca de Dante uma grande gota. Porém, nem tinha a chance de falar algo, Sayuri era rápida com as palavras e dizia a ele algo que o atingia como uma flecha invisível, vinda diretamente do passado, e aquilo o fazia sorrir de uma maneira forçada enquanto olhava para a "princesa de Dragonland".

- Eehhh... tudo bem, Sayuri-chan, não vou atrasas ninguém dessa vez, afinal... - Apontava para si mesmo, agora com um sorriso confiante no rosto. - tô bem mais forte do que dois anos atrás! Vai se surpreender, Sayuri-chan! Hahaha! - Com uma pausa depois da risada, ele olhava para Taikun que rolava pelo chão, desesperado. - Fica tranquilo, Taikun-san! Eu também não vou querer a recompensa, você pode ficar com a minha parte.

E então notava que Ren lhe lançava um "olhar mortal", o que fazia Dante se assustar e fechar os olhos, normalmente era ali que ele apanhava, mas segundos depois sem sentir o punho da garota, abria os olhos, surpreso.

"Oh! Eu ainda tô vivo?!"

Em seguida, percebia que Ren já andava na frente, indo para a floresta da besta. Com um sorriso no rosto, e ainda carregando várias lenhas por baixo do braço para esconder sua katana dos olhos de Skyhold, Dante corria atrás dela.

- Ei, me espera! Eu quero lutar com essa besta também!
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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Jul 10, 2015 6:47 pm


Muitas aventuras se formam por acaso, e essa era apenas mais uma delas. Os quatro jovens partiam de Bluehaven em busca da chamada "Besta da floresta", mesmo que alguns não estivessem tão felizes com a ideia de cooperação. As pessoas que os viam retirar aquele anuncio se surpreendiam com sua coragem, ou riam de sua "burrice", não eram muitos naqueles dias com coragem o suficiente para arriscar suas vidas de tal forma.

Ren caminhava na frente, logo seguida por Dante, Sayuri e Taikun. Na metade do caminho até a saída da cidade eles já estavam bem próximos uns aos outros. Atravessavam as movimentadas ruas de Bluehaven e cruzavam os portões, avistando as poucas casas que se erguiam do lado de fora, junto as grandes arvores que denunciavam o inicio da Floresta da Neblina. A floresta por sua vez, era adjacente a cidade, porém só se tornava realmente densa e sombria alguns quilômetros ao norte, e era de lá que os rumores vinham, e para lá que deveriam ir.

A saída da cidade era tranquila, como já foi dito não havia muita fiscalização em Bluehaven. Os aventureiros se distanciavam pouco a pouco da cidade, e a fraca luz do Sol que os iluminava desaparecia lentamente, pois as copas das arvores cobriam suas cabeças e uma névoa antes fraca se tornava cada vez mais densa a medida que caminhavam. Mas antes que a cidade sumisse de vista uma nova surpresa os alcançava, uma outra pessoa tomara aquele mesmo caminho, suas intenções eram até então desconhecidas.

(Ordem de postagem: Lyev, Taikun, Sayuri, Ren e Dante)
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Jul 10, 2015 8:52 pm

Pouco antes da pequena comoção na frente do quadro de anúncios, um certo jovem estrategista havia passado por ali e visto o exato mesmo aviso que TaiKun e os outros tinham se proposto a executar. Não trouxera uma cópia consigo, apenas levaria depois ao contratante, uma prova da morte do monstro ou seja la o que fosse. Ah sim, mas por que Lyev Schneider, um ex-tenente de riqueza moderada se preocuparia com trabalho mercenário?

- Tch... Por que fui fazer aquilo...

Só de lembrar, uma enorme gota de suor brotava em sua nuca. Em seu orgulho excessivo e calor do momento, o ex-Tenente recusou qualquer ajuda de custo e devolvera todos os benefícios que tinha ganhado da Resistência durante o tempo em que ficara lá, agora ele estava apenas com sua farda militar e uma mala com mudas de roupas e poucos pertences de valor sentimental.

- Argh! Nem ferrando que eu volto pra mendigar dinheiro praqueles caras... - Dava um tempo de sua caminhada para se apoiar numa árvore. - O jeito é eu arrumar uma grana com esse contrato e depois... depois eu...

Um longo silêncio se corria. Parece que nem mesmo o mais prodígio dos estrategistas pode ter sempre um plano na manga. Irritado consigo mesmo, Lyev socava com força o tronco da árvore que lhe servia como apoio. O impacto era forte e deixava uma pequena marca na casca da árvore, mas também fazia o terço cristão enrolado em seu antebraço se soltar um pouco, ficando pendurado.

- Perdão... - Agora mais calmo, ele apenas firmava o terço de ferro e joias incrustadas, novamente em seu braço. - Eu preciso de um sinal... meu Senhor, lhe peço com urgência.

Nesse momento, ele ouvia passos ao longe. Pessoas, mais de duas e não se preocupavam nem um pouco e ser furtivas ou discretas, por isso sabia que não eram ameaça, mas ainda assim algo lhe intrigava, pois aquele caminho deserto não teria outro destino senão o local do contrato.

Lyev subia em uma árvore relativamente alta. Tinha uma ótima condição física e treinamento, por isso não era difícil subir ao topo e ter uma visão melhorada da situação além de, é claro, uma boa camuflagem. A neblina naquela região não era tão densa e as árvores ainda estavam bem esparsas, por isso estava em uma posição perfeita para avaliar o gurpo de viajantes. "Heh, apenas o esperado de um gênio como eu." Por alguns segundos nada via, até que tinha o primeiro vislumbre das pessoas que trilhavam tal caminho.

- Mas esses são... - Ele fechava os olhos, sorrindo e então olhando para o céu. - Obrigado.

É claro que alguém da inteligência da Resistência saberia quem eram aqueles jovens. Guerreiros que resistiram ao ataque da frota de Gelo tempo suficiente para reforços chegarem. Dragonland, a terra dos guerreiros sem igual... tantas histórias, mas sem tempos para lembrar do que leu em seu infância, afinal, ele poderia testar a veracidade dos fatos ali e agora.

- Sim, eles parecem fortes... mas como se viram em grupo? - Arregaçava a manga de sua jaqueta militar, deixando o seu terço de ferro a mostra. - Caelestis Lancea.




Como num piscar de olhos, quatro lanças de cor vermelha materializavam-se em pleno ar e como se fossem balas disparadas de uma arma de fogo, voavam na direção de Ren, Dante, Taikun e Sayuri, vindas rapidamente do alto, além da copa das árvores. Lyev deixaria clara sua posição pois no ato do ataque, o faria com uma grande intenção assassina, para que os heróis de Dragonland pudessem se sentir à vontade para retaliar com a força que desejassem, em seguida, indiferente se o ataque surtisse ou não efeito, o jovem estrategista pularia da copa das arvores, para a trilha que estava percorrendo.

- Guerreiros de Dragonland? Sugiro que vão embora, estas terras não são tão amigáveis quanto o solo em  que vocês foram criados... - Um sorriso psicótico de formava em seu rosto. - Devem estar preparados para morrer a qualquer instante!
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sex Jul 10, 2015 10:40 pm

•● Taikun andava despreocupado com o grupo. Ele não andava totalmente na frente, mas andava quase que de olhos fechados, e sendo a cada 4 segundos, abria os olhos, avaliava o campo, e fechava novamente. Além de sua despreocupação, o que ele mais buscava era poder andar com calma com todos, o suficiente para ser amigável e não demonstrar qualquer tipo de tensão, necessária ou não, pois estavam já fora de Bluehaven, logo não era um lugar totalmente seguro. ●•

Vamos lá, meus olhos brilham só de pensar no dinheiro e nas coisas boas que posso comprar pra comer depois! Hahaha!.

•● Ele não perguntava nada sobre a recompensa de Ren, uma vez que acharia que seria até melhor não perguntar, para ficar frustrado ou com medo, talvez. Isso era tudo o que o garoto pensava, até o momento em que ele sentia uma presença, e ela era muito incomum pelo seu tamanho. Um humano? Talvez, nada podia definir exatamente. Em uma conversa interna, Ifrit surgia para falar com ele. ●•

Taikun...

*Eu percebi*.

•● Nada era dito pelo rapaz, nem mesmo sendo em voz baixa, tudo era definido mentalmente, mas ainda sim ele andava como se nada tivesse acontecido, até ele sentir na ordem, as seguintes impressões: Uma aura assassina, um pequeno barulho de ferro chacoalhando, e uma espécie de energia surgindo do alto de onde já sabia que tinha um ser que os observava. Taikun não media esforços, a lança ia até ele, mas ele só dava um passo para o lado, pegando a lança ainda no ar, girando-a sobre o seu próprio punho, e colocando o cabo dela por cima de seu próprio ombro, enquanto virava o olhar para cima, querendo entender o que era aquilo afinal. ●•


Oe, o que fizemos para você?.

•● E em seguida, aquele rapaz descia, finalmente falando com eles. ●•

Eu já fui para lugares onde você nem imagina. Dragonland é um local onde podemos retornar sempre que precisamos, e esse não é o caso.

•● E só então ele jogava a lança para aquele sujeito, de uma maneira "amigável", mas enquanto estendia seu braço, ele podia perceber finalmente, que seus músculos estavam bem contraídos, o que o deixava um pouco assustado. Foi instinto? Impressão? Reflexo? Ele não sabia ao certo, mas aquilo o intrigava. ●•

*Foi.. você?*.

Sim, por precaução. Ela foi mais veloz do que estamos acostumados.

•● Taikun ficava quieto por um instante, esperando a reação dos outros do grupo em relação à aquele sujeito. ●•
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Sab Jul 11, 2015 8:13 pm

Sayuri não tentava alcançar Ren, a garota preferia ir na frente, sempre tão calada. Ela também, milagrosamente, não reagia com as palavras "comprar para comer" que Taikun soltava. Ela parecia perdida em seus pensamentos. Uma decisão que tinha que tomar, o cartaz de KaiTen na cidade, tudo parecia afetar a Ishiyama a ponto dela ficar distraída até que saíssem da cidade e... O nariz da garota acusava algo.

- Velas? Por que teria velas na floresta?

Sussurrava para si mesma até que caia sua ficha. Talvez alguém que viu o cartaz antes, como ela havia dito antes.

- Ah não... eu sabi... - antes que terminasse um objeto era lançado na direção deles. Quatro lanças? A garota estava tão acostumada com objetos sendo lançados na direção dela desde que treinou na casa de Shiori e aquilo não era problema.

Os olhos dourados da garota brilhavam e ela apenas esticava a mão na frente do corpo, segurando a lança. Em seguida usava sua aura para queimá-la antes de finalmente olhar para aquele que os havia atacado.

- E quem vai nos matar? Você? Ah não brinca! Você não tem a mínima chance contra qualquer um de nós!
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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 12, 2015 11:21 am

Ren caminhava em silêncio, ainda tentando se acostumar com a ideia de trabalhar em equipe pela primeira vez. Ainda tinha seu guarda-chuvas sobre a cabeça mesmo quando entravam na floresta, mais para cobrir seu rosto claramente constrangido do que cobrir sua cabeça do sol. Ela evitava contato visual com os outros membros do grupo e caminhava sempre a frente deles.

Mas uma energia estranha emanava da floresta, sua localização não era fácil de descobrir porém a garota tinha certeza de que estava próxima.

"Em cima"

Ela percebia quando uma grande aura assassina emanava do alto das arvores. Um projétil se aproximava em grande velocidade e Ren tinha pouco tempo para reagir. A lança perfurava seu guarda-chuvas mas Ren conseguia desviar curvando sua cabeça para o lado oposto ao ataque, e soltando o objeto no ar. Aos olhos do inimigo ela "desapareceria" e apenas seu guarda-chuvas estaria agora preso ao chão pela lança.

Ela poderia fazer um discurso opressor, ou contar vantagem por ter se desviado do ataque, mas a garota não era do tipo que falava muito. Alguém tentou assassina-la, logo este também estava pronto para morrer, e Ren adoraria realizar seu desejo. Poucos instantes depois da lança perfurar seu guarda-chuvas, a garota saltou na direção do tronco de arvore mais próximo, e deste tronco ela pegou impulso para alcançar a arvore que seu "inimigo" estava, durante sua trajetória a garota girava preparando um chute poderoso. Concentrando grande parte de sua aura na perda direita Ren chutava com tudo na direção da cabeça do garoto das lanças e soltava um grito furioso. Caso errasse seu ataque a garota partiria aquela arvore em duas. Mas ela não pretendia parar ai, continuaria atacando Lyev até se sentir satisfeita, por isso caso o primeiro ataque fosse inefetivo Ren avançaria novamente na direção do garoto.

Seus olhos mudavam completamente, e o constrangimento que sentia desaparecia, ela se sentia muito mais a vontade numa situação de vida ou morte do que num roda de amigos, eram claramente os olhos de alguém que buscava uma batalha de verdade a muito tempo.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 12, 2015 2:34 pm

"É sério. Como eu tô inteiro ainda?"

Era o pensamento que passava pela mente de Dante desde que pisou fora de Bluehaven e seguindo Ren. Logo atrás estavam Sayuri e Taikun, e olhando para a irmã de Lin se lembrava de alguém, de Ryouji. Será que era por causa dele que Ren podia estar um pouco diferente? Pensando em uma resposta positiva para aquela pergunta, Dante pensava:

"Obrigado Ryouji! Acho que você acabou de salvar minha vida!"

E após seu momento de pensamentos onde estava sorrindo estranhamente, Dante percebia uma energia próxima. Uma pessoa entre as árvores da floresta. Se essa presença estava ali justo naquele dia, poderia estar indo também em direção da misteriosa besta. Não demorava muito, e aquela aura ficava levemente agressiva, e dela saiam mais quatro traços de energias similares, eram projéteis. Arregalando seus olhos, olhava para a direção daquelas energias e um dos quatro projéteis estava mirando nele.

Dante tinha agora um olhar focado, e quando a lança de energia se revelava ao passar a última árvore que poderia esconder sua imagem, o espadachim esperava o momento certo, já flexionando suas pernas para o impulso. Quando o ataque já estava bem próximo a ele, usava de sua grande agilidade e o impulso prévio para saltar bem para trás. A lança ficava enfincada no chão, e quando Dante pousava no solo novamente, estava a uns 3 metros da lança de energia. Não dava nem tempo para tentar falar algo e já sentia a aura de Ren crescendo, ela já estava atacando o homem que jogou as lanças, ele havia se revelado após os ataques para dizer a eles, de Dragonland, sairem daquelas terras perigosas, pois a morte em Shadowrealm era algo comum.

Por que falar aquilo? Talvez estivesse querendo se mostrar? E como ele sabia que eram de Dragonland? Algo era estranho naquilo tudo, mas no momento ele apenas falava para si mesmo, após suspirar:

- É, a Ren-chan não mudou tanto assim...

Os olhos de Dante, em seguida, encontravam Sayuri e Taikun que também haviam se manifestado naquele meio tempo respondendo as falas do homem, que era aparentemente um inimigo, e em suas mãos, estavam mais daquela mesma lança que foi atacado. Duas das quatro lanças, e ele ficava surpreso com o que estavam fazendo, tão surpreso que acabava gritando para os dois.

- Ei! O que diabos vocês ainda tão fazendo segurando lanças cheias de energia de um inimigo que não sabemos nada sobre?!!!
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Dom Jul 12, 2015 4:09 pm

Um grande fluxo de informações era entregue para a mente de Lyev. "TaiKun Tsukushi, 18 anos, Q.I. baixo, força alta. Elemento fogo. // Sayuri Ishiyama, 17 anos, Q.I. médio-alto, força alta. Elemento fogo." Ele ria consigo mesmo. Por todas as vezes que lutou, suas Caelestis Lancea sempre foram subestimadas, mas era assim que ele gostava. Seu metal era muito sensível a energia e lia facilmente os canais neurais de qualquer ser que a tocava, lhe dando informações básicas sobre seus oponentes, além disso, mais uma pequena surpresa aguardava aqueles que seguraram suas lanças.




Para TaiKun, que apoiou a lança no ombro, de um segundo para o outro a lança tornou-se incrivelmente pesada, pesada o suficiente para que o garoto, pego de surpresa, caísse no chão com a lança em cima dele. Pelo fato de ter lido suas capacidades, Lyev soube exatamente quanto a lança deveria pesar para que ele sucumbisse ao peso, mas não morresse esmagado ou com o pescoço quebrado.

Para Sayuri, a lança emanava como uma grande explosão, um veneno de composição peculiar mas de intensidade extremamente baixa, apenas o suficinte para ter o efeito de "gás sonífero", mas forte o suficiente para abater alguém com a constituição tão forte quanto a de Sayuri. Lyev novamente soube como aplicar o veneno na medida certa por que sabia da constituição física da garota.

Na realidade ele realmente esperava que todos ali se desviassem de seu ataque inicial para então fazer um pequeno monólogo, mas a garota do guarda-chuva simplesmente desaparecia apenas para "surgir" novamente em seu flanco. "Mas que velocidade..." Não havia tempo para chamar suas lanças de volta, por isso conjurava mais duas, que formavam um X em sua frente para parar o chute devastador de Ren. A onda de impacto causada faziam suas roupas balançarem e ele quase perdia o equilíbrio.

- HAHAHA! Impressionan-- Ei, ei! Deixa eu falar!

A investida não acabara e Lyev sabia que não conseguiria competir força com a garota, por isso recuava o tempo todo, controlando as duas lanças que invocara para pairar ao redor dele e bloquear os ataques de Ren. A garota realmente tinha claras intensões de matá-lo, por isso Lyev não podia vacilar naquele momento, afinal ele mesmo fora o causador disso... mas ainda assim não conseguia deixar de rir alegremente.

- Eu achava que nenhum de vocês fosse me atacar assim... parece então que encontrei outra "carta selvagem" por aí, hein? - Agora que ja havia conseguido pegar o ritmo de seus ataques, Lyev via uma brecha. - Mas não vá se achando.

Em meio a torrente de golpes de Ren, suas duas lanças faziam um bom trabalho bloqueando os golpes, mas sabia quem não poderia ficar daquele jeito para sempre, por isso de súbito, uma terceira lança surgia acima do ombro direito de Lyev e era lançada a queima-roupa na direção de Ren. Sua intensão não era de ferir, portanto se Ren não conseguisse se desviar, a lança pararia a milímetros do rosto da garota, do contrário ele continuaria a se defender. Era claro que a aura assassina de Lyev já não estava mais alta, mas seu desejo de luta era mais do que óbvio, principalmente para Ren.
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Taikun Tsukushi

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Jul 13, 2015 5:13 am

•● No começo, Taikun achava que aquilo realmente era fácil, simplesmente fugir de uma lança atirado até ele, até que a lança pesava absurdamente em seu ombro, e em um movimento de reflexo que mal percebia, a lança começava a descer sobre seu ombro, mas ele era mais rápido, conseguindo se contorcer e largar a lança à frente dele. ●•

Whoah whoa, isso foi perigoso..

•● Ele suspirava, com a lança largada dele, e olhava seriamente para o rapaz, que confrontava Ren em uma ira insana. No começo ele pensava em enfrentar de vez aquele rapaz, mas esperaria uma brecha pra no mínimo socar o rosto dele. ●•

Isso não foi nada legal..

•● E com a mão sobre o ombro, ele percebia que, além do seus braços estarem com os músculos bem contraídos, sua pele estava em um vermelho bem escuro, algo além do comum de uma pessoa que estaria com uma pancada ou com algum tipo de queimadura. ●•

Foi você..?.

Não pude evitar, a lança surpreendentemente pesou toneladas, se você o corpo não largasse, provavelmente seu ombro poderia ter se deslocado, ou a lança iria te segurar no chão.

Entendo..

•● Além disso, era inevitável. Taikun acabava ignorando Dante, até porque, o fato de Ren parecer querer matá-lo, fazia finalmente o rapaz sentir sua atenção atraída a alguém que achava tão estranho a ponto de dar medo. ●•

Você consegue Lin! Digo.. Ren!!.

•● Dizia um pouco alto, de onde estava, com o propósito de apoiá-la. ●•
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Sayuri Ishiyama

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Seg Jul 13, 2015 10:18 am

A resposta para Dante era respondida de uma forma um tanto estranha. O veneno surtia efeito e a garota caia no chão desmaiada, mas seu corpo era envolto de uma chama roxa que quando se apagava revelava pedaços um boneco ventríloco sem rosto? Mas então como Lyev teria descoberto as informações básicas de Sayuri sem que fosse ela ali. Aquele boneco, assim como fofo, era parte da garota, de sua magia. Agora que havia sido desmascarado, as cordas do boneco se tornavam da mesma cor das chamas que o revelaram. Era através dessas cordas que a energia da garota era ligada a ele e assim, tornando uma cópia perfeita da pequena Ishiyama com a voz, o cheiro e a energia da garota. Infelizmente aquele truque ainda não havia sido aperfeiçoado a ponto de mais uma surgir no lugar, mas aquilo não era o fim do mundo.

Quando o as cordas eram reveladas, o caminho para a verdadeira Sayuri era revelado. A garota estava no alto de uma árvore sorrindo.




- Eh? Que chato! Me desmaiou!

Era quando via que Ren partia para cima de Lyev. A princípio Sayuri apenas observava, assim como Taikun, esperando o momento certo, mas algo a fez se mover. Rasgando um pedaço de seu vestido e com a unha fazendo um pequeno corte na mão, o retalho se tornava uma bonequinha pequena com a cara de Sayuri.




A Ishiyama lançava a boneca na direção de Ren e desviava a lança a tempo, só então a boneca voltaria a ser apenas um pedaço de pano sujo de sangue.

"Espero estar fazendo certo, mãe..." - Pensava a garota

- Ei, foi mal, Ren! hahaha  Dessa vez não resisti!
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Ren Harzgard

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Jul 14, 2015 4:02 pm

Ren atacava indiscriminadamente, não queria saber se ia ou não matar o rapaz com seus ataques, não se preocupava em controlar sua força pois aquele era alguém que tinha claras intenções de mata-la. A cada golpe bloqueado a fúria e o espirito de luta de Ren se intensificavam, a vontade de derrotar aquela pessoa que mal conhecia crescia dentro da garota e antes que percebesse já não pensava nos seus arredores.

Era estranho, o homem apenas se defendia, mesmo que anteriormente estivesse disposto a matar, agora só bloqueava seus ataques e recuava. "Uma estratégia? Ou ele é fraco demais para revidar?" Mas pouco depois desses pensamentos passarem por sua cabeça, o ataque acontecia. Sobre o ombro de seu oponente uma lança aparecia e era arremessada na direção de Ren. Ou talvez não, a garota percebia imediatamente que aquele ataque não tinha nenhuma intenção assassina e parava subitamente de se mexer. O projétil era desviado por Sayuri e voava em outra direção, mas o olhar furioso de Ren não deixava seu rosto, enquanto ela encarava Lyev.

- Está jogando um jogo perigoso, e agora é tarde demais pra voltar atrás se é isso o que você tinha em mente.

Sem mais palavras Ren deixava fluir grande parte de sua aura e avançava na direção do garoto, ainda mais nervosa do que antes por velo agora hesitar quando teve a chance de vence-la. A sensação de "Ele está brincando comigo" a deixava furiosa, por isso Ren investia, deixando um pequeno buraco no chão quando se impulsionava para frente, estava pronta para continuar golpeando, mas começaria tudo com um potente soco na direção do rosto.
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Dante Campanaro

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Jul 14, 2015 6:01 pm

Logo depois do aviso que dava a seus companheiros, as lanças do inimigo começavam a fazer o seu efeito. Taikun quase não conseguiu se manter em pé, pois sua lança ficou ultra pesada para se segurar, e Sayuri acabou desmaiando com um gás misterioso que Lyev fez sair do projétil disparado que a Ishiyama segurava. Porém, aquela Sayuri era apenas um boneco, controlado pela verdadeira que estava encima das árvores. Dante nem sabia como aquilo havia sido feito, mas nesses segundos ele quase morreu de preocupação, e abaixava a cabeça, suspirando...

- Já chega disso... eu só quero derrotar aquela besta. Não vejo sentido nessa luta...

Murmurava, e disposto a parar tudo aquilo, Dante escondia completamente sua presença e começava a caminhar, em direção da luta entre Lyev e Ren. Como eles estavam focados demais na batalha, não veriam o rapaz se movimentando, e como não estava emanando aura alguma, era impossível de se sentir. Uma habilidade que sua mãe, Sakuya, sabia muito bem, e ele como um ótimo controlador de energia espiritual conseguiu masterizar no passar dos anos.

Quando se aproximava da batalha, Dante parava próximo aos dois, tendo uma visão lateral de ambos e um pouco antes de Ren partir para mais um soco contra Lyev sua aura voltava a se manifestar e as lenhas que carregava caíam no chão, no processo ele desembainhava sua katana, e um brilho vinha da mesma quando o Campanaro a erguia aos céus, segurava em seu cabo com uma das mãos, e agora colocava a outra mão de forma lenta. Quando se sentia firme, uma aura forte de vento rodeava a lâmina de Dante, e em seguida um golpe de baixo para cima, numa vertical perfeita, passando entre Ren e Lyev. Seus olhos exibiam um brilho azul durante o golpe e sua feição era séria.




Eles provavelmente parariam com o golpe forte e extremamente rápido, mas era só aquilo? Nada de extraordinário vinha de imediato, até que Dante falava baixo, porém com um tom firme:



- Taka... Fukigen! (Decolar do Falcão)


De repente, da trajetória do golpe, saía uma ventania violenta para as laterais. A fim de arremessar tanto Ren quanto Lyev para trás. Quando feito isso, Dante colocava sua katana na bainha novamente, e olhava para os dois, aparentemente nervoso com a situação.

- CHEGA DESSA LUTA INÚTIL! - E seu olhar parava em Lyev. - O que que você quer afinal? Sua aura assassina já sumiu a um tempo, tá testando a gente?! ... Desse jeito ninguém vai derrotar a besta!
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Lyev Schneider

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MensagemAssunto: Re: Operação Carta Selvagem   Ter Jul 14, 2015 6:49 pm

Os barulhos de choque entre Ren e suas lanças (que agora ja eram três, sendo usadas para se defender), aumentavam cada vez mais de volume e intensidade. O ataque que ele pensava que poria um fim em tudo aquilo, fazendo a garota parar e iniciar um diálogo... bom, não dava exatamente certo e parecia apenas piorar a situação. Suor frio corria pelo rosto de Lyev, afinal Ren estava muito próxima de ganhar aquela luta. "Ok, talvez eu goste muito de subestimar os outros." Ele não conseguia analisá-la, o contato de seus punhos com o metal das armas de haste era curto demais para ele absorver qualquer informação de seu incrível fluxo de energia. "Ah, isso é ruim, isso é muito ruim... eu não esperava que eles tivessem uma psicopata no grupo."

- Ei, cadê aquela calma budista de voc-- - Parava a frase com um golpe muito próximo. - Ei, ei, calma aí, deixa eu fal--

Aquilo não era bom. Uma quarta lança surgia, mas controlá-las numa distância curtíssima e em tão pouco tempo era um trabalho desgatante demais para o ex-Tenente, que logo logo estaria cansado demais para continuar recuando. "Parabéns Lyev, você podia chegar e só conversar com eles, mas nããão. Você tinha que deixar sua arrogância falar mais alto." E nesse instante, ele sentia uma presença imediata em seu flanco e logo notava ser o garoto que apenas se esquivara de sua lança anteriormente. "E agora, ele vem e enfia essa espada curva no meu peito. Essa provavelmente vai ser a morte mais idiota e sem sentido da história! Perdão Senhor... eu mereço mesmo ser punido."

- Foi mal, foi mal, era só brinc--

Ele errou? Não, o golpe fora suficiente para chamar sua atenção, mas algo a mais vinha. Uma forte rajada de vento, forte o suficiente para tirá-lo do chão e trepidar suas lanças ao vento. Imediatamente Lyev fincava uma delas no chão e segurava com força para não ser lançado e em seguida Dante deixava claro que queria um fim à situação, o que lhe dava uma chance para esclarecer tudo.

- Hahaha! Ei, deixa eu explicar!

Suas lanças simplesmente sumiam e ele abaixava a manga de sua jaqueta. Enquanto ria e iniciava sua frase, ele corria para trás de Dante, de forma a se esconder de Ren, então murmurava.

- Ei, sabia que vocês tem uma psicopata no grupo de vocês? Quem é ela, uma espécie de demônio? - Então se recompunha, passando a mão pelos cabelos ruivos, ajeitando-os. - Perdão a todos, meu nome é Lyev Schneider e acabei de pedir demissão do meu cargo de Tenente-Estrategista da Resistência. Estou a caminho de matar a tal besta para conseguir um dinheiro e quando encontrei vocês ao longe, lembrei das histórias de como sobreviveram a Frota de Gelo e que são de Dragonland... desculpe, mas não resisti em querer provar um pouco da força de vocês pessoalmente. São de fato assustadores.
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